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Paula Piccin

IPÊ assina parceria com Conselho Brasileiro de Voluntariado para impulsionar agenda socioambiental no setor

10 de novembro de 202228 de junho de 2022 Por Paula Piccin
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O voluntariado para a conservação da natureza é uma das frentes que o IPÊ atua desde 2015, quando iniciou o trabalho de fortalecimento do Programa de Voluntariado em Unidades de Conservação (UCs), junto ao ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). O Brasil conta com mais de 2.500 unidades de conservação, que são responsáveis pela proteção da biodiversidade e geração de uma série de serviços como estabilidade climática, produção hídrica, contenção de encostas e de enxurradas, geração de produtos da sociobiodiversidade, entre outros. Fomentar o voluntariado nessas áreas é extremamente estratégico e gera benefícios para toda a sociedade.    

Munido de conhecimento técnico e com base em pesquisas sobre o tema, o IPÊ tem sido um articulador importante que conecta o voluntariado com as áreas naturais, chamando, inclusive, para o debate sobre o tema. Gestores de unidades de conservação e áreas protegidas, voluntários, empresários, turistas e moradores do entorno de áreas naturais participaram, por exemplo, do I Fórum Brasileiro de Voluntariado promovido pelo IPÊ em 2021.

Por conta dessa expertise, o Conselho Brasileiro de Voluntariado (CBV) convidou o Instituto para dar impulso a essa agenda no setor empresarial. Experiências na natureza com voluntários de empresas já fazem parte do portfólio dos projetos do IPÊ. Recentemente, o Instituto realizou, com apoio da Fundação Florestal, uma ação comemorativa do dia do meio ambiente com voluntários da Alpargatas. Em outras ocasiões, recebeu colaboradores de empresas como EDP, RaiaDrogasil, Tour House, entre outras, para plantios de árvores na Mata Atlântica.

A parceria de IPÊ e CBV busca dar visibilidade e fomentar a ação voluntária voltada para os desafios da sustentabilidade global pela perspectiva da conservação da biodiversidade brasileira. Para isso, tem como foco quatro dos 17 ODS: (17) Parcerias e meios de implementação; (11) Cidades e Comunidades Sustentáveis; (06) Água Potável e Saneamento; (13) Ação Contra a Mudança Global do Clima; e (15) Vida Terrestre.

Para o IPÊ, a parceria é uma oportunidade de aproximar mais essas pautas dos programas de voluntariado empresariais. Para Angela Pellin, coordenadora da iniciativa do voluntariado para a conservação do IPÊ “as empresas têm um papel muito importante gerando inovação e apoiando a busca de soluções para os desafios climáticas e da proteção da biodiversidade, fomentar o voluntariado corporativo associado ao voluntariado para a conservação pode ser uma importante contribuição”. 

Seja um doador do IPÊ.

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Na Amazônia, voluntários apoiam negócios sustentáveis de comunidades na Reserva Puranga Conquista (AM)

22 de junho de 2022 Por Paula Piccin

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WhatsApp Image 2022 06 22 at 19.06.32 1Dez voluntários de diversas cidades do Brasil e com diferentes experiências profissionais participaram no último feriado (de 15 a 19 de junho/22) de uma ação diferente: apoiar empreendedores na Amazônia a melhorarem os resultados de seus negócios por meio de troca de ideias e esclarecimento de dúvidas relacionadas ao tema. A atividade é parte do “Projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia”, realizado pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, em parceria com o LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo.

Após um levantamento realizado em 2021, o IPÊ apurou que a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga Conquista, localizada na zona rural de Manaus (Amazonas) e que protege quase 100 mil hectares de Amazônia, possui cerca de 147 empreendedores, que trabalham em mais de 330 negócios no território. Este é o maior levantamento sobre o tema na região. Exceto a pesca e a agricultura, que são atividades de subsistência, a maioria das 17 comunidades estudadas possui como fonte de renda o turismo, junto com as atividades que fazem parte de toda essa cadeia como artesanato, hospedagem, alimentação, serviços de trilhas, e experiências culturais. Todas essas atividades foram muito impactadas na pandemia de Covid-19 e, consequentemente, a economia de várias famílias. O estado do Amazonas, epicentro da pandemia no Brasil, registrou uma queda de 66% no faturamento do setor, refletindo diretamente no turismo dentro das áreas protegidas, comprometendo essa atividade socioeconômica e indiretamente em outras cadeias associadas ao turismo.

