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Paula Piccin

Acompanhe ao vivo: Diálogos da Conservação com o tema Educação Ambiental é Ciência – transformando desafios em resultados

19 de outubro de 2020 Por Paula Piccin

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Nesta terça-feira, 20 de outubro, às 19h, a ESCAS/IPÊ – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade realizará mais um encontro dos Diálogos da Conservação com o tema Educação Ambiental é Ciência – transformando desafios em resultados, no YouTube do IPÊ. Ative as notificações para acompanhar!

Bate-papo imperdível com Suzana Padua, presidente do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, Andrea Pupo Bartazini, coordenadora de educação ambiental no IPÊ, e Zysman Neiman, professor da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo e da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade. 

Afinal, quais são os desafios para a Educação Ambiental ser vista como Iniciativa Científica? Como isso é visto na academia?  Qual é a importância da avaliação e monitoramento junto aos projetos de Educação Ambiental? 

Acompanhe esse encontro e conheça os desafios e os avanços da Educação Ambiental como Ciência

Participantes:

SUZANA MACHADO PADUA

Co-fundadora e presidente do IPÊ. 

Uma das responsáveis pela criação da Escola do IPÊ (ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade). Possui Mestrado concluído na Universidade da Flórida (UF), em 1991, com foco em educação ambiental e, posteriormente, o doutorado na Universidade de Brasília (UnB), em 2004. Suzana publicou mais de 50 artigos e orientou mais de 30 estudantes de Mestrado, ao longo de sua carreira. Por conta de ações que influenciaram a transformação socioambiental e a vida de muitos estudantes, profissionais e membros da comunidade rural, especialmente mulheres, foi reconhecida por 17 prêmios nacionais e internacionais.

ANDREA PUPO BARTAZINI

Bióloga, pedagoga e mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, pela ESCAS. Coordena projetos de educação ambiental no IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, projetos que alcançam cerca de 3 mil pessoas todos os anos.

ZYSMAN NEIMAN

Mestre e Doutor em Psicologia (Psicologia Experimental com pesquisa em Educação Ambiental). Atualmente é Pesquisador e Professor Adjunto da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), atuando como vice-coordenador e professor no curso de Bacharelado em Ciências Ambientais. É autor de diversos livros na área de Ecologia, Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade e é Editor Chefe da Revista Brasileira de Ecoturismo (Qualis B2). Tem experiência na área de Ecologia Humana, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Ambiental, Unidades de Conservação, Sustentabilidade, Percepção Ambiental, Ética e Meio Ambiente, Terceiro Setor, Ambientalismo e Ecoturismo.

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Artigo: Educação Ambiental e a Ciência

9 de outubro de 2020 Por Paula Piccin

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Publicado também em Fauna News

Por Suzana Padua, presidente do IPÊ

Tratar Educação Ambiental como Ciência nem sempre é considerado sano. Muitos acham bobagem, principalmente quem trabalha com questões sociais per se, mesmo que de forma profunda. Todavia, a minha trajetória demandou uma outra postura e acabei concluindo que sano seria tratá-la como Ciência. Vou explicar.

Faço parte de uma organização, o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, cuja base é Ciência – Ciência para ação, para resolver questões, também chamada de Ciência Aplicada. Talvez por isso, internamente o respeito era dado a quem produzia dados que podiam ser validados cientificamente. Passei alguns anos sendo desvalorizada, mesmo que de forma disfarçada. Afinal de contas, trabalhar na área social não tinha o mesmo valor do que em Ecologia, Biologia ou com imagens de satélite, entre outros.

Com isso, ou eu escrevia minhas próprias propostas para conseguir executar o que almejava ou os pesquisadores incluíam nas últimas linhas de suas propostas algumas ideias, em geral com enormes expectativas de transformação, envolvimento e apoio de comunidades, mas prevendo escassos recursos para educação ambiental. As histórias eram bem complexas. Por exemplo, um pesquisador que trabalhava em um local onde havia a tradição de desmatamento desejava reverter a realidade com todo o apoio das pessoas locais, ou uma espécie que estava em extinção deveria tornar-se símbolo de conservação regional. Muito a realizar com o mínimo de recursos. Ou seja, missão impossível com as sobras do que restava dos diversos projetos.

