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IPÊ

O que queremos e como atuamos: resultados das nossas metas

28 de junho de 20235 de setembro de 2022 Por IPE

O QUE QUEREMOS E COMO ATUAMOS

Estabelecemos objetivos estratégicos que refletem as transformações que pretendemos gerar, relacionadas à missão da organização. Aqui, alguns resultados que já conseguimos ao longo dos anos de trabalho, de acordo com cada objetivo.

1. Conservar Biodiversidade

  • Negócios sustentáveis implantados ou fortalecidos: 09 viveiros comunitários no Pontal do Paranapanema; 1 viveiro de árvores nativas em Nazaré Paulista.
  • Negócios consolidados: 51 famílias produzindo café agroflorestal sustentável no Pontal do Paranapanema. 
  • As pesquisas científicas, estudos, as mobilizações comunitárias e projetos apoiam a construção de melhorias socioambientais também por meio de políticas públicas. Com dados sobre o mico-leão-preto e a paisagem do Pontal do Paranapanema, ajudamos a implementar, por exemplo, a Estação Ecológica Mico-Leão-Preto (Pontal do Paranapanema-SP) uma unidade de conservação de grande relevância para a conservação de paisagens de Mata Atlântica no interior de São Paulo. 
  • Informações de pesquisa científica de fauna, com mico-leão-preto, anta-brasileira, peixe-boi-da-amazônia, onça-pintada, tatu-canastra, tamanduá, etc, já foram utilizadas para desenvolvimento Planos de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção (PAN) – instrumentos de política pública que têm por objetivo identificar, a cada cinco anos, as ameaças e pressões às quais a fauna e os ambientes naturais estão submetidos. Também são utilizadas nas avaliações do estado de conservação de espécies (lista vermelha mundial da União Internacional para Conservação da Natureza e IBAMA/Brasil). Também participamos de comitês de avaliação de ungulados, felinos e primatas. 

Alguns exemplos de como isso ocorre:

– Nossos dados ajudaram no reconhecimento oficial pelo Governo de São Paulo, do mico-leão-preto como espécie símbolo do Estado, ajudando a sua proteção;- Dados de atropelamentos e mortes de antas e de seres humanos nas estradas, em Mato Grosso do Sul, já apoiaram discussões para responsabilidades das empresas rodoviárias.

– Informações sobre comportamento do peixe-boi da Amazônia ajudaram a estabelecer o plano de manejo para o Parque Nacional de Anavilhanas (2017).

  • Já realizamos mais de 20 planos de manejo para UCs e estudos de viabilidade que, inclusive, apoiaram a criação dos parques de Itaberaba e Itapetininga, na região da Serra da Cantareira (SP). Também na região participamos da construção do Plano de Manejo das Áreas de Proteção Ambietal (APAs) Sistema Cantareira e Represa Bairro da Usina.
  • Em Nazaré Paulista (SP), região de Mata Atlântica, contribuímos para o estabelecimento do CONDEMA (Conselho Comunitário de Defesa do Meio Ambiente), retomado em 2020, do qual fazemos parte e onde também incluímos o grupo de agricultura como membro representante dos trabalhadores rurais.
  • Na Amazônia, nossas pesquisas e participação junto com diversos atores locais foram importantes na criação do Mosaico do Baixo Rio Negro (2010), um conjunto de áreas protegidas que promovem serviços, produtos e saberes da região. O Mosaico tem 7,5 milhões de hectares, onde vivem 1,8 milhões de pessoas e 80 comunidades indígenas e ribeirinhas.
  • A ação do IPÊ também foi muito importante junto à comunidade para a readequação de categoria do Parque Estadual do Baixo Rio Negro, transformando-o em Reserva de Desenvolvimento Sustentável Puranga Conquista (2014). 

2. Pautar Conservação da Biodiversidade no Brasil

  • Apoio na criação de políticas públicas e a influência da pauta ambiental nas agendas de variados setores, disponibilizando informações de nossas pesquisas com fauna, incluindo espécies como mico-leão-preto, anta-brasileira, peixe-boi-da-amazônia, onça-pintada e tatu-canastra,  para desenvolvimento de Planos de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção (PAN).

