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Notícias

Aluna conta como MBA de Negócios Socioambientais proporcionou crescimento profissional dentro de empresa

8 de maio de 2019 Por Paula Piccin

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Em 2018, 15 alunos participaram do MBA Gestão de Negócios Socioambientais. Realizado pela ESCAS, na sua sede em Nazaré Paulista (SP), o curso tem apoio pedagógico da ARTEMISIA Negócios Sociais e CEATS-USP (Centro de Empreendedorismo e Administração em Terceiro Setor) e atrai profissionais variados, que buscam desenvolver em suas áreas de atuação a sustentabilidade socioambiental a partir de negócios inclusivos e de valor compartilhado.

A proposta do curso é dar oportunidade aos alunos de refletirem sobre o tema e também vivenciá-lo na prática. Desta forma proporciona todos os anos uma visita aos projetos de sociobiodiversidade do IPÊ, realizados no baixo Rio Negro, Amazonas. Ali, visitam comunidades ribeirinhas que já foram beneficiadas por projetos do Instituto e que atuam com cadeias produtivas com produtos da biodiversidade amazônica, com artesanato e turismo de base comunitária.

Ana Luiza Reis Rosa da Silva (foto) foi uma das alunas do MBA em 2018. Bióloga por formação, viu no curso uma oportunidade de se aperfeiçoar em temas que a ajudaram no cotidiano do seu trabalho na área de sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose e até mesmo no seu crescimento profissional dentro da empresa. “Através do que eu aprendi no IPÊ consegui concorrer a um processo seletivo interno para potencializar a carreira. E o conhecimento que adquiri no MBA foi um grande diferencial nesse processo”, afirma.

Os conteúdos também foram fundamentais para que Ana Luiza tocasse um outro projeto com 31 apicultores no Vale do Paraíba, contribuindo para o aperfeiçoamento da cooperativa da qual eles fazem parte a Coapvale (Cooperativa Agropecuária do Vale do Paraíba). Ali, na cooperativa localizada em Taubaté (SP), ela viu a oportunidade de aplicar o conhecimento das aulas. “Os apicultores passam por um problema econômico na cooperativa. Por meio do curso, usei varias disciplinas para ajudar a estruturar um plano de gestão e desenvolvimento socioeconômico para a cooperativa, com recomendações de governança, marketing, comunicação, estrutura de gestão econômica e gestão de pessoas. Darei esta devolutiva e pretendo, caso eles aceitem, implementar este plano”, conta ela.

O desenvolvimento real de trabalhos de conclusão de curso como esse faz parte do conceito da ESCAS de aplicabilidade da criação intelectual. A Escola estimula que os estudos devam ser aplicados em favor da sociedade, de forma prática. Com os alunos, o grande interesse da escola é dar subsídios para uma evolução profissional, mas também uma mudança pessoal, que os façam transformar realidades por meio de suas ações. No caso de Ana Luiza, que atua em uma frente que impacta cerca de 245 comunidades e 62 mil pessoas no Vale do Paraíba, esse conhecimento transformou o modo como ela encarava sustentabilidade. “Trabalho na área de sustentabilidade, gestão e monitoramento dos projetos nas linhas de educação, cultura, esporte, agricultura familiar. Para mim esse MBA foi uma experiência profunda. Não tinha ainda passado por um período de formação com essa ênfase que o MBA traz, um universo completamente diferente, de reflexão e ação. Alguns colegas meus já tinham feito o curso e eu vi na prática o desenvolvimento dessas pessoas. Com certeza isso já reflete hoje em mim também”, diz.

 

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IPÊ comemora 15 anos de parceria com Havaianas

8 de maio de 2019 Por Paula Piccin

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 O IPÊ comemora em maio 15 anos da parceria com as Havaianas, que deram origem às Havaianas-IPÊ.