Todavia, tive a sorte de cair nas mãos de uma professora recém-chegada à Universidade da Flórida, onde eu estava cursando mestrado, a Dra. Susan Jacobson, uma aficionada por avaliação. Foi aí que desenvolvi um trabalho comparativo com os alunos que visitavam o Parque Estadual do Morro do Diabo (que na época era administrado pelo Instituto Florestal de São Paulo), onde estávamos desenvolvendo nossos projetos – Claudio, meu marido, doutorando com foco na ecologia do mico-leão-preto, e eu com um programa de educação ambiental que havia criado e implementado para essa unidade de conservação, tendo o mico como espécie bandeira.

Meu estudo foi mensurar a eficácia do programa de visitação que havia implantado. Levou algum tempo a ser desenvolvido, pois cada etapa era avaliada e melhorada até que recebesse graus positivos. Ao visitarem o parque, pedíamos aos alunos que respondessem um questionário simples, avaliando cada atividade: A – excelente; B – bom; C – médio e D – ruim. Ora, todas as vezes que as atividades recebiam C ou D, havia uma força-tarefa para melhorar ou, se isso não acontecia, a atividade era deletada do programa. Tal procedimento ajudou a construir um programa de qualidade, que precisava ser testado de maneira científica.

Como foi efetuado meu estudo? Uma vez que na cidade mais próxima, Teodoro Sampaio (SP), todos os alunos das escolas já haviam visitado o parque (já estavam, assim, “contamiados” por informações e experiências), foi necessário buscar em Mirante do Paranapanema (SP), na Escola Estadual de Primeiro Grau Joana Costa Rocha, alunos que ainda não conheciam a unidade de conservação.

Isso porque precisávamos de uma turma que não tivesse sido exposta ao programa de educação ambiental que seria testado. A escola que aceitou talvez não soubesse da encrenca que eu estava armando, pois os alunos foram aleatoriamente separados em “Grupo Tratamento” que visitaria o Parque, e “Grupo Controle” que não iria à visita antes da testagem. Por que a escolha precisa ser aleatória? Por exemplo, se existisse 6ª A e 6ª B, e a escolha fosse pela turma toda A ou B, correríamos o risco de ter nossa pesquisa enviesada caso a escola adotasse a metodologia de agrupar os alunos que considerava os “melhores” ou “piores” em turmas separadas na A ou na B. Assim, os estudos científicos optam por escolhas aleatórias, que isentam resultados tendenciosos.

Alunos de 5ª à 8ª séries fizeram parte do estudo. Ao todo, 144 estudantes: 70 no Grupo de Tratamento e 74 no de Controle. Todos os alunos responderam a um questionário antes da visita (pré-teste) e um questionário logo após (pós-teste). A razão de se testar logo em seguida é para as turmas terem pouco tempo de interação e assim evitar trocas de informações que possam influenciar o pós-teste.

Uma vez que eu já estava em ritmo de pesquisa, aproveitei e repeti o teste 40 dias após para averiguar a retenção de informações ou de valores nos dois grupos. Esse passo não teria sido necessário para o mestrado, mas os resultados foram interessantes. Os valores ficaram retidos e até mais aprofundados, enquanto os conhecimentos da turma Tratamento reduziram um pouco com esse pequeno espaço de tempo, mas na comparação ainda mostrou diferença significativa entre os dois grupos. Aliás, a literatura indica que 15 dias já seria o suficiente para aferir o que ficou retido, mas optei por ser mais conservadora e aplicar esse terceiro teste com mais do dobro de tempo após o tratamento (visita ao parque).

Os resultados dos questionários foram transformados em números e colocados em uma planilha para que testes estatísticos pudessem ser efetuados. Orientações de especialistas de como fazer o que são sempre bem-vindas. Tive muita ajuda, pois não sou conhecedora de estatística, mas foi utilizada a Análise de Variância, Anova, que indicou diferenças significativas entre o Grupo Tratamento e o Grupo Controle. Mas as nuances de onde estavam essas diferenças só se tornaram evidentes no Teste Scheffé, que mostrou que entre meninas e meninos e entre os alunos de 7ª e 8ª séries comparados aos de 5ª e 6ª mostravam diferenças significativas. O próprio instrumento de pesquisa, o questionário utilizado, foi avaliado quanto à sua confiabilidade. Importante mencionar que o questionário foi testado antes de sua aplicação para o estudo, de modo a verificar se a linguagem e a formatação estavam próprias para o público-alvo. Com base no que se evidenciou, foram feitas as modificações cabíveis para que se tornasse adequado e eficaz.

