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IPÊ amplia Corredor da Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema

27 de março de 2019 Por Paula Piccin

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Um dos resultados mais significativos do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, ao longo de 27 anos, é a formação do Corredor de Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema. Considerado o maior corredor ecológico formado por meio de restauração florestal no Brasil, ele conecta duas Unidades de Conservação, a Estação Ecológica Mico-Leão-Preto (ESEC MLP) e o Parque Estadual Morro do Diabo (PEMD), e contribui para reduzir o problema ambiental mais grave na região, a fragmentação florestal da Mata Atlântica. Com 20 quilômetros e 2,7 milhões de árvores, o corredor contribui para conservar não só a floresta, como as espécies em risco de extinção no bioma, como o mico-leão-preto e a onça-pintada. Com a iniciativa, essas espécies têm uma opção mais segura para circular de um trecho de mata para outro, ampliando suas chances de encontrar alimento, abrigo e pares para reprodução.

Esse grande corredor agora ganhou um reforço com o início dos plantios do chamado “Corredor Norte”, que leva este nome por estar localizado ao norte do Parque Estadual Morro do Diabo. Agora serão mais um milhão de árvores plantadas em 500 hectares e três quilômetros a mais de Corredor da Mata Atlântica na região.

As árvores são plantadas em uma Área de Reserva Legal da Fazenda Estrela, que possui uma área de 2.435,51 hectares, destinada à produção agropecuária. Em seu cadastro ambiental rural (CAR), a fazenda destinou 799,92 hectares para Reserva Legal (RL). Mais especificamente, estas áreas estão localizadas entre os fragmentos Água Sumida, da Estação Ecológica Mico-Leão Preto, e Santa Maria I, da fazenda de mesmo nome, ambos localizados no entorno do PEMD. Para definir as áreas de plantio, o IPÊ criou um mapa que orienta os melhores locais para plantio de florestas, considerando o passivo de RL de cada propriedade e as necessidades da fauna local e da paisagem. Os recursos são provenientes da Empresa Atvos, via o Programa Nascentes do Estado de São Paulo, com contrapartida internacional da ONG WeForest, da Durrell Wildlife Conservation Trust, do Sustainable Lush Fund e do Fundo de Conservação Disney. 

Capacitação e geração de renda

Além da frente de restauração, o projeto para a formação do corredor norte possui outras atividades importantes, como a capacitação em agroecologia e educação ambiental de 300 agricultores e estudantes. Além disso, busca promover ainda geração de renda para as comunidades envolvidas, por meio da produção e comercialização de mudas de espécies nativas, em viveiros florestais.

“Devido uma ocupação sem critérios, o Pontal do Paranapanema sofreu drástica redução em sua cobertura florestal, restando apenas 1,85% da cobertura original. A dinâmica de ocupação tem levado a uma paisagem regional onde vários cursos de água e fragmentos florestais estão sendo circundados e pressionados por assentamentos rurais, pequenas e grandes propriedades. Toda essa ocupação, se não for feita com preocupações agroambientais, coloca em risco o que resta do solo, das águas e das florestas. Por isso a necessidade de estabelecer um desenvolvimento rural sustentável com base na agroecologia, com incentivo a alternativas de geração de renda que apoiem a conservação ambiental, como é o caso dos viveiros comunitários”, defende Laury Cullen Jr., coordenador da iniciativa.

Os viveiros comunitários são empreendimentos sociais que visam o desenvolvimento socioeconômico e ambiental dos agricultores familiares residentes em assentamentos de reforma agrária na região. Tais empreendimentos promovem a diversificação das atividades agrícolas tradicionalmente desenvolvidas pelos agricultores locais, por meio da produção e da comercialização de mudas de árvores nativas da região e exóticas com a finalidade de reflorestamento, ao mesmo tempo em que a equipe do IPÊ desenvolve os trabalhos de educação ambiental e capacitação técnica dos agricultores para produção dentro dos princípios do associativismo e da agroecologia.

Atualmente, oito viveiros comunitários estão instalados em diferentes assentamentos da região. A grande maioria está constituída na forma de associativismo ou cooperativismo, mas existem ainda iniciativas particulares de agricultores que passaram pelos treinamentos e cursos de capacitação oferecidos gratuitamente pelo IPÊ. Em conjunto, os viveiros têm capacidade instalada de produção de aproximadamente 800 mil mudas por ano.

