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Notícias

Projeto com empreendedores de comunidades na Amazônia tem parceria com LinkedIn e LIRA/IPÊ

10 de novembro de 20223 de março de 2022 Por Paula Piccin

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No mês de dezembro, o barco escola do IPÊ, Maíra I, voltou a navegar no rio Negro, após cinco anos sem atividades contínuas. Com apoio do projeto LIRA/IPÊ – Legado Integrado da Região Amazônica* e parceria do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, foi possível reformar o barco, doado em 2003 pelo Grupo Martins, e iniciar o novo projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia.

Com a iniciativa, o IPÊ já realizou um levantamento sobre os negócios que existem na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga Conquista, no Amazonas, para um plano de ação que ajude a impulsionar empreendimentos na região. Além disso, já conduziu um curso de biossegurança, apoiando empreendimentos turísticos.

As comunidades da Amazônia têm um saber-fazer no uso e manejo da biodiversidade, em atividades como agricultura, extrativismo, criação de pequenos animais, pesca e caça. As famílias são originárias de grupos indígenas do alto Rio Negro, bem como de migrantes, principalmente da região nordeste do Brasil. Seu histórico de trabalho em diferentes ciclos econômicos do extrativismo (cacau, juta e borracha) foi determinante para a predominância de atividades rurais ligadas à agricultura e ao extrativismo.

“Acreditamos nas diversas oportunidades de geração de renda e qualidade de vida, através da reestruturação dos agentes econômicos, de produtos e serviços da sociobiodiversidade. Mas sabemos das dificuldades e dos entraves logísticos, tecnológicos, organizacionais e produtivos, que prejudicam as cadeias de valor da sociobiodiversidade, falhando no trânsito de bens e serviços e não chegando ao consumidor final em potencial”, afirma Nailza Pereira Porto, coordenadora geral do projeto pelo IPÊ.

Parcerias

O olhar para as cadeias produtivas da Amazônia também faz parte do LIRA, outro projeto do IPÊ, financiado pelo BNDES e Gordon and Betty Moore Foundation. Por essa razão, o projeto apoia essa nova iniciativa do Instituto.

eduardo e rudi placa barco mairaO LinkedIn também abraçou a causa, compreendendo a importância do desenvolvimento local dessas comunidades para enfrentar desafios relacionados à conservação da floresta, bem-estar social e desenvolvimento socioeconômico, a partir de ações mais eficientes de mitigação de impactos negativos e superação de eventos extremos, com foco nas cadeias de valor da sociobiodiversidade.

“O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo. A gente quer que as pessoas se conectem e tenham bem estar e sejam bem sucedidas em suas profissões, dentro de um mundo mais equilibrado social, economicamente e, claro, ambientalmente. Apoiar o IPÊ neste projeto faz todo o sentido para nós, porque estamos criando uma rede de empreendedores, de profissionais que inovam em seu próprio território, conservando a maior floresta tropical do mundo, com importância global. E isso, trazendo benefícios para suas famílias e contribuindo para o desenvolvimento sustentável local”, afirma Rudi Solon, diretor de contas do LinkedIn e líder do grupo de sustentabilidade GoGreen – à direita na foto com Eduardo Ditt, diretor executivo do IPÊ.

Em fevereiro, o IPÊ visitou potenciais negócios que já estão em andamento. Os pesquisadores e os parceiros ouviram as comunidades sobre as principais dificuldades e os desejos para o futuro de seus negócios. A partir do diagnóstico, ações serão traçadas para o ano de 2022, a fim de contribuir para alavancar empreendimentos que geram renda e mantêm a floresta em pé.

“É necessário construir novos arranjos inovadores e mais circulares frente ao momento atual, adotando estratégias transversais para despertar uma visão sistêmica sobre a importância de um ambiente saudável como uma barreira natural caso ocorram futuros eventos de crise ambiental e climática. Esperamos que esse seja o primeiro passo de uma ação bastante significativa na região”, comenta Nailza.

Para conhecer a história do IPÊ na Amazônia, veja a nossa linha do tempo.