A partir desse diagnóstico, o Instituto e o parceiro LinkedIn selecionaram 47 projetos com potencial de crescimento e desenvolvimento, que passaram por nova triagem. Agora, 21 negócios passam por orientação dos profissionais voluntários que estão apoiando os empreendedores em desafios sobre logística, comunicação, marketing, infraestrutura e contabilidade.

“As atividades econômicas para geração de renda dentro do território Amazônico são importantes para a conservação socioambiental, já que podem ser aliadas para que os moradores se estabeleçam em seus territórios, desenvolvendo práticas sustentáveis que conservam a biodiversidade, e reduzindo a necessidade de buscarem trabalho na capital, Manaus – o que geralmente é arriscado e pode acarretar condições de vulnerabilidade social e econômica”, afirma Nailza Porto, coordenadora do projeto.

Vale ressaltar que as comunidades ribeirinhas não são plenamente contempladas pelas políticas socioeconômicas e ambientais. Somando-se a isso o cenário atual brasileiro, agravado pelo desmonte das políticas ambientais, é necessário fomentar mecanismos e estratégias voltadas à conservação de base comunitária buscando a superação de eventos extremos devido à crise climática, especialmente. Assim, é necessário construir novos arranjos inovadores e mais circulares frente ao momento atual, adotando estratégias para despertar uma visão sistêmica sobre a importância de um ambiente saudável como uma barreira natural para eventos de crise ambiental e climática.

Voluntários em ação

gabriel leal barrosUm dos voluntários foi Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da Ryo Asset, empresa de investimentos do Rio de Janeiro. A chance de conhecer o projeto e o baixo Rio Negro trouxe novas perspectivas para o profissional, que pôde ajudar empreendedores em temas essenciais como contabilidade, precificação e as questões legais e burocráticas que envolvem o desenvolvimento de um negócio. “Empreender no Brasil sempre tem seus desafios sejam eles burocráticos, de capital, etc. Na Amazônia, mesmo com todos os desafios – energia, logística, sazonalidade – isso já está acontecendo e eu pude ver isso aqui, conversando com esses empreendedores.  Mas eu acredito que o ponto principal para alcançarmos eficiência para os negócios está na coordenação disso tudo, fazer com que o empreendedor possa ter seu negócio de forma lucrativa, que o produto possa chegar no consumidor final de maneira viável e, claro, de maneira sustentável”, afirmou Gabriel (foto).

Ao longo da atividade de quatro dias, os voluntários passaram de professores a mentores. Cada um deles vai acompanhar de perto, ao longo de um mês, os negócios apoiados pelo projeto, atuando como padrinhos das iniciativas. O objetivo é auxiliar no plano de negócios e na proposta de ação de cada empreendimento para os próximos meses. Existem aqueles que querem expandir seus empreendimentos, outros precisam de adequação financeira, ou ainda compra de instrumentos e equipamentos, além de enfrentar questões de logística e fornecimento de energia e internet, grandes gargalos na região.

Para chegar até as comunidades, o IPÊ utiliza o seu Barco Escola, o Maíra I, onde os voluntários passaram todos os dias durante os dias de encontro. O instituto possui o barco desde 2003, como doação do grupo Martins e passou por reforma em agosto de 2021 a partir da aprovação do novo projeto.

A experiência despertou um novo olhar dos voluntários sobre a natureza, contribuindo para que os profissionais pudessem conhecer uma região do Brasil que muitas vezes não entra nos roteiros turísticos, embora seja extremamente rica em biodiversidade, cultura e atrativos naturais.

O “Projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia” também conta com apoio do projeto LIRA/IPÊ – Legado Integrado da Região Amazônica.

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Projeto do ES celebra mês do Meio Ambiente em escola pública

16 de junho de 2022 Por Paula Piccin

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WhatsApp Image 2022 06 23 at 15.13.32 1Junho foi o mês do meio ambiente e, claro, celebramos a data de diversas formas. Uma delas aconteceu via projeto Educação, Paisagem e Comunidade, realizado pelo IPÊ no Espírito Santo.

A convite da secretaria municipal de meio ambiente de Alto Rio Novo, realizamos palestra na escola rural EMEIEF “Maria Rodrigues de Freitas, para aproximadamente 60 alunos, do 6⁰ ao 9º ano. O tema foi o trabalho desenvolvido pelo IPÊ na região com assentados rurais, tratando sobre paisagens sustentáveis e a importância da agricultura familiar.

“Contamos a história do IPÊ e do Projeto e falamos sobre ecologia de Paisagem. Depois promovemos uma atividade prática, onde fizemos uma leitura de paisagem abordando temas como água, clima, preservação de nascentes e Áreas de Preservação Permanente, agrotóxicos, agricultura familiar, reforma agrária, produção de alimentos saudáveis, Ssistemas Agroflorestais e o papel das florestas”, comenta Vanessa Silveira, responsável pela educação ambiental e engajamento, no projeto.

