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Notícias

Pesquisadoras do IPÊ participam do maior congresso sobre conservação da natureza no mundo

2 de September de 2021 by Paula Piccin

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De 03 a 11 de setembro, governos, sociedade civil organizada, povos e comunidades tradicionais estarão reunidos no IUCN World Conservation Congress, em Marseille/França. Angela Pellin e Simone Tenório, pesquisadoras do IPÊ, participam do evento que discute os principais avanços e os desafios para a conservação da natureza no mundo. O Congresso é uma iniciativa da IUCN – Union for Conservation of Nature, a maior rede de organizações e entidades para a conservação do mundo. 

Para acompanhar a discussão, entre no site oficial do evento. Em muitas das seções existe a possibilidade de interação ao vivo. 

A partir de 03 de setembro, nos stories do IPÊ no instagram, as pesquisadoras do IPÊ vão contar mais sobre o Congresso, incluindo os bastidores, direto de Marseille/França. 

Voluntariado como estratégia para a conservação

Angela Pellin que também é vice-presidente do secretariado do comitê brasileiro da IUCN para o triênio 2021-2024 vai compartilhar a experiência do IPÊ no apoio ao Programa de Voluntariado do ICMBIO – Instituto Chico Mendes de Conservação. Atualmente, mais de 200 Unidades de Conservação UCs e 12 centros de pesquisa federais participam do programa. Desde o início da parceria, mais de 30 mil voluntários aderiram ao Programa.

“O papel do voluntariado é extremamente relevante no envolvimento da sociedade na conservação da sociobiodiversidade. A partir da vivência dentro das UCs é gerado um sentimento de pertencimento, o que torna a pessoa um agente da conservação na sua comunidade, formando assim uma rede de engajamento”, explica a pesquisadora Angela Pellin. 

Entre os destaques da parceria entre IPÊ e ICMBio está a reestruturação do Programa de Voluntariado para Unidades de Conservação, que incluiu:

–  desenvolvimento de plataforma de cadastro e gestão dos voluntários e atividades 

– publicação de Guias de Orientação do Programa nas versões Gestão e Voluntariado

– realização de eventos de fortalecimento do Programa, como o Seminário Experiências Internacionais de Voluntariado em Áreas Protegidas e da Oficina de Boas Práticas em Voluntariado no ICMBio. 

Conservação da Biodiversidade no Pontal do Paranapanema (SP/Brasil)

Já Simone Tenório levará para o Congresso da IUCN os resultados do POC – Plano Operacional de Conectividade entre Unidades de Conservação e Áreas Protegidas no Oeste Paulista. O Projeto é uma realização dos pesquisadores do IPÊ, Fundação Florestal, Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de SP (SIMA) e de organizações da sociedade civil, como Apoena e a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (MAB/Unesco).

No POC, pesquisadores elaboraram o mais completo banco de dados sobre a biodiversidade da região, definiram as áreas prioritárias para a conectividade florestal e conservação do Oeste paulista, além das estratégias para colocá-lo em prático. Entre a medidas-chave para avanços nessa direção estão: a criação de Unidades de Conservação e a implementação de novos corredores florestais sustentáveis economicamente, com apoio e participação de proprietários rurais e envolvimento de comunidades. 

“Pela primeira vez, temos um mapeamento completo da região do médio e do Pontal do Paranapanema, onde podemos ver os locais ideais para plantarmos novas florestas que realmente farão a diferença para a biodiversidade local. Para a fase seguinte, a de implementação das ações para conexão, será muito importante mobilizar todos os setores. Além de conectar as florestas, queremos conectar ideias, pessoas e instituições para a implementação das ações propostas no Plano. Todos ganham com a floresta em plena atividade”, afirma Simone Tenório, coordenadora do projeto. 

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Capacitação estimula intervenções locais a partir das áreas prioritárias para conservação

30 de August de 2021 by Paula Piccin

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Na sexta-feira 27 de agosto, 25 profissionais de quatro estados – Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo e Bahia contemplados pelo Projeto Terra Mar/ /MMA, além de servidores do ICMBio e IBAMA concluíram a Capacitação para utilização das áreas prioritárias como subsídio para a implementação de políticas públicas relacionadas ao meio ambiente. 