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Curso leva protocolos de biossegurança para comunidades que trabalham com turismo na Amazônia

3 de março de 2022 Por Paula Piccin

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CURSO PROTOCOLO COVID AMAZONIAUm dos levantamentos do projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia indicou o turismo como uma das atividades mais utilizadas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga Conquista, no Amazonas. De acordo com uma pesquisa do IPÊ, 73 famílias de 14 comunidades da RDS afirmam trabalhar com turismo e 37 famílias têm sua renda proveniente da atividade.

Entretanto, com a pandemia da COVID-19, o turismo comunitário na RDS, localizada no baixo Rio Negro, foi bastante prejudicado, já que parques e reservas fecharam por conta da segurança sanitária. O estado do Amazonas, epicentro da pandemia no Brasil, registrou uma queda de 66% no faturamento do setor, que refletiu diretamente na atividade turística na zona rural do estado, comprometendo essa atividade socioeconômica e indiretamente em outras cadeias associadas ao turismo.

Com o avanço da imunização e o retorno parcial das atividades, o IPÊ levou às comunidades o Curso de Protocolo de Biossegurança para Empreendimentos e Atrativos Turísticos.

O curso orientou profissionais de empreendimentos e negócios comunitários sobre boas práticas sanitárias para enfrentamento da COVID-19 por meio de Protocolo de Biossegurança, contribuindo para o monitoramento dos impactos do Covid nos empreendimentos e atividades turísticas, e para o aumento da qualidade da experiência dos visitantes.

O curso aconteceu em três polos da RDS Puranga Conquista apoiado por uma cartilha sobre os cuidados a serem adotados nos empreendimentos comunitários inspirados nos protocolos de biossegurança já elaborados na região. Ao todo, 68 pessoas participaram da ação, que teve parceria do LinkedIn, apoio do GlobalGiving e LIRA/IPÊ (BNDES/Gordon and Betty Moore Foundation).

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Levantamento do IPÊ mapeia empreendimentos socioambientais na Amazônia, dentro da RDS Puranga Conquista

10 de novembro de 20223 de março de 2022 Por Paula Piccin

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Fernanda Fredda equipe IPE visita indigenasO projeto Navegando Educação Empreendedora na Amazônia foi iniciado em setembro de 2021, com o objetivo de apoiar empreendimentos e cadeias de valor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga Conquista, no Amazonas. Em parceria com o LinkedIn e apoio do LIRA/IPÊ* – Legado Integrado da Região Amazônica, o trabalho visa despertar uma visão sistêmica sobre a importância do uso sustentável da biodiversidade e a conservação das florestas em pé.

Nos meses de setembro e outubro de 2021, os pesquisadores do IPÊ realizaram um amplo mapeamento dos empreendimentos comunitários nas 17 comunidades que compõem a RDS, a fim de nortear a atuação do projeto junto aos empreendedores. O projeto acontece com suporte do Maíra I, o barco escola do IPÊ, doado pelo Grupo Martins em 2002. 

No levantamento, os pesquisadores destacam a grande influência da cadeia do turismo e do artesanato na região, como atividade de geração de renda para as comunidades locais. As atividades estão associadas com outras duas cadeias, a pesca e a agricultura, que aparecem frequentemente como produtos da sociobiodiversidade comercializados durante visitas turísticas.

A pesca é atividade de subsistência da maioria das famílias (106) e influencia na renda de 14 das 17 comunidades da RDS. Já a agricultura é atividade de 105 famílias de 13 comunidades e vai além da subsistência, já que os produtos são comercializados e geram renda.

O artesanato é praticado em 14 comunidades. Do total de 79 famílias, 69 delas têm a atividade como fonte de renda. A atividade é parte da cultura local, seja nas peças de adornos ou de utensílios para atividades cotidianas. Já o turismo é a quarta atividade que mais se destacou nesse levantamento: 73 famílias de 14 comunidades responderam que trabalham nessa atividade, embora somente 37 famílias afirmam ter renda mensal a partir dela.

Extrativismo madeireiro, criação de animais, coleta de extratos vegetais, culinária, cadeia de cosméticos naturais e corte e costura também apareceram como atividades locais, mas em menor quantidade.

