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Oficina capacita ONGs da Amazônia em projeto sobre gestão de UCs

21 de maio de 2018 Por Paula Piccin

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Organizações parceiras do projeto Motivação e Sucesso na Gestão de Unidades de Conservação (MOSUC) participaram do curso “Noções Básicas para Fortalecimento das Instituições locais”, de 7 a 11 de maio, na sede do IPÊ, em Nazaré Paulista (SP). A proposta faz parte de uma experiência-piloto de fortalecimento da Gestão das Unidades de Conservação parceiras do projeto. Esta foi a segunda atividade do projeto piloto, que começou com uma oficina de integração entre organizações, em novembro.

Ao todo, 27 pessoas de 12 organizações tiveram acesso a palestras com profissionais das áreas de Planejamento Estratégico, Gestão Administrativa e Financeira, Elaboração de Projetos, Captação de Recursos, Comunicação, Comercialização de Produtos e Serviços, e Negócios da Sociobiodiversidade.

“A proposta é fortalecer as organizações por meio de capacitações e atividades para que elas possam atuar em rede, desenvolvendo projetos em parceria com as Unidades de Conservação nas regiões onde já atuam, contribuindo mais efetivamente com a gestão dessas áreas protegidas”, afirma a coordenadora do projeto Angela Pellin.

O projeto piloto também é responsável pela articulação na contratação de pessoas por meio dessas ONGs, com o objetivo de ampliar o número de profissionais na gestão dessas unidades. A ideia dessas capacitações é de também fazer com que as organizações estejam preparadas para lidar com todas as questões que envolvem a prática dessa atividade. De acordo com Aldeci Cerqueira (Nenzinho), da associação da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema (Acre), a contratação de pessoal tem trazido benefícios amplos.

“O projeto nos deu oportunidade de nos aproximar mais do ICMBio, o órgao gestor da unidade, trabalhando de forma integrada. Pra mim esta sendo muito importante. A Associação já fazia o trabalho com o ICMBio, mas com a equipe reduzida, tínhamos dificuldade de chegar nas comunidades. Essa gestão integrada (com a chegada de técnicos contratados) proporciona melhor atentimento às comunidades”, comenta.

Maria Aparcida Monte, da Fundação Viver , Produzir e Preservar, concorda. “O projeto tem colaborado bastante tanto na gestão como também da proximidade. A gente vive no nosso território a realidade de ter que atuar junto a seis Unidades de Conservação em uma área que a gente diz ser quase de um tamanho continental. Com o tamanho da equipe que a gente tinha antes, dificilmente conseguiriamos estar presentes e contribuindo de forma mais satisfatória em todas as unidades”, diz.

 

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Relatórios 2017

17 de maio de 2018 Por IPE

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IPÊ é uma das organizações do projeto VIRALIZE

16 de maio de 2018 Por Paula Piccin

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Os brasileiros são usuários assíduos de internet. Estima-se que mais de 100 milhões estejam conectados à rede de alguma maneira e que 90,8% destes utilizem alguma rede social. Só no Facebook, esse número chega a mais de 94%. Na lista de quem utiliza a internet como veículo de comunicação, tem muito brasileiro liderando rankings como influenciadores digitais, batendo recordes de seguidores e de visualizações de postagens.

Olhando para todo esse potencial, o Estúdio Cais – Projetos de Interesse Público criou o projeto VIRALIZE. A proposta é informar esse grande universo de pessoas sobre projetos e causas socioambientais, com apoio de influenciadores digitais, e convidá-los a se engajarem pela cultura de doação no Brasil. O objetivo é avançar e ampliar o montante de recursos doados atualmente, que é somente 0,23% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

O VIRALIZE vai conectar influenciadores digitais, já comprometidos com alguma causa ou agenda socioambiental e que engajam uma enorme audiência em suas plataformas digitais, a projetos e organizações alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e que estejam com captação aberta, diretamente em suas redes ou por meio de plataformas de financiamento colaborativo, como é o caso do IPÊ.

“O objetivo é trazer novos públicos e formadores de opinião para a conversa, ampliando a intenção de doação e permitindo que o tema se espalhe em diversas frentes”, diz Gabriela Moulin, sócia do Estúdio Cais, que lembra que esse movimento é fundamental, pois, apesar do Brasil ser um país doador, o volume de recursos ainda é muito pouco em termos do potencial existente no país.

A iniciativa atua em cinco causas – Educação, Direitos Humanos, Saúde e Bem-estar, Meio Ambiente e Cultura – e, neste momento, indica cerca de 50 projetos e organizações, de diversas regiões do país. Todo o material com informações sobre as causas, assim como a respeito das organizações e projetos, estão disponíveis na plataforma www.viralizedoacao.com.br.

