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Restauração florestal no Pontal do Paranapanema

IPÊ chega ao marco de 10 milhões de árvores plantadas na Mata Atlântica no oeste de São Paulo

25 de abril de 20259 de abril de 2025 Por IPE

Já são mais de 5.100 hectares que trazem a floresta de volta a uma das regiões mais desmatadas do estado

Apenas no primeiro trimestre de 2025, a região do Pontal do Paranapanema/SP ganhou mais 1,4 milhão de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica plantadas via projeto Corredores de Vida, implementado pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas há 25 anos. É o equivalente a 780 campos de futebol em pleno desenvolvimento. Ao todo, as 10 milhões de mudas estão trazendo a floresta de volta para 5.100 hectares, o equivalente a 5.100 campos de futebol. O projeto tem como base o Mapa dos Sonhos – um estudo do IPÊ que indica os locais mais estratégicos para restauração, na região do Pontal do Paranapanema, a fim de beneficiar a biodiversidade e o deslocamento da fauna, considerando também interesses socioeconômicos dos atores locais. A estratégia de restauração do Instituto conecta Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais (RLs) de propriedades rurais às duas Unidades de Conservação (UCs) da região: o Parque Estadual Morro de Diabo (PEMD) e Estação Ecológica Mico-Leão-Preto (ESEC MLP), entre outros fragmentos.

As árvores plantadas nos primeiros três meses do ano estão distribuídas em APPs – Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais de 14 propriedades privadas, nos municípios de Teodoro Sampaio, Presidente Epitácio, Marabá Paulista, Mirante do Paranapanema, Anhumas, além do Assentamento Vale Verde, também em Teodoro Sampaio. Na região, o plantio em propriedades rurais é estratégico para a conectividade entre Unidades de Conservação na região e também no estabelecimento de corredores entre importantes fragmentos florestais.

Inicialmente, o Mapa dos Sonhos alcançava sete municípios: Euclides da Cunha Paulista, Marabá Paulista, Mirante do Paranapanema, Presidente Epitácio, Rosana, Sandovalina e Teodoro Sampaio. Em 2021, o mapa foi ampliado para outros municípios do Oeste Paulista, por meio do projeto ARR Corredores de Vida com objetivo de gerar créditos de carbono, em parceria com a Ambipar, líder global em soluções ambientais. Do total de 260 mil hectares de passivos ambientais, na região do Pontal, a meta é restaurar 75 mil hectares de áreas prioritárias até 2041. A expectativa é a remoção de 29 milhões de toneladas de CO2e em 50 anos. Municípios incluídos no Mapa dos Sonhos ampliado: Alfredo Marcondes, Alvares Machado, Anhumas, Caiabu, Caiuá, Emilianópolis, Estrela do Norte, Indiana, João Ramalho, Martinópolis, Narandiba, Piquerobi, Pirapozinho, Presidente Bernardes, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Rancharia, Regente Feijó, Ribeirão dos Índios, Santo Anastácio, Santo Expedito, Taciba e Tarabai.

Laury Cullen apresentando o Mapa dos Sonhos em ação de plantio.
Crédito da foto: Carlos Aidar

A ampliação do projeto também ganhou outro ritmo. “Antes plantávamos de 100 a 200 hectares em 1 ano, hoje plantamos isso em um mês”, destaca Laury Cullen Jr., coordenador do projeto Corredores de Vida.

Maior corredor restaurado na Mata Atlântica

Entre os destaques do projeto, estão as 2,4 milhões de árvores, em 12 km, que formam o maior corredor já restaurado no bioma conectando o Parque Estadual Morro do Diabo e a Estação Ecológica Mico-Leão-Preto. A restauração florestal é executada de maneira integrada com participação social, geração de renda para a comunidade e benefícios para a biodiversidade e clima. A diversidade de espécies nativas utilizada é também parte importante do processo, para garantir o retorno de espécies da fauna à floresta, muitas delas ameaçadas de extinção, como o mico-leão-preto.

Corredor restaurado da Mata Atlântica - Pontal do Paranapanema
Corredor restaurado pelo IPÊ na Mata Atlântica
Crédito: Laurie Hedges

Clima, Comunidade e Biodiversidade

O projeto Corredores de Vida é baseado no tripé CCB – Clima, Comunidade, Biodiversidade. No quesito Clima, as árvores plantadas neutralizam carbono e gases equivalentes, como o metano. Na esfera da Comunidade, traz geração de emprego e renda. O projeto emprega diretamente 229 pessoas (56 jovens), divididas em três frentes: equipe técnica do IPÊ, viveiros comunitários e empresas florestais.