IPÊ e educação:

  •  Educação está no DNA do IPÊ. Apenas quatro anos após sua fundação, o IPÊ criou o CBBC – Centro Brasileiro de Biologia da Conservação (1996). O IPÊ é um dos pioneiros no tema da Biologia da Conservação e ajudou a consolidar essa ciência no Brasil. O Centro cresceu e, em 2011, tornou-se a ESCAS, abrigando todos os cursos do IPÊ: Mestrado Profissional, Pós-graduação e os cursos de curta duração. Só com a educação formal, o IPÊ alcançou mais de 7.050 pessoas. E concedeu mais de 330 bolsas de estudo, com apoio de doadores. 

Saiba MAIS

3. Mico-leão-preto listado como vulnerável na lista da IUCN em 10 anos

  • Os dados de pesquisa sobre o Mico-Leão-Preto foram utilizados para apoiar a criação da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, em 2002. A distribuição da espécie e a forma como ela utiliza o ambiente foram partes determinantes para ressaltar a importância das áreas e serem protegidas no Pontal do Paranapanema.
  • A criação dos corredores de biodiversidade é uma estratégia para ajudar os micos a se locomoverem e, assim, garantir sua reprodução, abrigo e alimentação. As pesquisas analisam como os micos estão utilizando essas novas áreas.
  • Ao longo das pesquisas, inovações foram sendo criadas. Fomos os primeiros a utilizar colares de GPS em micos-leões, por exemplo, e a utilizar nest boxes (ninhos artificiais) para investigar o comportamento dos micos na floresta.
  • Em 2008 pudemos celebrar a mudança na classificação do mico leão preto feita pela IUCN quanto ao nível de ameaça de extinção. A reclassificação dessa espécie, de “extremamente ameaçada” para “ameaçada”, reforça a importância do trabalho perseverante de pesquisa, manejo e conservação que o IPÊ desenvolve. Trata-se de uma mudança promissora, indicando melhorias para a sobrevivência da espécie.
  • Já em 2014, os dados do IPÊ apoiaram os esforços que tornaram o mico-leão-preto na espécie símbolo da conservação da fauna no estado de São Paulo.

4. Promover Paisagens Sustentáveis

  • Elaboração do Mapa dos Sonhos para o Pontal do Paranapanema, um estudo aprofundado sobre as áreas mais estratégicas para realizar a restauração florestal na Mata Atlântica de interior, de forma a conectar a floresta e restaurar a biodiversidade. O mapa passou a ser usado pelos setores governamentais junto a assentamentos de reforma agrária que passaram a plantar suas reservas legais nas áreas mais adequadas à fauna e à reconstituição da flora local. Hoje, os bosques de reserva legal dos assentamentos servem como áreas de passagem para a fauna. Os corredores plantados em áreas de reserva legal em fazendas seguem a mesma lógica, orientados pelo mapa do IPÊ. 
  • Árvores plantadas: 6.000.000 (Mata Atlântica)
  • Áreas produtivas apoiadas diretamente: 60 hectares
    Em conjunto com produtores, tornamos paisagens rurais mais sustentáveis e produções mais rentáveis em projetos de pecuária sustentável, sistemas agroflorestais e silvipastoril, no Pontal do Paranapanema e Sistema Cantareira.
  • Corredores restaurados: 5.500.000 árvores
    Com apoio da iniciativa privada, comunidades locais, e setor governamental, conseguimos a grande realização de estabelecer o maior corredor florestal do Brasil,  no Pontal do Paranapanema, com 12 quilômetros e 2,4 milhões de árvores. O corredor conecta a Estação Ecológica Mico-Leão-Preto e o Parque Estadual Morro do Diabo.
  • Promoção do uso sustentável e responsável das paisagens com benefícios socioeconômicos – 200 famílias envolvidas em ações de uso sustentável com benefício socioeconômico.
  • Negócios sustentáveis implantados ou fortalecidos: 09 viveiros comunitários no Pontal do Paranapanema; 1 viveiro de árvores nativas em Nazaré Paulista.
  • Negócios consolidados: 51 famílias produzindo café agroflorestal sustentável no Pontal do Paranapanema.

