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Participação social é destaque no Seminário de Boas Práticas

28 de junho de 202323 de novembro de 2017 Por Paula Piccin

 

A participação social é fundamental na conservação da biodiversidade e na gestão das Unidades de Conservação. Seja visitante ou comunitário desenvolvendo trabalho voluntário, participando dos conselhos ou se envolvendo com a gestão das áreas protegidas a sociedade civil faz a diferença. Apresentamos abaixo um pequeno resumo de algumas práticas com participação social, que estarão presentes no III Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação e I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação, em Brasília (DF).

 

Gestora: Beatriz Nascimento Gomes
SEVOL/DGPEA/CGSAM/DISAT/DF
2009

Voluntariado como estratégia de promoção do engajamento da sociedade na conservação da biodiversidade e do patrimônio histórico e sociocultural

Realizada em 113 Unidades organizacionais do ICMBio, aderidas e ativas, junto ao Programa de Voluntariado, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (clubes de montanhismo, ciclismo e caminhadas, associações de moradores, associações de amigos do parque, conselhos gestores das unidades, organizações não governamentais e empresas privadas com atuação local, regional, nacional ou internacional, órgãos públicos de outras esferas de governo, tais como batalhão ambiental e prefeituras, entre outros). Com o objetivo de sensibilizar os diferentes segmentos da sociedade para a importância da conservação do patrimônio natural, histórico e cultural brasileiro; oferecer aos interessados oportunidades de contribuir, por meio de ações práticas, para a conservação do patrimônio natural, histórico e cultural sob gestão do ICMBio; promover a troca de ideias, conhecimentos e experiências entre todos os atores envolvidos em atividades de voluntariado no Instituto, seja localmente, seja nacionalmente.

Gestor: Adriano Melo
Mosaico Carioca de Unidades de Conservação/RJ
Fevereiro de 2017

Trilha Transcarioca: estimulando o cuidado, a criatividade e a colaboração na Paisagem Cultural Urbana da cidade do Rio de Janeiro

Realizada nas seis unidades de conservação por onde a trilha passa (dentre elas o Parque Nacional da Tijuca), a Prática contou com a participação do Mosaico Carioca de Unidades de Conservação e Movimento Trilha Transcarioca. Com o objetivo de promover a Trilha Transcarioca como ferramenta de conservação e estímulo ao cuidado, a inovação e a colaboração pelas unidades de conservação e seu entorno.

Gestora: Daniela Costa de Assis
Parque Nacional de Brasília e Reserva Biológica da Contagem/DF
Março de 2016

Ecotrilha no entorno de UC: uma ferramenta de integração ambiental, social e de conservação da natureza

Realizada no Parque Nacional de Brasília, Reserva Biológica da Contagem, Floresta Nacional de Brasília, Área de Proteção Ambiental do Planalto Central e Área de Proteção Ambiental do Rio Descoberto, a Prática contou com a participação de Voluntários, DER/DF; UCs federais: Parque Nacional de Brasília, Reserva Biológica da Contagem, Floresta Nacional de Brasília, APA do Planalto Central, APA do Rio Descoberto e Coordenação Geral de Uso Público e Negócios. Com o objetivo de promover, no âmbito das UCs do DF, o desenvolvimento e a implantação de trilhas ecológicas para múltiplos usos, interligando-as também com outras áreas protegidas do DF, contribuindo para a promoção da conservação da biodiversidade e fortalecendo corredores ecológicos.

Gestora: Maria Consolatión Villafañe Udry
Área de Proteção Ambiental do Planalto Central/DF
Março de 2017

Águas Serrinha do Paranoá – Ecotrilhas: sociedade civil e instituições públicas em cooperação para a implantação de ecotrilhas na Serrinha do Paranoá, na Área de Proteção Ambiental do Planalto Central

Realizada na Área de Proteção Ambiental do Planalto Central, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (IBRAM, Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal, Administração Regional do Lago Norte, Fundação Banco do Brasil – Voluntariado Banco do Brasil, Conselho Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável). Com o objetivo de promover a prática de gestão socioambiental integrada do território com ações de educação ambiental, proteção dos recursos hídricos e apoio à implantação e manejo das trilhas ecológicas na região da Serrinha do Paranoá situada na Área de Proteção Ambiental do Planalto Central contribuindo para conservação da biodiversidade e a melhoria da qualidade de vida da população local.