“Temos como premissa em nossos projetos o envolvimento da comunidade local, seja por meio da educação ambiental ou do desenvolvimento de alternativas de renda para a conservação. Por exemplo, quando iniciamos o primeiro corredor, implementamos os viveiros comunitários na região. Hoje, os produtores de mudas são independentes e vendem as mudas de árvores nativas para projetos de restauração como este”, explica Laury.

O projeto do Corredor Norte prevê, ainda, a transformação das boas práticas em políticas públicas junto ao Programa Nascentes, do Governo do Estado de São Paulo, visando a conservação de espécies ameaçadas e a restauração de paisagens rurais fragmentadas no bioma Mata Atlântica.

 

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27 anos de IPÊ

21 de março de 2019 Por Paula Piccin

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O IPÊ comemora 27 anos de atividades! Confira a nossa linha do tempo com os principais destaques ao longo dessa caminhada pela biodiversidade brasileira.

www.ipe.org.br/linhadotempo

 

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ESCAS-IPÊ: Mestrado Profissional com inscrições abertas

18 de março de 2019 Por Paula Piccin

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Estão abertas as inscrições para a nova turma do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade. Com professores atuantes no mercado da conservação socioambiental e direcionado às questões práticas da sustentabilidade, o curso tem nota 4 da CAPES (a nota máxima é 5) e destina-se aos mais variados perfis profissionais, seja do setor privado, governamental ou não-governamental. Imerso na Mata Atlântica, o campus da ESCAS, em Nazaré Paulista (SP), é um ambiente propício para compartilhamento de aprendizagem em conservação e sustentabilidade e construção de conhecimentos inovadores para transformar realidades.

“Somos um Mestrado Profissional diferente dos cursos tradicionais. Nosso diferencial está em extrair o melhor de cada profissional, de cada aluno, de forma com que ele possa influenciar o setor socioambiental de maneira positiva, dentro de sua área de atuação. Incentivamos a criação de projetos inovadores, que possam ser verdadeiramente aplicados”, comenta a coordenadora Cristiana Martins.

O Mestrado Profissional da ESCAS tem 11 anos e formou 120 mestres. De acordo com levantamentos da Escola, 41% dos mestres formados atuam hoje em instituições governamentais, 32% no setor privado, 25% em Organizações da Sociedade Civil e 2% em universidades. Quase 40% dos alunos que passaram pelo mestrado conseguiram ingressar no mercado de trabalho da conservação ou sustentabilidade por meio da rede de contatos formada pelo curso.

“O curso foi determinante para um novo momento meu na área profissional. Entender melhor a dinâmica profissional do terceiro setor, bem como o melhor engajamento de programas/projetos e ideias ou negócios inovadores foi relevante para que buscasse um melhor desenvolvimento e envergadura profissional. Também considero importante a amplitude de networking construído ao longo do curso que fortaleceu o meu desenvolvimento pessoal, propiciando novas oportunidades de diálogo e novas perspectivas profissionais”, afirma Thiago Guedes, engenheiro agrônomo e coordenador Institucional do Instituto Viverde

A marca do curso é a qualidade e o contato com os desafios reais da sustentabilidade. Uma das disciplinas, por exemplo, é a Resolução de Desafios, quando os alunos são colocados frente a um projeto real que precisam executar em apenas uma semana.

Durante o mestrado, os alunos também têm contato com profissionais que estão na vanguarda da conservação socioambiental. A chance de poder acompanhar de perto projetos que são executados pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas também é uma possibilidade enriquecedora. O Instituto tem 27 anos e é reconhecido por sua atuação em pesquisas científicas, educação ambiental, restauração florestal e envolvimento comunitário para a conservação da biodiversidade brasileira. 

As inscrições vão até o dia 03/06/2019: http://mestrado.escas.org.br/2019. Inscrições completas até o dia 31/03/2019 terão 50% de desconto na taxa de inscrição.

 

 

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Comunidades monitoram pesca do Tucunaré em projeto com o IPÊ. Assista ao video

13 de março de 2019 Por Paula Piccin

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Desde 2014 é realizado no Lago de Balbina (AM) o monitoramento participativo no desembarque de três espécies de tucunarés, durante oito meses do ano. Para avaliar os resultados desse monitoramento são realizados diálogos com as comunidades. Nos dias 12 e 13 de março, a atividade será realizada na Comunidade Rumo Certo e na Vila de Balbina, município de Presidente Figueiredo. Ao todo 100 pescadores desses locais têm prestado informações ao monitoramento participativo de tucunarés.