Ao final da palestra, os alunos fizeram um exercício respondendo por meio de um desenho, o que para eles significava uma paisagem sustentável,. Os 20 melhores desenhos receberam brindes do projeto.

O projeto Educação, Paisagem e Comunidade tem financiamento da Fundação Renova.

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IPÊ participa de WBio2022 para consolidar o GBF – Marco Global da Biodiversidade

28 de junho de 202314 de junho de 2022 Por Paula Piccin

O Estado de São Paulo abrigou a WBio2022 de 7 a 9 de junho, nas Sedes da SIMA e da CETESB, na capital paulista. Pesquisadores de universidades, institutos e organizações, além de representantes governamentais e não-governamentais como o IPÊ, estiveram presentes em evento híbrido, que reuniu mais de 800 pessoas, de 25 países.

O objetivo do encontro, promovido por uma equipe de organização liderada pelo Secretariado da própria CDB, com vários parceiros, a exemplo do Governo do Estado, da GIZ, do projeto apoiado pela UE – Post 2020 Biodiversity Framework, da ACIA, do ICLEI e do Regions4, foi fomentar a reflexão crítica para a questão da biodiversidade e das práticas locais e subnacionais que tenham potencial de serem replicadas. Com as discussões levantadas no evento, a ideia é facilitar o acesso a recursos e parcerias de fontes diversas, democratizar conhecimentos e envolver atores de múltiplos níveis da cadeia de biodiversidade a fim de consolidar o Marco Global de Biodiversidade (GBF, em inglês), até 2030.

WhatsApp Image 2022 06 13 at 14.39.16O Marco Global para a Biodiversidade pós 2020 direciona a governança e a implementação dos objetivos da CDB, a Convenção sobre Diversidade Biológica, um tratado da Organização das Nações Unidas e um dos mais importantes instrumentos internacionais relacionados ao meio ambiente.

O GBF é um plano com metas para a conservação, o uso sustentável e a repartição de benefícios da biodiversidade. Atualmente a proposta é composta por 21 metas para 2030 relacionadas à visão de que a biodiversidade deve ser valorizada, conservada, restaurada e utilizada de forma inteligente até 2050. 

“Nosso trabalho há 30 anos está relacionado à conservação da biodiversidade que, ano a ano, vem se perdendo no mundo. Precisamos compreender que a perda de diversidade de vida afeta tudo: de habitats ao clima. Nessa reunião, buscou-se traçar alguns caminhos de base também para propostas que serão debatidas na COP15, da Biodiversidade˜, comenta Simone Tenório (foto), coordenadora da iniciativa pelo IPÊ, que participou do encontro junto com Cristina Tófoli, pesquisadora de biodiversidade do IPÊ.

Ao longo do evento, um amplo leque de projetos foi apresentado que indicam caminhos que podem ser seguidos para a conservação da biodiversidade, além de dados e propostas para aprimorar os esforços de conservação em todo o mundo. Simone apresentou os projetos do IPÊ que existem há décadas e que já consolidaram transformações relevantes em regiões da Mata Atlântica e Amazônia, envolvendo pesquisa científica, educação, participação social, restauração florestal e políticas públicas, ações que fazem parte de um modelo de conservação.

Esteve presente também a Secretária Executiva da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU, maior representante da agenda global na área, Elizabeth Maruma Mrema que, em uma participação online, ressaltou a importância da união dos governos locais e subnacionais em prol da biodiversidade.

“Estamos aqui reunidos para começar a transformar as políticas públicas e estruturar programas para melhora dos ecossistemas. A Convenção sobre a Biodiversidade ainda é a única que tem um plano de ação para as cidades e governos estaduais. Estes são os executores das diretrizes e programas de nível nacional e internacional. O WBio2022 é o início do processo de alavancagem da contribuição destes atores para o quadro estratégico da Convenção.”

Oliver Hillel, representante da CDB durante todo evento, responsável pelo envolvimento de Estados, Regiões e Cidades no trabalho da Convenção e pela integração da biodiversidade nos setores econômicos e desenvolvimento, afirmou que os governos subnacionais e locais não são separados dos governos da convenção, pois fazem parte dos mesmos países e têm uma função de representar e fazer as sinergias entre todos os envolvidos.

“Os 196 governos nacionais da Convenção têm um desafio enorme. Nós precisamos da natureza como parte do nosso desenvolvimento econômico. A nossa ambição nesse momento é de ajudar os governos e a ONU a fazerem essa integração horizontal, por meio dos diversos setores de um governo. Ao mesmo tempo devemos concretizar a governança em todos os níveis, entre esses 196 países, que possuem governanças características.”