Gestor: José Leocádio Teixeira Godim de Lima
Floresta Nacional de Brasília/PE
Janeiro de 2015

Visitantes da Floresta Nacional de Brasília fazem dela como a Sonham

Realizada na Floresta Nacional de Brasília, a Prática contou com a participação do grupo ciclístico Jah, grupo de caminhadas de Brasília e grupos de escoteiros. Com o objetivo que os usuários se ”apossassem” da Floresta Nacional de Brasília e percebessem que de fato a Flona é deles, pois na verdade ela é um bem público e só tem sentido se for assim.

Gestor: Alex Luiz Amaral Oliveira
Parque Estadual Mata do Limoeiro/MG
Janeiro de 2016

Ecofolia

Realizada no Parque Estadual Mata do Limoeiro, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (instituições envolvidas no Conselho; Polícia Militar de Meio Ambiente; universidades; faculdades e escolas do entorno). Com o objetivo de identificar o perfil socioambiental das comunidades do entorno, o envolvimento das comunidades com o Parque, o levantamento das problemáticas por meio de pesquisas, e realização de ações de educação ambiental.

Gestora: Angélica Beatriz Côrrea Gonçalves
Parque Estadual do Jalapão/TO
Fevereiro de 2003

Diálogos e Interação Social como instrumentos de fortalecimento da implementação do Parque Estadual do Jalapão

Realizada no Parque Estadual do Jalapão e seu entorno, abrangendo a Área de Proteção Ambiental Jalapão, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (Associação Onça D’água; Rede Jalapão de Produtos Artesanais; Conservação Internacional do Brasil; Instituto Sociedade População e Natureza; Prefeituras de Mateiros e São Félix do Tocantins; Associação da Brigada Civil Fogo; Conselho Gestor do Parque Estadual do Jalapão; Gerência da Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins; Pequi). Os objetivos dessa Prática foram definidos em cinco metas prioritárias para estabelecer os diálogos e discussões: conhecimento regional; orientação para o controle da visitação; orientação aos visitantes; orientação junto à comunidade urbana e rural dos municípios do entorno do Parque; e a otimização na administração dos recursos.

Gestor: Alexandre Caminha de Brito
Reserva Extrativista Marinha Delta do Parnaíba/PI
Junho de 2014

A Cartografia Social Como Instrumento para a Elaboração do Zoneamento Ambiental Participativo da Reserva Extrativista Prainha do Canto Verde/CE

Realizada na Reserva Extrativista Prainha do Canto Verde, a Prática contou com a participação da Associação de Moradores da Prainha do Canto Verde, Laboratório de Cartografia Social (LABOCART) e Laboratório de Geoecologia da Paisagem e Planejamento Ambiental (LAGEPLAN), ambos do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC). Com o objetivo de estabelecer parcerias institucionais que possibilitem a construção do Zoneamento Ambiental Participativo da Resex Prainha do Canto Verde, otimizando recursos e utilizando metodologias participativas, a exemplo da Cartografia Social.

Gestora: Ana Carolina Saupe
Floresta Nacional do Assungui/PR
Abril de 2015

Monitoramento automático de visitantes nas trilhas no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro

Realizada na Floresta Nacional do Assungui, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (Associação Miríade, Fundação Angelo Cretã, Colégio Estadual do Campo Prof. Aloísio, Associação Solidária de Agricultura Ecológica de Ponta Grossa e Campo Largo, IFPR, UFPR, Prefeitura Municipal de Campo Largo, Sociedade Chauá, Mater Natura, SPVS, Emater, Empresa de Águas Ouro Fino, Programa Petrobras Socioambiental Comunidades). Com o objetivo de aproximar jovens da Floresta, por meio de oficinas semanais de formação em sustentabilidade; as comunidades do entorno através do contato com os jovens e de eventos abertos à comunidade realizados na Floresta; implantar estruturas sustentáveis com fins pedagógicas; promover a reflexão sobre a sustentabilidade da floresta de Araucária a partir de oficinas teóricas e práticas que consideraram a importância histórica, ambiental e cultural da Floresta.

