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Mesa sobre como agregar valor ao tucumã durante Bioeconomy Amazon Summit

Pesquisadora do IPÊ apresenta estudo para fortalecimento da cadeia de valor do tucumã no Bioeconomy Amazon Summit

20 de maio de 202620 de maio de 2026 Por IPE

Realizado de 12 a 14 de maio, o Bioeconomy Amazon Summit reuniu em Belém/PA, interessados em compartilhar soluções, acelerar negócios e catalisar inovações. O evento se posiciona como um hub de convergência, capaz de conectar ciência, saberes tradicionais, economia e decisão corporativa, partindo do entendimento de que sem mudanças nos modelos de negócio não há trajetória viável para conter a perda de biodiversidade. 

Cadeia de valor  

Entre os painelistas convidados estavam Andrea Peçanha, coordenadora da Unidade de Negócios Sustentáveis do IPÊ, Ananda de Matos Rebêlo, extensionista no IPÊ, Gabriel Leal de Barros, conselheiro do IPÊ e Beathriz Cocco, pesquisadora do IPÊ que está com estudo em andamento sobre como agregar valor ao tucumã (Astrocaryum aculeatum G. Mey) e assim contribuir com a conservação da biodiversidade. A pesquisa aplicada é o trabalho de conclusão de Beathriz Cocco no Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, da ESCAS, que está com as inscrições abertas.

O tucumã é uma espécie que apesar de ter os frutos valorizados na culinária regional e na identidade amazônica, tem um potencial de contribuir ainda mais com a conservação da floresta. Para entender os principais desafios e as oportunidades para avançar nessa direção, Bea aplicou mais de 60 questionários entre três grupos: comunitários da RDS Puranga Conquista, localizada em Manaus/AM, que já produzem tucumã, interessados em produzir e atores da cadeia, como beneficiadores.  

“A partir das respostas tracei o perfil socioeconômico e também volume que eles produzem, como, quando e para quem vendem, valores que venderam no último ano e dados sobre organização, canal de comercialização e perspectivas. Já com os atores da cadeia identifiquei a demanda de fruto na safra e entressafra, de qual localidade eles compram, os valores comercializados, padrão de qualidade que procuram no fruto”, explica Beathriz.  

O consolidado do estudo já possibilitou traçar o perfil socioeconômico dos comunitários, como estão os canais de comercialização, entender a estrutura e os atores envolvidos desta Cadeia de Valor.  

A pesquisa está em andamento e tem previstas as seguintes entregas:  

  1. dissertação com análise, discussão dos dados coletados e recomendações aos comunitários para fortalecimento da cadeia por meio da agregação de valor;  
  1. guia de contatos e boas práticas para encurtar os canais de comercialização entre os comunitários e os beneficiadores 

“A oportunidade de apresentar os resultados do estudo no BAS foi muito interessante!  Durante três dias, estive mergulhada na bioeconomia vendo painéis, oficinas e mesas de discussão sobre como colocar os povos tradicionais como atores principais das cadeias da sociobiodiversidade foi bastante enriquecedor e com certeza vai ampliar minha visão na discussão e recomendações ao território da RDS”, completa a pesquisadora.  

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