Em oito encontros, a iniciativa capacitou técnicos para o uso da ferramenta e das bases de dados das Áreas Prioritárias para a Conservação e para a construção de uma estratégia para ampliar a sua utilização por estados e municípios.  

Angela Pellin, pesquisadora do IPÊ e uma das coordenadoras do processo, destaca a complexidade da ação e os resultados que podem ser obtidos a partir dela, como o fortalecimento da utilização das áreas e ações prioritárias para a conservação da Mata Atlântica e Zona Costeira e Marinha, reconhecida pela Portaria MMA no 463 de 2018.

“Trabalhar com um tema complexo como esse em uma capacitação que envolveu a utilização de ferramentas de SIG, discussões sobre políticas públicas locais e trabalhos em grupo foi desafiador, mas os resultados são muito interessantes. A partir dessa experiência, será possível delinear outras propostas de capacitação para ampliar ainda mais o uso da ferramenta por estados, municípios e outras organizações da sociedade civil”, afirma Angela Pellin.  

A capacitação é uma realização do IPÊ em conjunto com o Projeto Terra Mar, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em uma parceria com o Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear (BMU), da Alemanha, com apoio técnico da cooperação alemã para o desenvolvimento sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH. 

Caminhos para conservação

Os pesquisadores trouxeram para os participantes conceitos relacionados ao planejamento sistemático para a conservação, etapas e métodos para o estabelecimento de áreas prioritárias para a conservação, além da integração e utilização dessas informações em escala regional e local. 

Agregando informações locais às bases de dados das áreas prioritárias da Mata Atlântica e Zona Costeira e Marinha, os participantes de cada estado definiram variáveis, métricas e critérios em um exercício de elaboração de um plano de ação específico para o território. 

Os planos de ação desenvolvidos incluem temas como a ampliação da fiscalização, elaboração de planos municipais da Mata Atlântica, recuperação e restauração de ecossistemas e criação de áreas protegidas.

O pesquisador do IPÊ Alexandre Uezu ressalta o potencial da contribuição dos profissionais. “Os participantes do curso têm a possibilidade não apenas de concretizar as ações prioritárias, mas também ajudar no refinamento das próximas atualizações de priorização para os biomas brasileiros. Quanto mais afinidade os gestores públicos tiverem com esse processo, maiores serão esses impactos positivos”. 

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Mulheres do campo: Sistemas agroflorestais beneficiam agricultora no Pontal do Paranapanema

27 de August de 2021 by Cibele Quirino

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Há seis anos, ela deixou a cidade de Assis/SP para morar no assentamento Haroldina, situado em Mirante do Paranapanema/SP, no extremo Oeste do estado de São Paulo. Logo que completou um ano de roça, foi contemplada com o projeto Sistemas Agroflorestais (SAF), em Mirante do Paranapanema (SP), extremo Oeste paulista. 

No Projeto,  pesquisadores e técnicos do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas atuam em conjunto com agricultores que confiaram na proposta de implantação dos SAFs nos anos de 2015 e 2016 – combinando o plantio de espécies arbóreas nativas com árvores frutíferas e café. 

Próximo à entrada do lote da família de Sônia, estão distribuídas 600 árvores nativas da Mata Atlântica, de 25 espécies. São 400 árvores frutíferas, como laranja, limão e graviola que garantem sombra aos 2.600 pés de café.  Essa é proposta do SAF, plantar uma linha de árvores nativas e uma linha de árvores frutíferas, com espaçamento de oito metros entre elas. Neste espaço entre as duas linhas, planta-se o café sombreado e agroecológico. Sônia, entretanto, aproveita a área para cultivar  também alimentos de ciclos mais curtos, como  batata-doce, amendoim, milho, feijão de corda, caxi, quiabo etc. Trabalhar à sombra é um grande benefício, diz Sônia.