A viveirista D. Iraci Iraci Lopes Duveza, sócia-proprietária do viveiro Viva Verde e o técnico do IPÊ Nivaldo Ribeiro Campos.
Crédito Laurie Hedges

Já o aspecto Biodiversidade é estratégico para a conservação da fauna e da flora da Mata Atlântica. As mudas nativas empregadas no projeto são produzidas em 13 viveiros comunitários, com coleta de sementes em diferentes árvores matrizes distribuídas pela região, proporcionando um plantio com maior variabilidade genética.

“O projeto Corredores de Vida tem ganhos significativos tanto para o Clima como para Biodiversidade, no Pontal. Porém, envolver a Comunidade ao incentivar o empreendedorismo, por meio da criação de empresas que realizam os plantios e a manutenção dessas áreas, além de viveiros, é o ponto alto do projeto. Hoje, 18 empresas florestais e 13 viveiros comunitários prestam serviço para a cadeia da restauração florestal implementada pelo IPÊ”, afirma Laury Cullen Jr.

Marta Aparecida da Silva, sócia da Mafran e gestora ambiental e colaborador da Mafran plantando
Crédito: Ana Lilian Pereira/IPÊ

Restauração florestal e os desafios globais

A restauração florestal é compromisso dos países que fazem parte da CDB – Convenção da Diversidade Biológica. Dentro das 23 metas globais do Marco Global de Biodiversidade de Kunning-Montreal, a regeneração e restauração de ecossistemas são primordiais. Uma das metas, por exemplo, estabelece que todos os 196 países signatários devem fazer um esforço de assegurar que, até 2030, pelo menos 30% das áreas de ecossistemas terrestres degradados, águas interiores, costeiras e marinhas estejam sob restauração eficaz, a fim de promover a biodiversidade, as funções e serviços ecossistêmicos, a integridade ecológica e a conectividade. O IPÊ coopera com mais de 70% das metas globais de biodiversidade.

A restauração e preservação de áreas florestais são essenciais também para que dê certo o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, que estabelece metas para conter o aquecimento global em 1,5ºC ou, no máximo, 2ºC em relação aos níveis pré-industriais.

Para conter os efeitos críticos do aumento da temperatura no mundo, a ONU aponta a necessidade de restauração de 1 bilhão de hectares de florestas no mundo, e 12 milhões de hectares de florestas só no Brasil. No entanto, o Observatório do Clima lançou em 2024 uma proposta mais atualizada para o Brasil cumprir com a redução das suas emissões, a restauração de 21 milhões de hectares de cobertura vegetal em seu território.

Crédito da foto: Carlos Aidar

Corredores elaborados com base em pesquisa e estratégia

Os corredores florestais do IPÊ têm como base pesquisas científicas para conservar o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), espécie endêmica do estado de São Paulo que corre risco de extinção. O intenso desmatamento na região, em especial a partir dos anos 50 e 60, fez com que os animais ficassem isolados em pequenas “ilhas verdes” (fragmentos florestais) e sem espaço para locomoção, alimentação e reprodução, o que significava um risco à sua sobrevivência.

Crédito da foto: Gabriela Cabral Rezende

Com o objetivo de restaurar o habitat dos micos e fazer com que eles pudessem ampliar sua área de uso e circulação, o IPÊ criou o Mapa dos Sonhos, com a proposta de implantar corredores florestais em áreas de Reserva Legal de propriedades rurais, em parceria com os fazendeiros e produtores. O mapa indica os melhores locais para a restauração, de forma a beneficiar a biodiversidade, formando corredores que pudessem se ligar aos grandes fragmentos florestais, a ESEC MLP e o PEMD.

A implementação do mapa garante então que os micos e outras espécies possam ter mais área de floresta para viver, além de caminhos mais seguros para transitar de um fragmento florestal a outro e beneficia os proprietários rurais que precisam se adequar ao Código Florestal, que determina que 20% da área seja destinada à Reserva Legal.

Além do corredor da Fazenda Rosanela que conecta as duas Unidades de Conservação da região, o IPÊ integrou novas áreas ao projeto Corredores de Vida. Uma delas, foi a fazenda Estrela, que hoje tem 507 hectares restaurados com o plantio de mais de 1 milhão de mudas. Este corredor está localizado na face norte do PEMD e tem conexão com ESEC MLP/unidade Água Sumida, em Teodoro Sampaio, e com a Reserva Legal da Fazenda San Maria, em Presidente Epitácio, onde há presença de grupos de mico-leão-preto.

