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Cibele Quirino

IPÊ mobiliza colaboradores da Alpargatas/Havaianas em voluntariado para conservação no Parque Estadual do Jaraguá 

24 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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O voluntariado é um dos instrumentos mais relevantes de mobilização pela conservação da biodiversidade. O IPÊ vem estimulando essas ações em parcerias com ONGs e o mundo corporativo. No mês do meio ambiente, 22 colaboradores da Alpargatas/Havaianas (parceira do IPÊ há 18 anos) participaram de ação voluntária no Parque Estadual do Jaraguá, na cidade de São Paulo. A atividade envolveu muita mão na massa, com identificação e setorização de 18 espécies a partir de mudas e coleta de sementes, organização do viveiro, transplante de 550 mudas de palmito-juçara, espécie ameaçada de extinção, e plantios de mudas de árvores. 

A programação teve início logo pela manhã com apresentação de Gustavo Lopes do Espírito Santo, gestor do Parque Estadual do Jaraguá, sobre a Unidade de Conservação (UC) considerada Patrimônio da Humanidade, pela Unesco. O Parque abriga um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica da Região Metropolitana de São Paulo e integra a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo.  

gestor Gustavo

Na sequência, Andrea Peçanha, coordenadora da Unidade de Negócios do IPÊ, destacou o voluntariado corporativo como estratégico para a conservação da biodiversidade. “O potencial que as companhias têm de envolver os colaboradores em uma iniciativa como essa reforça os valores corporativos e o senso de coletividade e de pertencimento. Afinal, todos podemos contribuir com a conservação das áreas protegidas e com a biodiversidade. Reunir os colaboradores na UC reforça o amadurecimento dessa relação do IPÊ com a Alpargatas/Havaianas, o que pode inspirar outras empresas a seguirem por esse caminho, de um posicionamento que mobiliza os colaboradores a atuarem pela conservação de nossos parques e áreas protegidas”, afirma. 

Maria José de Martini, head de Sustentabilidade e reputação da Alpargatas/Havaianas, explica como o voluntariado é aplicado dentro da empresa. “Na área de responsabilidade social promovemos a inclusão através da educação, do empreendedorismo social e do voluntariado, um dos grandes pilares da estratégia global”, comenta. 

Grande parte dos voluntários de Alpargatas/Havaianas participou pela primeira vez de uma ação como essa. “Essa foi nossa primeira grande entrega dentro da nova estratégia global, a primeira de muitas. E nada melhor como começar com um parceiro (o IPÊ) com quem já atuamos há 18 anos.  Muitos colaboradores nunca tinham feito uma ação voluntária. Alguns já eram voluntários e adoraram a nova iniciativa junto à natureza, foi um dia incrível.  Já temos colaboradores interessados nas próximas edições, querendo participar, perguntando quando será a próxima ação”.  

As ações no viveiro contaram com a orientação dos profissionais do Parque e de dois técnicos do IPÊ, Gustavo Brichi e Paulo Roberto Ferro. A equipe também realizou o plantio de mudas e caminhou até o Pico do Jaraguá, que dá nome à unidade, com 1.135 metros de altitude.  A palavra Jaraguá, de origem tupi, significa “Senhor dos Vales”.   

Havaianas viveiro Pq Pico Jaragua

Para Gustavo Lopes do Espírito Santo, gestor do Parque Estadual do Jaraguá, iniciativas como essa reforçam o voluntariado como estratégico para engajar a sociedade pela natureza. “Foi uma atividade enriquecedora, sem dúvida a oportunidade de expor a importância das áreas protegidas para grupos engajados e comprometidos contribui para melhoria dos serviços ofertados ao público e desperta um sentimento de carinho e pertencimento ao espaço. E sem dúvida serve de inspiração para novas ações”. No dia, os 22 voluntários somaram 130 horas de voluntariado dedicadas à unidade de conservação, 6 horas de cada participante. 

Andrea Peçanha ressalta que a iniciativa superou as expectativas dos colaboradores. “Todos ficaram positivamente impressionados com a receptividade da equipe da Fundação Florestal que atua no Parque e com a gestão na Unidade. O interesse foi tanto que os participantes já estavam planejando a próxima oportunidade de visitar o local.” 

Pico do Jaragua recorte

Bem coletivo, afinal todos somos biodiversidade 

As ações dos voluntários contribuíram com a revitalização do viveiro que produz mudas nativas da Mata Atlântica para a restauração de áreas degradadas dentro da UC, o que é essencial para auxiliar na proteção desse importante remanescente de floresta e de sua biodiversidade, como explica Angela Pellin, pesquisadora que coordena a frente de Voluntariado para Conservação, do IPÊ. “É o tipo de iniciativa onde todos ganham: o Parque que recebeu apoio dos voluntários e materiais doados para revitalizar parte do viveiro, os voluntários que têm um dia diferente, em contato com a natureza e com muito aprendizado, e a Alpargatas que tem a oportunidade realizar uma ação integradora com seus funcionários, e que reflete o compromisso da empresa com o meio ambiente”, diz. 