Desde 2004, foram 15 coleções adulto e quatro infantil, retratando a biodiversidade brasileira, levando ao consumidor informações sobre a importância da conservação de espécies da fauna e da flora e dando a oportunidade ao cliente de se engajar por uma causa ambiental, já que 7% do valor das sandálias é destinado ao IPÊ para manutenção de ações de conservação da biodiversidade: pesquisas científicas, educação, negócios sustentáveis, reflorestamento e apoio à políticas públicas. 

Desde o início, a parceria teve como princípio despertar o orgulho dos brasileiros pela riqueza de animais e plantas que só existem no Brasil. Por este motivo, as sandálias estampam espécies nativas, muitas ameaçadas de extinção, como o mico-leão-preto e a onça-pintada. O processo de criação das estampas passa pelo crivo dos pesquisadores do IPÊ e contam com a criatividade dos artistas e designers da marca, alinhando a ciência à contemporaneidade da moda. 

Durante todos os anos de parceria, mais de 14 milhões de pares de sandálias com artes inspiradas em espécies da fauna brasileira foram vendidas, revertendo de seus valores mais de R$ 8 milhões para o IPÊ.

“Nossa parceria com as Havaianas é fundada no compartilhamento de ideias e confiança mútua entre marcas, dentro do que chamamos de Marketing Relacionado a Causas. Por meio da compra, o consumidor automaticamente está contribuindo com uma causa socioambiental, sem pagar a mais pelo produto, e ainda leva com ele uma mensagem relevante. As sandálias são veículos de comunicação também, pois levam informações sobre as espécies, por exemplo, o nome científico delas. Acima de tudo são bonitas e acompanham as tendências da moda. É a união perfeita”, comenta a coordenadora da Unidade de Negócios do IPÊ, Andrea Peçanha. 

Celebrar é preciso!

Para fazer uma celebração à altura, as Havaianas e o IPÊ fizeram uma  coleção 2018/19, assinada pelo artista Arlin Graff, conhecido mundialmente por seus grafites coloridos e geométricos. As sandálias serão lançadas no verão europeu com as estampas da onça-pintada, o mico-leão e a arara vermelha. Para celebrar o sucesso mundial da parceria, Graff pintará um mural de 150m² em Lisboa (Portugal) durante uma semana. Todo processo será gravado e posteriormente divulgado pela marca, como parte das ações que estão sendo feitas para reforçar a parceria.

 

 

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Curso capacita monitores da biodiversidade na Flona Jamari, em Rondônia

6 de maio de 2019 Por Paula Piccin

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O projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade realizou mais um curso de capacitação de monitores. Desta vez, na Floresta Nacional (Flona) Jamari, em Itapuã do Oeste, Rondônia. O Curso de Monitores da Biodiversidade – Componente Florestal, ocorreu no auditório da Madeflona e no interior da Flona. A capacitação é uma tarefa fundamental para o processo de gestão das Unidades de Conservação (UCs) e na Flona Jamari, já são 100 monitores aptos à realização do monitoramento.

Durante o encontro participaram 21 pessoas, entre elas alunos da Universidade Federal de Rondônia, colaboradores do Parque Nacional do Mapinguari, funcionários da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental – SEDAM e moradores de Itapuã do Oeste.

Para dar conta dessa tarefa participaram como instrutores e apoio os pesquisadores do IPÊ, Camila Lemke e Paulo Henrique Bonavigo, o analista ambiental da Flona Samuel dos Santos Nienow e os monitores Natieli Quadros, Gesiana Kamila Miranda, Zeziel Ferreira, Wesley Duarte, Bruno Zenke e Poliana Pereira.

Os alunos vivenciaram a prática de instalação e revisão de armadilhas de borboletas e foram capacitados quanto a biologia e identificação em uma das trilhas do monitoramento. Foi também realizada a prática de censo de aves e mamíferos e prática de coleta de dados de plantas lenhosas.

O projeto “Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia”, é uma parceria entre o IPÊ e ICMBio, com apoio da USAID, Gordon and Betty Moore Foundation e Programa ARPA.