5. Influenciar Políticas Públicas na Educação para Conservação

  • Em Teodoro Sampaio (SP), cidade do Oeste Paulista onde o IPÊ está presente desde a sua fundação, a Educação Ambiental é parte da agenda de educação do município, graças ao trabalho junto ao setor público e à capacitação de professores e alunos.
  • Em Nazaré Paulista (SP), implementamos projeto de educação ambiental em 100% das escolas públicas, em todas as idades dos estudantes do ensino fundamental e médio.

6. Influenciar todos os segmentos com os princípios da Sustentabilidade e da Conservação

  • Mais de 50 parcerias com iniciativa privada em ações que resultaram em campanhas, parcerias de Marketing Relacionado a Causas, transformações no campo e na floresta, com reflorestamento e atividades produtivas sustentáveis. 
     
  • Financiamentos de longo prazo, acima de 3 anos, que permitem desenvolver as pesquisas científicas de maneira mais aprofundada e transformações socioambientais. Exemplos disso são as parcerias com a USAID; Whitley Fund for Nature; Gordon and Betty Moore Foundation.

7. Consolidar Unidades de Conservação

  • Apoio à gestão de 55 Áreas Protegidas da Amazônia: 25 Terras Indígenas, 17 Unidades de Conservação Estadual e 13 Unidades de Conservação Federal,  numa área de 58 milhões de hectares.

8. Ter agentes transformadores por todo o Brasil

  • Produtos educativos: mais de 100 guias, cartilhas, videos e Séries Técnicas
  • Participação em eventos e palestras: 12.000 pessoas ao ano
  • Pessoas capacitadas: Mais de 7.000 alunos capacitados pela ESCAS
  • Agentes transformadores formados em sustentabilidade e conservação: mais de 180 Mestres e 60 pós graduados pela ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade

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Relatório da Auditoria 2020

6 de agosto de 2021 Por Paula Piccin

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O IPÊ é auditado por empresa independente.
ACESSE AQUI o relatório completo com o parecer sobre o balanço financeiro de 2020.

IPÊ is audited by an independent company.
ACCESS HERE the complete report with the opinion on the 2020 financial statement.

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Diversidade – plantio Tree-Nation

27 de janeiro de 2021 Por Paula Piccin

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Paineira (Ceiba Speciosa), capinxigui (Croton floribundus), jatobá (Hymenaea), araucária (Araucaria angustifolia) e juçara (Euterpe edulis) estão entre as mais de 30 espécies presentes no plantio realizado em dezembro de 2020. Na plataforma Tree-Nation, as pessoas podem escolher com quais espécies desejam contribuir via doação.  

A diversidade de espécies é essencial para a Mata Atlântica e exige um planejamento que considere as particularidades de cada uma, como explica Paulo Roberto Ferro, engenheiro florestal do IPÊ. 

“Além da divisão entre espécies de recobrimento – que apresentam rápido crescimento – e de diversidade que têm tempo de vida mais longo, avaliamos quais se adequam melhor às características locais. A araucária, por exemplo, apresenta bom desenvolvimento em especial, nas áreas mais altas com solos mais profundos, o que também contribui com a dispersão de sementes. Já para as juçaras, buscamos áreas onde os remanescentes florestais no entorno já forneçam certa sombra, uma estrutura, de fato, capaz de contribuir com o desenvolvimento das mudas”.  

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Pesquisador do Tatu-Canastra no Pantanal recebe prêmio Whitley pelo trabalho de conservação da espécie

29 de abril de 2015 Por IPE

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O pesquisador Arnaud Desbiez, coordenador do projeto Tatu-Canastra, realizado por meio do IPÊ e do Royal Zoological Society of Scotland, recebeu no dia 29 de abril o Whitley Award, um dos mais prestigiados prêmios da conservação ambiental mundial, considerado o “Oscar verde”.