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Programe-se para o Um Dia no Parque 2022, em 24 de julho!

24 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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“De volta ao Lar!” é o slogan do Um Dia No Parque (UDNP) 2022 que após dois anos será realizado em 24 de julho com atividades presenciais em Unidades de Conservação de todo o país.

O slogan inspirado na frase do poeta estadunidense Gary Snyder, “Natureza não é um lugar que se visita. Ela é nosso lar” reforça que somos parte da natureza e, por consequência, das Unidades de Conservação.

A ação é uma campanha da Coalizão Pró-UCs (Pró Unidades de Conservação da Natureza), da qual o IPÊ faz parte, que busca conectar as pessoas com a natureza das áreas protegidas de todo o país. A expectativa desse ano é que a mobilização seja a maior já realizada.

Segundo o PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, cerca de 15% da superfície do planeta Terra é de áreas de conservação. Atualmente, o Brasil possui pelo menos 3.600 UCs, incluindo as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Na edição 2021, 350 Unidades de Conversação participaram do UDNP com atividades presenciais e online, como rodas de conversa, seminários, palestras e aulas de yoga no formato on-line.

Gestores de Unidades de Conservação, grupos e instituições interessados em oferecer atividades no UDNP devem realizar inscrição gratuita pelo e-mail contato@umdianoparque.net  com as seguintes informações: nome da UC, município e estado, descrição da atividade, data, horário e local, e informações extras, como cobrança de ingresso e formulário de inscrição.

Contagem Regressiva

Há um mês do evento, acompanhe as postagens nos perfis do Um Dia no Parque no Instagram e no Facebook e confira uma série de registros de pessoas em contato com a natureza em Unidades de Conservação.

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Jovens criam rede e buscam formação política para atuar na Amazônia

23 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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Indígenas, ribeirinhos, extrativistas e ativistas fazem curso para melhorar o entorno e trazer desenvolvimento sustentável para o local onde vivem

Como melhorar o lugar de onde se tira o sustento e desenvolvê-lo de forma sustentável? Em busca dessas respostas, indígenas, ribeirinhos, extrativistas e ativistas deram início ao curso Formação de Jovens Lideranças Transformando Territórios Amazônicos. O Seminário de Abertura aconteceu no início do mês (03 a 05 de junho), de maneira presencial, em Manaus e abordou o tema Ciência Política e Histórias das Ocupações da Amazônia. Depois serão mais sete módulos virtuais e como resultado final os alunos irão elaborar um plano de ação para seus territórios. O curso é uma iniciativa do LIRA- Legado Integrado da Região Amazônica, projeto do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas.

“Como jovens futuros líderes, precisamos falar de política, porque ela está dentro de nós e é através dela que vamos trabalhar para o bem comum e buscar a nossa felicidade em nome do nosso povo. Representando minha comunidade, Paiter-Suruí, fico muito feliz em ter essa oportunidade de conhecer e aprender uns com os outros. É um momento muito importante”, diz Naraiamat Surui, da aldeia Paiter, coordenador do Centro das Plantas Medicinais Olawatawah e participante do curso.

Estimular a formulação de políticas públicas efetivas que tragam impactos positivos frente às causas e direitos defendidos por indivíduos, organizações ou grupos, é uma prática do sistema democrático chamada de incidência política ou, no termo em inglês, advocacy. Para que seja exercida de maneira plena, é preciso ter uma base de conhecimento e informações, inclusive sobre a legislação, relacionados ao tema.

Segundo Fabiana Prado, coordenadora do LIRA, fortalecer a compreensão política dos jovens sobre a importância das áreas protegidas, biodiversidade e floresta é uma questão central para o desenvolvimento sustentável e a conservação da floresta. “O curso foi construído para atender à necessidade de qualificar a atuação do jovem para o advocacy na agenda socioambiental. Já vínhamos apoiando redes de juventude da região com os projetos das Soluções Integradas do IPÊ e com o LIRA entendemos que poderíamos começar a desenhar esse processo de formação política”, diz.

Alzerina Mercado Joaquim, da Associação Primavera – RESEX Estadual Rio Pacaas Novos, Rondônia, acredita que a produção de informação desqualificada, as chamadas fake news, dificulta a luta política no território, mas o acesso à internet possibilita a disseminação do que realmente acontece na comunidade. “O acesso à internet nesses espaços foi e está se tornando uma revolução, porque a partir do momento em que eu, dentro do meu território consigo filmar e expor o que é que está acontecendo aqui dentro, como no caso dos jovens comunicadores indígenas, a gente consegue levar uma informação mais verdadeira”, conta.