 

 

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A origem do Dia Mundial da Anta e o que isso ajuda na conservação da espécie

26 de abril de 2019 Por Paula Piccin

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Dia 27 de abril o mundo todo celebra as quatro espécies de anta conhecidas na natureza. Este animal, cheio de peculiaridades físicas, como uma pequena tromba conhecida como “probóscide”, é um dos mais antigos habitantes do nosso planeta (fósseis encontrados na América do Sul datam de 2,5 a 1,5 milhão de anos atrás). Mas, apesar de tantos motivos para comemorar a vida destes animais, eles se encontram na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção, tamanhos os impactos das ameaças sofridas por eles.

Para falar sobre a importância da data, convidamos seu criador, ANTHONY LONG, para responder algumas perguntas.

Qual foi o objetivo principal quando criou o Dia Mundial da Anta? Como você acha que isso pode contribuir com a causa da conservação da anta?

Eu comecei o Dia Mundial da Anta em 2008 porque queria fazer algo para ajudar a proteger as antas. Eu não sou cientista, conservacionista, ecologista – ou qualquer outro tipo de pesquisador. Estudei ciências sociais e trabalhei com marketing e recursos humanos, e estive envolvido com educação na universidade. Minhas habilidades são em promoção e educação.

Depois que me apaixonei por antas no início dos anos 2000, percebi muito rapidamente que elas eram relativamente desconhecidas – mesmo nos países em que existiam. Ao contrário dos elefantes, rinocerontes, leões, tigres e outros mamíferos de grande porte, as antas não aparecem na mente da maioria das pessoas. As pessoas não sabiam o que são as antas, não apareciam em filmes, livros infantis ou de qualquer outra maneira que outros animais – mais populares – apareciam. Mais tarde soube que ser chamado de “anta” era um insulto no Brasil!

Como meu amor por antas cresceu, eu queria fazer algo para ajudar, e no final de janeiro de 2008, o Dia Mundial da Anta tornou-se real. O primeiro ano foi uma atividade rápida apenas online. Sempre foi intenção de que o Dia Mundial da Anta desenvolvesse uma vida própria – e isso aconteceu. Desde 2008, os eventos foram celebrados em pelo menos 25 países e Belize criou o Dia Nacional da Anta no mesmo dia.

Desde então, o aumento da conscientização sobre a anta em muitos países tem sido fantástico. Os esforços de Patricia Médici, da Sociedade da Natureza da Malásia e de muitos outros fizeram a diferença. Espero que o Dia Mundial da Anta tenha contribuído de alguma forma também.

Por que 27 de abril?

A data foi cuidadosamente planejada. Foi escolhido porque na época não havia nenhum evento significativo em nenhum outro lugar do mundo, não entre em conflito com a Páscoa (cai depois da última data possível) e por ser em abril, há probabilidade de um clima melhor na maioria dos países para que eventos ao ar livre pudessem acontecer. Outro ponto é que a anta April, um dos primeiros animais resgatados no zoológico de Belize tem seu aniversário comemorado todos os anos em abril com muita publicidade.

Como as pessoas podem contribuir para a conservação das quatro espécies de anta?

Há uma série de formas: 

Apoiar organizações que protejam os habitats de anta e participem de pesquisas relacionadas à anta. 
Ser um consumidor educado. Comprar produtos de origem sustentável, reduzir o consumo e minimizar o consumo de óleo de palma;
Se alguém mora em uma área onde as antas vivem, dirigir com segurança – especialmente ao entardecer e ao amanhecer. Antas são frequentemente vítimas de colisões com veículos;
Falar sobre as antas com as pessoas! Não há pessoas suficientes que saibam sobre as antas – elas são confundidas com porcos-formigueiros, tamanduás, quatis ou descartadas como porcos;

As antas são inteligentes, carismáticas e cheias de personalidade. Elas merecem muito mais reconhecimento do que recebem. Sim, existem muitas espécies em risco de extinção – e muitas são ainda menos conhecidas do que as antas. Antas são particularmente importantes em seus ecossistemas. Ajudar na proteção das antas é proteger também muitas outras espécies – elas realmente são uma espécie guarda-chuva.

