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Paula Piccin

Processo seletivo Semeando Água – encerrado

16 de fevereiro de 2018 Por Paula Piccin

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O processo seletivo para as vagas de jornalista, de estágio em Educação Ambiental, e estágio em Comunicação Social para o projeto “Semeando Água” foi encerrado. Confira os selecionados:

Jornalista
Tatiane Ribeiro

Estágio em Educação Ambiental:
Daniellen do Nascimento Oliveira
Luan Cauê de Abreu

Estágio em Comunicação Social:
Amanda Da Silva Castro Teixeira

 

 

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Barragens nos Andes ameaçam gravemente a biodiversidade aquática na Amazônia

1 de fevereiro de 2018 Por Paula Piccin

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A Amazônia é um dos habitats com maior biodiversidade do mundo e a conectividade Andes-Amazônia – facilitada pelos rios – mantém muitos sistemas naturais e humanos em todo o bioma, inclusive em território brasileiro, que concentra 60% da sua floresta. Mas, de acordo com uma equipe liderada pela ecologista da FIU (Florida International University), Dra. Elizabeth Anderson, o aumento do desenvolvimento de barragens nos Andes agora ameaça essa biodiversidade e riqueza natural. 
 
O grupo de cientistas documentou 142 barragens existentes ou em construção e 160 barragens propostas nas cabeceiras de rios andinos da Amazônia. As barragens existentes fragmentam os canais de distribuição de seis das oito principais bacias dos rios da Amazônia Andina, o que pode resultar em perdas significativas na conectividade dos rios, especialmente nos sistemas principais – Napo, Marañón, Ucayali, Beni e Mamoré. O estudo foi publicado dia 31 de janeiro na revista Science Advances e é uma colaboração entre 15 instituições que abrangem oito países (http://advances.sciencemag.org/content/4/1/eaao1642). O pesquisador do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas (Brasil), Clinton Jenkins, é um dos participantes.
 
“Os Andes e a Amazônia estão intimamente ligados, com muitas espécies e funções do ecossistema dependendo de suas conexões. Estradas e desmatamento já ameaçam fragmentar os elementos terrestres. Barragens agora ameaçam fragmentar o aquático também. Os rios andinos contribuem com a maior parte do sedimento na Amazônia principal, as perdas na conectividade do rio se traduzem em alteração drástica do canal do rio e da planície de inundação geomorfologia e serviços ecossistêmicos”, comenta Jenkins, que também é professor da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade. 
 
Os rios andinos definem predominantemente a formação de rios a jusante, controlando suas curvas e deposição de sedimentos. Isso se junta ao fato de que os rios amazônicos abrigam cerca de 3500 a 5000 espécies de peixes, colocando-os no auge da diversidade global, fazendo com que o aumento sem precedentes no desenvolvimento da energia hidrelétrica seja uma das principais questões globais de conservação. As barragens representam uma ameaça à diversidade e endemismo de peixes de água doce previamente desconhecidos na Amazônia Andina, incluindo espécies que migram das terras baixas da Amazônia para os rios andinos, que são uma fonte primária de proteína para os mais de 30 milhões de habitantes humanos da bacia amazônica. 
 
A equipe compilou dados internacionais sobre as barragens atuais e futuras construídas na região, colaborando com governos locais e organizações de conservação. “Nós reunimos o banco de dados mais abrangente de barragens na Andes-Amazônia. Isso é algo que será útil além do nosso trabalho. Será útil para outros pesquisadores e tomadores de decisões políticas “, disse Sebastian Heilpern, um dos co-autores da publicação e pesquisador estudante graduado do Departamento de Ecologia, Evolução e Biologia Ambiental da Universidade de Columbia. A equipe internacional de cientistas descobriu também que o número de represas hidrelétricas em estágios de construção e planejamento, bem como sua pegada ecológica na Amazônia Andina, foram previamente subestimados.  
 
Os pesquisadores esperam que o estudo possa levar a uma reforma dos processos individuais de tomada de decisões baseados em represas. “O que eu espero é que ao mostrar as tendências regionais e que haja uma alteração generalizada do rio, esta pesquisa pode levar a um desenvolvimento mais coordenado e ajudar a destacar a importância de manter alguns rios fluindo na região”, diz Elizabeth Anderson, que coordenou a inciativa.
 
A colaboração internacional por trás dessa pesquisa já levou à formação de uma nova iniciativa, Rios Vivos Andinos, que visa facilitar mais análises científicas regionais que examinem os vínculos entre os fluxos dos rios, a biodiversidade da água doce e o bem-estar humano. A pesquisa foi apoiada por subsídios da USAID, da Fundação MacArthur, do Projeto Peixe Amazônia e do apoio individual de pesquisadores.