“Numa região quente como é o Pontal do Paranapanema, onde os termômetros chegam a registrar 40 graus, plantar e colher na sombra do meu SAF é enxergar a mão de Deus na perfeição da natureza”.

Parte da produção é comercializada com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), responsável pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) que contribui para aumentar a inserção dos assentados nas políticas públicas  voltadas ao desenvolvimento rural. O excedente vai para a mesa e proporciona à Sônia e ao marido Nivaldo Antônio Moura uma alimentação totalmente isenta de agrotóxicos. A fartura é tamanha que o casal doa alimentos para os familiares, amigos e vizinhos.

Saiba mais sobre as ações no Pontal do Paranapanema

Restauração da Mata Atlântica beneficiará o Clima, a Comunidade e a Biodiversidade, no Pontal do Paranapanema (SP)

Produtor rural contribui com os corredores florestais na adequação ao CAR, no Pontal do Paranapanema (SP)

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Ação capacita e instrui comunitários em prol da biodiversidade na Amazônia

27 de August de 2021 by Paula Piccin

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Cerca de 120 comunitários que vivem em Unidades de Conservação na Amazônia receberam capacitação e treinamento para monitorar ninhos protegidos das espécies irapuca (Podocnemis erythrocephala), tracajá (Podocnemis unifilis) e tartaruga-amazônia (Podocnemis expansa), desde a desova até a eclosão dos ovos. A ação realizada entre o final de julho e o início de agosto visa contribuir com a sobrevivência dos filhotes. O período escolhido para capacitação tem como característica o início da temporada mais seca na  região, quando ocorre nas praias a desova de quelônios

A coordenadora científica do Monitoramento Participativo de Biodiversidade (MPB/IPÊ) Virgínia Bernardes, integrou a equipe de analistas, brigadistas e voluntários do Núcleo de Gestão Integrada (NGI) Novo Airão, e por 18 dias percorreu todas as comunidades dos rios Jaú e Unini, inseridas no Parque Nacional (Parna) do Jaú, Reserva Extrativista (Resex) Rio Unini e Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Amanã. 

“As capacitações são de extrema importância para a continuidade do sucesso da coleta de dados e engajamento dos monitores. Além disso, são os encontros entre o pesquisador, ponto focal e os monitores que permitem o diálogo para um melhor alinhamento e entendimento das possíveis atualizações quanto aos protocolos (metodologia), formulários, momento de avaliação da coleta de dados, compartilhamento dos saberes, experiências e redefinição de acordos e compromissos”, destaca Virgínia. 

A prevenção a incêndios também esteve em entre os temas do encontro. A equipe realizou uma expedição em conjunto com a brigada de incêndio do NGI Novo Airão. “Como efeito das mudanças climáticas nos últimos anos, a Amazônia apresentou uma maior suscetibilidade ao fogo, pela diminuição de chuvas neste período de seca, principalmente em florestas de várzea, matas ciliares e igapós”, explica Virgínia. Durante a atividade foi realizada instrução com foco para a construção de aceiros na volta dos roçados de plantação, no momento de limpeza com fogo, relembrando as regras acordadas nos planos de manejo da Reserva Extrativista (Resex) Rio Unini e do termo de compromisso do Parque Nacional (Parna) Jaú.

Sobre o projeto MPB 

A atividade faz parte da parceria entre IPÊ e o ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, por meio do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (MONITORA) e do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica (CEPAM). 

A iniciativa é uma atividade do projeto MPB – Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação na Amazônia, desenvolvido pelo IPÊ em parceria com o ICMBio, com apoio de Gordon and Betty Moore Foundation, USAID e ARPA.

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Voluntariado em áreas protegidas: iniciativas do IPÊ para você começar a acompanhar já!

26 de August de 2021 by Paula Piccin

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A partir do dia 28 de agosto, o IPÊ participa de uma série de iniciativas que reforçam a importância do voluntariado para a conservação das áreas protegidas. Em setembro, vamos levar o tema para o Congresso Internacional da IUCN e, em outubro, o IPÊ realiza o I Fórum Brasileiro de Voluntariado em Unidades de Conservação. Confira a agenda.