No Brasil, a palavra “anta” é usada injustamente como um termo pejorativo para definir alguém que não tem inteligência. É o equivalente a idiota nos Estados Unidos. Como você acha que podemos mudar isso?

Através da educação, acima de tudo. Mudar as atitudes das pessoas leva tempo, especialmente quando se trata de usar termos pejorativos. Destacando a importância das antas para o ecossistema, mostrando quão inteligentes e carismáticas elas são, e como elas são um tesouro nacional que precisa ser protegido, são algumas maneiras. Pode ser um desafio inicialmente, mas ter empresas orgulhosas em usar “anta” em seus nomes e em seus logotipos – transformando o termo em algo positivo.

Vai levar tempo, com certeza. Mas é possível. Os pandas tornaram-se um símbolo da conservação da vida selvagem através do logotipo da WWF, e através da crescente conscientização dos perigos que enfrentam. O governo chinês abraçou totalmente a conservação do panda como uma missão.

As antas são vistas de forma positiva em países nos quais não são encontradas na natureza – Japão, Coréia, Alemanha e Reino Unido -, para citar algumas. Se as pessoas desses países conhecem e apreciam as antas, isso mostra que é possível mudar atitudes. Da mesma forma, as atitudes na Malásia começaram a mudar na última década, e há uma maior conscientização sobre a importância das antas para o país. Isso pode ser possível no Brasil.

 

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27 de Abril – DIA MUNDIAL DA ANTA

26 de abril de 2019 Por Paula Piccin

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No próximo sábado, comemora-se no mundo o “Dia Mundial da Anta”. Sim, temos uma data para isso!

No Brasil, a anta talvez seja o animal mais injustiçado. Isso porque o seu nome é sempre usado de maneira pejorativa, como um ser com pouca inteligência. Não é bem assim! Veja porquê.

5 curiosidades e motivos para que o mundo todo celebre o DIA DA ANTA e contribua na conservação da espécie:

1) CONHECENDO O MAIOR MAMÍFERO TERRESTRE DA AMÉRICA DO SUL – A ANTA BRASILEIRA

Pesando entre 180 e 300 quilos e com cerca de 1,10 até 2 metros de comprimento, a anta brasileira é considerada o maior mamífero da América do Sul. A anta é um animal bastante peculiar, possui uma pequena “tromba” conhecida como probóscide, uma crina curta e estreita ao longo do pescoço, pele acinzentada, orelhas com as pontas brancas e patas com diferentes números de dedos, sendo três nas patas da frente, e quatro nas anteriores. Outra curiosidade é que é um animal noturno/crepuscular, que descansa nas horas mais quentes do dia.

Sua gestação dura cerca de 13-14 meses e a fêmea gera apenas um único filhote, demorando até 5 meses para entrar no cio novamente, o que leva a fêmea a reproduzir um filhote a cada um ano e meio ou até mesmo dois anos.

2) A JARDINEIRA DAS FLORESTAS

As antas são animais herbívoros que ingerem entre oito e nove quilos de alimento por dia, incluindo folhas, ramos, brotos, caules, cascas de árvores, plantas aquáticas e frutos. E sabe o que acontece quando as sementes dos frutos consumidos chegam até o estômago da anta?  São potencializadas!

Com uma área de uso de aproximadamente 500 hectares (cerca de 500 campos de futebol), a anta é uma ótima dispersora de sementes por todo o seu habitat, sendo este o principal papel ecológico desempenhado por este animal. As antas são grandes responsáveis pela formação e manutenção da biodiversidade.

3) DETETIVE ECOLÓGICA E ESPÉCIE SENTINELA

A anta se movimenta por grandes distâncias dentro de sua área de uso e entre fragmentos de floresta, conectando diferentes tipos de habitat. Por esta razão, é considerada como “detetive ecológica”, contribuindo na compreensão das inter-relações entre o mosaico de habitats da paisagem.