Gestora: Ana Luiza Castelo Branco Figueiredo
Reserva Extrativista Rio Unini/AM
Maio de 2016

Ações educomunicativas na Reserva Extrativista Rio Unini e Parque Nacional do Jaú – continuidade ao estímulo do Protagonismo Juvenil

Realizada na Reserva Extrativista Rio Unini, Parque Nacional do Jaú e Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Amana, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (Fundação Vitória Amazônica, Projeto Saúde e Alegria, Coletivo Difusão e voluntários, conselhos da Resex e do Parna, Jovens Protagonistas do Unini, Associação de Moradores do Rio Unini e Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Unini). Com o objetivo de estimular e fortalecer o protagonismo juvenil na gestão participativa das UC, por meio da educomunicação; promover o acesso à informação e capacitar jovens em construção midiática, registro e sistematização de conteúdo; promover o registro audiovisual pelos jovens durante as reuniões e atividades de gestão das UC – produção de vídeos, áudios e jornal- mural; estimular a produção contínua de material pelos jovens, visando a divulgação das atividades em suas comunidades em linguagem acessível.

Gestor: Hermógenes Henrique Oliveira Nascimento
Célula de Conservação da Diversidade Biológica, vinculada a Coordenadoria de Biodiversidade/CE
Maio de 2017

Programa agente voluntário ambiental: um instrumento de gestão para as unidades de conservação estaduais do Ceará

Realizada no Parque Estadual do Cocó, Parque Estadual Botânico, APA da Serra de Baturité, Estação Ecológica do Pecém, Parque Estadual do Sítio Fundão, APA da Bica do Ipú, a Prática contou com a participação de Casa Civil, IFCE (Campus Fortaleza), UFC, O Estado do Ceará (Jornal), Universidade de Fortaleza. Com o objetivo de estimular a cooperação entre sociedade civil e a gestão pública buscando soluções em grupo para a conservação e proteção da Unidade de Conservação; planejar ações de orientação e controle de visitantes na UC; articular a oferta de trabalho voluntário da UC e suas principais demandas.

Gestora: Izaura Lila Lima Ribeiro
Área de Relevante Interesse Ecológico do Sítio Curió/CE
Dezembro de 2016

 

Projeto Aflorar

Realizada na Área de Relevante Interesse Ecológico do Sítio Curió, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (SESC Ceará – Setor de Desenvolvimento comunitário Projeto Aflorar, Instituto Natureza Viva, Escola Liceu de Messejana, Movimento Pró árvore, Núcleo de Estudos em Agricultura Urbana/NEPAU/UFC). Com o objetivo de promover o desenvolvimento comunitário sustentável, contribuindo para a preservação e ampliação da cobertura vegetal, favorecendo a presença de plantas nativas nas áreas verdes da cidade de Fortaleza e região metropolitana, colaborando assim para a preservação da biodiversidade da flora e fauna do estado do Ceará, como também das unidades de conservação.

 

Com informações do ICMBio

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Ecoswim reuniu mais de 600 pessoas pelo esporte e proteção da água

23 de novembro de 2017 Por Paula Piccin

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Em sua décima edição, o Ecoswim, competição de natação promovida por estudantes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), reuniu 622 pessoas para nadarem em prol de uma causa: a proteção da água! As 43 equipes competiram ao longo do dia 18 na piscina do Conjunto Aquático Carlos Antonio Biazotto, em São Caetano do Sul (SP).

No Ecoswim, parte das inscrições para a competição é destinada ao IPÊ para projetos de conservação dos recursos hídricos no Sistema Cantareira. Este ano, os recursos serão aplicados no viveiro escola do Instituto, em Nazaré Paulista (SP). O viveiro faz parte do projeto do IPÊ “Nascentes Verdes, Rios Vivos”, que promove restauração e educação ambiental na região.

Todos os anos, o evento atrai novos participantes. É o caso de Michele Rodrigues (foto), que inscreveu a equipe Crossfit Utinga para a competição. “A minha grande motivação foi que o evento estava ligado a uma causa importante. É uma forma de se divertir com os amigos, porque é uma competição descontraída, mas com um propósito maior. Adorei e vou voltar”. Assim como os demais participantes, a biomédica levou uma muda da Mata Atlântica para a casa doada pelo IPÊ, reforçando seu compromisso com a natureza. “Essa eu vou dar de presente para o meu pai plantar no quintal da casa dele”.