Atingir esse objetivo será possível, segundo ele, por meio de cinco temas que foram discutidos no decorrer do evento. São eles: apoio à governança; cidades; serviços ecossistêmicos; áreas protegidas e outros instrumentos de conservação; e ciência.

Com o evento, mais que um documento contendo propostas que serão encaminhadas pelos parceiros aos demais atores responsáveis pela implementação da CDB, iniciou-se um processo fundamental para os próximos anos, o WorldBio (WBio).

O WBio representa um esforço coletivo global visando realizar ações concretas para implementação da CDB até 2030, gerado a partir de territórios locais e subnacionais, em parceria com outros territórios sustentáveis – a exemplo de reservas da biosfera, territórios tradicionais e regiões metropolitanas – e com outros principais players – governos federais (Partes da Convenção), populações indígenas e comunidades locais, jovens, mulheres, ciência, empreendedores e demais organizações não-governamentais. Apoiando, neste formato, as ações de advocacy sobre a importância de cada parceiro e a elaboração de documentos de referência.

“São mais de 50.000 governos subnacionais e mais de 1 milhão de territórios locais, segundo o Secretariado da CDB. Junto aos demais chamados ´atores não-Partes´, promovem mais de dois terços das ações de implementação da própria Convenção da ONU. Nosso compromisso ético para esta década sinaliza que façamos mais este esforço estratégico somando forças com todos que caminham nesta estrada, assumindo o contexto dos ODS, atendendo ao chamado da própria ONU ao consolidar os anos que virão até 2030 como a Década da Ação. Ou seja, as palavras precisam urgentemente ganhar vida. O WBio representa este esforço, e todos estão convidados” – afirma Paul Dale, assessor técnico em biodiversidade da SIMA.

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Parques Nacionais encantam visitantes e protegem a biodiversidade do Brasil

14 de junho de 2022 Por Paula Piccin

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Em 14 de Junho, o Brasil comemora o Dia dos Parques Nacionais, mesma data de criação do primeiro Parque Nacional, o Parque Nacional de Itatiaia, no Rio de Janeiro. A comemoração serve para chamar a atenção de um importante sistema utilizado para conservação da biodiversidade e de espaços naturais. 

O assunto é de interesse mundial. Em um recente documentário disponível na Netflix, com narração do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. “Our Great National Parks”, ou “Os Parques Nacionais Mais Fascinantes do Mundo”, da  tradução para o português, mostra exemplares de todos os continentes. Da Patagônia Chilena à Ilha de Madagascar, na África, as  imagens de tirar o fôlego mostram não apenas a exuberância, mas também a importância dessas áreas para a humanidade.

Ainda que a série não conte com a participação do Brasil, nessa primeira temporada, nossos 74 Parques Nacionais não ficam atrás e de norte a sul do país, encantam quem tem a curiosidade de conhecer esses locais singulares: “É um céu invertido”. Essa é a impressão que a psicóloga Letícia Alves teve na visita que fez ao Parque Nacional das Emas, em Chapadão do Céu, Goiás, junto com seu marido, Denis Hyde. Os dois ficaram deslumbrados com o fenômeno da bioluminescência. “As larvas dos vagalumes ficam nos cupinzeiros e vão acendendo, aos poucos. Parece uma cidade iluminada, um céu ao contrário, é maravilhoso”, descreve Letícia sobre a caminhada noturna que fez no Parque das Emas.

Embora os homenageados sejam os Parques Nacionais, a celebração de fato é para a categoria “Parque”, uma classificação da UICN (União Nacional para a Conservação da Natureza), que engloba também as versões estaduais e municipais. Independentemente da esfera pública de gestão, todos têm em comum a presença de paisagens deslumbrantes, biodiversidade rica e o objetivo de promover o turismo. 

Famosos Parques Nacionais

O primeiro Parque Nacional do Brasil, Itatiaia, foi criado há 85 anos, em 1937, na divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais, sugestão do botânico Alberto Löfgren, já com o objetivo de conservar para estimular a pesquisa científica e a garantia de lazer natural à população.