Adicionalmente, a anta é considerada “espécie sentinela”, capaz de alertar para os riscos presentes no ambiente onde outras espécies da fauna, animais domésticos e comunidades rurais vivem. Pesquisas científicas através de amostras biológicas de anta tais como sangue, tecido, entre outras, têm identificado substâncias perigosas que estão presentes nas regiões de estudo, tais como elevados níveis de agrotóxicos.

4) ESPÉCIES ENCARAM POSSÍVEL EXTINÇÃO          

As quatro espécies de anta existentes no mundo estão elencadas na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção da IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza, um dos inventários mais detalhados do mundo sobre o estado de conservação da natureza. No caso das antas, significa que todas elas estão ameaçadas de extinção.

5) ANIMAL MAIS INJUSTIÇADO DA LÍNGUA PORTUGUESA

É bastante provável que você já tenha usado ou escutado outras pessoas usarem a palavra “anta” como termo pejorativo, destinado a pessoas desprovidas de inteligência, tolas ou que cometem algum ato estúpido. Isto ocorre apenas no Brasil.  Esta injustiça é exposta pela ciência quando, em estudos relacionados a quantidade de neurônios no cérebro, comprovou-se que a anta é um animal muito inteligente.

Este é um dos motivos que mais afastam as pessoas da causa da conservação da anta no Brasil. Afinal, com esta associação tão negativa, como as pessoas podem desenvolver um senso de orgulho por este animal?

Ao ouvir isso por aí, esclareça imediatamente: #antaÉelogio!

 

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Nossa homenagem a Don Melnick

24 de abril de 2019 Por Paula Piccin
DON MELNICK AMAZON

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Raras vezes, infelizmente, podemos dizer que perdemos uma joia humana quando alguém se vai. Este é o sentimento que temos com a morte de Don Melnick. Don foi amigo do IPÊ desde que nos conheceu em 1993, por meio de sua mulher, Mary Pearl, conservacionista, parceira e amiga, hoje nossa conselheira institucional.

Professor da Universidade de Columbia, pesquisador renomado em genética e evolução, passou a vida tecendo conhecimentos ligados à conservação e à sustentabilidade, juntando pessoas e abrindo portas para que coisas boas pudessem acontecer no planeta. Contribuiu com a história do IPÊ significativamente, trazendo por anos a fio alunos de sua destacada Universidade para programas de intercâmbio e cursos em nossa sede ou projetos de campo. Ministrou a aula inaugural do mestrado da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ESCAS/IPÊ), e sempre apoiou nossas iniciativas no campo da educação. Criou muitos programas, como o Center for Environmental Research and Conservation (CERC), que juntou instituições e pesquisadores de diversos cantos do mundo, inclusive nós, do IPÊ. Elaborou documentos, publicou em diversas mídias e proferiu palestras que mudaram o rumo da história.

 

Screen Shot 2019 04 24 at 18.55.02Confiança era uma de suas qualidades, que aliás não faltavam. Detectava o que cada pessoa ou instituição tinha de melhor e adubava o solo com conhecimentos e interconexões para que germinassem projetos promissores. Integridade era outra qualidade que marcou sua trajetória  pessoal e profissional. Além disso, inspirava ousadia e inovação, mas agindo com discrição, sem chamar atenção sobre si mesmo, mas sobre as causas que defendia. Um verdadeiro líder – exemplo a ser seguido.

Felizes daqueles que tiveram a sorte e a honra de cruzar seu caminho. O IPÊ teve mais que isso. Foi privilegiado por caminhar junto por tantos anos, fazendo sonhos tornarem-se realidade. Vamos sentir sua falta, Don Melnick. O planeta também! Que você encontre outro local bem especial onde possa propiciar coisas boas, como  fez aqui em sua curta permanência entre nós. Nosso enorme e sincero abraço com muita ternura e gratidão! Saiba, onde quer que esteja, que a Mary e seus filhos, Memy e Seth, serão sempre acolhidos no IPÊ com imenso carinho.