A causa ambiental atrelada ao evento é relevante para a escolha dos participantes, segundo Gabriela Costa Bandeira de Mello, uma das diretoras gerais do Ecoswim. “Temos visto três tipos de motivação das pessoas que querem participar da competição. A primeira delas é o esporte em si, a segunda porque é um evento recreativo, que atrai a família, amigos e academias que querem treinar seus alunos e, claro, a causa ambiental. Muitas pessoas são impactadas por isso e querem saber como doar, para onde estão doando e como o recurso é aplicado”, explica.

Um dos objetivos da comissão organizadora, segundo Gabriela, é despertar entre os participantes  a importância da conservação da natureza e, sobretudo, fazer com que eles se tornem defensores da proteção da água e promotores da causa socioambiental.  E parece que vem dando certo. “Eu planto a muda no parque perto de casa. Acho uma forma de estimular a conservação do meio ambiente, de estar conectada com a natureza”, disse Luiza Sodero, à esquerda na foto.

 

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Por que as UCs são importantes?

21 de novembro de 2017 Por IPE

::cck::313::/cck::::introtext::::/introtext::::fulltext:: As UCs são extremamente relevantes para a sociedade, a partir de uma série de benefiícios:  – Manutenção dos Serviços Ambientais: Serviço ambiental é a capacidade da natureza de fornecer qualidade de vida e comodidades, ou seja, garantir que a vida, como conhecemos, exista para todos e com qualidade, ou seja, a natureza trabalha (presta … Ler mais

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O que são Unidades de Conservação

21 de novembro de 2017 Por IPE

::cck::312::/cck::::introtext::::/introtext::::fulltext:: As Unidades de Conservação (UC) são um patrimônio da sociedade brasileira. Atualmente, no Brasil existem 324 que protegem áreas de todos os biomas: Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado, Pantanal, Pampas e Caatinga. A função primordial de uma UC é conservar a riqueza biológica do Brasil e porções significativas das mais diferentes populações, habitats, ecossistemas e … Ler mais

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Notícias e entrevistas

10 de novembro de 202221 de novembro de 2017 Por IPE

::cck::311::/cck::::introtext::::/introtext::::fulltext:: NOTÍCIAS Projeto Origens Brasil, que tem participação do IPÊ, é apresentado em evento sobre Unidades de Conservação Práticas de Educação Ambiental valorizam comunidades e apoiam a proteção das UCs Capacitação aproxima comunidades e Unidades de Conservação, contribuindo para melhoria da gestão Benefícios da gestão integrada e da gestão público-privada nas UCs Pesquisa Científica é … Ler mais

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Revista Boas Práticas nas UCs

10 de novembro de 202221 de novembro de 2017 Por IPE

::cck::310::/cck::::introtext::::/introtext::::fulltext:: Práticas de Educação Ambiental valorizam comunidades e apoiam a proteção das UCs Capacitação aproxima comunidades e Unidades de Conservação, contribuindo para melhoria da gestão Benefícios da gestão integrada e da gestão público-privada nas UCs Pesquisa Científica é tema de debate no Seminário Veja como foi a abertura do III Seminário de Boas Práticas Participação … Ler mais

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Palestras e debates

21 de novembro de 2017 Por IPE

::cck::309::/cck::::introtext::::/introtext::::fulltext::  Assista aos videos do Seminário e do Fórum AQUI ::/fulltext::::ac_acordeon::1::/ac_acordeon:: ::cck_ac_acordeon::acordeon::/cck_ac_acordeon::::ac_titulo_acordeon|0|ac_acordeon::::/ac_titulo_acordeon|0|ac_acordeon::::ac_texto_acordeon|0|ac_acordeon::::/ac_texto_acordeon|0|ac_acordeon::::cckend_ac_acordeon::::/cckend_ac_acordeon:: ::ac_arquivos::1::/ac_arquivos:: ::cck_ac_arquivos::arquivo::/cck_ac_arquivos::::ac_titulo_arquivo|0|ac_arquivos::::/ac_titulo_arquivo|0|ac_arquivos::::ac_arquivo|0|ac_arquivos::::/ac_arquivo|0|ac_arquivos::::cckend_ac_arquivos::::/cckend_ac_arquivos:: ::ac_galeria::1::/ac_galeria:: ::cck_ac_galeria::galeria::/cck_ac_galeria::::ac_foto_descricao|0|ac_galeria::::/ac_foto_descricao|0|ac_galeria::::ac_foto|0|ac_galeria::::/ac_foto|0|ac_galeria::::cckend_ac_galeria::::/cckend_ac_galeria::