 
Os objetivos são contextualizar o histórico do monitoramento de 2014 a 2017, mostrar aos comunitários os dados de 2018, reabrir o lago para a pesca de 2019 e apresentar o programa Monitora/automonitoramento da pesca.
 
Para saber mais assista ao video.
 
As atividades são uma parceria entre o IPÊ, ICMBio e Reserva Biológica do Uatumã/REBIO Uatumã, junto ao Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (MONITORA), Subprograma Aquático Continental.
 
O trabalho dos monitores ocorre através do projeto de “Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia”, desenvolvido pelo IPÊ em parceria com o ICMBio, com apoio de Gordon and Betty Moore Foundation, USAID e Programa Arpa.

 

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Programa de conservação da anta brasileira lança campanha de crowdfunding para expedição na Amazônia

12 de março de 2019 Por Paula Piccin

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Pesquisadores da INCAB – Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – lançam no dia 12 de março uma campanha de crowdfunding para arrecadar recursos para a realização de sua primeira expedição à Amazônia. A expedição tem por objetivo identificar as ameaças enfrentadas pela anta brasileira na Amazônia e selecionar áreas de estudo para um novo programa de pesquisa e conservação da espécie. As doações podem ser feitas pelo site: https://igg.me/at/TAPIRAMAZON

A Amazônia será o quarto e último bioma por onde a INCAB vai passar com suas ações de pesquisa e conservação da anta brasileira. A INCAB nasceu em 1996, quando a pesquisadora e conservacionista Patrícia Medici estabeleceu, na Mata Atlântica, um programa pioneiro de pesquisa aplicada à conservação do maior mamífero terrestre da América do Sul. Desde então, vêm sendo realizados monitoramentos de longo-prazo – Mata Atlântica (1996-2007), Pantanal (2008 – em andamento), Cerrado (2015 – em andamento) – responsáveis pela criação e manutenção do maior banco de dados sobre a espécie no mundo. Os dados e resultados obtidos através das pesquisas são aplicados no desenvolvimento e implementação de medidas que promovam a conservação da espécie em todos os biomas brasileiros onde ela ocorre. Conhecida como a jardineira da floresta, por sua incrível capacidade de dispersão de sementes, a anta brasileira tem papel fundamental na manutenção da biodiversidade. Após o estabelecimento de programas na Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado, é chegado o momento de expandir os esforços para a Amazônia.

“A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, é o último bioma do país onde a espécie ainda não foi estudada sistematicamente. A floresta amazônica e sua biodiversidade são extremamente importantes em diversas esferas, desde a conservação de nossa biodiversidade, até a preservação cultural de populações tradicionais, o balanço hídrico do país e do mundo e a redução dos efeitos do aquecimento global. A anta vai nos ajudar a gerar subsídios para a conservação da Amazônia”, afirma Patrícia Medici, ponderando sobre a importância do estabelecimento da INCAB na região.

A expedição será realizada em junho de 2019. No decorrer de 30 dias, a equipe irá percorrer mais de 5 mil quilômetros ao longo da área conhecida como arco sul do desmatamento, passando por três estados brasileiros – Rondônia, Mato Grosso e Pará. Nesta região, encontra-se um mosaico de atividades humanas incluindo a agricultura em larga escala (particularmente a soja), pecuária, mineração, plantios de óleo de palma entre outras. O dinheiro arrecadado pela campanha será utilizado para cobrir as despesas da logística da expedição.

“Por se tratar de um projeto de organização não-governamental, a INCAB-IPÊ mantem esforços constantes de busca por suporte financeiro para realizar suas atividades de pesquisa e conservação. Desta vez, decidimos apostar no financiamento coletivo e buscar o suporte da sociedade civil para a realização da expedição!  Esperamos ter sucesso!”, afirma a conservacionista.

Para conhecer mais sobre a INCAB-IPÊ, saber mais sobre a campanha e/ou fazer uma contribuição para a mesma, acesse: https://igg.me/at/TAPIRAMAZON

A expedição na Amazônia em junho poderá ser acompanhada nos canais da INCAB-IPÊ:

Website – www.tapirconservation.org.br  
Facebook – www.facebook.com/INCAB.BRASIL  
Instagram – @INCAB_BRASIL
Twitter – @INCAB_BRASIL
YouTube – www.youtube.com/c/INCABBrasil

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Curiosidades sobre os micos-leões-pretos

28 de fevereiro de 2019 Por Paula Piccin

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O Brasil tem quatro espécies de micos-leões que só existem aqui, na Mata Atlântica. O mico-leão-dourado (mais popular e que vive nas matas do Rio de Janeiro), o mico-leão-da-cara-dourada (que vive em território baiano), o mico-leão-de-cara-preta (que ocorre apenas no litoral sul de São Paulo e norte do Paraná) e o mico-leão-preto (que vive exclusivamente na Mata Atlântica de interior do estado de São Paulo, especialmente na porção oeste).