Fotos:

1 – Don Melnick (primeiro à esquerda) visita o primeiro escritório do IPÊ em Manaus (Amazônia).

2 – Claudio Padua e Don Melnick na aula inaugural do Mestrado Profissional da ESCAS.

 

 

 

 

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Diálogos entre pescadores e comunidade fortalecem projeto de monitoramento do tucunaré no Amazonas

24 de abril de 2019 Por Paula Piccin

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No rio Uatumã, em Presidente Figueiredo (AM), encontra-se o lago da Usina Hidrelétrica de Balbina (UHE Balbina), com mais de 2,3 mil km2. Ali, o principal atrativo pesqueiro é o tucunaré. Para avaliar como a pesca acontece e de que forma é possível realizar um melhor manejo da atividade para que esta possa ser sustentável na região, 100 pescadores fazem o monitoramento de três espécies de tucunarés que são pescadas no lago. A atividade acontece desde 2014, via projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade, uma parceria do IPÊ com o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Os pescadores levantam informações sobre a atividade durante oito meses do ano, paralisando apenas nos quatro meses do defeso (quando é proibida a pesca, de 15 de novembro a 15 de março). 
 
O monitoramento participativo do desembarque de tucunarés se tornou uma importante ferramenta para auxiliar na tomada de decisões sobre a gestão da pesca no lago da UHE de Balbina. Os pescadores passam as informações coletadas e os formulários são preenchidos por dois monitores no porto da Vila de Balbina e dois monitores no porto da comunidade Boa União do Rumo Certo.
 

Para trocar informações sobre essa atividade, hoje fundamental para os pescadores e para a conservação do peixe, foram realizados no mês de março encontros chamados Diálogos do Monitoramento Participativo. Fizeram parte desses eventos 63 participantes na Comunidade Boa União do Rumo Certo e 51 participantes na Vila de Balbina. que são usuários do lago e monitores. Além disso, representantes da Reserva Biológica do Uatumã (Rebio Uatumã), IPÊ, Sindicato de Pescadores de Presidente Figueiredo e Colônia de Pesca Z-6 também participaram deste, que é um momento de troca de conhecimentos e melhorias da atividade de monitoramento. 
 
Nos encontros, foram apresentados os dados do monitoramento de desembarque de tucunarés 2018 e avaliada a temporada de pesca 2018 no lago de Balbina. O momento também marcou a reabertura do lago para a temporada de pesca 2019. Em 2018, os monitores registraram a pesca de 13126 unidades do peixe. (7835,5 quilos). Os dados passarão por análises comparativas aos anos anteriores e as informações servirão para futuros planejamentos para a pesca sustentável na região.
 
Durante os encontros, os monitores puderam falar não só dos resultados, como também sobre a sua atividade. “Não é uma fiscalização, é um monitoramento e nós não temos poder nem mesmo para abrir a caixa de um pescador se ele não quiser, mas para que a gente possa contribuir para melhorar, isso não depende só do governo, não depende só dos monitores, depende de todos, depende não somente da compreensão, mas da colaboração dos pescadores”, comentou Josimar Nogueira/Monitor IPÊ-Boa União do Rumo Certo (foto). Ele afirma que existe uma troca entre os monitores e os pescadores para a execução desse trabalho. “A gente também tem uma função de esclarecimento a pessoa tem uma dúvida, inclusive nas leis, nas regras do monitoramento e a gente tá disponível não só para informar, mas também passar materiais que possam esclarecer”, diz.
 
De acordo com Jeanne Gomes, consultora do IPÊ, os diálogos são importantes para a transparência do processo de monitoramento e fortalecer a atividade. “Ali, é possível esclarecer as dúvidas e fazer com que a população se sinta parte do que está sendo construído, que é uma pesca com vistas a beneficiar a todos, de maneira contínua, sustentável para esta e as futuras gerações. Isso só é possível com a comunidade engajada, participando dos processos”, afirma.

