IPÊ é reconhecido por sua atuação na Amazônia
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Em dezembro, o IPÊ recebeu duas importantes homenagens das comunidades locais pelo trabalho desenvolvido com eles na Amazônia. A primeira delas foi feita pelas comunidades da Unidades de Conservação estadual Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uacari e Reserva Extrativista (Resex) Médio Juruá, que nos premiaram pelo esforço na conservação dos quelônios. O prêmio foi recebido pela pesquisadora Virginia Bernardes.
Desde 2018, o IPÊ apoia o monitoramento participativo e o manejo conservacionista de quelônios que as comunidades realizam. Acompanhar a desova das tartarugas é uma atividade que atravessa gerações, mostrando um compromisso deles com a conservação da biodiversidade e as gerações futuras. Todos os anos, o monitoramento é celebrado com a soltura de filhotes de quelônios, simbolizando a continuidade e o sucesso do esforço mútuo realizado. O sucesso dessa ação só é possível pela atuação do IPÊ com vários parceiros, entre eles SEMA, ICMBio, Prefeitura de Carauari, Amecsara, Câmara Municipal, Asproc, Amaru, FAS, Sitawi, Repartição Benefício, Natura, IPÊ, Pé de Pincha e CAPS.
Outra entidade reconhecida como parceira da Resex e da RDS foi a USAID – Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, que recebeu a homenagem de Fabiana Prado, Articulação Institucional e Coordenadora de Projetos do IPÊ, em nome do ICMBio, SEMA e das Comunidades do Médio Juruá.
O outro reconhecimento foi dado ao IPÊ pela Reserva Extrativista (Resex) Tapajós Arapiuns. Durante o evento em comemoração aos 21 anos de criação da Resex e 20 anos da Associação Tapajoara, o IPÊ foi homenageado como ONG parceira com o Troféu Celino Rodrigues. O prêmio leva o nome de um dos fundadores da Reserva e morador da Comunidade Nuquiní, no Rio Tapajós.
Quem representou o IPÊ na cerimônia foi Nailza Porto. “Pela primeira vez a Associação Tapajoara fecha o ano com recursos para serem investidos no ano que vem, em grande parte, pelo apoio do nosso projeto Motivação e Sucesso na Gestão de UCs. Estou orgulhosa do comprometimento de todos na execução dos projetos e na qualidade das relações construídas”.
Os troféus foram apresentados e entregues a Suzana Machado Padua, presidente do IPÊ, e Claudio Valladares Padua, vice-presidente e reitor da ESCAS, na sede do IPÊ, em Nazaré Paulista (SP).
As iniciativas do IPÊ homenageadas contam com o apoio do projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia e Motivação e Sucesso na Gestão de Unidades de Conservação, desenvolvidos pelo IPÊ em parceria com o ICMBio, com apoio de Gordon and Betty Moore Foundation e USAID.
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O IPÊ recebeu esta semana as doações de dois parceiros da causa socioambiental: Ecoswim e E-trip.
A etrip, plataforma de viagens corporativas on-line da Tour House, lançou em novembro a campanha “etrip green friday”. A ideia engajou empresas do segmento de Turismo para contribuir com o meio ambiente. Na campanha, para cada venda realizada na plataforma etrip em todo o mês, a empresa plantará um metro quadrado de Mata Atlântica. A iniciativa arrecadou R$6.360,30 e teve adesão de várias empresas: Tour House Corporativo, Tour House Eventos, Air France KLM, Gol, Movida, Vivere Viagens, Italica, 123 Espanhol, 123 Japonês, 123 Francês, Evento Único, Rock Content, e Agência Amigo. Com o recurso, serão plantados 1.910 metros quadrados de floresta, ou seja, 320 árvores. O plantio será executado em área de influência do Sistema Cantareira de abastecimento.
O 18º Congresso Brasileiro de Primatologia, promovido pela Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr) de 6 a 10 de novembro, trouxe a educação para o centro dos debates, com o tema “Educando Primatas”. A abertura do evento, que aconteceu no Centro Cultural Higino, em Teresópolis/RJ, foi realizada pela presidente do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, Suzana Padua. Educadora ambiental, com grande experiência no relacionamento com comunidades, Suzana defende que o tema deve ser tratado como ciência, assim como outras atividades que envolvem a conservação de primatas no Brasil. Para ela, a educação precisa estar antenada ao que vem sendo desenvolvido em termos de comunicação no mundo, para conseguir alcançar públicos diversos, fazendo com que o tema ambiental não somente ensine, mas desperte o encantamento nas pessoas.