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Corredores da Mata Atlântica

21 de julho de 2022 Por IPE

::cck::27::/cck::::introtext:: O projeto está orientado na direção de promover a conservação dos recursos florestais, dos recursos hídricos, a neutralização de emissões de CO2 (gás carbônico)  e a garantia dos serviços ambientais em áreas público-privadas no entrono de Unidades de Conservação da Mata Atlântica do extremo oeste paulista.    ::/introtext::::fulltext:: As atividades do projeto envolvem ainda … Ler mais

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Projeto AR Corredores de Vida (Carbono)

21 de julho de 2022 Por IPE

::cck::1059::/cck::::introtext:: A partir de 2021, o projeto Corredores de Vida realizado desde 2002 pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas passou a contar com as ações ampliadas pela parceria entre IPÊ e a Biofílica Ambipar Environment. Juntos, IPÊ e Biofílica realizam o projeto AR (Afforestation / Reforestation) Corredores de Vida (Carbono) com foco na geração … Ler mais

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Viveiros Agroflorestais

21 de julho de 2022 Por IPE

::cck::23::/cck::::introtext:: Os viveiros agroflorestais produzem mudas de espécies da Mata Atlântica que são usadas pelos assentados em suas propriedades. Além disso, são fonte de renda para famílias e de conhecimento para estudantes no Pontal do Paranapanema.  ::/introtext::::fulltext:: Viveiros Comunitários Com os viveiros comunitários, assentados rurais produzem mudas de espécies florestais para serem utilizadas em suas … Ler mais

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Conservação do Mico-Leão-Preto

10 de novembro de 202221 de julho de 2022 Por IPE

::cck::28::/cck::::introtext:: O Programa de Conservação do Mico-Leão Preto foi a semente para a criação do IPÊ. Os esforços de conservação iniciaram ainda em 1984, quando Claudio Valladares Padua decidiu mudar completamente de vida para se dedicar à conservação dessa espécie rara, que um dia foi considerada extinta da natureza, mas que foi redescoberta nos anos … Ler mais

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Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira – Mata Atlântica

21 de julho de 2022 Por IPE

::cck::25::/cck::::introtext:: Em 1996, o IPÊ iniciou um programa inovador de pesquisa e conservação focado na anta brasileira da Mata Atlântica da região do Pontal do Paranapanema (SP).  ::/introtext::::fulltext:: Entre 1996 e 2007, o Programa Anta Mata Atlântica teve como foco principal a obtenção de dados e informações básicas sobre as populações de Anta Brasileira na … Ler mais

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Pesquisadores do IPÊ compartilham as experiências dos Encontros dos Saberes em curso promovido pelo ICMBio  

18 de julho de 2022 Por Cibele Quirino

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A metodologia, as experiências e os resultados dos Encontros dos Saberes realizados desde 2018 pelo Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia (MPB), do IPÊ- Instituto de Pesquisas Ecológicas, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), foram tema de um curso de formação realizado entre 11 e 15 de julho, no Centro de Formação em Conservação da Biodiversidade (ACADEBio), em Iperó, no interior do estado de São Paulo. A capacitação foi promovida pela Coordenação de Monitoramento da Biodiversidade (COMOB), do ICMBio.  

O evento “Encontro dos Saberes: uma nova forma de conversar a conservação” reuniu gestores, analistas ambientais, monitores locais e parceiros de diversas unidades de conservação do país. Segundo os organizadores, a atividade é uma forma de ampliar o processo de institucionalização dos Encontros dos Saberes e garantir sua continuidade, tanto na proposta pedagógica, como nos conceitos, nos métodos de comunicação e facilitação social já adotados.

 Comunicação visual2.Tathiana Chaves

Crédito: Tathiana Chaves/ICMBio

O Encontro dos Saberes é uma metodologia construída em parceria entre o projeto MPB, realizado pelo IPÊ e o Programa Monitora, do ICMBio, como estratégia dialógica e participativa para a etapa pós-amostragem nas unidades de conservação monitoradas. A iniciativa tem por objetivo criar espaços onde os diferentes conhecimentos envolvidos no monitoramento da biodiversidade possam dialogar, debater sobre os resultados e construir conhecimentos juntos.

Durante a programação, pesquisadores do IPÊ relataram as vivências e os resultados acumulados em quatro anos de encontro. “A nossa proposta desde o início foi que esses encontros funcionem, de fato, como troca de saberes, unindo em um só lugar os conhecimentos tradicionais, científico, jurídico-administrativo, empresarial, educacional, entre outros”, ressalta Leonardo Rodrigues, coordenador pedagógico do projeto MPB. 