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Vaga para suporte no monitoramento no Parna Cabo Orange – Amapá

14 de maio de 2018 Por Paula Piccin

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Confira vaga para projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade no PARNA Cabo Orange – Componente florestal.

Local Previsto de Execução das Atividades: Parque Nacional do Cabo Orange, Oiapoque, Amapá-Brasil.
Objetivo: Apoiar o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e o ICMBio (PARNA Cabo Orange) fazendo acompanhamento das coletas nas três unidades amostrais para monitoramento de mamíferos/aves e borboletas, localizadas nas comunidades de Cunani e Vila Velha.

Perfil: Ter formação na área de biologia, ciências ambientais, ecologia ou áreas a fins com experiência em processos participativos, incluindo planejamento e monitoramento de projetos na área de conservação, monitoramento e manejo dos recursos naturais. Ter disponibilidade para viajar para as áreas protegidas a serem monitoradas e potencialmente trabalhar no final de semana, e quando for necessário para logística de trabalhos em campo. Desejável residir em Macapá, Amapá.

Confira TERMO DE REFERÊNCIA

 

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Primeira oficina de resultados do monitoramento mostra quem são e onde estão os bichos da Resex Tapajós Arapiuns

14 de maio de 2018 Por Paula Piccin

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A Reserva Extrativista (Resex) Tapajós Arapiuns, no Pará, recebeu a “Primeira Oficina de Interpretação coletiva de resultados do monitoramento”, com foco nos dados do protocolo de caça de subsistência, desenhado pela comunidade local e pesquisadores, para avaliação da sustentabilidade dessa atividade na Unidade de Conservação (UC). Participaram aproximadamente 300 pessoas de oito comunidades, entre professores, monitores, lideranças locais, equipe de analista e voluntários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), pesquisadores e colaboradores do IPÊ.

A oficina foi um momento marcante para o projeto Monitoramento Participativo de Biodiversidade, realizado pelo IPÊ em parceria com o ICMBio. Ali, junto com as comunidades, foram apresentados e debatidos os resultados do levantamento sobre mamíferos e aves (espécies de interesse ambiental e cultural), realizado pelos monitores locais, a partir de coleta de dados com armadilhas fotográficas e informações de caça. Ao todo, 339 famílias de oito comunidades locais participam desse monitoramento.

Os resultados foram apresentados e discutidos no formato de gincana com perguntas, respostas e debate. Também foram compartilhadas imagens das armadilhas fotográficas por meio da exposição “Onde estão os bichos da floresta”. As armadilhas fotográficas registraram imagens de onça pintada (Panthera onca), suçuarana (Puma concolor) jaguatirica (Leopardus pardalis) , anta (Tapirus terrestris), veado fuboca (Mazama nemorivaga), e outras espécies bastante comuns como a cutia (Dasyprocta aff agouti) e queixadas (Tayassu pecari), que têm grande importância cultural e ambiental para a Resex Tapajós Arapiuns. 

Os monitores e comunitários colaboraram também com os dados de mapeamento das áreas de caça. De acordo com os levantamentos, as espécies mais caçadas para subsistência são mamíferos de médio porte, aqueles que mais são avistados nas trilhas pelos monitores que realizaram o censo.   

Como resultado desse encontro, os participantes recomendam uma série de medidas que visam contribuir para a conservação da biodiversidade local, com base nas observações do diagnóstico da mastofauna e no Acordo de Gestão da Resex (Plano de Manejo):

  • Promover práticas de manejo comunitário da caça, para que essa atividade de subsistência permaneça sustentável em longo prazo.
  • Desenvolver atividades de educação ambiental com os moradores, abrangendo tanto assuntos relacionados com conservação de carnívoros como sobre a convivência com esses animais.
  • Difundir de práticas de manejo que minimizem as chances de predação de animais domésticos por onças.
  • Realizar programa de monitoramento das populações de onças pintadas e vermelhas na Resex Tapajós-Arapiuns. Caso isso não seja possível, devido à escassez de recursos e pessoal capacitado para realizar esse monitoramento, é recomendável que ao menos seja feita uma avaliação do status populacional atual destas espécies na UC para fundamentar conclusões mais robustas e para servir de subsídio para ações de conservação.

Os resultados do encontro serão apresentados também para o Conselho gestor da UC.

 

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ENCERRADO: Projeto contrata: Moderação e relatoria do processo de revisão do Acordo de Pesca da UHE Balbina / Rebio Uatumã

11 de maio de 2018 Por Paula Piccin

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Processo de contratação encerrado.
Mais informações

 

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Flona Jamari já soma 87 monitores de biodiversidade capacitados

4 de maio de 2018 Por Paula Piccin

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Há mais de cinco anos, a Floresta Nacional do Jamari (Flona Jamari), em Rondônia, participa do Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia, realizado pelo IPÊ em parceria com o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Ao todo, somente na Flona, 87 pessoas já foram capacitadas como monitoras de biodiversidade, por meio de palestras, cursos e formações.  