Agosto

  1. Participação do IPÊ no Desabraçando Árvores 

No dia 28 de agosto – Dia do Voluntariado, a pesquisadora do IPÊ Angela Pellin e os os voluntários Renan Dias, Adarquia Monteiro e Cristiano Nascimento estarão no podcast Desabraçando Árvores – edição especial sobre Voluntariado em Unidades de Conservação. O episódio conta com apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), Serviço Florestal dos Estados Unidos (USFS) e Projeto LIRA – IPÊ.

Setembro

         2. IUCN World Conservation Congress

Entre 3 e 11 de setembro, as pesquisadoras do IPÊ Angela Pellin e Simone Tenório estarão no IUCN World Conservation Congress, o maior evento sobre conservação da natureza, em Marseille/França. 

Angela, que também é vice-presidente do secretariado do comitê brasileiro da IUCN para o triênio 2021-2024, vai compartilhar a experiência do IPÊ no apoio ao Programa de Voluntariado do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Já Simone Tenório apresentará os resultados do POC – Plano Operacional de Conectividade entre Unidades de Conservação e Áreas Protegidas no Oeste Paulista. 

A partir de 02 de setembro, as pesquisadoras, direto de Marseille/França, vão compartilhar nos stories do IPÊ os destaques do evento, além dos bastidores. Acompanhe @institutoipe

        3. Live sobre Voluntariado e lançamento do I Fórum Brasileiro de Voluntariado em UCs – Canal do IPÊ no Youtube

No dia 16 de setembro, o IPÊ promove uma Live no Youtube para bate-papo sobre Voluntariado em UCs e áreas protegidas. 


Outubro

           4. I Forum Brasileiro de Voluntariado em Unidades de Conservação

Em outubro, nos dias 14 e  28, Angela Pellin estará à frente da organização do I Fórum Brasileiro sobre Voluntariado em Unidades de Conservação, uma realização do IPÊ. O evento 100% online e gratuito conta com apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), Serviço Florestal dos Estados Unidos (USFS) e Projeto LIRA – IPÊ.

“O Fórum terá início com uma programação voltada a pessoas dos mais diversos perfis. Com o evento queremos mostrar para toda a sociedade como o voluntariado é estratégico para a conservação da biodiversidade a curto, médio e longo prazo, tanto para áreas protegidas municipais, estaduais e federais”, explica Angela Pellin. 

            5. I Encontro de Boas Práticas em Voluntariado em UCs

Nos dias 20 e 21, o IPÊ realizará o I Encontro de Boas Práticas em Voluntariado em UCs que terá como público-alvo gestores, profissionais de órgãos ambientais das diferentes esferas; parceiros dos programas/iniciativas de voluntariado.  “Essa será uma oportunidade para compartilharmos boas práticas de Voluntariado que já são realidade em uma série de Unidades de Conservação. A expectativa é trocarmos experiências e insights sobre o potencial do voluntariado também para áreas protegidas estaduais e municipais”, pontua Angela Pellin. O encerramento oficial será em 28 de outubro com balanço sobre o evento e os próximos passos. 

 

Expertise em gestão de áreas protegidas e engajamento social

Desde 2015, o IPÊ é parceiro do Programa de Voluntariado do ICMBio, por meio do projeto Motivação e Sucesso na Gestão de Unidade de Conservação.  Nesses cinco anos, estão entre os resultados: 

– reestruturação do Programa de Voluntariado para Unidades de Conservação federais, que incluiu o desenvolvimento de uma plataforma de cadastro e a gestão dos voluntários e das atividades

– adesão de mais de 30 mil voluntários ao Programa.