 

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INCAB/IPÊ lança petição por mais segurança para animais silvestres em rodovia do Mato Grosso do Sul

16 de janeiro de 2018 Por Paula Piccin

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A INCAB – Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira, projeto do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, lançou uma petição pública pedindo que órgãos responsáveis pela Rodovia MS-040 implementem medidas que podem evitar atropelamentos e morte de animais silvestres nessa estrada, cujos índices são alarmantes. A petição pode ser assinada por qualquer cidadão por meio do link: https://www.change.org/p/pelo-fim-dos-atropelamentos-de-fauna-na-rodovia-ms-040-ms

A Rodovia MS-040, que liga os municípios de Campo Grande e Santa Rita do Pardo (230 quilômetros), em Mato Grosso do Sul, foi inaugurada em dezembro de 2014 e, desde então, vem apresentando um grave problema de atropelamentos de animais silvestres, em sua maioria mamíferos de médio e grande porte. Muitas dessas espécies são ameaçadas de extinção, como a anta-brasileira e o tamanduá-bandeira. 
Entre março de 2015 e dezembro de 2017, foram registradas 95 ocorrências de atropelamento somente de antas brasileiras. Outras 268 antas foram atropeladas e mortas em outras rodovias do Estado do MS.

Os acidentes envolvendo animais de grande porte são também um alto risco para a vida de pessoas.Colisões com antas, um animal com cerca de 200-250 kg, já causaram a morte de 23 pessoas e ferimentos de 46 em todo o Estado entre 2013-2017.

Em maio de 2016, foi instaurado um inquérito civil junto ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (Nº 06.2016.00000716-6, 34ª Promotoria de Justiça de Campo Grande – MS), visando apurar a responsabilidade civil dos órgãos competentes (AGESUL – Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul / SEINFRA – Secretaria de Estado de Infraestrutura) em não ter implementado as medidas mitigadoras para redução dos riscos de acidentes automobilísticos envolvendo animais na MS-040.

Durante o processo de inquérito, a INCAB/IPÊ desenvolveu um Plano de Mitigação de Fauna Silvestre Atropelada para a Rodovia MS-040 e o entregou ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul. O plano foi apresentado para a AGESUL/SEINFRA em outubro de 2017. O documento fala detalhadamente sobre as alternativas de implementação de medidas de mitigação para redução de atropelamentos de mamíferos de médio e grande porte na MS-040, particularmente, o cercamento das laterais de passagens inferiores adequadas à fauna (redes de drenagens, pontes e passagens de gado por sob a rodovia) já existentes ao longo da rodovia.

 

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FELIZ 2018!

19 de dezembro de 2017 Por Paula Piccin

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Contribua com a construção do novo mapa de áreas prioritárias da Mata Atlântica

19 de dezembro de 2017 Por Paula Piccin

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Se você trabalha na Mata Atlântica, seja em Organizações da Sociedade Civil, empresas ou setor governamental, pode contribuir para a construção do novo mapa de áreas e ações prioritárias do bioma.
 
No link www.ipe.org.br/areasprioritarias é possível acessar um formulário para responder a questões importantes, que irão nortear a elaboração desse novo documento. As organizações participantes terão os devidos créditos inseridos na pesquisa e no resultado final do mapa, que ficará mais completo e terá acesso livre. Materiais como esse são fontes de informação para trabalhos e tomada de decisões na esfera da conservação socioambiental na Mata Atlântica.
 
Esta é a segunda atualização do Mapa das Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade Brasileira – Bioma Mata Atlântica. A primeira aconteceu em 2008. A previsão de término é em 2018.
 
Os trabalhos estão sendo desenvolvidos pelo IPÊ, por meio de um parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), no âmbito do projeto Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica, coordenado pelo MMA, no contexto da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável Brasil-Alemanha. O processo recebe apoio da Iniciativa Internacional de Proteção do Clima (IKI) do Ministério Federal do Meio Ambiente, e Proteção da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) da Alemanha.
 

 

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Protocolos para monitorar pesca são temas de encontros com comunidades

10 de novembro de 20228 de dezembro de 2017 Por Paula Piccin

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Nas últimas semanas de novembro, o IPÊ realizou duas expedições para debater e implementar protocolos de monitoramento de pesca e igarapés em duas unidades de conservação na Amazônia: Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Itatupã-Baquiá (PA) e na Reserva Extrativista (Resex) Cajari (AP), respectivamente. Os protocolos são um conjunto de métodos a serem seguidos para a realização do monitoramento da biodiversidade, além das questões que precisam ser respondidas para realizá-lo de maneira efetiva.