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Sobre o III Seminário de Boas Práticas

21 de novembro de 2017 Por IPE

::cck::308::/cck::::introtext::::/introtext::::fulltext::   A cidade de Brasília (DF) recebe de 27 a 29 de novembro o maior evento para discutir o futuro da gestão das Unidades de Conservação (UCs) no Brasil. Juntos, o III Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação e o I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de … Ler mais

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Boas Práticas

21 de novembro de 2017 Por IPE
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III Seminário: Boas práticas nas UCs incluem produção sustentável, regularização fundiária, manejo e parcerias

21 de novembro de 2017 Por Paula Piccin

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Na próxima segunda-feira, dia 27 de novembro, começa o III Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação e I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação, em Brasília (DF). O evento reúne profissionais do Brasil e do exterior para debaterem Parcerias e Unidades de Conservação (UCs). Dentre as atividades do evento, haverá a apresentação e o debate sobre 46 boas práticas realizadas em UCs federais e estaduais, previamente selecionadas pelos organizadores: IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservaçnao da Biodiversidade e IBAM – Instituto Brasileiro de Administração Municipal. O objetivo é a troca de experiências bem sucedidas na gestão de UCs com potencial de replicação.

As experiências estão distribuídas por todo território nacional e contemplam diferentes temas. Abaixo, um pequeno resumo de algumas práticas de áreas como produção sustentável, populações tradicionais, regularização fundiária e manejo de fogo. 

Gestora: Cecília Licarião Barreto Luna
Parque Estadual do Cocó/CE
Junho de 2016

Projeto Chama-Maré: uma abordagem às comunidades tradicionais e moradores do entorno do Parque Estadual do Cocó

Realizada no Parque Estadual do Cocó, a Prática contou com a participação da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Ceará, Associação de Nativos e Moradores da Sabiaguaba e Comunidade Tancredo Neves. Com o objetivo de ampliar o alcance das práticas educativas executadas no Parque, criando agentes multiplicadores de ações ambientais, despertando o interesse pelas causas ecológicas, fortalecendo práticas ambientais desenvolvidas pelas associações de moradores das comunidades local e tradicional, proporcionando momento de lazer para os envolvidos.
Jossandra Carvalho da Rocha Pinheiro
Mosaico Lago de Tucuruí, Região Administrativa Lago de Tucuruí, Diretoria de Gestão e Monitoramento de Unidades de Conservação/PA
Abril de 2016

Implantação do Sistema de Monitoramento do Desembarque Pesqueiro e Aquícola do Mosaico Lago de Tucuruí

Realizada no Mosaico Lago de Tucuruí, composto pela Área de Proteção Ambiental Lago de Tucuruí, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Alcobaça e Reserva de Desenvolvimento Sustentável Pucuruí-Ararão, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (SEMAS, SEDAP, MPU/Comarca de Tucuruí, Conselho Gestor das UC, Prefeituras Municipais, Colônia de Pescadores e Sindicato de Pescadores). Com o objetivo de levantar informações que subsidiem a adoção de medidas de ordenamento dos recursos pesqueiros nos limites do Mosaico.

Gestor: João Augusto Madeira
Coordenação de Gestão de Conflitos em Interfaces Territoriais/DF
Maio de 2016

Termo de compromisso com pesadores artesanais no Parna Marinho das Ilhas dos Currais (PR): buscando a conservação da biodiversidade pela gestão transparente de um conflito socioambiental

Realizada no Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (Colônias de Pescadores de Matinhos e de Pontal do Paraná; NESPAMP/CEM/UFPR; Instituto de Pesca/SP, Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio). Com o objetivo de negociar com transparência, formas de conciliar, na medida do possível, o atendimento a direitos legítimos dos pescadores artesanais, enquanto comunidade tradicional, com os direitos difusos, igualmente legítimos, que determinam a criação de unidades de conservação da natureza.