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Reunião avalia projeto em UCs da Amazônia

11 de abril de 2019 Por Paula Piccin

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Durante a reunião do conselho gestor das Unidades de Conservação  da Reserva Extrativista (RESEX) Médio Juruá e Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uacari, o IPÊ fez uma avaliação do Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade (MPB) realizado nestas UCs da Amazônia. Nas duas UCs, o IPÊ realizou capacitação para o automonitoramento da pesca no ano de 2018, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conserção da BIodiversidade (ICMBio).

O evento aconteceu em Carauari (Amazonas), dias 2 e 3 de abril, e avaliou os resultados e contribuições do projeto na gestão das UCs. Na ocasião, também foi apresentado o sistema de dados do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (MONITORA). Além do IPÊ e ICMBio, o evento contou com a presença de 36 conselheiros e com representantes de várias instituições SEMA/DEMUC (Secretaria de Meio Ambiente), ASPROC (Associação dos Produtores Rurais de Carauari), AMARU (Associação dos Moradores Agroextrativistas da RDS Uacari), Jovens Protagonistas, RBMJ (Repartições de Benefícios do Médio Juruá), SEMED-Carauari (secretaria municipal de educação), Igreja católica, Câmara de vereadores, CNS (Conselho Nacional das Populações Extrativistas ), SITAWI,  e FAS (Fundação Amazonas Sustentável).

 

Atividade é uma parceria entre IPÊ e ICMBio, por meio do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica (CEPAM), que faz parte do Programa MONITORA, Subprograma Aquático Continental.

O projeto “Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia”, tem apoio de Gordon and Betty Moore Foundation, USAID e Programa ARPA.

 

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Chamada de Projetos: IPÊ abre edital para apoio a projetos na Amazônia pelo LIRA

3 de abril de 2019 Por Paula Piccin

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Parceria entre o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, a Fundação Gordon e Betty Moore e Fundo Amazônia/BNDES resultou em um projeto de gestão integrada para a conservação da biodiversidade da Amazônia, a manutenção da paisagem e das funções climáticas e o desenvolvimento socioambiental e cultural de povos e comunidades tradicionais.

O LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica tem o objetivo de promover a consolidação da gestão de áreas protegidas, em um território que abrange unidades de conservação federais, unidades de conservação estaduais (RO, AM, PA) e terras indígenas. O projeto inclui aproximadamente 80 milhões de hectares, em seis blocos, o equivalente a 34% das áreas protegidas da Amazônia. Planejamento, governança, cadeias de valor da sociobiodiversidade, desenvolvimento regional, políticas públicas, gestão do conhecimento, monitoramento e proteção serão temas a serem desenvolvidos com os parceiros implementadores.

Para isso, tornamos público o edital que selecionará organizações que atuarão nas áreas escolhidas. As inscrições vão até 03/06/19 e devem ser feitas somente pelo site: https://lira.ipe.org.br

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IPÊ amplia Corredor da Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema

27 de março de 2019 Por Paula Piccin

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Um dos resultados mais significativos do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, ao longo de 27 anos, é a formação do Corredor de Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema. Considerado o maior corredor ecológico formado por meio de restauração florestal no Brasil, ele conecta duas Unidades de Conservação, a Estação Ecológica Mico-Leão-Preto (ESEC MLP) e o Parque Estadual Morro do Diabo (PEMD), e contribui para reduzir o problema ambiental mais grave na região, a fragmentação florestal da Mata Atlântica. Com 20 quilômetros e 2,7 milhões de árvores, o corredor contribui para conservar não só a floresta, como as espécies em risco de extinção no bioma, como o mico-leão-preto e a onça-pintada. Com a iniciativa, essas espécies têm uma opção mais segura para circular de um trecho de mata para outro, ampliando suas chances de encontrar alimento, abrigo e pares para reprodução.