Em seguida, em 1939, foi a vez do Parque Nacional do Iguaçu, na fronteira do Paraná com a Argentina, abrigo das Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas da Natureza e Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade. O Instituto Semeia, uma organização sem fins lucrativos que busca a valorização de áreas protegidas e estimula o orgulho nacional brasileiro pelos parques, considera o Parque Nacional do Iguaçu um bom exemplo do turismo como uma importante ferramenta de conservação. Segundo a instituição, o parque recebeu mais de 2 milhões de turistas em 2018, no período de pré-pandemia, número três vezes maior que o de 1998, ano de concessão dos serviços de uso público do parque. Em 2022, com a realização do projeto da nova concessão, esse número deve crescer ainda mais: “Isso graças a uma série de iniciativas voltadas à conservação, mostrando que o aumento do ecoturismo e o ordenamento turístico podem ser importantes aliados nessa frente”, conta Fernando Pieroni, Presidente do Instituto Semeia.

No bioma Caatinga, no Piauí, o Parque Nacional da Serra da Capivara apresenta a história do Homo Sapiens em mais de 700 sítios arqueológicos preservados. A história dos brasileiros primitivos é contada pelas milhares de pinturas rupestres nas formações rochosas do parque, abertas ao público, mostrando que estas áreas são importantes não somente para a proteção da biodiversidade, mas também para que todos possam conhecer a história dos primeiros habitantes da região, seus hábitos e até espécies já extintas.

Só Parques?

Embora a estrela do dia sejam os Parques, é importante ressaltar que o Brasil têm milhares de Unidades de Conservação abertas à visitação, como Refúgios de Vida Silvestre, Reserva Extrativista, Floresta, Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), Monumentos Naturais e Reservas de Desenvolvimento Sustentável e até mesmo as Áreas de Proteção Ambiental. 

Na APA do Jalapão, que fica ao lado do Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins, visitantes passeiam pelas dunas e admiram o capim dourado. A supervisora da APA do Jalapão, Rejane Nunes, lembra que, além da beleza, “o Cerrado é a caixa d’água do Brasil, e qualidade do ar, dos solos, das fontes de água e de alimentos estão garantidos também pela proteção das Unidades de Conservação do bioma”.

Como conhecer um Parque?

Uma boa opção para as pessoas que ainda não tiveram nenhum ou pouco contato com essas áreas tão espetaculares é a realização da ação Um Dia No Parque, comemorado daqui a pouco mais de um mês, em  24 de julho. Pelo quinto ano, o evento conta com uma programação especial em centenas de Unidades de Conservação brasileiras, incluindo Parques Nacionais. 

Pela página da ação na internet, visitantes podem pesquisar a Unidade de Conservação mais próxima de casa em todo o país por meio de um mapa interativo e filtros. Também dá para ficar por dentro da programação de atividades nas redes sociais do Um Dia No Parque. Unidades de Conservação podem se inscrever até dia 3 de julho para participar e propor atividades na maior mobilização pelas áreas protegidas do país pelo formulário neste link. 

Sobre a Coalizão Pró-UCs 

A Coalizão Pró-Unidades de Conservação é um grupo de instituições que se propõe a congregar empresas e organizações da sociedade civil comprometidas com a valorização e a defesa das Unidades de Conservação da Natureza. Integram a Coalizão: Rede Pró UC – Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação, Fundação SOS Mata Atlântica, Conservação Internacional – CI Brasil, Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola, FUNBIO – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, Instituto Semeia, WWF-Brasil, The Nature Conservancy – TNC Brasil, Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e a UICN-Brasil – União Internacional para a Conservação da Natureza.

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Projeto de restauração do IPÊ tem novo aporte de recursos do Regenera América (Mercado Livre)

7 de junho de 2022 Por Paula Piccin

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Iniciativa do Mercado Livre, com participação da Pachama, o Regenera América começou suas ações em 2021, apoiando projetos de restauração florestal como o Corredores de Vida, trabalho do IPÊ, que acontece no oeste de São Paulo, Pontal do Paranapanema. Por meio desse apoio, o IPÊ já plantou no ano passado 250 hectares de florestas (400 mil árvores), que se somam ao número total de 6 milhões de árvores reflorestadas pelo Instituto na Mata Atlântica.

Agora, em 2022, o Corredores de Vida receberá um novo aporte que permitirá restaurar 50 hectares a mais do bioma presente no estado de São Paulo, a partir do plantio de mais de 100 mil plantas nativas.

O projeto do IPÊ com corredores florestais acontece há mais de 20 anos no Pontal do Paranapanema e desde o ano passado conta com a experiência da Biofílica Ambipar Environment no desenvolvimento e gestão de projetos de carbono para mensuração e comercialização do CO2eq absorvido pelas áreas restauradas ao longo do período do projeto.