Monitor local na Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia, há 8 anos, Zeziel Ferreira Silva afirma que o curso o ajudou a compreender ainda mais o seu papel na conservação ambiental do território onde atua. “Eu gostei do que foi apresentado nessa capacitação, principalmente sobre a forma de me apropriar da importância do monitoramento participativo e repassar isso para outras pessoas de dentro ou fora da minha comunidade. Mesmo compreendendo o meu trabalho, muita das vezes eu não conseguia explicar para outras pessoas a importância desse oficio para conservação da biodiversidade. Com os aprendizados que recebi aqui, acredito que minha forma de expressar e comunicar o monitoramento será muito melhor”, avalia.  

Darlison Andrade, gestor da COMOB/ICMBio, explica que o órgão tem adotado os Encontros dos Saberes como a principal estratégia para discussão e interpretação coletiva dos resultados do Programa Monitora. “Superadas as etapas de capacitação virtual, em 2021, e participação de servidores e colaboradores do ICMBio nos Encontros realizados, no primeiro semestre de 2022, chegamos na fase de realização desse curso presencial, que é um momento ímpar para as aprendizagens de facilitação gráfica e reflexões sobre a utilização de ferramentas de comunicação visual e oral durante os Encontros dos Saberes.”

Segundo Andrade, o treinamento também foi uma oportunidade de avaliação de todo o histórico do processo que tem sido construído na iniciativa dos ES. “Esse momento também serve como estágio de aprimoramento sobre os encontros que discutem o monitoramento participativo, no qual novos atores são inseridos, permitindo um novo olhar, e atores antigos tem sido instigado a pensar um futuro com incorporação de novas técnicas e tecnologias”, destaca.

Durante o evento os participantes receberam a versão impressa do livro “Encontro dos Saberes”. Clique aqui e baixe a versão digital da publicação.

Foto final.Curso ES Acadebio. Tathiana Chaves

Crédito:Tathiana Chaves/ICMBio

 Monitoramento Participativo

O Projeto de Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia (MPB) apoia a implementação do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (Monitora), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e conta com apoio da Fundação Gordon e Betty Moore, USAID, Programa ARPA e mais de 20 instituições locais.

 Troca de Saberes

Desde o início do projeto MPB, o IPÊ realizou 16 Encontros dos Saberes presenciais e dois seminários amplos envolvendo mais de 1.200 pessoas, entre parceiros da instituição, lideranças locais, analistas ambientais e gestores do ICMBio, monitores da biodiversidade e pesquisadores.

 

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Em parceria com IPÊ, Havaianas e FARM anunciam plantio de 7 mil árvores, cerca de 3,5 hectares, na região do Sistema Cantareira

12 de julho de 2022 Por Cibele Quirino

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Havaianas e FARM se unem em prol da sustentabilidade com uma collab que apoia o projeto “Mil Árvores por Dia, Todos os Dias”, plantando em parceria com o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas 7 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, na região do Sistema Cantareira. As árvores vão contribuir na compensação das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) das coleções e operações da FARM e para a conservação dos recursos hídricos produzidos na região, que abastece cerca de 8 milhões de pessoas.

A parceria das marcas com o Instituto, que completou 30 anos em 2022, já acontece por meio de outras iniciativas. Com as Havaianas, já são 18 anos com a coleção Havaianas IPÊ, que destina 7% do valor das vendas das sandálias para as ações de conservação socioambiental da organização. Em 2021, a FARM também apoiou a restauração da Mata Atlântica repassando parte do recurso do projeto “Mil Árvores por Dia, Todos os Dias”, via OTP (One Tree Planted), para plantios no Pontal do Paranapanema, outro local de atuação do IPÊ.Havaianas Top Mil rvores 4R 6499

“Sustentabilidade é um dos pilares estratégicos de Havaianas, que acredita em um mundo sem amarras e no poder da renovação – só somos livres quando o mundo também é. Para nós, é super importante que todos saibam o lugar que queremos estar e esse lugar é ao lado do meio ambiente. Nossa parceria com a FARM é antiga e agora poder fazer parte de um projeto tão importante nos enche de orgulho. Queremos cada vez mais criar produtos sustentáveis em todo o seu ciclo de vida”, afirma Mariana Rhormens, diretora de marketing de Havaianas Brasil.

Inaugurado pela FARM, em 2020, o projeto se tornou um movimento comprometido pela preservação e manutenção da natureza e, a partir de julho, atuará em todos os biomas brasileiros. Presentes por todo o País, atuando no replantio da Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Amazônia, Pampa e Pantanal.