– publicação de Guias de Orientação do Programa nas versões Gestão e Voluntariado

– eventos de fortalecimento do Programa, como o Seminário de Voluntariado do ICMBio – Experiências Internacionais de Voluntariado em Áreas Protegidas” e da “Oficina de Boas Práticas em Voluntariado no ICMBio”

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Vaga para Assistente da Coordenação Pedagógica na ESCAS/IPÊ

26 de August de 2021 by Paula Piccin

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Contratação de prestação de serviços pessoa jurídica (PJ) para Assistente da Coordenação Pedagógica na ESCAS – Escolas Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, a escola do IPÊ.  Interessados devem encaminhar o currículo (até duas páginas) para vagas@grhbrasil.com.br até 05 de setembro de 2021 com o assunto: Assist. de Coordenação Pedagógica. 

O Assistente atuará diretamente com a Coordenação da escola, apoiando os cursos híbridos da ESCAS. É preciso ter proficiência na língua inglesa. Disponibilidade de 20 horas semanais. 

O trabalho pode ser realizado a distância, com algumas interações presenciais em Nazaré Paulista (SP) agendadas previamente, como reuniões de planejamento.  

Confira o Edital

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Novo ciclo de educação ambiental em escolas de Nazaré Paulista com projeto Semeando Água, do IPÊ

10 de November de 202223 de August de 2021 by Paula Piccin

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Horta semeando agua2Em breve, mais uma escola pública localizada na região do Sistema Cantareira contará com horta. Os canteiros já estão prontos na Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Monsenhor Afonso, localizada em Nazaré Paulista (SP). Agora, os próximos passos incluem a mobilização de alunos, da equipe escolar e da comunidade, por meio de uma parceria entre o Projeto Semeando Água, do IPÊ, e o Projeto Semear, da prefeitura de Nazaré Paulista. 

Na segunda-feira (23/08), Andrea Pupo, coordenadora de educação ambiental do Projeto Semeando Água apresentou aos educadores do município a proposta da Trilha de Aprendizagem, durante o HTPC – Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo. “Desenvolvemos um material que mostra as conexões entre água, floresta, alimento e produção sustentável. O objetivo é apoiarmos os professores, por meio de atividades alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Acreditamos que mostrar na prática aos alunos a aplicação do conhecimento contribui com o aprendizado”.  

Roseli Novais, diretora da Escola Monsenhor Afonso, destaca o potencial de mobilização de ações como essa. No ciclo anterior do Projeto Semeando Água, Roseli estava à frente da Escola Municipal Faustino Penalva, que implementou uma série de ações propostas pelo projeto, por meio de atividades pedagógicas e acompanhadas de perto pela equipe do IPÊ.  “Dessa vez estou à frente da Escola Monsenhor Afonso e além da equipe escolar e dos alunos, a expectativa é envolvermos também a comunidade. Os alimentos cultivados na horta serão incluídos na merenda. Vamos convidar todos esses públicos para plantar, regar, colher os alimentos, participar dessas ações”. 

As equipes do Projeto e da escola adiantaram juntas a implementação dos canteiros que em breve vão receber as sementes e os cuidados de mais pessoas. “À medida que avançarmos com os educadores com a Trilha de Aprendizagem contaremos com mais práticas sustentáveis no município”, antecipa Pupo.  

Multiplicar boas práticas

Em 2019, duas escolas receberam a visita de Marcos Vinícius da Silva Almeida, Gestor de Projetos Ambientais / Responsabilidade Social / Programas Ambientais da Petrobras, patrocinador do Projeto Semeando Água, entre elas a Escola Municipal Faustino Penalva, sob a direção de Roseli Novais. 

“Quando assumi como diretora a Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Monsenhor Afonso liguei logo para a Andrea Pupo, do Projeto Semeando Água/IPÊ e dessa forma já conseguimos preparar os canteiros. A experiência que tive com toda a equipe do projeto na Escola Faustino foi ótima, de parceria! Com a divulgação da Trilha da Aprendizagem terá início um novo ciclo de trabalho, é um desafio, mas sou otimista por tudo o que conquistamos na Escola Faustino”, revela a diretora. 