Ao todo, por meio do Regenera América, o Pontal receberá meio milhão de árvores que, em 25 anos terão capacidade de sequestrar aproximadamente 115 mil toneladas de carbono, contribuindo para minimizar os efeitos da crise climática. Além do benefício ecológico e climático, o plantio dessas árvores apoia a geração de renda para 50 famílias locais.

Cientificamente eficazes no combate às mudanças do clima, a conservação e a regeneração geram créditos de carbono, uma vez que os biomas capturam e armazenam o carbono emitido, fornecendo ainda uma variedade de serviços ecossistêmicos vitais, como ar puro, água limpa, solos saudáveis, alimentos, matérias-primas, dentre outros.

O programa Regenera América apoia iniciativas de regeneração nos principais biomas da América Latina, região que abriga 40% da biodiversidade do planeta. Neste ano, quatro projetos receberão esse investimento no Brasil, assim como o programa chega ao México, com o apoio a grande um projeto local e investimento similar. Ao todo, serão investidos R$ 87 milhões na região, sendo que R$ 39 milhões já foram aplicados no ano passado. O Regenera América é uma das principais iniciativas da estratégia ambiental do Mercado Livre, que investe um valor proporcional à sua pegada de carbono em projetos que irão gerar créditos futuros.

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IPÊ é parceiro da TRUSS em edição especial que apoia associação indígena na Amazônia

6 de junho de 2022 Por Paula Piccin

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Sequência 180Em junho, IPÊ e Truss Cosméticos lançam nova parceria. Desta vez, em favor da Amazônia. O shampoo e o condicionador Equilibrium ganharam uma edição especial: a Amazon Conservation Edition, com parte da renda revertida para a AKJ (Associação Cultural Indígena Kapot Jarina), fundada em 2004 para defender os direitos e preservar os costumes dos povos Mebengokrê, residentes na aldeia Kapot, na fronteira do Mato Grosso com o Pará. 

A nova linha vai ajudar na manutenção do viveiro comunitário da aldeia, com a compra de insumos para a produção de mudas e a coleta de sementes. O viveiro é uma forma de produzir árvores e plantas nativas para proteger a biodiversidade local e enriquecer os roçados da aldeia.

A Associação Indígena Kapot Jarina faz parte de um dos projetos do IPÊ chamado LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica, que tem apoio do Fundo Amazônia, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e da Fundação Gordon e Betty Moore. O projeto apoia terras indígenas e unidades de conservação na Amazônia a fim de melhorar a questão de renda e das cadeias produtivas locais. 

Este é o segundo ano em que TRUSS apoia o Instituto. Em 2021 a ação foi voltada à Mata Atlântica e lançada apenas no Brasil. Já em 2022 serão mais de 30 países unidos em prol da causa, entre eles EUA. 

“Estamos felizes em realizar mais uma parceria com o IPÊ, que tem muitos projetos importantes na Amazônia. No Brasil, as terras indígenas são as que mais protegem a biodiversidade e são fundamentais para a conservação da Amazônia, portanto, merecem ser fortalecidas. Nosso apoio ao viveiro para cultivo, produção e plantação de mudas de açaí, baru, cupuaçu e outras espécies de árvores frutíferas, vai contribuir tanto para a conservação da biodiversidade, quanto para a segurança alimentar de uma população de cerca de 600 indígenas”, explica Manuella Bossa, CEO da TRUSS.

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Propriedade modelo de projeto no ES inicia trabalho para ações de melhoria de solo

3 de junho de 2022 Por Paula Piccin

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Em junho, o IPÊ iniciou a primeira etapa de intervenção para os PIPs (Projeto Individual da Propriedade). A ação aconteceu em uma das quatro áreas modelo do projeto “Educação, Paisagem e Comunidade”, a propriedade de Maria da Piedade de Souza e Claudemir Souza, conhecido como Pombinho. O casal é morador do assentamento Rosa de Saron, no município de Águia Branca (Espírito Santo).

“Essa é uma área onde foi realizado piqueteamento, que é somente uma das etapas do PIP, e consiste em separar a área onde haverá intervenção que o assentado deseja realizar. No caso dessa propriedade, eles irão implementar uma modalidade de Sistema Agroflorestal (SAF)”, afirma Edmilson Teixeira Júnior, extensionista rural do IPÊ.

Ações semelhantes ainda vão acontecer em outros três lotes modelo, nos assentamentos Laje, Beija-Flor e Boa Esperança, em Alto Rio Novo, também no ES . Para iniciar os PIPs, os lotes primeiramente passam por estudos que avaliam quais são áreas prioritárias ou de ARH’s (Áreas de Recarga Hídrica), juntamente com as chaves de intervenção utlizadas no campo. Isso é importante porque os assentamentos locais contribuem amplamente com a recarga hídrica da bacia do Rio Doce.