Esses procedimentos ajudam a avaliar as respostas obtidas quantitativamente. No entanto, algumas perguntas no questionário eram abertas e elaboradas para mensurar valores e sentimentos. Portanto, o estudo passou a ser quali-quantitativo. Tal procedimento enriqueceu sobremaneira a pesquisa, pois houve espaço para não só mensurar conhecimentos, mas averiguar valores, sentimentos e engajamento ou desejo de envolvimento em ações ligadas à conservação e ao meio ambiente em geral.

Esse foi o estudo que realizei para o meu mestrado que avaliou o programa de educação ambiental implantado no Parque Estadual do Morro do Diabo. Este constava de palestra preparatória e três diferentes trilhas interpretativas, além de uma visita à estação meteorológica que funcionava no parque. Devo confessar que a última era a menos apreciada e a que frequentemente recebia as notas mais baixas, por não ter emoção como entrar na mata da Trilha do Mico-Leão-Preto, onde o visitante conhecia seu habitat e descobria o que precisava para viver. O visitante participava também de jogos elaborados para a Trilha do Arboreto, ou ainda, escalava a subida inesquecível da Trilha do Morro do Diabo, que mesmo difícil, demandante e cansativa, guardava uma emoção imensa para quem chegasse ao seu cume.

O programa ainda contava com sugestões de exercícios pós-visita, que os professores podiam desenvolver em sala de aula com seus alunos. Além disso, nas escolas, por muitos anos, foram realizados eventos que exigiam preparação contínua. Esse é o caso dos Fóruns de Ciências que contavam com apoio e envolvimento dos diretores de escola, pois ali trabalhávamos um tema específico durante o ano todo e seus resultados eram exibidos em uma feira de ciências aberta ao público.

Outra atividade de grande sucesso foi a publicação de calendários com as espécies locais ou sobre a visita ao parque, por exemplo, ilustrados com desenhos dos alunos. De modo a que todas as escolas fossem contempladas nas páginas dos meses em número equivalente, os melhores desenhos de cada escola eram selecionados e um júri externo escolhia quais entrariam na publicação, mas sem saber quem eram os artistas, para que a escolha não fosse tendenciosa. O júri era composto de pessoas da sociedade, como diretor de banco, advogado, médico, entre outros. A forma de atrai-los era sempre chamar a mídia na hora da seleção dos desenhos, o que mostrou ser uma medida eficiente.

 

 

 

 

Todas as atividades desenvolvidas eram também avaliadas para que pudéssemos melhorar a oferta. Perguntas simples como “o que sugere que a gente mude nos próximos eventos ou programas?”, ou “que nota você dá para essa iniciativa?” com as opções de A a D. Essa medida pode não ser classificada como “científica” por não aplicar testes estatísticos, mas serviram para aprimorar o que estávamos oferecendo.

Importante ressaltar que a pesquisa qualitativa tem um valor inquestionável. Todavia, muitas vezes exige tempo e um cuidado redobrado na interpretação dos dados levantados. A junção da abordagem quantitativa à qualitativa adiciona aspectos de agilidade na aferição dos resultados e traz maior confiabilidade junto a cientistas que não são das áreas sociais, por indicarem de maneira mais precisa diferenças entre grupos e a própria eficácia ou não de uma estratégia analisada.

Resolvi detalhar essa pesquisa, pois retrata as medidas que adotei no meu mestrado. O estudo me ajudou a mostrar que Educação Ambiental é também Ciência, o que me rendeu maior credibilidade junto a pesquisadores de áreas variadas. Realizei outros estudos, inclusive meu doutorado, mas para não me alongar demais, achei por bem focar nesse exemplo. Como tenho orientado um grande número de alunos em Educação Ambiental, são muitas as nuances que eu poderia descrever neste artigo. Destaco apenas o exemplo da Andréa Pupo Bartazini, pesquisadora e educadora ambiental do IPÊ que orientei.

Ela aproveitou um programa que implantou para alunos da região do Sistema Cantareira e comparou os resultados imediatos que havia coletado a cada ano com os conhecimentos e valores que permaneceram, que chama de impacto. Assim, analisa e compara respostas imediatas com o impacto do que ficou após algum tempo. 

Espero que esta síntese seja útil e que ajude a trazer mais e mais credibilidade à Educação Ambiental, campo de suma importância para a conservação e a sustentabilidade.

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Programa de Conservação do Mico-Leão Preto retoma pesquisas no campo

29 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Com a reabertura de Unidades de Conservação, as atividades de campo do Programa de Conservação do Mico-Leão-Preto foram retomadas em setembro. A equipe retornou ao Pontal do Paranapanema para dar continuidade ao trabalho de pesquisa de longo prazo para a conservação da espécie.