Na RDS, os técnicos do IPÊ e do CEPAM (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica do ICMBio) realizaram a capacitação dos gestores, comunitários, parceiros e famílias da unidade para a coleta de dados dos indicadores, e também aplicaram o formulário piloto do protocolo de automonitoramento da pesca. A atividade alcançou 36 famílias, ao todo: oito na comunidade Boca do Tauari, 10 em Belo Horizonte e 18 em Jaburu.

A capacitação dos futuros monitores passou pela teoria, com explicações sobre como preencher os formulários e importância do monitoramento, e pela prática, quando as famílias fizeram um piloto de coleta de dados. Após o piloto na RDS, foram selecionadas as famílias que serão responsáveis pelo auto-monitoramento e os períodos quando eles deverão ser feitos, seguindo o ciclo hidrológico dos rios da Amazônia (seca, enchente, cheia e vazante).

“O processo de explicação e aplicação do monitoramento de pesca envolve treinamento e participação dos moradores, que são os mais interessados nesse trabalho que visa ao uso sustentável dos recursos pesqueiros locais. Nós debatemos os principais pontos a serem considerados e vamos adaptando os modelos às necessidades da biodiversidade e das populações”, explica Wendell Medeiros, do IPÊ.

Na Resex Cajari, no Amapá, foi testado o protocolo de igarapés, que também está sendo criado para o SubPrograma de Monitoramento de Biodiversidade Aquática Continental do ICMBio.

As atividades são promovidas pelo projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade, realizado pelo IPÊ em parceria com o ICMBio.

 

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Espaço UKA, na comunidade Nova Esperança, completa 1 ano

5 de dezembro de 2017 Por Paula Piccin

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O centro cultural UKA, criado pelo IPÊ em parceria com o Instituo C&A na comunidade de Nova Esperança, no baixo Rio Negro (AM), completou 1 ano de atividades. A Uka Yayumbué Baiakù (UKA) é uma “Casa do Conhecimento” para os moradores locais e nasceu em 2016, por meio do projeto “Auto-fortalecimento da Cultura Baré, por meio do turismo comunitário e da valorização do artesanato de Nova Esperança”, com suporte da Secretaria Estadual de Meio-Ambiente (SEMA) e a USAID. Criado e inaugurado com voluntários do Instituto C&A e a equipe técnica do IPÊ,  o centro cultural conta com uma biblioteca e realiza atividades para fortalecimento das tradições da etnia Baré.

Para encerrar as atividades do ano na UKA, o IPÊ promoveu um intercâmbio cultural com os participantes do projeto. A ideia foi proporcionar aos guardiões da UKA aprendizados sobre o funcionamento de bibliotecas comunitárias que já foram apoiadas pelo Instituto C&A, como o ECAE – Espaço Cidadão de Arte e Educação, em Manaus (AM). Os guardiões têm a missão de estar presentes na biblioteca diariamente para manter seu funcionamento e zeladoria. Além de serem contadores de histórias para os presentes.

Dayana dos Santos, de 23 anos, é professora indígena de crianças de 4 a 5 anos e uma das guardiãs do espaço. Ela afirma que o primeiro ano de funcionamento da biblioteca já fez a diferença nas suas aulas. “Aqui estamos aproveitando muito esse espaço. Não só as crianças, mas os jovens e adultos da comunidade que estão gostando de conhecer novos autores e estão percebendo como a leitura é importante no dia a dia. Os pequenos estão sempre lá para ouvir as histórias contadas pelos guardiões. A biblioteca tem ajudado nas minhas aulas, porque muitas vezes eu empresto os livros de lá para contar histórias pros alunos”, diz.

A UKA conta hoje com seis guardiões, de 17 a 21 anos. A biblioteca já conta com mais de 1 mil livros, doados pela C&A, outras instituições e visitantes. Para continuar e fortalecer as atividades da biblioteca, IPÊ e comunidade estão desenvolvendo parcerias locais .

“Espero que esse espaço só aumente o desejo dos alunos em ler. Além disso, ele dá importância para nossa cultura e valoriza mais o acervo indígena. Espero que daqui saiam bons leitores que saibam valorizar o que temos aqui”, completa Dayana.

 

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Exposição fotográfica apresenta projeto para comunidade na Amazônia

1 de dezembro de 2017 Por Paula Piccin

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Um dos desafios dos projetos socioambientais é promover o contato com as comunidades locais e mantê-las informadas sobre as ações realizadas na região. Em novembro, o IPÊ utilizou uma exposição fotográfica para contar à comunidade do entorno da Floresta Nacional do Jamari (Rondônia) sobre o projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade, realizado ali em parceria com o ICMBIo (Instituto Chico Mendes de Biodiversidade). O projeto capacita monitores para serem agentes na conservação da área.