Desafios e oportunidades

Nailza Pereira PortoNa Amazônia, há inúmeras oportunidades de geração de renda e qualidade de vida, através da reestruturação dos agentes econômicos, de produtos e serviços da sociobiodiversidade. Atualmente, os entraves logísticos, tecnológicos, organizacionais e produtivos, remetem a produtos e serviços de elevado “custo transacional”. Ou seja, as cadeias de valor da sociobiodiversidade falham tanto no trânsito de bens e serviços, como na sua exposição aos consumidores potenciais.

“Esse levantamento nos dá um panorama sobre as principais atividades onde os empreendedores estão colocando seus esforços. Todas as comunidades da RDS têm potencial para o desenvolvimento das cadeias de valor levantadas. Com a pandemia da COVID-19 a economia local dessas comunidades ficou ainda mais fragilizada, sendo importante um olhar ainda mais eficiente para mitigação de impactos negativos e superação de eventos extremos. Queremos agora estruturar um planejamento para que possamos apoiar e ajudar a alavancar esses empreendimentos, sempre com o olhar da conservação socioambiental como prioridade”, destaca Nailza Pereira Porto, coordenadora geral do projeto (foto).

O turismo foi um dos setores mais impactados pela pandemia da COVID-19, e o turismo de base comunitária foi afetado diretamente com o fechamento das áreas protegidas para visitação, por conta do cenário pandêmico. Além disso, segundo o levantamento, alguns dos pontos relevantes para o desenvolvimento de estratégias de apoio são, por exemplo, o desafio do escoamento dos produtos da agricultura, a regularização e organização social das associações de agricultores, pescadores, artesãos e turismo.

“Sem dúvida, o artesanato e o turismo, são as atividades já melhor estruturadas com relação à infraestrutura e pessoas capacitadas para as atividades. Ou seja, já fazem parte de uma rotina com fluxo de visitação regular, já oferecem serviços de alimentação, infraestrutura de restaurantes e pousadas, passeios de barco, trilhas na selva e acampamento noturno na floresta”, conta Fernanda Freda, coordenadora executiva do projeto.

Como primeira atividade de apoio aos empreendimentos, o IPÊ realizou Curso de Protocolo de Biossegurança para Empreendimentos e Atrativos Turísticos, contribuindo para um retorno seguro das atividades após reabertura da RDS para visitas.

*O LIRA/IPÊ tem financiamento do BNDES e de Gordon and Betty Moore Foundation.

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Programa de Conservação do Mico-leão-preto compartilha aprendizados no Simpósio sobre Manejo de Populações

3 de março de 2022 Por Cibele Quirino

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Durante o evento, que integrou o  Encontro Conjunto das Sociedades Internacional  e Latinoamericana de Primatologia (IPS-SLAPrim 2022) realizado em Quito/Equador, no início deste ano, Gabriela Rezende apresentou a experiência do Programa de Conservação do Mico-leão-preto (IPÊ) com manejo de populações através de translocação de micos, realizado de 1995 a 2008.

Na época, a pesquisadora do IPÊ, Patrícia Medici, iniciou essas ações de manejo que, no total, já movimentaram 22 micos-leões-pretos para a Fazenda Mosquito (Pontal do Paranapanema) em um fragmento onde a espécie não estava mais presente. “Alguns micos vieram da Fazenda Rio Claro (Lençóis Paulista/SP) e outros de fragmentos que foram desmatados na região de Buri/SP. O IPÊ acompanha esses micos na Mosquito desde então e sabemos que essa nova população conseguiu se estabelecer e permanecer na área. Estamos planejando realizar, em breve, um censo para avaliar se essa população é viável ou se precisamos de mais ações de manejo para torná-la viável no longo prazo”.

Gabriela destaca a translocação como a ferramenta mais vantajosa para manejo metapopulacional de mico-leão-preto. “Essa é uma ação de menor custo e complexidade, quando comparada à reintrodução de animais de cativeiro. O manejo de populações é uma estratégia de curto prazo que deve ser trabalhada junto com o manejo do habitat – a restauração”.