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O prêmio foi entregue pela princesa Anne, em cerimônia na Royal Geographical Society, em Londres, em homenagem ao seu trabalho para conservar o tatu-canastra, também conhecido como “tatu gigante”, no Pantanal do Mato Grosso do Sul.

Apesar de ser uma das mais antigas espécies de mamíferos na terra – um verdadeiro fóssil vivo – é muito difícil avistar um tatu-canastra (Priodontes maximus) em ambiente selvagem. Até recentemente, muitas pessoas não estavam cientes sobre a existência da espécie e a maioria das informações sobre ela era superficial. No entanto, desde que Arnaud, um ex-tratador de zoológico, fundou o Projeto de Conservação do Tatu gigante em 2010 e iniciou o primeiro estudo ecológico de longo prazo da espécie, novas informações sobre o comportamento entre pais e filhotes de tatus, além do papel da espécie como “engenheira do ecossistema” surgiram.

O Prêmio Whitley permitirá a Arnaud expandir os esforços de conservação do Pantanal para o bioma Cerrado.

 

 

 

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Começam hoje as inscrições para Mestrado Profissional em Conservação e Sustentabilidade – formato modular Nazaré Paulista

28 de outubro de 2013 Por Paula Piccin

A ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade abriu inscrições para a turma de 2014 do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, no campus de Nazaré Paulista/SP (cerca de 100 km da capital). As inscrições vão de 28 de outubro a 15 de dezembro de 2013. Acesse o edital: http://www.ipe.org.br/mestrado/edital-2014-turna-nazare-paulista/ Pela primeira … Ler mais

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Acesse aqui: Banco de Dados da Flora Regional

27 de outubro de 2013 Por Paula Piccin

Já está disponível no endereço flora.ipe.org.br o banco de dados online da flora regional de Nazaré Paulista (SP), organizado pelo IPÊ. Ali, é possível encontrar uma lista com 160 espécies nativas da localidade, seus nomes científicos, suas características, indicações de uso, entre outras informações.   O banco de dados da flora é Cheaper the, sprays skin. Web contanetica.com.mx … Ler mais

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Mestrado Profissional: Defesa do produto final “A redução da jornada de trabalho e seu impacto ambiental”

23 de outubro de 2013 Por Paula Piccin
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Dia 22 de outubro, a aluna da ESCAS, Mônica Klein defendeu o produto final do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável. Mônica discutiu a influência do trabalho na vida das pessoas e no seu comportamento de consumo durante o tempo livre, dentro do contexto da crise ambiental atual, vivida no planeta. Com … Ler mais

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Curso sobre manejo ecológico de pastagem marca início do projeto “Semeando Água”

10 de outubro de 2013 Por Paula Piccin
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Nos dias 02 e 03 de outubro o IPÊ realizou no município de Joanópolis (SP) o Curso de Manejo Ecológico de Pastagem, com o objetivo de capacitar produtores rurais, representantes de Casas de Agricultura (CATI) e técnicos de prefeituras a converterem a pastagem convencional para o pastoreio rotacional. O curso foi ministrado pelo Eng. Agrônomo … Ler mais

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Profissional selecionado para o projeto “Semeando Água”

8 de outubro de 2013 Por Paula Piccin

O IPÊ finalizou o processo seletivo para a contratação de profissional responsável pela implantação e manejo de áreas de recomposição florestal no projeto “Semeando Água”, carta convite nº 002/2013.O profissional selecionado é Maximiliano Roncoletta. Agradecemos a todos os candidatos.

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IPÊ, CONAB e Mesa Brasil visitam comunidade para apresentar programa de compra direta com doação simultânea

4 de outubro de 2013 Por Paula Piccin

Em setembro de 2013, técnicos do IPÊ, CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) e Mesa Brasil estiveram presente na comunidade do Monte Sinai – Igarapé Açu (Amazônia), para apresentar o programa de Compra Direta com Doação Simultânea do Programa de Aquisição de Alimento (PAA). A Compra Direta da Agricultura Familiar é um instrumento do Programa do … Ler mais

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