“O processo de sucateamento da saúde e educação também é uma forma de nos matar. Também é uma forma de genocídio contra os nossos povos. O que a gente precisa é construir políticas afirmativas para a gente entrar, permanecer, se formar e levar essa informação para dentro de nossas comunidades. Precisamos ocupar esses espaços de poder político, se não, nossas pautas não serão levantadas”, afirma Mayara Pereira Batista, do Movimento dos Estudantes indígenas do Amazonas.

Fabiana conta que os primeiros dias de curso foram bastante produtivos e promissores. “A ideia é conectar jovens formando uma rede e construir saberes para atuação dentro das diferentes instâncias de incidência política nos temas de governança, biodiversidade e gestão de territórios, além de trazer conteúdo para o domínio da linguagem jurídico-administrativa e percebemos, já nesse início de curso, que a vontade de conhecimento e atuação é imensa”, afirma Fabiana Prado.

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Mestra pela ESCAS agrega valor à marca de café familiar e inicia o próprio negócio 

21 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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Agregar diferenciais de sustentabilidade à marca de café da própria família e iniciar o próprio negócio estão entre os principais resultados obtidos pela oceanógrafa Gisela Sertório, a partir do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável na ESCAS. “O mestrado foi um divisor de águas em muitos aspectos da minha vida”, destaca a mestra pela ESCAS. 

Gisela ingressou no Mestrado após a finalização do projeto sobre o peixe-boi-marinho em que atuava como educadora ambiental, na região Nordeste do Brasil. “Regressei para minha cidade natal Franca e estava em busca de um mestrado que ampliasse minha perspectiva da sustentabilidade, do desenvolvimento sustentável. Nesse momento, eu buscava dar um upgrade no meu trabalho, identificar novas oportunidades tanto de conhecimento, quanto de me descobrir também no mercado de trabalho”.

Negócio familiar 

Em Franca, no interior de São Paulo, Gisela atuou na marca de café da própria família, a Santoro Cafés Especiais. “Durante cinco anos, trabalhei na área de qualidade e torrefação e comecei a introduzir a questão da sustentabilidade, como por exemplo o Selo Eu Reciclo de compensação da embalagem vinculado à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n° 12.305/2010)”, pontua. 

 

Washington Luís Bueno de Camargo Gisela Sertorio sobrinho Raphael Sallon

Washington Luís Bueno de Camargo, Gisela Sertorio e Raphael Sallon

No mestrado, durante as aulas de Ana Coelho sobre Negócios Sustentáveis e do Roberto Palmieri sobre certificação da cadeia de custódia (rastreabilidade da procedência), Gisela encontrou o tema para o desenvolvimento da tese de conclusão do curso e que logo depois também contribuiu com o próprio negócio. “O mestrado da ESCAS é muito prático. As aulas da Ana Coelho abriram o horizonte do que é empreendedorismo sustentável. Ela mostrou a partir de uma série de cases de sucesso que mesmo sendo pequeno é possível trabalhar negócios sustentáveis. Já o Roberto Palmieri trouxe a perspectiva dos diversos alimentos sustentáveis no Brasil”, destaca Gisela. 

Como trabalho de conclusão de curso, Gisela desenvolveu estudo de como transformar a marca de café da família em negócio sustentável. “Atualmente, a Santoro conta com o selo de indicação de procedência da AMSC – Associação de Cafés Especiais da Alta Mogiana, um aspecto de sustentabilidade do café de origem. Cafeicultores de pequeno, médio e grande porte estão juntos para o fortalecimento de café especial da Alta Mogiana”, explica a mestra pela ESCAS. 

Empreendedorismo 

No final do mestrado, Gisela conheceu a kombucha – bebida à base de chá verde (Camellia sinensis), fermentada por uma simbiose de bactérias e leveduras microbiologicamente ativas (Scoby). “Comecei a fazer a minha produção artesanal, me apaixonei pela fermentação e passei a sonhar em criar uma marca para ter minha própria história”, destaca.  Há um ano, o negócio próprio se tornou realidade. “Solar Kombucha é um modelo de negócio sustentável desde a concepção.  Realmente estou muito satisfeita, acredito na Solar tanto na autenticidade do modelo de negócio –na perspectiva do negócio sustentável que traz a origem, o território – quanto na qualidade da bebida que produzo”, completa a CEO.   