Os modelos de SAFs (Sistemas Agroflorestais) planejados para essas áreas, fazem parte de um conjunto de estratégias que melhoram o solo, a biodiversidade local e a produção de água. Nos assentamentos modelo, são muito importantes porque podem ajudar a restaurar principalmente áreas de recarga hídrica e remanescentes em estágio inicial de regeneração.

“Os projetos individuais de propriedade são feitos de forma participativa, sempre de acordo com os interesses dos assentados e suas condições de manejo, no intuito de promover alternativas de diversificação da renda familiar e benefícios ao agroecossistema como um todo”, afirma Vanessa Silveira, educadora ambiental do IPÊ.

Além da renda, iniciativas como essa ajudam o assentado a adequar a propriedade. “A ideia é ter uma atividade para gerar renda, mas também para se adequar à lei, no caso de Áreas de Preservação Permanente de córrego, onde a faixa de restauração é de no mínimo de 5 metros em cada lado das margens”, comenta Edmilson.

Na etapa de piqueteamento também é realizado um trabalho de coleta de dados brutos em campo, que vai se transformar em um compilado de informações geográficas através do aplicativo FieldMaps. Com isso, será formado um banco de dados sobre a área a ser restaurada, facilitando a implementação e execução do trabalho de campo.

O projeto “Educação, Paisagem e Comunidade” é uma iniciativa da frente de Integração Escola e Comunidade, do IPÊ e da sua escola, a ESCAS. Conta com financiamento da Fundação Renova.

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IPÊ inicia os Projetos Individuais de Propriedades (PIP’s) em assentamentos rurais no ES

10 de novembro de 202231 de maio de 2022 Por Paula Piccin

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O projeto “Educação, Paisagem e Comunidade” iniciou na última semana de maio a aplicação dos PIP’s (Projeto Individual de Propriedades) em áreas modelos nos quatro assentamentos contemplados pela iniciativa do IPÊ e da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade. 

Um dos objetivos desse projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D), que tem financiamento da Fundação Renova, é o engajamento e a preparação de mais de 100 propriedades que compõem os quatro assentamentos rurais localizados nos municípios de Alto Rio Novo e de Águia Branca, no Espírito Santo.

Os PIPs são implementados a partir da tecnologia social do IPÊ, que prioriza a elaboração de estratégias para o desenvolvimento rural sustentável e a melhoria da qualidade de vida da comunidade local, em  harmonia com a restauração de paisagens e a conservação dos recursos naturais, contando com a  participação e envolvimento de parceiros regionais.

Esses planejamentos de propriedades são realizados de forma participativa, através do diálogo constante com as famílias, atividades de integração comunitária e educação voltada à realidade do campo. Essa metodologia implica no fortalecimento da identidade local e apropriação dos assentados nas ações desenvolvidas e tomada de decisões, para que eles se identifiquem como atores fundamentais na conservação ambiental. É preciso despertar um novo olhar sobre a paisagem e as formas de lidar com a terra.

“Levar educação e tecnologia aos assentamentos rurais possibilita pensar uma maior igualdade no acesso à informação e no pensar coletivo de estratégias que possam gerar renda e maior qualidade de vida a essas famílias, ao mesmo tempo que o estudo das áreas prioritárias para restauração da paisagem local e proteção dos recursos naturais, auxilia na elaboração de ações futuras”, afirma Vanessa Silveira, educadora e mobilizadora local do IPÊ.

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Big Heart Parade em São Paulo traz obras de artistas em prol da Mata Atlântica com o IPÊ

30 de maio de 2022 Por Paula Piccin

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bighaertparade muda jucaraPara sensibilizar as pessoas por meio da arte sobre a importância de conservar a Mata Atlântica, um dos principais biomas do planeta, a intervenção artística Big Heart Parade reúne esculturas no formato de corações, inspiradas em espécies típicas da região, feitas por artistas engajados com a causa ambiental.

O projeto exibe 30 esculturas no formato de coração, algumas delas ameaçadas de extinção, tais como: araucária, cedro-rosa, jequitibá-rosa, palmeira-juçara e pau-brasil. Um pequeno viveiro de mudas foi instalado nas bases das esculturas, em cima do totem de sustentação. Após o evento, elas serão doadas para projetos de plantio em escolas públicas da periferia de São Paulo.

A exposição assinada pela Toptrends, empresa especializada em marketing cultural, com curadoria de Thiago Cóstackz, artista plástico multimídia e documentarista, pode ser conferida, gratuitamente, entre os dias 28 e 31 de maio, no Memorial da América Latina e de 1º de junho a 1º de julho, as obras serão expostas na praça Cetenco Plaza (avenida Paulista, 1842).