O curso mais recente aconteceu entre 28 de abril e 3 de maio, com aulas teóricas em Itapuã do Oeste, um dos municípios do entorno da Flona Jamari, e aulas práticas na própria Unidade de Conservação. Na terceira edição do Curso de Capacitação de Monitores no Protocolo Florestal, participaram 10 alunos do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), quatro alunos da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), dois moradores da cidade de Itapuã Do Oeste e três monitores voluntários.

O evento foi realizado pelos consultores locais do IPÊ Camila Moura Lemke e Paulo Henrique Bonavigo, em conjunto com o analista ambiental da Flona Samuel dos Santos Nienow, e os monitores e instrutores Deborah Rejane Filgueiras, Gesiana Kamila Damasceno Miranda e Pedro Nonato de Mello, que aplicaram as disciplinas referentes aos protocolos florestais necessários para monitoramento. Os participantes foram orientados com relação aos protocolos de mamíferos e aves cinegéticas, borboletas frugívoras e plantas lenhosas. Nas aulas práticas, aprenderam sobre a instalação e revisão de armadilhas de borboletas, e foram capacitados quanto à biologia e identificação de espécies em uma das trilhas do monitoramento. Durante a aula na Flona também foi realizada a prática de censo de aves e mamíferos e coleta de dados de plantas lenhosas. 

“Os cursos são os principais instrumentos de capacitação desses monitores. Por meio das aulas, eles podem aprender sobre como fazer as coletas que são tão necessárias para a avaliação da biodiversidade nas nossas Unidades de Conservação”, afirma Camila Lemke, do IPÊ.

Sobre o projeto

A comunidade é o principal agente de transformação no projeto Monitoramento Participativo de Biodiversidade, realizado em Unidades de Conservação (UCs) federais na Amazônia, em parceria com o ICMBio. A proposta da iniciativa é trocar conhecimento entre pesquisadores, gestores e populações moradoras das UCs e de seu entorno sobre a importância da biodiversidade local e de que forma elas próprias podem contribuir para protegê-la por meio do monitoramento.

O projeto atua em várias frentes, com trabalhos integrados, reuniões técnicas de apresentação e sensibilização social, mobilização e articulação de atores locais, e promoção de encontros e oficinas de formação com abordagens lúdicas e didáticas, coletas, análises e interpretação dos dados. Com as ações, são gerados dados sobre biodiversidade que apoiam a elaboração de propostas de manejo dos recursos naturais e auxiliam processos de tomada de decisão. Outro ponto relevante é a geração de subsídios para a efetividade do Programa de Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio em UCs da Amazônia.

 

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Projeto contrata: Moderação e relatoria do processo de revisão do Acordo de Pesca da UHE Balbina / Rebio Uatumã

25 de abril de 2018 Por Paula Piccin

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O projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade abriu vaga de três meses para moderador que apoie o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e ICMBio (Rebio Uatumã e CEPAM) na condução do processo de revisão do Acordo de Pesca da UHE Balbina / Rebio Uatumã. O local de atividades será Presidente Figueiredo, Amazonas.

Mais informações no TERMO DE REFERÊNCIA – BALBINA/UATUMÃ.

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Aluno da ESCAS é semifinalista do FameLab, o maior concurso de comunicação científica do mundo

24 de abril de 2018 Por Paula Piccin

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O FameLab é a maior competição de divulgação científica do mundo. Considerado um Oscar no setor, o concurso é realizado em 30 países, reunindo jovens pesquisadores com um objetivo: despertar o entusiasmo do grande público pela ciência. No Brasil, acontece pela terceira vez, em parceria com o Ministério da Ciência Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC), o CNPq, a Confap, a Fapesp e o Museu do Amanhã.

Pela primeira vez, um dos alunos da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade é semifinalista do prêmio: o mestrando Sandro Von Matter. Pesquisador da área de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, Restauração de Ecossistemas e Russel E. Train Legacy Scholar, Sandro é um dos 30 semifinalistas e afirma que essa é uma grande chance para que, como cientista, sua mensagem possa chegar a um número cada vez maior de pessoas.

“Minha participação no Famelab, vai me capacitar com ferramentas essenciais para a finalização do meu projeto junto à ESCAS, uma vez que meu foco é justamente buscar formas inovadoras de comunicar ciência e engajar o grande público na coleta de dados ambientais. Aproximarei as pessoas dos conceitos científicos. Abrirei as portas da ciência para que todos possam entendê-la e participar diretamente de projetos científicos, através da coleta de dados, em projetos de alta relevância global.”, diz.