Segundo Gisela, a SolarKombucha conta com uma série de diferenciais. “Todos os sabores advêm dos produtores agroecológicos da região Alta Mogiana. Com a rastreabilidade dos sabores conecto diretamente o consumidor com os produtores. Tenho o Selo Eu Reciclo de logística reversa da embalagem e também faço logística reversa consciente, estimulando os consumidores a devolverem as embalagens de vidro. Não é só de café que vive a região da Alta Mogiana”. 

Anglica Facirolli Agroflorestaira meio Talita Suzumura designer e Gisela Sertorio

Angélica Facirolli ( Agroflorestaira), Talita Suzumura ( designer) e Gisela Sertorio. Crédito: Arquivo pessoal. 

No momento, Gisela atua na microescala. “Estou no começo, minha produção é local comercializadas em lojas de produtores naturais e também faço venda direta. Muitas vezes tenho fila de espera, isso é um problema, mas estou expandindo, acabei de mudar de espaço para ampliar a produção”.  A expectativa é chegar a 500 litros/mês durante o segundo semestre de 2022. 

 

“Para quem está pensando em iniciar o mestrado, diria que o mestrado pode agregar muito na vida dessa pessoa porque realmente a ESCAS tem esse potencial de trazer um conhecimento de alta qualidade sobre diversas perspectivas do desenvolvimento sustentável, da conservação da biodiversidade, da sustentabilidade. Consegui encontrar um caminho para depois replicar no meu próprio negócio, na minha própria história”, Gisela Sertório, oceanógrafa, empreendedora, mestra pela ESCAS. 

 

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Linhas de crédito voltadas para negócios de impacto positivo socioambiental: confira o trabalho em desenvolvimento  por egresso da ESCAS  

21 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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O economista Fábio Accunzo chegou à pós-graduação da ESCAS em Gestão de Negócios Socioambientais em um momento de transição profissional. “Eu trabalhava na área internacional de um grande banco, mas vinha pensando em mudar de área, estava interessado em saber mais sobre os negócios de impacto, mas ainda não tinha ideia de como atuar e naturalmente o curso me deu essa visão do mundo de impacto”, revela.

Cerca de seis meses após iniciar o curso, Fábio saiu do banco e abriu o próprio negócio. “Fundei a Ocean360, que atua basicamente com o que eu fazia no banco, financiamentos estruturados e para importação/exportação. O egresso revela que a mudança está no porte das empresas atendidas. “Enquanto no banco eu trabalhava com empresas de grande porte, na Ocean360, o público-alvo é formado pelas empresas brasileiras de médio porte, como químicas, petroquímicas, de papel, metalúrgicas, por exemplo. Estou voltado a esse perfil uma vez que as grandes empresas têm grande cobertura dos bancos e as pequenas não têm balanço para sustentar o crédito”, completa.

No momento, Fábio está ampliando a atuação da Ocean360 com a estruturação de linhas voltadas para negócios de impacto positivo socioambiental. “Temos parceira com uma empresa de assessoria e desenvolvimento de negócios que prepara empresas para a agenda socioambiental. De forma complementar, a Ocean360 desenvolve canais de captação de recursos junto a investidores locais e estrangeiros para clientes vinculados a projetos de impacto. Estamos fazendo as primeiras ofertas para clientes em busca de financiamento”, revela. Ao mesmo tempo, Fábio está desenvolvendo o plano de trabalho de um projeto socioambiental voltado à captação de recursos com empresas.

Economista especializado em gestão de negócios socioambientais 

Accunzo conta que chegou até a ESCAS/IPÊ após conhecer o trabalho realizado por Fábio Takara – também egresso – idealizador e fundador da Firgun – uma plataforma de empréstimo para moradores da periferia. Desde 2020, Accunzo é um dos investidores da Firgun. “A startup e o compromisso dos fundadores são fora de série, eles buscam levar acesso a crédito a empreendedores totalmente à margem do sistema financeiro. Comentei com o Fábio Takara que eu queria entender mais sobre o ecossistema de impacto, falar essa linguagem do mundo real e ele me disse que havia cursado a pós-graduação da ESCAS/IPÊ”.

Accunzo procurou mais informações sobre o curso e decidiu iniciar a especialização.  “Vi o currículo do curso, achei bem amplo e foi impulso. Naquele momento, eu não tinha certeza e acabou sendo super relevante, muito mais pela forma, porque enquanto a pós-graduação tradicional tem uma abordagem acadêmica e pouca prática (o que eu não iria aguentar no contexto da pandemia), o conhecimento prático, sem dúvida, é um grande diferencial da ESCAS”. 

Outra esfera prática das aulas é a Resolução de Desafios. Nesse módulo, os alunos são desafiados por pesquisadores do IPÊ e de instituições/ empresas parceiras que compartilham questões reais enfrentadas pelos projetos. Os alunos contam com duas semanas para apresentar em grupo possíveis resoluções para tais desafios. “Essa proposta é mais prática ainda, conhecimento puro”. 