Para a pesquisadora é essencial investir nas duas frentes. “Se focarmos no manejo e não cuidarmos do habitat não teremos o resultado esperado, por outro lado se cuidarmos do habitat sem realizar manejo, pode ser que a gente perca populações no tempo em que essa floresta está sendo restaurada. São duas demandas que devem ser trabalhadas de maneira simultânea, já que uma contribui com a conservação no curto prazo e a outra no longo prazo”.

Lições Aprendidas

Gabriela também compartilhou durante o Simpósio as principais lições aprendidas com a translocação de populações:

– Realizar o monitoramento pré e pós-manejo, por meio de uma metodologia padronizada, que possibilite a avaliação do sucesso;

– Quanto menos intervenção melhor será a adaptação dos indivíduos ao novo ambiente;

– Entraves burocráticos podem prejudicar a translocação. Essas ações são planejadas e devem ser realizadas no cronograma previamente estabelecido, na velocidade necessária.  

Essas e outras lições estão sendo consideradas para o planejamento das próximas ações de manejo que o projeto pretende realizar para conservar a espécie no estado de São Paulo. O manejo de populações de mico-leão-preto é uma ação presente no Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-coleira (PAN PPMA/ICMBio), que é parte da estratégia nacional e global de conservação da biodiversidade.

Análise do gasto energético dos micos-leões-pretos indica caminhos para a conservação na Mata Atlântica 

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Análise do gasto energético dos micos-leões-pretos indica caminhos para a conservação na Mata Atlântica

3 de março de 2022 Por Cibele Quirino

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Pela primeira vez, pesquisadores obtêm o valor do gasto energético diário médio dos micos-leões-pretos (Leontopithecus chrysopygus). “Esse valor, de cerca de 330 quilojoules/dia – aprox. 80 quilocalorias/dia, está de acordo com o que era esperado para a espécie e agora poderá ser usado para avaliar como está o gasto diário de animais na natureza”, explica Gabriela Cabral Rezende, ganhadora do Whitley Awards pelo Programa de Conservação do Mico-leão-preto (IPÊ). Na prática, com essa constatação conseguimos estabelecer um parâmetro, algo que até então não existia para a espécie. “É como se fosse o primeiro estudo a mostrar que para seres humanos é recomendado o consumo diário de 2.000 kcal e todas as dietas são baseadas nesse valor”, completa a pesquisadora.

A mensuração do gasto energético dos micos-leões-pretos é um dos objetos da pesquisa de Gabriela. O motivo? Com base nessa informação será possível traçar estratégias capazes de melhorar a qualidade das florestas para os micos na Mata Atlântica e apoiar os planos de ação para a conservação de primatas no Brasil e no mundo. “Esse inclusive é um dos principais focos da minha pesquisa de doutorado, que desenvolvo junto ao Laboratório de Primatologia (LaP) da UNESP Rio Claro, avaliar se o gasto energético do mico-leão-preto varia de acordo com os desafios que o habitat impõe. Conhecer o que representa obstáculo para o mico-leão-preto é essencial, já que, se a espécie gasta muita energia com o simples ato de se movimentar, terá que poupar energia em outras atividades, comprometendo, por exemplo, a reprodução”, destaca Gabriela, mestra pela ESCAS-IPÊ.

Primeiro simpósio após dois anos de pandemia

No início deste ano, Gabriela apresentou os resultados da pesquisa no Encontro Conjunto das Sociedades Internacional e Latinoamericana de Primatologia (IPS-SLAPrim 2022), realizado em Quito/Equador. “Para validar o uso do acelerômetro (equipamento presente na mochila que os micos carregam e que registra todo o movimento feito por eles) na mensuração do gasto energético dos micos –  a partir da movimentação deles – combinei o uso desse equipamento com uma técnica já consolidada na ciência, a água duplamente marcada. O segundo método tem várias limitações para o uso com micos na natureza, porque requer recaptura dos animais depois de um curto período de tempo, o que nem sempre é possível. Por isso fizemos esse experimento em cativeiro, que nos mostrou que podemos sim usar os acelerômetros para chegar num valor de calorias gastas por dia pelos micos. Dessa forma conseguimos validar o método dos acelerômetros, que agora será usado nos animais na natureza para esse mesmo fim”. A pesquisa compõe um capítulo da tese de doutorado da pesquisadora – que será apresentada até o início do segundo semestre de 2022.