A retomada aconteceu na Estação Ecológica Mico-Leão-Preto/ICMBio. Para que isso fosse possível, a equipe seguiu um protocolo estrito de biossegurança, buscando garantir ao máximo a proteção aos micos e aos profissionais envolvidos. Os pesquisadores e assistentes de campo contam com equipamentos de proteção ainda mais específicos para evitar qualquer contaminação por SARS-CoV2. Além disso, outra aplicação nova no campo é o uso de anestesia inalatória nos animais capturados para pesquisa, que diminui muito o tempo de manipulação dos bichos.

No período de pausa das atividades, a equipe do IPÊ passou por treinamentos para aplicação desses novos protocolos e agora aplica todas as recomendações elaboradas para trabalhos com primatas durante esse período de reabertura das áreas naturais.

A expedição de retorno ao campo envolveu captura de micos-leões-pretos para coleta de amostras que serão destinadas a diversas análises, feitas em parceria com universidades como Unesp e UFSCar. São análises laboratoriais e de material genético, hormônios e isótopos.

Também foram colocados rádios-colares para dar andamento ao monitoramento dos micos na natureza. Um dos micos capturados também recebeu uma mochila de GPS com acelerômetro, que coleta informações sobre sua movimentação de forma tridimensional. Com isso, além do movimento bidimensional registrado pelas coordenadas do GPS, os acelerômetros nos permitem entender como esses animais usam as árvores, verticalmente.

Com esse equipamento, o programa de conservação consegue estimar o gasto energético diário dos micos em diferentes florestas e avaliar se existe variação em áreas mais preservadas ou degradadas. Os resultados dessa pesquisa vão guiar as ações de restauração, pra que os micos possam ter um ambiente mais apropriado para viver e se reproduzir.

Outras duas expedições nos fragmentos florestais do Pontal do Paranapanema estão previstas até o final do ano.

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Um Dia No Parque promove festival online e ações de valorização das Unidades de Conservação do Brasil

29 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Qual é a sua conexão com a natureza? É com essa pergunta que iniciamos oficialmente a campanha do Um Dia No Parque 2020 (#UmDiaNoParque), que acontece em 18 de outubro, entre uma série de atividades inspiradoras, lives, participações de especialistas e personalidades da música, fotografia, cultura e arte em geral.

A campanha tem realização da Coalizão PRO UCs, da qual o IPÊ faz parte, e pretende chamar atenção para as Unidades de Conservação, trazendo nos temas centrais a comemoração dos 20 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e a temática Saúde e Natureza para a vida de todos e todas.

Os tempos de pandemia transformaram as atividades do evento, que está em sua terceira edição, em ações online. No entanto, a mudança de formato, não tira o prestígio e a excelência da programação da campanha, que conta com histórias e experiências diversas sobre conexão com a natureza.

A programação desta edição, agora ampliada, tem o destaque oficial para o 18 de outubro, com a transmissão do festival pelo Youtube, e traz também, ações ao longo de toda a semana do evento.

Temas

Na temática das Unidades de Conservação, o Um Dia No Parque ressalta os serviços que esses importantes espaços de preservação trazem para o país e para as pessoas. Afinal, conservar e se conectar com a natureza também envolve dar valor ao potencial para o ecoturismo, economia, educação ambiental, saúde, cultura e lazer que as UCs proporcionam.

Para isso, o evento conta com um grande tema central, nesta edição: a comemoração dos 20 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei 9.985/2000). O SNUC foi criado com o objetivo de potencializar o papel das Unidades de Conservação para que sejam planejadas e administradas de forma integrada, a fim de conservar os ecossistemas e a biodiversidade, gerar desenvolvimento e melhorias na qualidade de vida dos brasileiros e brasileiras.

Parceiros

Para esta edição, o Um Dia No Parque tem o apoio de parceiros especiais. Entre os principais está Proteja Talks, que reúne especialistas em áreas protegidas no Brasil, com o apoio de 14 organizações da sociedade civil, e terá como foco neste ano os 20 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), em atividades que acontecem na semana do dia 18 de outubro.

 Além disso, a Rede de Trilhas, realizará ações presenciais controladas em Unidades de Conservação de Norte a Sul do país; e o portal de notícias ambientais O ECO, realizará o Pé No Parque, por meio de uma plataforma de comunicação de alto impacto sobre Parques Nacionais.