Networking para a vida 

O economista revela que a rede de alunos está também entre os destaques da ESCAS. “O networking, sem dúvida, é um ponto positivo do curso. Quando tenho alguma questão para esclarecer ligo não apenas para os meus colegas de turma, mas também para antigos alunos, já conheci muitas pessoas e temos um grupo bastante ativo no WhatsApp”.  

 

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Extensionistas falam como foi o curso da ESCAS/IPÊ e ELTI no Sul da Bahia 

20 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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Entre julho de 2021 e abril de 2022, 15 extensionistas rurais, agentes que orientam agricultores com conhecimento em técnicas de campo, participaram do curso Adequação Ambiental e Produtiva em Propriedades Rurais, uma parceria entre IPÊ, a escola ESCAS e a ELTI, no sul da Bahia.

“Fiquei impressionada com o curso que trouxe abordagens muito atuais e a oportunidade de conhecer experiências de sucesso dentro da adequação ambiental a partir de soluções inovadoras.  O curso entrega o passo-a-passo da implementação, cada módulo traz o embasamento teórico, os entraves para execução, e como chegar à prática – informações enriquecedoras. As aulas síncronas (ao vivo) possibilitaram o contato da turma, a troca de experiências e a formação de uma rede de profissionais. O modelo híbrido favoreceu a participação de professores do exterior, o que reforçou as similaridades em relação aos desafios. A vivência de campo fechou com chave de ouro”, Priscila Valente Batista Neto, que atua na coordenação de projetos socioambientais no território da Costa do Descobrimento/BA.

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Estudantes aprendendo sobre balizamento de linhas alternadas de plantio em quincôncio (triângulos equiláteros). Crédito: Maria Otávia Crepaldi/IPÊ

“O curso foi muito proveitoso, as disciplinas sobre certificações, produção orgânica, extensão rural, assistência técnica, metodologias participativas atualizaram uma série de informações. Mesmo sendo online, o curso instrumentaliza muito bem como colocar em prática as ferramentas que aprendemos. Durante o módulo presencial, que foi muito rico em troca de experiências e conhecimentos em diversas áreas, também entre os participantes, tivemos inclusive a oportunidade de colocar em prática os aprendizados” Thiago Guedes Viana, assessor especial do Gabinete da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia. 

Os participantes têm agora a possibilidade de solicitar mentoria nas áreas de atuação do programa, nas frentes de aplicação prática no campo, participação em eventos e congresso e ainda orientação quanto ao desenvolvimento de peças de comunicação. A ELTI visa acompanhar o desenvolvimento desses trabalhos no longo prazo. 

Ampliação de conhecimento 

Dois técnicos extensionistas que atuam no projeto Semeando Água também participaram do curso. Paulo Roberto Ferro e Gustavo Brichi, pretendem compartilhar os aprendizados do curso no sul da Bahia com os produtores rurais beneficiários do Projeto Semeando Água, do IPÊ, na região do Sistema Cantareira, em São Paulo e Minas Gerais. 

“Vamos começar a implementar o sistema silvipastoril na região do Sistema Cantareira e o curso trouxe uma série de informações práticas, como por exemplo os desenhos/croquis dos sistemas como um todo; o que é uma informação-chave, além dos benefícios que vão além do número de animais por hectare, mas chegam também ao aumento do índice de proteína nas gorduras do leite e a melhoria na microbiota no solo”, destaca Gustavo Brichi, técnico extensionista no projeto Semeando Água/IPÊ. 

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Formação de lideranças: IPÊ, ESCAS e ELTI estreiam parceria no sul da Bahia 

20 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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Quinze extensionistas rurais, agentes que orientam agricultores com conhecimento em técnicas de campo, participaram do curso Adequação Ambiental e Produtiva em Propriedades Rurais, entre julho de 2021 e abril de 2022. Com 90 horas, o curso teve formato híbrido com aulas online e um módulo presencial. A iniciativa atendeu extensionistas que atuam no sul da Bahia com pequenos agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais, mostrando como é possível conciliar produtividade com recuperação de serviços ecossistêmicos e conservação da biodiversidade. O curso foi uma realização conjunta do IPÊ, com a ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, a ELTI – Environmental Leadership & Training Initiative e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). 