Esse grande corredor agora ganhou um reforço com o início dos plantios do chamado “Corredor Norte”, que leva este nome por estar localizado ao norte do Parque Estadual Morro do Diabo. Agora serão mais um milhão de árvores plantadas em 500 hectares e três quilômetros a mais de Corredor da Mata Atlântica na região.

As árvores são plantadas em uma Área de Reserva Legal da Fazenda Estrela, que possui uma área de 2.435,51 hectares, destinada à produção agropecuária. Em seu cadastro ambiental rural (CAR), a fazenda destinou 799,92 hectares para Reserva Legal (RL). Mais especificamente, estas áreas estão localizadas entre os fragmentos Água Sumida, da Estação Ecológica Mico-Leão Preto, e Santa Maria I, da fazenda de mesmo nome, ambos localizados no entorno do PEMD. Para definir as áreas de plantio, o IPÊ criou um mapa que orienta os melhores locais para plantio de florestas, considerando o passivo de RL de cada propriedade e as necessidades da fauna local e da paisagem. Os recursos são provenientes da Empresa Atvos, via o Programa Nascentes do Estado de São Paulo, com contrapartida internacional da ONG WeForest, da Durrell Wildlife Conservation Trust, do Sustainable Lush Fund e do Fundo de Conservação Disney. 

Capacitação e geração de renda

Além da frente de restauração, o projeto para a formação do corredor norte possui outras atividades importantes, como a capacitação em agroecologia e educação ambiental de 300 agricultores e estudantes. Além disso, busca promover ainda geração de renda para as comunidades envolvidas, por meio da produção e comercialização de mudas de espécies nativas, em viveiros florestais.

“Devido uma ocupação sem critérios, o Pontal do Paranapanema sofreu drástica redução em sua cobertura florestal, restando apenas 1,85% da cobertura original. A dinâmica de ocupação tem levado a uma paisagem regional onde vários cursos de água e fragmentos florestais estão sendo circundados e pressionados por assentamentos rurais, pequenas e grandes propriedades. Toda essa ocupação, se não for feita com preocupações agroambientais, coloca em risco o que resta do solo, das águas e das florestas. Por isso a necessidade de estabelecer um desenvolvimento rural sustentável com base na agroecologia, com incentivo a alternativas de geração de renda que apoiem a conservação ambiental, como é o caso dos viveiros comunitários”, defende Laury Cullen Jr., coordenador da iniciativa.

Os viveiros comunitários são empreendimentos sociais que visam o desenvolvimento socioeconômico e ambiental dos agricultores familiares residentes em assentamentos de reforma agrária na região. Tais empreendimentos promovem a diversificação das atividades agrícolas tradicionalmente desenvolvidas pelos agricultores locais, por meio da produção e da comercialização de mudas de árvores nativas da região e exóticas com a finalidade de reflorestamento, ao mesmo tempo em que a equipe do IPÊ desenvolve os trabalhos de educação ambiental e capacitação técnica dos agricultores para produção dentro dos princípios do associativismo e da agroecologia.

Atualmente, oito viveiros comunitários estão instalados em diferentes assentamentos da região. A grande maioria está constituída na forma de associativismo ou cooperativismo, mas existem ainda iniciativas particulares de agricultores que passaram pelos treinamentos e cursos de capacitação oferecidos gratuitamente pelo IPÊ. Em conjunto, os viveiros têm capacidade instalada de produção de aproximadamente 800 mil mudas por ano.

“Temos como premissa em nossos projetos o envolvimento da comunidade local, seja por meio da educação ambiental ou do desenvolvimento de alternativas de renda para a conservação. Por exemplo, quando iniciamos o primeiro corredor, implementamos os viveiros comunitários na região. Hoje, os produtores de mudas são independentes e vendem as mudas de árvores nativas para projetos de restauração como este”, explica Laury.

O projeto do Corredor Norte prevê, ainda, a transformação das boas práticas em políticas públicas junto ao Programa Nascentes, do Governo do Estado de São Paulo, visando a conservação de espécies ameaçadas e a restauração de paisagens rurais fragmentadas no bioma Mata Atlântica.

 

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