Gestora: Juliana Cristina Fukuda
NGI APA de Guapi-Mirim e ESEC da Guanabara/RJ
Março de 2016

Programa de recuperação de manguezais degradados na Área de Proteção Ambiental de Guapi-Mirim

Realizada na Área de Proteção Ambiental de Guapi-Mirim, a Prática contou com a participação do Instituto Nacional de Tecnologia e Uso Sustentável, Associação dos Protetores do Mar, Cooperativa Manguezal Fluminense. Com o objetivo de recuperar áreas de manguezal que foram degradados antes da criação da unidade de conservação.

Gestora: Camila Souza Silva
Coordenação de Prevenção e Combate a Incêndios/DF
Abril de 2012

Manejo Integrado do Fogo (MIF) em Unidades de Conservação Federais

Realizada nas Estações Ecológicas de Serra Geral do Tocantins e Uruçuí-Una, Parques Nacionais dos Campos Amazônicos, Chapada das Mesas, Chapada dos Veadeiros, Sempre Vivas, Itatiaia, Lagoa do Peixe, Araguaia, Serra da Canastra, Chapada dos Guimarães e Serra Geral, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (ICMBio, IBAMA/Prevfogo, INPE, Semades, Naturatins, Ruraltins, Ministério do Meio Ambiente, Proteção da Natureza, Construção e Segurança Nuclear da Alemanha (BMUB), GIZ GmbH, UnB, UFRGS, TUM, dentre outras instituições acadêmicas). Com o objetivo de aplicar o Manejo Integrado do Fogo como programa para a prevenção e combate a incêndios florestais em unidades de conservação federais, contribuindo para a conservação da biodiversidade, a manutenção dos biomas como sumidouros de carbono de relevância global e para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Gestor: Fabiano Gumier Costa
Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo/PB
Outubro de 2014

Projeto demonstrativo de geração de energia fotovoltaica e sustentabilidade energética

Realizada na Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo, a Prática contou com a participação do Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas e do Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR/UFPB). Com o objetivo de difundir e popularizar sistemas de geração de energia fotovoltaica para a sociedade, reduzir as despesas do ICMBio de consumo de energia elétrica, estimular outras instituições, empresas e comunidades da região a adotarem sistemas fotovoltaicos.

Gestor: João da Mata Nunes Rocha
COPROD/CGPT/DISAT/DF
2015

Programa “Conservação dos Recursos Biológicos da Amazônia – Fortalecimento de Cadeias de Valor”

Realizada em algumas UC e TI com atividades executadas, em execução e revistas, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (USAID, Serviço Florestal Americano, ICMBio, SFB, FUNAI, UFPA, IFT, IEB, Pacto das Águas, OPAN, FVA, CSF, IMAFLORA, ISA, IDSM Mamirauá, IPAM, COOMFLONA, TAPAJOARA, AAPA, ATAMP, COOMARU, APADRIT, COOMNSPRA, Associação São Bento do Inumbi, Associação Rio Curuminim, Associação Itapeua, Associação Deus Proverá, Associação do Baixo Acari, Associação Aguapé, ASROP, ASAEX, CDS Porto de Moz). Com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável na região Amazônica Brasileira por meio da conservação e do uso sustentável de seus ecossistemas em áreas protegidas.

Gestora: Tatiane Rodrigues Lima
Parque Nacional Mapinguari/RO
Agosto de 2016

Implantação de sistemas produtivos sustentáveis na comunidade de castanheiros do Rio Umari no entorno do Parque Nacional Mapinguari

Realizada no Parque Nacional Mapinguari, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (Comunidade de castanheiros do Rio Umari, Conselho Consultivo do Parque Nacional Mapinguari, Núcleo de Apoio à Pesquisa em Rondônia/INPA, Centro de Estudos Rio Terra, Viveiro da Floresta, Ação Ecológica Guaporé, Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas, Viveiro Fazenda Futuro, Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia). Com o objetivo de implantar sistemas produtivos sustentáveis na comunidade do rio Umari, no entorno do Parna Mapinguari.