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Participantes do curso visitam sistema agroflorestal de cacau “cabruca” com mais de 70 anos. Crédito: Maria Otávia Crepaldi/IPÊ

Maria Otávia Crepaldi, que divide a coordenação do curso ao lado de Simone Tenório, ambas pesquisadoras do IPÊ, revela que durante a vivência de campo, os extensionistas tiveram a oportunidade de sedimentar questões práticas de sistemas produtivos, incluindo ações de beneficiamento e também de reconhecer a conservação da biodiversidade e os serviços ecossistêmicos promovidos no local. “Durante a visita à propriedade-modelo de sistema agroflorestal com cacau, os extensionistas mediram a produtividade média de cacau na quadra (área com cerca de dois hectares), a partir da média dos cinco pés de cacau escolhidos. Eles também praticaram exercícios de clonagem, a partir de cortes na haste de uma planta-mãe, além de receberem orientações sobre a adubação no berço (onde são plantadas as mudas) e na cobertura, por exemplo”.

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Visita às estruturas da agroindústria de secagem e extração de óleos vegetais. Crédito: Maria Otávia Crepaldi/IPÊ

A pesquisadora destaca que na propriedade os participantes também conheceram a infraestrutura de uma pequena agroindústria. “Os alunos conferiram as estruturas de secamento de frutas, do cacau e de beneficiamento para extração de óleos vegetais, o que agrega valor à produção”, diz Maria Otávia. 

O grupo também fez uma trilha em mata formada por cabruca de cacau antiga com diversas árvores nativas que na sequência dá espaço a uma mata nativa primária de árvores centenárias. “Essa vivência está relacionada a quatro módulos do curso: Planejamento e Adequação Ambiental, Sistemas Agroflorestais, Conservação da Biodiversidade e Gestão de Negócios Rurais. Finalizamos o percurso com a subida em um jequitibá-rosa que tem uma plataforma de 32 metros de altura para observação da propriedade e do dossel da floresta”. 

Construção em rede 

O curso marca a estreia da parceria no sul da Bahia entre IPÊ, ESCAS e a ELTI – Iniciativa para Treinamento e Liderança Ambiental – da Escola de Floresta da Universidade de Yale. “As instituições compartilham do interesse em alinhar produtividade com conservação da biodiversidade e o restabelecimento dos serviços ecossistêmicos; questão-central no trabalho desenvolvido pelo IPÊ. Na região, sistemas agroflorestais, silvicultura de nativas e restauração são temas-chave e que também estão na identidade da ELTI”, destaca Maria Otávia Crepaldi, pesquisadora e coordenadora local da parceria. 

Para a ELTI, esse cenário é ideal para a implementação do programa de Liderança e Capacitação Ambiental (Environmental Leadership & Training Initiative), da Escola de Silvicultura e Estudos Ambientais, da Universidade de Yale – via parceria com a ESCAS/IPÊ.   

“Estou encantada com a variedade de temas e palestrantes que a equipe conseguiu incorporar em apenas um curso. Essa riqueza de informações contribuiu não só com os quinze participantes do curso, mas também com todos os agricultores da região que se beneficiarão dos conhecimentos compartilhados por esses extensionistas”, destaca Gillian Bloomfield, coordenadora do programa de treinamentos online da ELTI. 

Além de Maria Otávia Crepaldi e Simone Tenório, do IPÊ, que coordenaram a organização do curso, Luciana Jacob, Fernando Rabello e Anna Gabriella Agasi, do IPÊ, atuaram como tutores, facilitando a realização do curso com Gillian Bloomfield, coordenadora do programa de treinamento online da ELTI, e Saskia Santamaria, pesquisadora associada do Programa ELTI Neotrópicos. 

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Conservação da biodiversidade do Parna Montanhas do Tumucumaque é tema de encontro no Amapá

14 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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 A ação promovida pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas em parceria com o ICMBio, fechou temporada 2022 dos ‘Encontros dos Saberes’ sobre a conservação da biodiversidade na Amazônia,

Moradores do município de Pedra Branca do Amapari, no Amapá, participaram, no último sábado, 11/06, da nona edição da temporada 2022 dos Encontros dos Saberes. A reunião, promovida pelo Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade (MPB), do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), debateu a conservação da biodiversidade do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque.

“O Tumucumaque foi a primeira unidade de conservação a sediar a iniciativa dos Encontros dos Saberes. Retornar para as comunidades do entorno dessa UC, discutindo os resultados realizados em quase uma década do projeto de monitoramento participativo tem uma importância enorme para todos nós que construímos o MPB. Pois, além de divulgar e de discutir de forma horizontal os resultados do monitoramento participativo realizado no território, esse momento também é uma excelente oportunidade de aproximar os moradores locais dessa unidade de conservação”, afirma Cristina Tófoli, coordenadora do projeto MPB.

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Crédito: Adison Ferreira/IPÊ

O evento, realizado no centro comunitário do bairro “Cai n’Água”, também reuniu estudantes e professores da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e representantes da secretaria municipal de meio ambiente. Além do encontro principal, aberto a toda comunidade, o IPÊ também promoveu no dia anterior uma reunião menor, denominada de “Encontrinho dos Saberes”. A atividade, realizada na Câmara Municipal de Pedra Branca do Amapari, serviu como um alinhamento entre a gestão local do ICMBio, monitores locais e pesquisadores sobre os resultados das análises dos dados e as experiências de cada ator envolvido.