Os micos-leões-pretos pesam cerca de 600 gramas quando adultos. Têm o corpo coberto por uma pelagem longa, predominantemente preta, com exceção do dorso, que apresenta coloração alaranjada. Recebem esse nome por conta da pelagem da cabeça, que se assemelha a uma juba de leão.

Vivem em grupos familiares de 2 a 8 indivíduos. Cada grupo é composto por uma fêmea dominante, um a dois machos reprodutivos e os filhotes e juvenis do casal, que permanecem no grupo até atingirem a maturidade sexual e dispersarem para a formação de seus próprios grupos familiares. A fêmea geralmente dá à luz gêmeos, uma vez ao ano, após uma gestação de aproximadamente 4 meses. Os demais integrantes do grupo auxiliam no cuidado parental até que o filhote possa se locomover sozinho. Eles se comunicam entre si, emitindo diversos tipos de vocalizações, tanto para os membros do próprio grupo, como de grupos vizinhos.

Como são animais territorialistas, cada grupo utiliza uma área que pode variar de 40 a 400 hectares. Eles realizam suas atividades durante o dia, e à noite se abrigam em ocos de árvores para dormir. Geralmente, quando os pesquisadores precisam fazer estudos de observação, precisam estar atentos aos ocos onde os micos dormiram na noite anterior e acompanhá-los logo pela manhã. Eles não saem do oco durante a noite.

Alimentam-se majoritariamente de frutos, mas também de invertebrados, pequenos vertebrados, como lagartixas, aves e pererecas, exsudatos das árvores (goma) e flores. Seus principais predadores são as aves de rapina, serpentes, iraras e alguns felinos.

(Foto: Katie Garrett)

 

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28th February: Black Lion Tamarin Day – Brazil

27 de fevereiro de 2019 Por Paula Piccin

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The Black Lion Tamarin Day will be celebrated in Brazil on February 28, for the first time. This small primate, whose scientific name is Leontopithecus chyrsopygus, is classified as “Endangered” in the international and Brazilian Red Lists of threatened species. Currently, it occurs only in Atlantic forest fragments in the western and southern portion of the Brazilian state of São Paulo, where it has an important ecological role.

Due to intense deforestation and fragmentation of its habitat, the population of the species has been reduced to about 1500 individuals. In fact, the black lion tamarin is so rare that it was not recorded for 65 years until its rediscovery in 1970. Fortunately, thanks to the conservation efforts of the socio-environmental and government agencies, today the black lion tamarin has a more promising future.

Like other primates, black lion tamarins act as sentinels (for example, their mortalities caused by yellow fever warn human populations of the presence of the virus), and they are also good seed dispersers, helping in the maintenance and regeneration of the forests where they live.

Because of these qualities and also due to the fact that it is restricted to a small area in the state of São Paulo, the black lion tamarin was designated the official mammal of the state in 2014.

Research for the conservation of the Black Lion Tamarin

IPE (Institute for Ecological Research) celebrates, in 2019, 35 years of service for the conservation of the black lion tamarin. The efforts have been concentrated in the Pontal do Paranapanema region, the westernmost tip of São Paulo state, and are carried out by members of the Black Lion Tamarin Conservation Program. In this region, field research on the behavior and health of the species are complemented by activities involving the community, environmental education and forest restoration, which guarantee the long-term survival of the species. IPE is responsible for obtaining scientific data that are used in public policies for the protection of this small monkey, such as the information used to create the Black Lion Tamarin Ecological Station, a federally protected area managed by the Brazilian government.

Another action important for the conservation of the black lion tamarin was the establishment of the largest reforested corridor of Brazil. As the Atlantic Forest in western São Paulo is extremely fragmented, the forest-dependent animals struggle to survive in small patches of suitable habitat, and virtually every subpopulation faces local extinction risk. One of the efforts led by IPE was to plant a native forest corridor that connects two large forested areas in Pontal do Paranapanema: the Black Lion Tamarin Ecological Station and the Morro do Diabo State Park. With 2.7 million trees, the corridor is approximately 20 kilometers long and helps the native animals to find shelter, food and reproductive partners.