Gestor: Carlos Alberto Cassini
Parque Estadual da Serra do Tabuleiro/SC
Agosto de 2004

Incubação da OSCIP ECOPEF para cogestão do Parque Estadual Fritz Plaumann

Realizada no Parque Estadual Fritz Plaumann, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (FATMA, Consórcio ITÁ, TRACTEBEL, UNC, Socioambiental). Com o objetivo de incubar uma OSCIP para atuar como cogestora do Parque na área de uso público e envolvimento com o entorno.

Gestora: Flavia Dinah Rodrigues de Souza
Divisão do Sistema Estadual de Áreas Naturais Protegidas/AC
Junho de 2013

Gestão Integrada entre Parque Estadual Chandless e Terra Indígena Alto Rio Purus

Realizada no Parque Estadual Chandless e na Terra Indígena Alto Rio Purus, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (FUNAI, Assessoria de Assuntos Indígenas do Acre, Centro de Trabalho Indigenista, Associações Huni kui e Madijá da Terra Indígena Alto Purus e famílias do Parque). Com o objetivo de fortalecer as relações interinstitucionais entre FUNAI e SEMA/AC, em favor da construção de diálogo com indígenas da TI Alto Rio Purus e moradores do Parque Chandless para a proteção conjunta do território.

Gestor: Andre Segura Tomasi
Unidades de Conservação de Uso Sustentável do Estado do Amazonas/AM
Dezembro de 2012

Fórum Diálogos Amazonas: regularização fundiária urgente

Realizada nas Reservas Extrativistas Arapixi, Médio Purus, Baixo Juruá, Lago do Capanã Grande, Rio Jutaí, Auatí Paraná, Médio Juruá, Ituxi, Rio Unini e as Florestas Nacionais Purus, Tefé, Mapiá-Inauiní, e Humaitá, a Prática contou com a participação de diversos atores sociais (CNS, CPT, MPF, PGE/AM e associações comunitárias ligadas às UC envolvidas na iniciativa). Com o objetivo de promover a regularização fundiária das unidades de conservação de uso sustentável do estado do Amazonas.

Gestor: Fernando Tatagiba
Divisão de Parcerias/DF
2014

Engajamento da sociedade na Ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Realizada no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a Prática contou com a participação do Conselho Gestor do Parque e da Fundação mais Cerrado. Com o objetivo de promover Engajamento da sociedade na ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Gestor: Cesar Vitor Espírito Santo e Kolbe Wombral Soares Santos
CGTER/DF
2006

Gestão Integrada das Unidades de Conservação do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu

Realizada no Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, onde estão inseridas: os Parques Nacionais Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e a Área de Proteção Ambiental Cavernas do Peruaçu, a Prática contou com a participação da FUNATURA, WWF Brasil e membros do Conselho Consultivo do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu, que é composto por 46 entidades. Com o objetivo de promover o desenvolvimento em bases sustentáveis e integrados ao manejo das unidades de conservação e demais áreas protegidas do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu.

Gestora: Luciana Yukari Uehara
Parque Nacional do Pico da Neblina/AM
Janeiro de 2015

Compartilhando desafios: conciliar instrumentos de gestão em áreas de sobreposição territorial

Realizada no Parque Nacional do Pico da Neblina, a Prática contou com a participação de associações e lideranças indígenas do Rio Negro, FUNAI, Federação das Associações

Indígenas do Rio Negro, ISA, Secretaria de Turismo de São Gabriel da Cachoeira. Com o objetivo de conciliar os instrumentos de gestão em área de interface territorial – Plano de Manejo do Parque Nacional do Pico da Neblina e os Planos de Gestão Territorial e Ambiental das 4 Terras Indígenas em sobreposição à UC, visando a gestão integrada do território.

Gestora: Luciene Pohl
Sul do Amazonas/AM
2016

Plano de Gestão Integrada de áreas protegidas do sul do Amazonas

Realizada nas Reservas Extrativistas Médio Purus, Ituxi e Florestas Nacionais Humaitá e Purus, a Prática contou com a participação de Associações Indígenas e Extrativistas, FUNAI e ICMBio. Com o objetivo de orientar as instituições parceiras em relação as ações prioritárias para o avanço da gestão integrada no sul do Amazonas, em detrimento de ações de desmatamento que se agravam diariamente.

Com informações do ICMBio 

 

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