De acordo com Thiago Cóstackz, a exposição destaca o papel da arte como agente transformador. “Durante muito tempo, alguns críticos mais conservadores rejeitavam um engajamento mais profundo de artistas e de suas produções em causas como a ambiental. Mas isso mudou, e hoje as maiores instituições artísticas do mundo têm exibido mostras, seminários e intervenções artísticas das mais diversas que visam fomentar o debate questionando os rumos de nossa civilização, que predatoriamente tem destruído áreas de natureza vasta e intocada, tornando-as cada vez mais raras e em risco de colapso”, conclui Thiago.

 

 

Artistas engajados

Para o curador da mostra, a diversidade de talentos brasileiros, tanto do ponto de vista de gênero comobigheartparade viviane de etnia, também ganhou relevância. O grupo reúne os artistas Auá Mendes (@aua___art), Bianca Foratori (@bforatori), Coletivo Indígenas do Vale (@inidgenas_do_vale), Enivo (@enivo), Eva Uviedo (@evauviedo), Fétosz (@fetosz), Flip (@flipon), Franncine de Miranda (@estudio_luares), Guilherme Kramer (@guilhermekramer), Highraff (@highraff), Hope (@andyhoup), Ignoto (@ignotograffiti), Jae Alves (@todacortemseuvalor), Ju Amora (@ajuamora), Ju Violeta (@juvioleta), Karen Dolorez (@karendolorez), Kaur-Art (@kaur_art), Luna B. (@lunabastos_), Mariana Rodrigues (@marianarodrigues_____), Nathalia Marszam (@nateszam), Nunca (@nunca.art), Possos (@possos_), Pri Barbosa (@priii_barbosa), Rodrigo Pasarello (@rodrigo_pasarello), Tamikuã Txihi (@tamikuatxihi), Thiago Nevs (@thiago.nevs) e Viviane Carneiro (@vivi_carneiroo), além de Thiago Cóstackz ((@thiago_costackz), ) que também assina uma das obras. O ator Reynaldo Gianecchini (@reynaldogianecchini em uma coautoria com a artista plástica Claudia Liz (@claudializoficial) e a jornalista Sônia Bridi (@soniabridi), em parceria com o cinegrafista e fotógrafo Paulo Zero, também participam da mostra.

Viviane Carneiro (foto à dir) é da etnia Tucano, região do Alto Rio Negro (AM). A artista indígena se inspirou na araucária para criar seu coração porque atualmente vive em Suzano, em uma área de preservação permanente. “Estou fazendo um viveiro de araucárias para poder espalhar a árvore pela região”, afirma.

JP Possos (foto abaixo), artista paulistano, sempre se inspirou na natureza para criar suas obras, que retratam elementos da natureza como folhas, galhos e frutos, buscando a demonstrar a real conexão com o mundo natural. Ele destaca a importância de se engajar em causas ambientais como um ativista. “A gente precisa usar nossa arte como uma maneira de ativismo. Quero buscar cada vez mais isso por meio dos meus trabalhos”, diz.

bigheartparade possosA iniciativa também fará uma homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada pela ONU para promover a ação ambiental em todo o mundo, que completará 50 anos no próximo dia 5 de junho. A Big Heart Parade – Edição Mata Atlântica conta com o apoio do Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial de Cultura, e o patrocínio da Liberty Seguros, uma das maiores seguradoras do país, e o apoio local do Governo do Estado de São Paulo, Mina Cultural, IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e Memorial da América Latina.

Ao final do evento, como parte do legado, será realizado um leilão beneficente das obras em prol da Associação das Mulheres Rurais de Rio dos Índios, localizada na cidade de Ceará-Mirim (RN), e do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. O projeto S.O.S Terra receberá a doação das mudas com o objetivo de conduzir oficinas de reflorestamento junto às escolas públicas, em regiões periféricas da cidade de São Paulo.

SERVIÇO

Exposição Big Heart Parade – Edição Mata Atlântica

Local/Data: De 28 a 31 de maio, no Memorial da América Latina – Av. Mário de Andrade, 664 – acesso pelos portões 12 e 13. Horário: De terça a domingo, das 10h às 17h.

De 1º de junho a 1º de julho, na praça Cetenco Plaza – entrada (dias úteis) pela Avenida Paulista, 1842 e, aos finais de semana, pela Rua Frei Caneca, 1381.Horário: Das 7h às 20h. Entrada: Gratuita

Perfil no Instagram @bigheartparade

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