Já na Mata Atlântica, a ação ocorrerá em duas localidades da Serra da Mantiqueira, através dos parceiros One Tree Planted e Florestas do Futuro, um projeto da Fundação SOS Mata Atlântica. Entre as espécies previstas para plantio na região estão a araucária, urucum, jequitibá-vermelho, cedro, paineira, copaíba, pau-santo, tamboril, pitanga, algodoeiro, aroeira brava, jabuticaba, canela, araçá-roxo, limão-bravo, ipê amarelo e quaresmeira.

Assim como todos os modelos de Havaianas Top, Tradi e Slim, a Havaianas Top Mil Árvores também possui cerca de 40% da sola feita de resíduos de produção.

A Havaianas Top Mil Árvores estará disponível para compra a partir de 8 de julho, na numeração 35/36 ao 45/46, por R$ 69,99, na Digital Flagship Store da (www.havaianas.com.br) e lojas físicas de Havaianas e FARM. 

 

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ESG NA PRÁTICA: Confira a sessão Valuation 2.0 – Metrificando Resultados do ESG

10 de novembro de 20225 de julho de 2022 Por Paula Piccin

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Cristina Pinho, presidente do conselho do Instituto Luisa Pinho Sartori, moderou a terceira sessão do ESG Na prática, uma parceria entre o IPÊ e o Linkedin, que contou com a participação de Gabriel Leal De Barros, sócio e economista-chefe da Ryo Asset, e de Flavia Spadafora, Sócia-Diretora da KPMG/ São Paulo. 

ESG Sessao 3 internaFlávia trouxe para a discussão o contexto dos dados. “A questão da métrica é bastante relevante porque o que a gente percebe é uma esquizofrenia de métricas e performances. As organizações se perdem por falta de uma tratativa contextualizada desses dados que é o que vira uma métrica efetiva. Não faltam dados, informações, mas sim uma estratégia clara de ESG, o que de fato ele representa para o contexto da empresa e onde esses indicadores estarão conectados. O segundo desafio é a questão sistêmica. Na medida em que os dados são coletados, é preciso que os sistemas tragam esses dados para a superfície para transformarmos em informação.  E o terceiro ponto está relacionado aos colaboradores, entendendo se eles estão conectados com o ESG das empresas em que atuam”.

Gabriel reiterou o aspecto levantado por Flávia. “Conectar os dados com o propósito da empresa é superimportante para não termos números frios. Criar um padrão, uma régua única, para mensurarmos as ações das empresas é, sim, um gargalo.  Esses dois pontos são fundamentais para tocarmos essa agenda em um futuro próximo de forma mais vigorosa.  O mercado de ações tem tentado avançar nessa direção, mas sem a padronização há dificuldade para escalar a precificação do que as empresas estão fazendo na agenda ESG. Uma vez definido padrão mínimo para reportarmos os resultados vamos conseguir dar escala para isso”.  

Cristina pontuou como essencial a forma como o relatório de sustentabilidade é tratado na empresa. “Precisa ser da mesma forma que o relatório financeiro. O ESG é uma agenda de gestão de risco. O mercado tem estudado e tentado entender as nuances, a questão do accountability padronizado será essencial para darmos escala. A agenda ESG traz resiliências às empresas suportarem o que acontece no mundo, mas essa construção da resiliência precisa de tempo”.  

Assista à sessão

Confira também:

Abertura e Semente de Impacto: ESG nas Organizações

ESG na Prática: Erros e Acertos   
 
Curso: ESG da Teoria à Prática: Lidando com a Complexidade

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ESG NA PRÁTICA: Assista à Sessão Erros e Acertos

10 de novembro de 20225 de julho de 2022 Por Paula Piccin

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ESG Sessao 2 internaNa segunda sessão, Rudi Solon, diretor de Contas no Linkedin, moderou o encontro de Alexandre Canatella, Qintess e co-Fundador de CyberCook, e Priscila Cardoso, head de diversidade, equidade e inclusão na Jusbrasil. 

Rudi questionou Alexandre Canatella sobre como colocar na prática o ESG. Para Alexandre, é preciso investir em educação. “Precisamos formar gerações de filhos, colaboradores e acionistas alinhados com questões de sustentabilidade”.

Para o empreendedor muitos erros são a consequência da falta de alinhamento com o propósito. “Tem muitas estratégias que não dão certo porque a gente precisa entender a jornada. Precisamos utilizar o ESG como propulsor para a empresa, mas também para colaboradores”, destaca Canatella. 