Na nona edição do Encontro dos Saberes, os participantes acompanharam de perto os resultados sobre o monitoramento participativo de plantas, aves, mamíferos e borboletas no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e debateram sobre as informações coletadas em oito anos de projeto.  Os resultados foram apresentados por monitores locais, pesquisadores do IPÊ e analistas ambientais da Coordenação de Monitoramento da Conservação da Biodiversidade (COMOB) e Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP), do ICMBio.

 ES Parna Tumucumaque Adison Ferreira 21

Crédito: Adison Ferreira/IPÊ

Monitor local da biodiversidade desde 2014, Jeckiel Cássio, afirma que o projeto mudou sua perspectiva sobre conservação ambiental. “Eu fico muito agraciado em saber que o trabalho que realizo no Tumucumaque ajuda a subsidiar as pesquisas do ICMBio sobre o monitoramento da biodiversidade. Antes de ser monitor eu não tinha a ideia do que era monitoramento e não sabia da importância do parque nacional para a manutenção da natureza, não apenas da comunidade com o entorno, mas da biodiversidade em geral, de todo o planeta. E essa troca de conhecimentos proporcionada pelo encontro dos saberes só reforça essa minha visão”.

Para Darlison Andrade, gestor da COMOB/ICMBio, a metodologia do encontro dos saberes é fundamental para inserir a participação social no Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade. “A parceria com o IPÊ tem sido essencial na inserção do elemento participativo dentro do programa de monitoramento. A junção dos dados coletados no monitoramento com a troca de saberes científico e tradicional nos ajuda a pensar e encaminhar soluções a respeito da melhor forma de conservação dessas unidades de conservação. Acredito que no longo prazo muitos produtos ainda virão com essa parceria”, destacou.

Maior Parque Nacional do Brasil e uma das maiores áreas de floresta tropical protegidas do mundo, com uma área de 3,7 milhões de hectares, o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque está localizado na divisa dos estados Pará e Amapá e na fronteira com os países Suriname e Guiana Francesa. O território é uma das 18 unidades de conservação da Amazônia atendidas pelo IPÊ. O encontro também fechou os nove anos de atuação do projeto MPB na região Norte.

Monitoramento Participativo da Biodiversidade

O Projeto MPB apoia a implementação do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (Monitora), do ICMBio, e conta com apoio da Fundação Gordon e Betty Moore, USAID, Programa ARPA – Áreas Protegidas da Amazônia – e mais de 20 instituições locais.

Troca de Saberes

Desde 2018, o IPÊ já realizou 16 encontros de saberes presenciais e dois seminários amplos envolvendo diversos parceiros da instituição como lideranças locais, gestores do ICMBio, monitores e pesquisadores.

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Plantio de mudas de árvores nativas homenageia vítimas da Covid-19 na Amazônia 

8 de junho de 2022 Por Cibele Quirino

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No início de junho (01 a 03), a equipe do Projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia, do IPÊ, apoiou o evento Cuide Bem do Seu Jardim, na Semana do Meio Ambiente, uma iniciativa do Projeto Gari (Grupo de Amigos Representando Ideias) que busca mostrar aos jovens a importância de cuidar de si e do planeta por meio da arte. 

O evento mobilizou jovens que vivem na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga-Conquista, onde o IPÊ atua, e na APA – Área de Proteção Ambiental (APA) da Margem Esquerda do Rio Negro Setor Aturiá-Apuauzinho, ambas localizadas na região do Baixo Rio Negro/ Amazônia. O evento contou com o suporte do Barco Maíra I, do IPÊ, doado pelo Grupo Martins e que atualmente apoia o Projeto Gari.  

Na programação, a pesquisadora Fernanda Freda, coordenadora executiva do projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia do IPÊ, conversou com os jovens sobre os impactos da degradação ambiental, a importância do meio ambiente equilibrado como estratégia para garantir boas condições de saúde a todos. Fernanda também trouxe a pandemia como um alerta para os riscos desse desequilíbrio sem precedentes. 

Como forma de homenagear as vítimas de Covid-19, os participantes plantaram 400 mudas de árvores nativas da Amazônia em três comunidades da RDS Puranga Conquista (Bela Vista do Jaraqui, Pagodão e São Francisco do Chita). As mudas doadas pelo Horto Municipal de Manaus, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, serão contabilizadas pelo movimento global Healing Trees, do qual o IPÊ faz parte. 