O tema foi “Onde está a biodiversidade?”. Com fotografias de espécies da fauna e flora da Floresta Nacional, os próprios monitores formados e acompanhados pelo projeto mostraram as riquezas naturais que aquele pedaço da Amazônia tem, para cerca de 100 pessoas. A exposição aconteceu na praça municipal de Itapuã do Oeste, junto à Feirinha, que faz parte do Leilão Direito de Viver que arrecada fundos para o Hospital de Amor da Amazônia.

 

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IPÊ participa de Simpósio de Biologia da Conservação, em Belo Horizonte

1 de dezembro de 2017 Por Paula Piccin

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O IPÊ estará presente na quarta edição do Simpósio Brasileiro de Biologia da Conservação, em Belo Horizonte. O evento acontece de 03 a 07 de dezembro e contará com a presença de Claudio Padua, em uma Palestra Magna sobre “30 anos de Biologia da Conservação no Brasil”. 

O simpósio discutirá quatro temas: Políticas Públicas e Conservação da Biodiversidade, Ciência e Conservação, O papel do Terceiro Setor na Conservação, e Comunicação das Ciências da Conservação. A proposta do evento é debater sobre “os rumos para conservação da biodiversidade”.

Um estande com produtos da Loja do IPÊ também estará disponível para que os participantes conheçam o tabalho do Instituto com comunidades moradoras de biomas como a Mata Atlântica.

Mais informações AQUI

 

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Práticas de Educação Ambiental valorizam comunidades e apoiam a proteção das UCs

29 de novembro de 2017 Por Paula Piccin

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Durante o III Seminário de Boas Práticas na Gestão de UCs, a Educação Ambiental foi amplamente discutida entre os gestores e representantes de unidades de conservação como uma prática relevante na implementação de áreas protegidas.

Sete boas práticas de educação ambiental foram apresentadas no evento e todas elas mostraram algum tipo de benefício direto para a UCs, como a aproximação entre os responsáveis pela gestão da unidade e a sociedade civil e o aumento da organização comunitária que, muitas vezes estava desacreditada entre moradores como uma estratégia de desenvolvimento local.

Mais uma vez, as parcerias intersetoriais foram destaque como instrumentos para a realização desses projetos. Este foi o caso da prática realizada na Reserva Extrativista Prainha do Canto Verde, que contou com a participação da Associação de Moradores da Prainha do Canto Verde, Laboratório de Cartografia Social (LABOCART) e Laboratório de Geoecologia da Paisagem e Planejamento Ambiental (LAGEPLAN), ambos do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC). O projeto construiu um zoneamento ambiental da Resex, de forma participativa. As parcerias otimizaram os recursos e ajudaram na disseminação do conhecimento entre os jovens e na motivação para a participação dos moradores locais com a Cartografia Social, uma ferramenta que permite às populações tradicionais desenhar, com ajuda de profissionais, os mapas dos territórios aos quais pertencem.

Iniciativas como essa ampliam o conhecimento da comunidade sobre o que são as Unidades de Conservação e como elas funcionam, empoderam jovens lideranças e jovens extrativistas.

Criatividade e respeito às tradições

Os representantes das práticas apresentadas no evento também reconhecem a necessidade de projetos de educação ambiental serem pensados a partir do conhecimento da realidade local, valorizando a cultura, tradições e saberes existentes. A criatividade para envolver e mobilizar as pessoas para desenvolver projetos educativos também é ponto fundamental.

Na Reserva Extrativista Rio Unini, Parque Nacional do Jaú e Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Amanã, por exemplo, a educomunicação foi utilizada como ferramenta para envolver jovens pela proteção da unidade, capacitando-os para a construção midiática, registro e sistematização de conteúdo. Hoje, os jovens criam matérias para o jornal mural, videos e áudios sobre a realidade local, seus desafios e sua cultura, em uma linguagem acessível a todos, com foco nos interesses da comunidade. A prática fortalece o protagonismo juvenil na gestão participativa das UC, promove o acesso à informação, além de estimular a criatividade dos participantes.

Desafios e oportunidades

As práticas de educação ambiental nas Unidades de Conservação ainda têm desafios importantes, segundo os participantes do debate. Para eles, o processo ainda não é contínuo e nem todos os projetos têm equipes de base ou conseguem manter suas parcerias, recursos e equipamentos. Algumas oportunidades apontadas para superar isso são: ampliar a aproximação das escolas com as atividades dentro dos territórios, fortalecer a economia de base local com turismo de base comunitária e agroecologia como estratégias educativas, e ainda ampliar ações como cursos para construção de viveiros e formação de viveiristas.

 

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