Presidente do Arredondar fala sobre a parceria com o IPÊ e o Tricard
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Em 2018, IPÊ, Arredondar e Tricard(Sistema Integrado Martins) uniram-se para uma iniciativa pioneira no setor da microdoação. Desde o ano passado, os clientes do cartão têm a opção de arredondar a fatura das suas contas, destinando os centavos para o IPÊ. A novidade do mecanismo é a facilidade, já que o cliente faz a opção pelo arredondamento uma única vez, por meio do site ou aplicativo do Tricard, válido de forma contínua. Assim como no sistema de arredondamento dos caixas nas lojas parceiras, o arredondamento da fatura nunca vai ultrapassar os R$0,99, garantindo uma segurança para o cliente que quer participar.
O engajamento dos colaboradores do Tricard tem sido importante para divulgar a iniciativa. Em evento no mês de setembro de 2018, o IPÊ e o Arredondar estiveram na sede do Tricard (Uberlândia/MG) para palestras sobre a parceria a 25 líderes. Eventos como esse terão continuidade em 2019, para mais colaboradores.
Nina Valentini, presidente do Arredondar fala sobre o movimento e a participação do IPÊ.
– Em 2018, a parceria IPÊ e Arredondar deu um passo importante para um novo tipo de doação com o boleto do Tricard.Quais foram os grandes desafios para esse projeto?
Sem dúvida, o engajamento do Tricard e do IPÊ forma fundamentais para o início do projeto. Para nós, do Arredondar, por ser uma nova modalidade, implica em um novo tipo de desenho e estratégia de engajamento – por exemplo, nós nunca tínhamos trabalhado com adesão pelo site do parceiro e por SMS para comunicação com os clientes. Acredito que podemos fazer mais neste ano, tendo em vista que estamos aprendendo a nos envolver diretamente com o doador e menos com a força de vendas – que é o que estamos acostumados em projetos com lojas físicas.
Qual é o papel da aproximação das ONGs participantes dos parceiros das lojas?
O envolvimento com as equipes de vendas, quando há abertura das redes, é fundamental. Nós sabemos que o DNA do que fazemos é a conexão entre organizações, equipes de vendas e pessoas impactadas. Nos projetos de maior adesão, as organizações têm feito um excelente trabalho construindo conosco essa grande rede de parceiros. A equipe de vendas é muito transformadora porque sem oferecer, não há possibilidade de transformação. Cada pergunta é uma doação.
Para o Arredondar, como foi o ano de 2018?
Sem dúvida, 2018 foi um ano desafiador para boa parte das iniciativas de impacto social que conheço, e no Arredondar não foi diferente. Nós mudamos a nossa gestão como um todo, tanto nos projetos ligados às marcas quanto ao que estamos investindo. Tecnologia e Comunicação foram áreas que receberam maior atenção e investimento. Estamos colhendo os frutos deste movimento agora, com novos contratos e maior transparência na ponta.
Quais são os planos do Arredondar para 2019?
Neste ano, estamos crescendo novamente: temos três importantes parcerias com grande escala e duas novas frentes de tecnologia – a primeira,o arredondamento de e-commerce, que já está no ar. Além disso, revisamos todo nosso modelo de monitoramento das organizações apoiadas e aprimoramos este modelo para este ano. Em 2019, o Arredondar está mais coeso em sua estratégia, mais aberto aos parceiros, e claro, construindo parcerias que vão repercutir na cultura de doação do brasileiro.
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O evento chamou atenção para a conservação da biodiversidade por meio da arte. Nesse sentido, o artista plástico brasileiro, Arlin Graff, que assina a coleção 2018/2019 das Havaianas-IPE, foi convidado para grafitar um muro em Lisboa, com uma das espécies da nova coleção. Quem passou pelo terminal de ônibus do bairro Algés, surpreendeu-se com a arara-vermelha que nascia em um muro de cerca de 30 metros de altura.
“É uma honra muito grande ser parceira de uma empresa genuinamente brasileira, assim como o IPÊ. Nesses 15 anos de união, Havaianas nos confiou uma grande responsabilidade e soubemos responder à altura. Graças à parceria, conseguimos crescer e ampliar nossas ações de conservação da biodiversidade pelo Brasil todo”, diz Suzana Padua, Presidente do IPÊ.
Para chegar até lá, Lucas usou a nova plataforma do
Giovana Cristina Magro de Souza, estudante do curso de bacharel em Ciências Biológicas da UNESP e aluna de iniciação científica, chegou ao projeto do IPÊ por meio da professora Laurence Culot. Começou os trabalhos de campo apoiando na colocação de rádios-colares e agora realiza seus estudos com o objetivo de contribuir com dados para o programa de conservação. Os trabalhos dela com o mico analisam se os besouros coprófagos (aqueles que removem massas fecais em áreas de pastagens) enterram as sementes presentes nas fezes dos micos-leões-pretos, a profundidade disso e os fatores ambientais envolvidos. “Este trabalho apoia a conservação do mico no sentido de mostrar as relações que esse primata tem com a natureza e, assim, mostrar a importância dele dentro de seu habitat. Participar do projeto me proporcionou uma experiência de campo e de estar em contato com a realidade do mico-leão-preto, entender melhor o animal e de saber melhor como fazer um trabalho de campo com primatas”, afirma.
Em 2018, 15 alunos participaram do MBA Gestão de Negócios Socioambientais. Realizado pela ESCAS, na sua sede em Nazaré Paulista