O Projeto Semeando Água, do IPÊ, conta com apoio da Caterpillar Foundation, da Tree Nation, da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. São parceiros do projeto: a UFLA – Universidade Federal de Lavras, a UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos, Unifesp – Universidade Federal de São Paulo (São José dos Campos), Instituto Florestal, entre outros.

Saiba mais sobre as ações de educação ambiental em andamento em Nazaré Paulista (SP)

Projeto Semeando Água lança Trilha de Aprendizagem para educadores e Revista para jovens sobre o Sistema Cantareira

Rede pública de ensino em Nazaré Paulista terá Escolas Climáticas gratuitamente por meio do IPÊ

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Projeto Semeando Água lança Trilha de Aprendizagem para educadores e Revista para jovens sobre o Sistema Cantareira

23 de August de 2021 by Paula Piccin

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Professores da rede pública de ensino de Nazaré Paulista (SP) vão receber gratuitamente materiais desenvolvidos pela equipe do Projeto Semeando Água que têm como proposta ampliar a discussão com alunos do 4º ao 9º ano na área socioambiental. “Vamos iniciar esse ciclo com dois materiais: a Trilha de Aprendizagem, referência didática, voltada aos educadores que lecionam para jovens do 4º ao 9º ano e a Revista do projeto para os estudantes”, afirma Andrea Pupo, coordenadora de Educação Ambiental do Projeto Semeando, uma iniciativa do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, para aumentar a resiliência do Sistema Cantareira. 

Para educadores

A Trilha de Aprendizagem, uma parceria com a Baquara Educativa, será enviada por WhatsApp para os educadores de Nazaré Paulista a partir da segunda quinzena de agosto e também já está disponível gratuitamente no site do projeto. “O envio do material que está alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) marca o início desse novo ciclo do Projeto Semeando Água. A expectativa é ampliarmos em breve esse trabalho para mais sete municípios da região do Sistema Cantareira: Bragança Paulista, Joanópolis, Mairiporã e Piracaia (SP), além de Camanducaia, Extrema e Itapeva (MG)”, antecipa Andrea. 

“Um dos pontos altos da Trilha é o aprendizado aplicado na prática nas escolas, mas com potencial de ser replicado nas casas dos alunos, dos educadores ou ainda em espaços públicos que vão além do ambiente escolar”, revela Andrea Pupo, que à frente da área de Educação Ambiental do Projeto Semeando, elabora materiais para educadores da região desde 2015. 

Para alunos

Cerca de 1.500 estudantes de Nazaré Paulista vão receber a Revista Novas formas de pensar podem resolver problemas antigos que também está disponível gratuitamente no site do projeto. Na publicação, a personagem Joana apresenta os principais desafios da região do Sistema Cantareira e as escolhas estratégicas para transformar esse cenário.  

“Esse conhecimento é essencial para quem vive na região do Sistema Cantareira, como os estudantes de Nazaré Paulista, mas também para os moradores da região metropolitana de São Paulo, que estão a cerca de 100 km do Sistema Cantareira, mas se beneficiam da água da região. Quanto mais as pessoas entenderem sobre a importância de formas de produção sustentável, mais próximos estaremos do aumento da resiliência do Sistema”, destaca Andrea Pupo.

O Projeto Semeando Água conta com apoio da Caterpillar Foundation, da Tree Nation, da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. São parceiros do projeto: a UFLA – Universidade Federal de Lavras, a UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos, Unifesp – Universidade Federal de São Paulo (São José dos Campos), Instituto Florestal, entre outros. 

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Programe-se! Live sobre Os Grandes Programas de Conservação na Amazônia + Lançamento da Série Técnica

19 de August de 2021 by Paula Piccin

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Na próxima terça-feira, 24 de agosto às 19:00, o LIRA/IPÊ – Legado Integrado da Região Amazônia realiza a live “Os Grandes Programas de Conservação na Amazônia – seus impactos e cenários futuros”, no Canal do YouTube do IPÊ. 

O objetivo é apresentar as contribuições dos grandes programas de conservação para a Amazônia e de forma propositiva mostrar os caminhos que se desenham a partir de cada um deles, em virtude do cenário econômico, pandêmico e político (nacional e internacional). 