Gabriela realizou o estudo em 2018, no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (INEA-RJ), com o duplo monitoramento de 10 micos-leões-pretos em cativeiro e tem trabalhado nas análises dos dados desde então. A pesquisa, que tem orientação da Dra. Laurence Culot (LaP/UNESP), é realizada em parceria com o Laboratório de Fisiologia Animal (LaFA) da UNESP Rio Claro, o Laboratório de Movimentação Animal (SLAM) da Universidade de Swansea (Reino Unido) e o DLW Resource Center da Universidade de Aberdeen (Escócia), com apoio da FAPESP.

Como o gasto energético é medido nos micos

A pesquisadora explica que o  método da água duplamente marcada possibilita estimar o gasto energético a partir do cálculo da produção de dióxido de carbono (CO2) pela respiração. “Com segurança, injetamos na corrente sanguínea dos micos uma água que tem o hidrogênio e o oxigênio marcados (com diferentes números de massas, por exemplo  2H218O). O corpo usa parte desse oxigênio e do hidrogênio para produzir água e gás carbônico, este segundo eliminado pela respiração. Então, dois dias depois da aplicação, coletamos nova amostra de sangue para saber a quantidade de oxigênio e hidrogênio marcados que ainda restam na corrente sanguínea. Com esse dado, calculamos a quantidade de CO2 produzida e assim estimamos o gasto energético total no período”.

 Programa de Conservação do Mico-leão-preto compartilha aprendizados no Simpósio sobre Manejo de Populações 

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Projeto inicia análise para criação de mapas em assentamentos

10 de novembro de 202228 de fevereiro de 2022 Por Paula Piccin

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Após visitas a famílias de pequenos produtores de Águia Branca e Alto Rio Novo (Espírito Santo), os técnicos do projeto Educação, Paisagem e Comunidade, realizado pelo IPÊ, iniciam a etapa da análise de dados para a criação dos mapas que vão orientar os PIPs – Planos Individuais das Propriedades.

“Estamos agora na etapa de organizar as informações coletadas no campo, como perímetro/área, perfil do solo e tipologia das nascentes”, explica  Edmilson Teixeira Jr., responsável pelo extensionismo rural deste projeto, que ainda vai contar com o sobrevoo de drone para uma melhor apuração da situação das propriedades, dando maior clareza sobre as intervenções necessárias.

O projeto vai proporcionar aos pequenos produtores a criação de estratégias benéficas às suas terras, como a manutenção de nascentes em áreas de preservação permanente, até melhoria da qualidade do solo para plantios de culturas como o café.

A ação tem apoio da Fundação Renova.

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Novas atividades no Espírito Santo incluem demarcação de APPs para monitoramento

22 de fevereiro de 2022 Por Paula Piccin

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WhatsApp Image 2022 02 22 at 19.23.48O mês de fevereiro foi marcado pela retomada das Atividades de Integração nos assentamentos rurais participantes do projeto Educação, Paisagem e Comunidade, realizado pelo IPÊ, em Águia Branca e Alto Rio Novo, no Espírito Santo.

A ideia das atividades do mês foi informar as famílias dos pequenos produtores, com relação à marcação dos pontos de coordenadas das áreas dos assentamentos que terão intervenções, com vistas a levar benefícios aos produtores por meio do desenvolvimento mais sustentável da região. Nos quatro assentamentos participantes, o IPÊ fez a demarcação e piqueteamento de áreas prioritárias, ou seja, que têm nascentes ou Áreas de Preservação Permanente (APPs). Junto à demarcação dos pontos para mapeamento, observam-se também os limites e divisas. Essas áreas são importantes, porque a produção de água ali influencia a bacia do Rio Doce.

“Durante as caminhadas nas propriedades conversamos com as famílias sobre a importância da proteção e restauração dessas áreas a partir de parâmetros técnicos. Também coletamos informações relevantes de acordo com o interesses de cada família para intervenções futuras”, explica  Edmilson Teixeira Jr., responsável pelo extensionismo rural do projeto.

