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Pirarucu (Arapaima gigas) pesando 149kg na RDS UACARI, onde o manejo é feito pela comunidade Xibauazinho Crédito: Robson Cunha (acervo da ASPROC)

IPÊ inaugura projeto com modelo de inovação compartilhada para cadeias produtivas da sociobiodiversidade

12 de março de 2026 Por IPE

Projeto Fábrica de Soluções reúne comunidades, pesquisadores, especialistas de mercado e profissionais diversos para fazer decolar iniciativas da bioeconomia. Lançamento conta com quatro cadeias produtivas da Amazônia

Nos dias 17 e 18 de março, o IPÊ lança oficialmente o Projeto Fábrica de Soluções, com um encontro na sede do Instituto, em Nazaré Paulista (a 100 km da capital paulista). O projeto visa criar arranjos de inovação, conectando organizações e comunidades com demandas concretas a especialistas, profissionais e pesquisadores e outras comunidades com experiência nas cadeias produtivas envolvidas, integrando ciência e inovação aos contextos territoriais. O projeto neste primeiro ciclo é uma parceria entre a Frente de Bioeconomia do IPÊ e o Fundo LIRA – Legado Integrado Amazônico, uma iniciativa do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, com apoio de financiadores como a Fundação Gordon and Betty Moore. 

O projeto nasce para ajudar a conter o avanço de matrizes de desenvolvimento que exercem forte pressão sobre a sociobiodiversidade — como grandes monoculturas e economias ilegais na Amazônia. “Se faz urgente estruturar caminhos econômicos que mantenham as pessoas nos territórios, valorizem seus conhecimentos e tornem a floresta em pé uma escolha economicamente consistente. A floresta em pé precisa ser não apenas um ideal ambiental, mas uma alternativa econômica concreta e viável, capaz de sustentar vidas, territórios e futuros”, afirma Cláudio Padua, co-fundador do IPÊ e coordenador da Frente de Bioeconomia.

No encontro, estarão presentes representantes de organizações da Amazônia com iniciativas selecionadas para o primeiro ciclo do projeto, baseadas na produção e comercialização de cacau, babaçu, pirarucu e mel. O momento vai aprofundar as conversas sobre os desafios específicos de cada cadeia produtiva, afinar os planos de trabalho dos protótipos e formar coletivamente e oficialmente os chamados Comitês de Inovação – que irão acompanhar o desenvolvimento técnico, metodológico e estratégico das soluções ao longo de 2026. O objetivo é, a partir de um ambiente institucional e metodológico, transformar desafios reais dos territórios em soluções concretas, com potencial de impacto e replicabilidade. “Buscamos assim, um modelo estruturado de co-inovação que conecta conhecimento técnico, pesquisa aplicada, saberes tradicionais e demandas das cadeias produtivas da floresta”, destaca Floriana Breyer, coordenadora do projeto Fábrica de Soluções e Co-líder da frente de Bioeconomia.

O coração da Fábrica de Soluções é a criação de arranjos de inovação compartilhada. “Esses arranjos partem das demandas concretas trazidas pelas organizações e comunidades e articulam especialistas nas temáticas relacionadas aos desafios identificados, profissionais com experiência nas cadeias produtivas envolvidas e pesquisadores capazes de integrar ciência e inovação aos contextos territoriais. É um movimento intencional de conexão entre os conhecimentos das comunidades tradicionais e especialistas técnicos, entre prática e investigação, entre território e inovação, sempre orientado pela agregação de valor e pelo fortalecimento da economia da floresta em pé”, ressalta Fabiana Prado, gerente do Fundo LIRA.

Estarão presentes no encontro membros das comunidades demandantes de solução, empresas que atuam nas cadeias produtivas envolvidas, o Núcleo gestor da Fábrica de Soluções/IPÊ, composto por Fabiana Prado, gerente do Fundo LIRA/IPÊ; Neluce Soares, coordenadora executiva do Fundo LIRA/IPÊ; Cláudio Padua, fundador do IPÊ e também coordenador da Frente de Bioeconomia; e Floriana Breyer, co-líder da Frente de Bioeconomia e coordenadora do Projeto Fábrica de Soluções, além de especialistas integrantes do Núcleo de Conhecimento da Fábrica de Soluções.

Confira a proposta na prática

Cada protótipo apoiado pelo Projeto Fábrica de Soluções contará com um Comitê de Inovação próprio, formado durante o encontro inaugural da iniciativa. Esses comitês terão a responsabilidade de acompanhar o desenvolvimento técnico, metodológico e estratégico das soluções ao longo de 2026. Para sustentar essa arquitetura de inovação, o projeto estruturou um Núcleo de Conhecimento composto por especialistas, pesquisadores e conhecedores tradicionais que atuarão de forma estratégica na escuta qualificada dos desafios e na coprodução de soluções técnicas e institucionais.