The Atlantic Forest corridor, as it is called, is already sheltering several species of animals, including large mammals such as tapirs and jaguars, as attested by studies using camera traps. Use of the corridors by the black lion tamarins is being studied, but as the species uses hollows in old large trees as sleeping sites, which are not present in the young planted corridor yet, researchers from IPE are testing, in some areas adjacent to the corridors, if the tamarins would sleep inside artificial shelters. Monitoring of these artificial shelters is yielding promising results, as two groups of tamarins have been observed using the shelters. These results suggest that implementing artificial nest boxes in the planted corridors will ease the establishment of black lion tamarin populations there.

To celebrate the black lion tamarin day, IPE will promote several activities involving the local populace of Pontal do Paranapanema and also partners such as the Morro do Diabo State Park staff. The complete schedule will be available in the social media of @institutoipe.

Curiosities

There are four species of lion tamarins and they are only found in the Atlantic Forest of Brazil. The Golden Lion Tamarin (more popular, from the forest of Rio de Janeiro), the Golden-headed Lion Tamarin (from the state of Bahia), the Black-faced Lion Tamarin (occurring in a very small area in the states of São Paulo and Paraná), and the Black Lion Tamarin (from the interior Atlantic Forest of São Paulo state, especially in the western area).

Adult black lion tamarins weigh about 600 grams. Their body is covered by a long fur, predominantly black, except for the rump, which has an orangish color. They are called “lion tamarins” because of the little mane around the face.

They live in family groups containing from 2 to 8 individuals. Each group is composed of a dominant female, one or two reproductive males and the juvenile offspring, which remain in the group until they reach sexual maturity and disperse to form their own family groups. The female normally gives birth to twins once a year after a gestation period of approximately 4 months. The other members of the group help in raising the babies, until the juvenile can move by itself. Communication between the members is frequent and made through high-pitched whistles and chirps.

As they are territorial animals, each group uses an area, which can vary in size between 40 to 400 hectares. They are diurnal animals and during the night they sleep in tree hollows. When researchers study the behavior of the lion tamarins, they must locate the hollows used by the tamarins the day before so they can follow the group early on the next day.

Most of the diet of the black lion tamarin is composed chiefly of fruits, but they also eat tree sap, flowers, invertebrates and small vertebrates, such as frogs and nestlings. The main predators are birds of prey, boas, tayras and small cats.

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Dia do Mico-Leão-Preto!

10 de novembro de 202227 de fevereiro de 2019 Por Paula Piccin

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Dia 28 de fevereiro comemora-se no Brasil o Dia do Mico-Leão-Preto (Portaria nº 4, de 17 de setembro de 2018). Primata considerado “em perigo de extinção”, nas listas de espécies ameaçadas internacional, brasileira e estadual, o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) existe apenas na porção oeste e sul do estado de São Paulo, nos remanescentes de Mata Atlântica de Interior e matas ciliares, e tem um papel importante nessa porção florestal.

Devido à intensa devastação dessa floresta e fragmentação de seu hábitat, a espécie sofreu uma redução significativa da população a aproximadamente 1500 indivíduos. Para se ter uma ideia, o mico-leão-preto foi considerado extinto por 65 anos, devido à ausência de registros na natureza, até sua redescoberta em 1970. Felizmente, com os esforços de conservação de organizações socioambientais e governamentais, hoje o mico-leão-preto tem um futuro mais promissor.

Assim como outros primatas, o mico é uma espécie sentinela, que indica a saúde de um ambiente (por exemplo, se uma área é afetada pelo mosquito da febre amarela, são os primeiros a sentirem o impacto), e também é um bom dispersor de sementes, auxiliando na manutenção das florestas dos locais onde vive.

Por ser uma espécie tão especial, que no mundo só existe em uma área restrita de São Paulo, o mico-leão-preto é considerado a espécie símbolo do estado.

IPÊ atua na conservação do mico-leão-preto há 35 anos

Curiosidades sobre o mico-leão-preto

 

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Pesquisas para conservação do Mico-Leão-Preto

22 de fevereiro de 2019 Por Paula Piccin

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O IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas comemora, em 2019, os 35 anos de trabalho em favor da conservação dessa espécie. Os esforços acontecem na região do Pontal do Paranapanema, extremo oeste de SP, por meio do Programa de Conservação do Mico-Leão-Preto. Ali, pesquisas científicas sobre comportamento e saúde da espécie são complementadas por atividades de mobilização da comunidade, educação ambiental e restauração florestal, que garantam a sobrevivência dos micos em longo prazo. O Instituto é o responsável por dados científicos que são utilizados na composição de políticas públicas para a proteção desse animal, como na criação da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto (ESEC-MLP).

