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ROCAMBOLE DE MUDAS - PROJETO REFLORA

Técnica do ‘Rocambole’ agiliza o transporte e o plantio de mudas na Amazônia

30 de abril de 2026 Por Sérgio de Andrade

Enquanto o uso de saquinhos tradicionais ainda é a regra em grande parte dos plantios na região Norte, a campanha de 2026 do Projeto REFLORA traz uma novidade que muda essa dinâmica: as mudas em tubetes.

Mudas em tubetes reduziram a geração de lixo plástico e agilizaram a logística de plantio do projeto REFLORA. | Foto: Sérgio de Andrade

Com essas mudas, boa parte produzida nos quatro viveiros instalados pelo projeto nas comunidades na RDS Puranga Conquista, no Baixo Rio Negro, em Manaus (AM), o projeto reduz a geração de lixo plástico em campo, já que os tubetes voltam para os viveiros para serem reutilizados em novas produções, e agiliza a logística e os plantios, já que nesse formato mais compacto, fica mais fácil de transportar e plantar.

Para que não se leve as bandejas com tubetes para o campo, as mudas são tiradas e organizadas em um rocambole. As espécies selecionadas são as que o comunitário escolheu para o sistema de plantio de sua área.

Bandejas com tubetes que voltam aos viveiros para a produção de mais mudas de espécies nativas da região.

No caso do Sistema de Enriquecimento em Faixas, o rocambole é organizado a partir da diversidade de mudas, na quantidade exata para cada faixa de plantio.

FAZENDO O ROCAMBOLE

As espécies são organizadas de forma aleatória sobre uma lona aberta, a ideia é garantir diversidade no rocambole de mudas, evitando que indivíduos da mesma espécie fiquem lado a lado.

EQUIPE REFLORA MONTANDO ROCAMBOLE DE MUDAS NO BARCO. PLANTIO 2026. FOTO SERGIO DE ANDRADE
Montagem do Rocambole com mudas diversificadas.
ROCAMBOLE DE MUDAS - PROJETO REFLORA
Rocambole montado.
Fotos: Sérgio de Andrade

Entre 30 e 40 mudas formam cada rocambole. Elas são enroladas nesse formato de forma que facilite o transporte, uma vez que o rocambole pesa bem menos do que se a mesma quantidade de mudas estivessem sendo transportadas no formato de saquinho. E além disso, elas também otimizam o plantio.

Chegando na área do comunitário, o rocambole volta a ser aberto para o plantio das mudas. Como já as mudas já estão na quantidade e na ordem apropriada, o plantio fica mais ágil, reduzindo o tempo da equipe.

Comunitários da equipe de campo do REFLORA transportando Rocambole de Mudas para o campo. | Foto: Sérgio de Andrade
Comunitários da equipe de campo do REFLORA levam entre 30 e 40 mudas por Rocambole para o campo.
Rocambole de mudas sendo aberto em campo. | Foto: Sérgio de Andrade
Alem de otimizar a logística, otimiza também o plantio.
Francisco 'bomba' - Comunitário da RDS Puranga Conquista e membro da equipe de campo do REFLORA. | Foto: Sérgio de Andrade
Diferença da muda de tubete e muda de saquinho.
Fotos: Sérgio de Andrade

Mais uma curiosidade: as lonas utilizadas nos rocamboles também são reutilizadas.

Categorias Baixo Rio Negro, IPÊ, Notícias Tags Amazônia, Baixo Rio Negro, MUDAS, PROJETO REFLORA, Reflora, TUBETES
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