Na prática, a dinâmica será como a dos espaços colaborativos, onde representantes das organizações demandantes, especialistas do Núcleo de Conhecimento da Fábrica de Soluções e integrantes do grupo gestor trabalham de forma integrada, refinando caminhos e monitorando resultados.

O Núcleo de Conhecimento será mobilizado conforme as necessidades específicas de cada cadeia produtiva, garantindo aderência às realidades territoriais e consistência técnica às propostas desenvolvidas.

Histórico

Há mais de 30 anos, o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – atua na conservação da biodiversidade brasileira, construindo soluções baseadas em ciência aplicada, articulação territorial e fortalecimento comunitário. Há mais de 25 anos, atua na Amazônia.  Ao longo dessa trajetória, o Instituto acumulou conhecimento sobre os desafios que atravessam os territórios da Amazônia e outros biomas: conservar a floresta exige não apenas proteção ambiental, mas o desenvolvimento de modelos econômicos capazes de oferecer alternativas reais, viáveis e competitivas para as populações que vivem nesses territórios.

Ciclo de estreia

O primeiro ciclo do Projeto Fábrica de Soluções inicia suas atividades com foco na Amazônia, atuando nas cadeias do cacau, mel de abelhas sem ferrão, babaçu e do pirarucu. As iniciativas selecionadas chegam à Fábrica trazendo desafios concretos relacionados à eficiência produtiva, posicionamento de mercado, inovação tecnológica e estratégias de agregação de valor.

Cacau

Associação Piagaçu de Bioeconomia da Amazônia e a empresa Na’kau

Cacau
Crédito: Associação Piagaçu de Bioeconomia da Amazônia e a empresa Na’kau

Contexto: atuam em parceria no fortalecimento da cadeia produtiva do cacau no território do Rio Madeira. A Na’kaucriou a primeira fábrica de chocolates do Amazonas e desenvolve diferentes produtos alimentícios a partir do cacau, contribuindo para que etapas importantes de beneficiamento e agregação de valor aconteçam dentro da própria Amazônia.

Desafios: qualificação das amêndoas e o aprimoramento dos processos produtivos na origem. As etapas de fermentação, secagem e classificação ainda apresentam muita variação entre produtores, o que impacta diretamente a qualidade final do produto. Quanto mais qualificada for essa etapa inicial, maior é o potencial de valor agregado em toda a cadeia. Isso impacta diretamente na qualidade dos produtos, no posicionamento no mercado e na remuneração dos produtores.

Expectativas com a Fábrica de Soluções: desenvolver soluções que ajudem a aprimorar os processos produtivos na origem, trazendo novas tecnologias, metodologias e conhecimentos com potencial de apoiar os produtores. A conexão com especialistas de diferentes áreas é outro ativo para qualificar a cadeia e fortalecer o cacau amazônico.

Objetivo: posicionar o cacau da Amazônia como um produto reconhecido pela qualidade e fortalecer uma economia que gera renda para os produtores e valoriza a floresta em pé.

Mel

Amazônia Bee

Detalhe da abelha Melipona Seminigra
Crédito: Amazônia Bee

Contexto: está implementando a primeira fábrica de beneficiamento de mel de abelhas sem ferrão do estado, como forma de reduzir a dependência de estruturas de processamento localizadas no Sudeste do país.

Desafios: desenvolvimento de protocolos técnicos de extração e processamento de diferentes ativos da colmeia, já que o manejo das abelhas nativas é muito distinto daquele das abelhas do gênero Apis, abrindo espaço para novas possibilidades de produtos e inovação na cadeia do mel amazônico. Sem esses protocolos e processos estruturados, fica mais difícil desenvolver novos produtos e ampliar a escala da cadeia produtiva. Isso limita o potencial de agregação de valor e o desenvolvimento de novos mercados para a meliponicultura amazônica.

Expectativa com a Fábrica de Soluções: desenvolver soluções técnicas e protocolos que apoiem a produção e o processamento de diferentes ativos da colmeia. 

Objetivo: fortalecer a cadeia da meliponicultura amazônica, ampliar as oportunidades de geração de renda para os meliponicultores e consolidar novos produtos da sociobiodiversidade no mercado.

Babaçu

Apoena Bioindustrial

Profissionais trabalhando em fábrica da Apoena
Crédito: Acervo Apoena

Contexto: o babaçu é um fruto extremamente duro e difícil de processar, grande parte desse trabalho historicamente recai sobre as mulheres extrativistas conhecidas como quebradeiras de coco.