Durante as atividades de integração, o projeto também capacitou a equipe de mediadores locais no uso de ferramentas para utilização em campo, como aplicativos e GPS, assim como a pensar estratégias de restauração a partir das características de cada área e condução de diálogos pertinentes para sensibilização e educação ambiental.

Esse diagnóstico inicial é fundamental pois é nele que se inicia a base de dados para os futuros planos individuais da propriedade, chamados de PIPs.

As ações acontecem em quatro assentamentos: Boa Esperança, Laje e Beija-flor (em Alto Rio Novo) e Rosa de Saron (em Água Branca). O projeto tem apoio financeiro da Fundação Renova.

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Vaga na área de desenvolvimento de projetos do LIRA/IPÊ

22 de fevereiro de 2022 Por Cibele Quirino

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O IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas vem divulgar o presente edital para seleção e contratação de analista de desenvolvimento de projetos no âmbito do projeto LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica.

Confira o edital. O prazo para envio da candidatura é 04 de março de 2022.

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Produtora rural conta os resultados com o Sistema Agroflorestal na propriedade

17 de fevereiro de 2022 Por Cibele Quirino

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Rita Rosa Bernardino é uma protagonista da agrofloresta no município de Mirante do Paranapanema, no extremo Oeste do estado de São Paulo. Em 2015, Rita destinou um hectare da propriedade no assentamento Margarida Alves para a implementação do Sistema Agroflorestal (SAF) com orientação dos técnicos do IPÊ. 

A Rita está entre as 51 famílias beneficiadas pelo projeto Sistemas Agroflorestais (SAFs) para Agricultura Familiar como Corredores Ecológicos, uma iniciativa do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas realizada em três municípios do Oeste Paulista: Mirante do Paranapanema, Teodoro Sampaio e Euclides da Cunha (SP). 

Aline Souza, técnica do IPÊ, pontua que os SAFs têm como característica os diferentes ciclos de produção como forma de alinhar diversidade de alimentos com a geração de renda. “Nos SAFs no Pontal do Paranapanema, trabalhamos com o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, junto com cultivos anuais, além de espécies frutíferas, como limão, laranja e café. Dessa forma, é possível contribuir com o aumento da produção de alimento a curto, médio e longo prazo, além de complementar a renda familiar”. 

Entre as linhas de árvores frutíferas e nativas, Rita plantou culturas anuais como mandioca, maxixe, berinjela, quiabo, abóbora, feijão de corda etc. “Nos cinco primeiros anos de implantação a produção foi ótima. Além de garantir a alimentação da família, o excedente foi comercializado com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), responsável pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)”, destaca a produtora. 

Atualmente, com o crescimento das árvores ao invés das culturas anuais, Rita tem colhido frutas. “Estamos nesse momento, com a produção de culturas como café e de diferentes espécies de citrus. Em 2021, colhi 160 quilos de limão. A produção foi comercializada com a CONAB”, conta. 

Além do complemento de renda, Rita destaca o SAF como aliado da principal atividade da família, o gado leiteiro. “Em 2018, a região foi assolada por uma grande seca e boa parte da alimentação do gado veio da agrofloresta – mandioca, feijão andu, galhos de árvore nativa (retirados da poda) como o Pau-pólvora (Trema micrantha)”.

Entre os benefícios do SAF, a produtora rural também revela a mudança na temperatura da casa. “Não sei mensurar em graus, mas como o SAF fica próximo à minha casa, ela ficou mais fresca”. No final do dia, depois de concluir as atividades, Rita gosta de sentar-se à sombra do quintal, apreciar sua florestinha e ouvir os pássaros. “Essa tranquilidade não tem preço”, finaliza.

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IPÊ e Havaianas lançam linha de camisetas com renda revertida para a causa

14 de fevereiro de 2022 Por Cibele Quirino

Em 2022, quando a parceria pela biodiversidade brasileira entre Havaianas e IPÊ completa 18 anos, os admiradores da marca poderão também apoiar a causa socioambiental com as camisetas Havaianas-IPÊ. A união da ONG com a marca já é famosa pelas sandálias Havaianas-IPÊ, que destinam recursos para a conservação da natureza. Feitas em tecido botonê e … Ler mais

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