Durante o evento, os semifinalistas passam por uma imersão que inclui treinamento intensivo aplicado por um grupo internacional de profissionais especializados em comunicação, justamente a área de principal interesse do mestrando. Desde o início da sua carreira, Sandro tem apostado em uma nova forma de comunicar ciência, transcrevendo conceitos e publicações científicas para a linguagem mais acessível para a sociedade, reduzindo a distância das pessoas com relação às questões científicas. No Mestrado Profissional de Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS, ele busca desenvolver abordagens inovadoras de comunicação científica que promovam tanto o envolvimento do grande público na coleta de dados ambientais, quanto dos cientistas na disseminação da ciência.

“Quando facilitamos o acesso ao conteúdo científico, a visão geral da opinião pública é positivamente fortalecida sobre os cientistas. Além disso, conceitos, descobertas e literatura científica deverão ser mais consultados, o que considero essencial para a tomada de decisões de alta relevância para a sociedade. É necessário que cada vez mais cientistas venham a público e interajam com as pessoas, comunicando conceitos de uma forma mais aberta.”, afirma Sandro.

Os finalistas do FameLab serão conhecidos no dia 27 de abril, em evento no Museu do Amanhã.

 

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Parcerias apoiam a educação ambiental no Pontal do Paranapanema

23 de abril de 2018 Por Paula Piccin
plantio assentamento Small

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O Programa de Educação Ambiental “Um Pontal Bom para Todos” alcançou diretamente 1500 pessoas no Pontal do Paranapanema, em 2017, mobilizando profissionais, comunidades e instituições de oito municípios da região. Dentre as principais atividades, o IPÊ promoveu: a doação de 525 mudas de espécies nativas e 455 mudas de hortaliças para estudantes e moradores da região; oito palestras temáticas; sete oficinas de arte-educação; dois cursos de Produção de Mudas Nativas; e um “Espaço IPÊ” na comunidade local.

Um dos destaques do ano, foi a realização do curso de Educação Ambiental e conservação dos recursos hídricos para 80 professores da rede pública de ensino de oito municípios, inclusive escolas de assentamentos, que estão localizadas próximas às áreas da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, importante Unidade de Conservação (UC) da Mata Atlântica de interior. Ao longo de dois dias, os professores tiveram contato com informações atualizadas sobre SAFs, pesquisas de fauna, restauração, e metodologias de aplicação de educação ambiental em salas de aula. A atividade foi feita com financiamento do Fehidro (Projeto Nossa Bacia D’Água) e com o Parque Estadual Morro do Diabo (PEMD), um dos principais parceiros do IPÊ na região. 

“É um benefício para a unidade termos essa parceria com o IPÊ através das atividades de educação ambiental, das pesquisas com o mico-leão-preto, e das atividades da ESCAS. O resultado disso tudo usamos na gestão do próprio parque. É um retorno para a unidade”, afirma Eriqui Marqueti Inazaki, gestor do PEMD, o maior atrativo turístico da região e onde existe a maior população de mico-leão-preto em vida livre.

Por meio das atividades, a comunidade passa a conhecer melhor o parque e seus recursos naturais, além da importância da biodiversidade local. O trabalho de educação ambiental em conjunto com o PEMD ajuda a popularizar o parque entre os próprios moradores e visitantes da região. “Havia muita gente moradora de Teodoro Sampaio e região que só conheceu o parque por causa dessas atividades nossas com parceiros como o IPÊ. Percebemos ao longo dos anos que a relação das pessoas com o parque mudou. Antigamente, o viam como ameaça e hoje são nossos parceiros. Os vizinhos do parque hoje são os olhos da unidade, estão sempre nos alertando para alguns problemas e zelam pela área porque entendem a sua importância”, complementa Eriqui.

Para alcançar ainda mais públicos, o IPÊ também promoveu quatro oficinas, palestras e práticas ambientais em parceria com o “Espaço Amigo” de Teodoro Sampaio, que faz parte do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, do governo estadual. O espaço atende 360 crianças e adolescentes, muitos em situação de vulnerabilidade, no contraturno escolar.

“Temos parcerias com vários departamentos ambientais para trazer o tema aos alunos atendidos aqui. Meio ambiente é o tema que mais desperta interesse deles. Com o IPÊ, eles aprenderam até a fazer uma horta e alguns hoje já têm hortas em suas próprias casas, beneficiando suas famílias com um alimento mais saudável. Esse tipo de parceria enriquece nosso trabalho, muda a rotina e aprimora o conhecimento das crianças e adolescentes que recebemos aqui. É fundamental que as crianças, desde cedo, percebam o valor da natureza. Isso é uma questão importante para o desenvolvimento psicológico e social de qualquer pessoa”, afirma a assistente social do espaço, Loiane Maria Caetano Ferreira. 

 

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