Desafios: ampliar a agregação de valor e reposicionar o babaçu como um ingrediente nobre e versátil, com múltiplos usos alimentícios e industriais, fortalecendo uma cadeia que envolve milhares de mulheres quebradeiras de coco.

Expectativas com a Fábrica de Soluções: fortalecer ainda mais esse processo de inovação, desenvolvendo novas soluções que ajudem a reposicionar o babaçu como um ingrediente nobre, com múltiplos usos alimentícios e industriais. A conexão com especialistas também pode acelerar o desenvolvimento de novas aplicações para o fruto.

Objetivo:  ampliar o impacto das soluções tecnológicas já existentes para fortalecer a cadeia e posicionar esse ativo da sociobioeconomia de forma estratégica no mercado.

Pirarucu

Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC)

Pirarucu (Arapaima gigas) pesando 149kg na RDS UACARI, onde o manejo é feito pela comunidade Xibauazinho Crédito: Robson Cunha (acervo da ASPROC)
Pirarucu (Arapaima gigas) pesando 149kg na RDS UACARI, onde o manejo é feito pela comunidade Xibauazinho
Crédito: Robson Cunha (acervo da ASPROC)

Contexto: o trabalho conduzido pelas comunidades e pela associação contribuiu para retirar o pirarucu da condição de espécie ameaçada e recuperar as populações desse peixe por meio de um modelo de manejo sustentável hoje reconhecido como referência na Amazônia. A ASPROC possui forte atuação em arranjos de desenvolvimento territorial e já avançou em etapas importantes da cadeia, como beneficiamento e organização logística.

Desafios: especialmente relacionados ao início da cadeia produtiva, incluindo a retirada do peixe do rio, transporte até o beneficiamento.  Também existem obstáculos relacionados à logística e ao aproveitamento integral do peixe.

Expectativas: encontrar soluções que possam melhorar a logística da cadeia, apoiar o trabalho dos pescadores e ampliar as possibilidades de aproveitamento do pirarucu. A troca com especialistas pode trazer novas tecnologias e ideias adaptadas à realidade amazônica.

Objetivo: fortalecer ainda mais essa cadeia, ampliar o valor agregado dos produtos e garantir melhores condições de vida para as comunidades que vivem da pesca sustentável

Programação dos dias 17 e 18 de março

17 de março – Conhecendo as Peças e Engrenagens da Fábrica de Soluções/IPÊ
Dia dedicado a compartilhar contextos, reconhecer saberes e trazer os desafios que irão alimentar a criação coletiva.

• 08:00 – Café da manhã | Boas-vindas
• 09:00 – Abertura | Acionando a engrenagem da Fábrica de Soluções/IPÊ
Apresentação do propósito do encontro e do caminho que iremos construir juntos

• Contexto e visão | A matéria-prima da transformação
O papel da Fábrica de Soluções/IPÊ e o desafio de gerar valor para as cadeias da sociobiodiversidade

• Roda de apresentações | Quem chega para trabalhar junto
Conhecimento dos participantes: especialistas, organizações convidadas e equipe do programa

• Núcleo de Conhecimento | As ferramentas da Fábrica
Apresentação das áreas estratégicas e dos saberes disponíveis para apoiar a cocriação de soluções

• 12:00–13:30 – Almoço | Pausa para nutrir o corpo e as ideias

Tarde

• 14:00–18:00 – A mesa de desafios | A matéria-prima das soluções
Apresentação das cadeias produtivas, iniciativas territoriais e os principais desafios

• Laboratório de ideias | Primeiras faíscas de inovação
Apresentações dos desafios e trabalho em grupos para identificar caminhos de solução, com circulação dos membros do Núcleo de Conhecimento

• Síntese do dia | Ajustando as engrenagens
Compartilhamento das principais descobertas e preparação para o segundo dia

18 de março – Moldando as Soluções
Dia dedicado a transformar ideias em caminhos concretos de ação.

• 08:00 – Café da manhã | Reencontro na oficina
• 09:00 – Retomada | O que emergiu da fábrica no primeiro dia

• Oficinas de cocriação | Desenhando caminhos possíveis
Trabalho em grupos para construção de um plano de ação inicial por cadeia produtiva

• Conexões e conhecimento para ação | Quem caminha com quem
Identificação de colaborações e contribuições do Núcleo de Conhecimento

• 12:00–13:30 – Almoço | Pausa

Tarde

• Plenária final | Compartilhando os arranjos e planos de ação
Apresentação dos caminhos desenhados por cada grupo

• Próximos passos | Movimentos e eficiência energética
Revisão conjunta do cronograma e das próximas etapas do programa

• 15:00 – Encerramento | Celebrando e nutrindo as conexões e cocriações

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