Estes plantios com conexões nas faces norte e sul do PEMD ampliaram a visibilidade do projeto. Na sequência, outros proprietários rurais interessados na adequação às leis ambientais do estado de São Paulo abriram as porteiras de suas fazendas para a restauração florestal, entre elas, a São Paulo, Maravilha e Categeró. Totalizando, aproximadamente, 1 milhão de mudas plantadas.

Os resultados são monitorados com uso de cameras trap e gravadores instalados nos Corredores de Vida e nas Unidades de Conservação: PEMD e ESEC MLP. Apenas na última campanha foram mais de 10 mil registros fotográficos e mais de 100 mil minutos de gravação de áudio. Uma nova campanha está em andamento.

Novas florestas

Nas áreas restauradas, os pesquisadores já identificaram 22 espécies de mamíferos de médio e grande porte, como onça-parda (Puma concolor), gato mourisco (Herpailurus yagouaroundi), gato do mato pequeno (Leopardus guttulus), assim como espécies consideradas vulneráveis, segundo a IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como anta-brasileira (Tapirus terrestris), lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), além de 136 espécies de aves, incluindo udu-de-coroa-azul (Momotus momota) e inhambu-chororó (Crypturellus parvirostris).

Somando as áreas restauradas e Unidades de Conservação, o grupo de pesquisadores identificou 174 espécies de aves, 29 espécies de mamíferos, incluindo 5 ameaçadas de extinção, como o mico-leão-preto, o gato-mourisco, a anta-brasileira, o lobo-guará e o tamanduá-bandeira. Até o momento, entre as espécies ameaçadas, apenas o mico-leão-preto foi registrado apenas nas Unidades de Conservação.

Mercado de Carbono

Em 2021, a experiência em estabelecer corredores florestais garantiu ao IPÊ ampliar o mapa de restauração para outros municípios do Oeste Paulista. Em parceria com a Ambipar, foi criado o projeto ARR Corredores de Vida voltado para a geração de créditos de carbono. Do total de 260 mil hectares de passivos ambientais, na região do Pontal, a meta é restaurar 75 mil hectares de áreas prioritárias até 2041, com base no Mapa dos Sonhos ampliado que passou a incluir mais 23 municípios, totalizando 30. A expectativa é a remoção de 29 milhões de toneladas de CO2e em 50 anos.

“Estamos extremamente entusiasmados em fazer parte deste projeto em parceria com o IPÊ. Acreditamos que iniciativas como essa são fundamentais para acelerar a descarbonização das economias globais, conectando empresas e instituições que lideram essa agenda. Mais do que contribuir para as metas nacionais e internacionais de mitigação climática, buscamos garantir aos investidores alta integridade, transparência e impactos socioambientais positivos. Essa parceria reforça nosso compromisso com soluções inovadoras e escaláveis para um futuro mais sustentável”, explica Soraya Dias Pires, Head Global de Soluções de Carbono da Ambipar.

Com o projeto ARR Corredores de Vida, no período de dezembro/2021 a março de 2025, o IPÊ chegou a 6,5 milhões de mudas. Deste total, 1 milhão de mudas foram plantadas, em 300 hectares de áreas degradadas, com financiamento do programa Regenera América, do Mercado Livre. Já o restante, 5,5 milhões de mudas, em 2.800 hectares, foram plantadas com recurso da farmacêutica AstraZeneca, que vai viabilizar o plantio de aproximadamente 12 milhões de árvores ao todo distribuídas em 6 mil hectares, até o segundo semestre de 2026. Segundo a Ambipar, responsável pela valoração e certificação de carbono, essas árvores poderão captar cerca de 2,4 milhões de toneladas de CO2eq até 2056.

Conheça os principais financiadores do projeto Corredores de Vida

AstraZeneca Biofarmacêutica
BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Carbon Free Brasil
Durrell Wildlife Conservation Trust
Ecosia
FUNBIO – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade
Mercado Livre/Pachama
Natura
One Tree Planted – OTP (EUA)
Petrobras
Plant for the Planet
Programa Nascentes (Brasil) – Atvos, Cart, Entrevias, SP Mar
WeForest

Categorias Notícias Tags ARR Corredores de Vida, CDB, Corredores de Vida, Laury Cullen
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