Outra ação relevante para a conservação do mico-leão-preto foi o estabelecimento do maior corredor de floresta restaurada do Brasil. Como a Mata Atlântica no Oeste de São Paulo é extremamente fragmentada em pequenas áreas de mata, os animais sofrem com o isolamento, correndo riscos de se extinguir por falta de hábitat, de alimento e de pares reprodutivos. Uma das iniciativas do IPÊ foi justamente plantar um corredor de mata que conecta duas grandes áreas florestais na região do Pontal do Paranapanema, a ESEC-MLP e o Parque Estadual Morro do Diabo. Com 2,7 milhões de árvores nativas, o corredor tem cerca de 20 quilômetros de extensão e é uma estratégia para que os animais possam transitar em uma área mais ampla, aumentando as chances de abrigo, alimentação e reprodução.

O Corredor da Mata Atlântica, como é chamado, já é percorrido por diversas espécies, inclusive de mamíferos de grande porte como a onça e a anta, segundo pesquisas com armadilhas fotográficas. O uso da área pelos micos já é investigado, porém, como a espécie utiliza ocos de árvores como abrigo contra predadores, e as árvores do corredor são muito recentes e ainda não os possuem, os pesquisadores do IPÊ testam atualmente ocos artificiais em algumas áreas próximas a este corredor, para verificar a aderência do animal aos novos abrigos. O acompanhamento desses ocos tem mostrado o sucesso da estratégia com dois grupos já usando os ocos artificiais. Logo eles também se beneficiarão desses abrigos na área reflorestada.

 

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IPÊ participa de atividades de avaliação e validação do Programa Monitora

21 de fevereiro de 2019 Por Paula Piccin

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Participante do Programa Monitora, do ICMBio, por meio do projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação (UCs) da Amazônia, o IPÊ esteve presente em diferentes eventos que avaliaram e validaram atividades do programa, no mês de fevereiro, em Brasília. Os eventos, chamados de Oficinas, buscam melhorar os modelos de monitoramento executados pelo Programa em favor da Amazônia.

A IV Oficina de Análise de Dados dos Alvos Globais do Componente Florestal trouxe contribuições muito importantes e possibilidades de avanços na conservação do bioma. Foram discutidos, por exemplo, como devem ser avaliados os dados coletados pelos projetos do programa, relacionados a plantas, mamíferos, aves e borboletas. Com relação às plantas, como já existem dados importantes e algumas análises de composição e densidade populacional das árvores, eles já  serão utilizados no manejo do fogo em algumas UCs.

No caso de aves e mamíferos, pesquisadores do programa relataram o desafio de encontrar animais de grande porte, e a medida a ser tomada agora é aumentar o esforço amostral, o número de animais encontrados. Nesse sentido, quanto maior a quilometragem percorrida, maior será a quantidade de animais avistados, para análises mais robustas. Já para o monitoramento de borboletas, será considerado agora o uso do Software de Ciência Cidadã (I-Naturalist), para que os animais coletados sejam identificados de maneira simples e por meis pessoas. 

A gestão dos dados coletados pelos projetos que fazem parte do Monitora também passou por uma discussão. Mais de 30 pessoas entre servidores do ICMBio (COMOB, COPEG, COTEC, Centros de Pesquisa e Conservação – CBC, CEPTA, CEPAM, CENAP), profissionais do IPÊ e das empresas de tecnologia Necto e SkyMarket participaram da Oficina de Validação do Sistema de Gestão de Dados do Monitora.

Durante o encontro, foram apresentadas as premissas, os modelos de tela, as etapas de cadastro das unidades amostrais, os monitoramentos, os fluxos, as opções de entrada de dados, as ferramentas de validação e testes, dentre outros aspectos que envolvem a gestão de dados de biodiversidade. Debates e trabalhos em grupo ao longo da Oficina possibilitaram diálogo, esclarecimento de dúvidas, ajustes e definições do sistema de gestão, com funcionalidades definidas e projetado para atender às necessidades e demandas dos protocolos Florestal, Aquático, Continental e Campestre Savânico, além de estar preparado para recever novos protocolos no futuro. 

Esta iniciativa recebe o apoio de Gordon and Betty Moore Foundation, USAID e Programa ARPA.

 

 

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