ACAO APOIO PROJETO GARI RDS PURANGA CONQUISTA

Healing Trees é uma proposta da San Ramon Carbon Neutral Foundation para que 5 milhões de árvores fossem plantadas em todo o mundo em homenagem às pessoas que perderam as vidas por conta da pandemia da Covid-19. Em maio, o movimento atingiu a meta e os plantios continuam.

Para participar da iniciativa, basta acessar healingtrees.org, preencher o formulário, escolher as espécies e o local em que deseja plantar e fazer a homenagem. Em 12 março de 2022, dia que marca os dois anos de morte da primeira pessoa no Brasil por Covid-19, o IPÊ realizou plantio simbólico de 100 mudas da Mata Atlântica, na região do Sistema Cantareira, em Nazaré Paulista/SP.  

Navegando Educação Empreendedora 

Desde 2021, o Programa Navegando Educação Empreendedora na Amazônia, do IPÊ, atua na RDS Puranga-Conquista realizando levantamentos sobre negócios e seus empreendedores para traçar estratégias que possam dar impulso a esses trabalhos. Tudo acontece com suporte do barco escola Maíra I, que navega as águas dos rios para alcançar os moradores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga-Conquista. O projeto conta com o apoio do projeto LIRA/IPÊ – Legado Integrado da Região Amazônica e parceria do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo. 

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1º Congresso Brasileiro de Trilhas traz voluntariado, ações apoiadas pelo LIRA e Soluções Integradas do IPÊ para a Amazônia

30 de maio de 2022 Por Cibele Quirino

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De 25 a 29 de junho, voluntários, praticantes de esportes em áreas naturais, gestores e lideranças de áreas protegidas participaram do 1º Congresso Brasileiro de Trilhas, em Goiânia/GO. No segundo dia de evento, Nailza Porto, pesquisadora do IPÊ no Amazonas, moderou a mesa-redonda Conexão Amazônica – organizada pelo Instituto. “Reunimos nessa mesa experiências de trilhas de longo curso implementadas nos estados do Acre, Amazonas e Pará, incluindo duas que integram o território dos projetos apoiados pelo LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica, do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. A partir dessas experiências a mesa propôs reflexões com uma visão de longo prazo, uma vez que a rede de trilhas tem o potencial de alinhar uso público, por meio de recreação de qualidade, com conservação e geração de renda dentro das áreas protegidas e no entorno”.

Nailza trilha

Adair Duarte, da SOS Amazônia, que integra a Rede LIRA com o projeto Nossa Bio, destacou os resultados já obtidos. “Há dois anos iniciamos uma iniciativa para o fortalecimento da Trilha Chico Mendes, dentro do Projeto Nossa Bio, apoiado pelo LIRA. Ao longo da trilha Chico Mendes vivem cerca de 25 famílias e todos os produtos oferecidos aos visitantes são da região. Os turistas passam cerca de 5 dias conhecendo o lugar”. 

Josângela Jesus, trouxe a experiência da Trilha Caminhos do Rio Negro, na região do Mosaico do Baixo Rio Negro, onde o LIRA apoia diversas ações em parceria com a FVA – Fundação Vitória Amazônica. Josângela lembrou dos desafios da pandemia e do momento atual que visa o envolvimento das comunidades para que elas também se apropriem da iniciativa.

No sábado 28/05, Angela Pellin, coordenadora do MOSUC – Motivação e Sucesso na Gestão das Unidades de Conservação e da iniciativa Voluntariado para a Conservação, do IPÊ, moderou a mesa Voluntariado como estratégia para a conservação e aproximação da sociedade, a partir de 1:30h com as experiências da Trilha Transcarioca, Trilha do Espinhaço, Caminhos do Planalto Central e Caminho da Mata Atlântica. “As experiências trouxeram a perspectiva dos voluntários, gestores e parceiros sobre a importância do voluntariado na implementação das Trilhas de Longo Curso no Brasil. Essa grande rede conta com quase 130 trilhas em todo o país e mais de 5.000 km já implementados em todas as regiões. A iniciativa tem muitos parceiros, mas o coração e motor da iniciativa é o voluntário. Isso só reforça a nossa crença da importância dessas pessoas para a conservação”, destaca Angela Pellin, que está à frente de dois eventos do IPÊ com uma rede de apoiadores, o Fórum Brasileiro de Voluntariado para Conservação e o Encontro de Boas Práticas em Unidades de Conservação, com a primeira edição realizada em 2021 e com a segunda já prevista para o segundo semestre de 2022.

 Angela home

 Angela Congresso Trilhas nova

LIRA e MOSUC integram as Soluções Integradas do IPÊ que visam fortalecer áreas protegidas, em especial na Amazônia, conectando gestores, governos, instituições da sociedade civil, voluntários, empresas e comunidades próximas a essas áreas.

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