Priscila Cardoso ressaltou como chave a importâncias de as decisões mobilizarem pessoas e também a liderança das empresas. “A gente precisa pensar em soluções com aderência humana e não às salas de reuniões. As empresas precisam jogar esse jogo da sustentabilidade que gera impacto nas pessoas. A liderança precisa estar engajada, sem isso a gente não consegue trabalhar, começando pela presidência, a gente tem que encontrar uma forma de mostrar a importância e impactar as pessoas”. A partir disso, segundo ela, é que a empresa passa a levar o tema ao seu consumidor, para ganhar participação dos seus públicos e multiplicar o impacto. 

Assista à sessão Erros e Acertos

Confira também as sessões:

Abertura e Semente de Impacto: ESG nas Organizações

Valuation 2.0: Metrificando Resultados do ESG

Curso: ESG da Teoria à Prática: Lidando com a Complexidade

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ESG NA PRÁTICA: fique por dentro das principais discussões da segunda edição do evento

10 de novembro de 20225 de julho de 2022 Por Paula Piccin

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ESG na Prática, uma parceria do IPÊ com o LinkedIn, reuniu nesta terça-feira (05/07) 10 especialistas para discutir os desafios e as oportunidades do ESG a partir de três sessões: Semente de Impacto: ESG nas Organizações, ESG na Prática: Erros e Acertos e Valuation 2.0: Metrificando Resultados do ESG. O evento realizado no formato híbrido marcou a retomada, desde o início da pandemia, das atividades no espaço do LinkedIn para eventos presenciais e contou com transmissão online via Zoom e também no perfil do IPÊ na rede social. 

Suzana Padua, presidente do IPÊ, deu as boas-vindas as todos nesta segunda edição destacando o ESG como estratégia. “Estamos em uma país mega diverso e precisamos acordar para o valor da biodiversidade e a sustentabilidade é o caminho, nessa direção o ESG é promissor”. 

Sessão 1 Semente de Impacto: ESG nas Organizações 

Graziela Comini, vice-presidente do IPÊ, deu início como moderadora à primeira sessão com provocações. “Muito do ESG que vemos nas empresas é uma visão reducionista de relatório e como trazer princípios de ESG para trazer transformações que viabilizem o impacto socioambiental? Para que estamos fazendo tudo isso?”

Adriana Machado, fundadora do Briyah Institute, destacou a responsabilidade no contexto do ESG. “Precisamos ampliar o olhar, conectar mais e identificar tendências que estão emergindo. O accountability fala sobre a importância de abraçarmos a nossa responsabilidade, pessoas devem agir como donos para gerar resultados”. 

ESG Sessao1 Aron BelinkyAron Belinky, da ABC Associados, trouxe a diferença entre ESG e Sustentabilidade. “ESG não é sinônimo de sustentabilidade. Sustentabilidade é uma visão de como desejamos estar, como nos vemos no futuro. Já o conceito de desenvolvimento sustentável traz o compromisso geracional e de cuidado com o planeta. Mas é preciso qualificar o desenvolvimento como uma estratégia. Abaixo disso temos normas, indicadores e o ESG que são diferentes olhares para implementarmos essa estratégia”. 

Ricardo Mastroti, empreendedor que atua no CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), chamou atenção para o motivo que move a ação. “A grande função deveria ser que o coletivo prevaleça sobre o individual, na natureza essa é a regra, que é muito diferente do que estamos fazendo. Precisamos trazer essa humildade de olhar na natureza e extrair aprendizados”.

Para Belinky, o imediatismo que compromete a visão de médio/longo prazo deve ser enfrentado com estratégia. “A ampliação da visão da empresa é essencial, o conjunto de onde ela se coloca combinando com a a ideia de como o negócio contribui com a nova forma da sociedade funcionar, se dentro dos limites do planeta ou do lado oposto. A segunda variável é a competitividade. Nesse novo mercado, o seu negócio vai satisfazer necessidades semelhantes, mas a empresa tem vantagens ou desvantagens em relação aos concorrentes, está melhor ou pior posicionada?”.

Mastroti ressalta que para avançar na direção do ESG é precisa resgatar o ser humano nas organizações, com valores comuns.  “Enquanto tivermos o abismo entre a vida profissional (o executivo) e o pai (vida pessoal) isso mostra que perdemos valores, a solução passa por cada  pessoa poder ser quem ela é no ambiente de trabalho, onde costumamos não falar de amor ou de cuidado. Como levar isso para o trabalho, esse é um grande desafio”.

Assista à sessão Semente de Impacto: ESG nas Organizações 

Confira também as sessões: 

ESG na Prática: Erros e Acertos 

Valuation 2.0: Metrificando Resultados do ESG 

Curso: ESG da Teoria à Prática: Lidando com a Complexidade

 

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