 

A Live contará com a participação de Nabil Kadri, chefe do Departamento de Meio Ambiente e Fundo Amazônia – BNDES; Manoel Serrão, superintendente de Programas – FUNBIO; Avecita Chicchon, Program Director – Gordon and Betty Moore Foundation; Adriana Moreira, Global Wildlife Program Coodenator – Global Environmental Facility (GEF). A apresentação e facilitação serão de Fabiana Prado, gerente de Projeto LIRA/IPÊ. 

“Sabemos que diante do grande desafio de construção desse novo modelo de conservação para o território amazônico cada iniciativa, seja do setor público, privado ou do terceiro setor é importante. Sendo assim, propomos o diálogo entre tais atores sociais e nos comprometemos na construção de um pacto colaborativo em busca de justiça socioambiental e um ecossistema ecologicamente saudável para nós e para as futuras gerações. E dessa forma, consideramos o LIRA como apenas mais um passo em direção a esse sonho”, afirma Fabiana.

Conhecimento compartilhado

Durante o encontro, haverá também o lançamento oficial da “Série Técnica – Legado Integrado da Região Amazônica: trabalhando em rede para ampliar a efetividade das áreas protegidas para a conservação”. O objetivo com a publicação é ampliar o diálogo sobre esses temas com outros setores da sociedade. “No esforço pela democratização do conhecimento sobre Amazônia e divulgação técnico-científica, o LIRA compartilha uma publicação que traz um contexto sobre os grandes programas de conservação da Amazônia, a efetividade das áreas protegidas como barreira ao desmatamento, o LIRA como estratégia de conexões colaborativas em redes para ações locais e perspectivas para o futuro”, diz Fabiana Prado, coordenadora do LIRA.

Live Os Grandes Programas de Conservação na Amazônia e “Série Técnica – Legado Integrado da Região Amazônica: trabalhando em rede para ampliar a efetividade das áreas protegidas para a conservação”

Data: 24 de agosto

Horário: 19h às 21h

Local: Canal do IPÊ no YouTube

Convidados

Nabil Kadri, Chefe Depto. Meio Ambiente e Fundo Amazônia – BNDES

Manoel Serrão, Superintendente de Programas – FUNBIO

Avecita Chicchon, Program Director – Gordon and Betty Moore Foundation

Adriana Moreira, Global Wildlife Program Coodenator – Global Environmental Facility (GEF)

Apresentadora/Facilitadora

Fabiana Prado – Gerente Projeto LIRA/IPÊ

Saiba mais sobre o LIRA

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LIRA/IPÊ e Conexsus lançam Planos de Promoção Socioeconômicos para áreas protegidas na Amazônia

18 de August de 2021 by Cibele Quirino

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Em seis volumes, os Planos de Promoção Socioeconômicos (PPSE) em áreas protegidas na Amazônia trazem análise do potencial de desenvolvimento, diretrizes e ações estratégicas para a consolidação e crescimento de Negócios Comunitários Sustentáveis (NCS). 

A publicação é uma iniciativa do Projeto LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica/IPÊ em parceria com o Instituto Conexões Sustentáveis – Conexsus. Todos os Planos estão disponíveis para download gratuito no site do LIRA. Dessa forma, o LIRA/IPÊ e a Conexsus buscam contribuir com iniciativas, fundos e redes de bioeconomia para a implementação das oportunidades e das soluções apontadas pelo estudo.

Cada volume do Plano se refere a uma área protegida que tem ou terá investimentos financeiros do LIRA/IPÊ para Negócios Comunitários Sustentáveis (NCS). 

O fomento aos NCS desponta como oportunidade para transformar as áreas protegidas em pólos de desenvolvimento local. Nessa direção, promover a bioeconomia amazônica ao reduzir ameaças e valorizar o conhecimento tradicional integrado à economia estão entre as questões-chave. Tudo isso, respeitando a autonomia e as práticas culturais e produtivas dessas populações. 

Saiba mais sobre o LIRA

 

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