Ação consolidada

O Um Dia No Parque, acontece desde 2018 e chega neste ano a sua terceira edição trazendo um legado de histórias, números e inspirações. A ação já reuniu mais de 80 mil pessoas entre os Parques do país, sendo reconhecida como a maior ação de mobilização e engajamento pelas Unidades de Conservação do Brasil. Em 2019, contou com a participação de 234 UCs e mais de 10 mil fotos postadas nas redes sociais.

A realização do evento é da iniciativa #UnidosCuidamos, da Coalizão Pró-Unidades de Conservação, um grupo de instituições comprometidas com a valorização e defesa das áreas protegidas do país.

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Nossa resposta de apoio ao Pantanal

10 de novembro de 202228 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Por meio da INCAB – Iniciativa Nacional para Conservação da Anta Brasileira, o IPÊ está apoiando ações de combate aos incêndios no Pantanal. A área onde concentramos nossos estudos, ao sul do bioma, não foi afetada, mas estamos dando todo o suporte possível a outras áreas que sofrem. Mais de 20% do Pantanal já virou cinzas. Milhares de animais estão morrendo, inclusive antas, animal que estudamos e lutamos para conservar de diversas formas há quase 25 anos.

Nas últimas duas semanas, fizemos contato com pessoas e organizações que trabalham na linha de frente do combate a incêndios e resgate de animais, tanto no norte como no sul do Pantanal para identificar as melhores formas de apoiá-los. Assim, estamos ajudando da seguinte maneira:

 

  • DISPONIBILIZANDO PROFISSIONAIS E CONHECIMENTO TÉCNICO
    Muitas antas queimadas estão sendo resgatadas pelas equipes que estão em campo, que nos pediram apoio técnico para capturá-las, anestesiá-las e tratá-las. Em resposta a isso, enviamos todos os nossos manuais veterinários, orientações, protocolos de anestesia, checklists, orientações ex-situ, procedimentos laboratoriais. Também criamos um grupo Whatsapp incluindo nossa rede de veterinários de antas e equipes de experts em resgate de animais (veterinários, biólogos, tanto no campo quanto em universidades e centros de reabilitação de vida selvagem que recebem animais que precisam de cuidados adicionais). A ideia é que essas pessoas possam nos alcançar o mais rápido possível sempre que precisarem de ajuda com antas. Estamos nos colocando à disposição 24 horas nos sete dias da semana.
  • LEVANTANDO DOAÇÕES PARA AJUDAR OS ANIMAIS E COMBATER O FOGO

PORTUGUÊS – https://ipe.org.br/adote-anta
INGLÊS – https://ipe.org.br/en/donate-now/donate-to-tapir

As equipes precisam desesperadamente de equipamentos e suprimentos veterinários. Eles estão fazendo o melhor que podem, com poucos recursos. Em resposta a essa necessidade específica, estamos levantando fundos – até o fim de outubro, o que for doado à INCAB será destinado ao combate desses incêndios e ajuda aos animais, via organizações que atuam diretamente nessa grave crise.
Vamos usar o recurso para compra de equipamentos veterinários que vão chegar até as equipes em segurança. Parte dos recursos arrecadados também será destinada para comprar equipamentos de combate a incêndio, incluindo equipamentos de proteção para bombeiros (como botas, calças, camisas, luvas, capacetes e óculos especiais para proteção dos olhos) e bombas de água, mangueiras de incêndio, pás, motosserras, sopradores de ar, cortadores de mato, etc. Obteremos o máximo possível desses itens.

FAÇA A SUA DOAÇÃO E COMPARTILHE ESSA INFORMAÇÃO. NUNCA O PANTANAL PRECISOU TANTO DA SUA ATENÇÃO COMO AGORA.

Fotos ECOA – Ecologia e Ação

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Dia 29/09 – no Instagram: Live Pirarucu

28 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Na terça-feira, 29 de setembro, das 20:30 às 21:00, tem Live imperdível no instagram do IPÊ! 

Bate-papo com duas profissionais do IPÊ que atuam no MPB – Monitoramento Participativo da Biodiversidade, em Unidades de Conservação na Amazônia. Cristina Tófoli e Marcela Juliana vão conversar sobre uma série de questões que envolvem o monitoramento para a conservação do recurso. 

Afinal, como é feito o monitoramento participativo do pirarucu? Desde quando? Quais motivos levaram à implementação desse monitoramento? Quem participa? Como as comunidades se organizam para seu manejo? Quais são os benefícios do monitoramento participativo do pirarucu? De que forma o monitoramento contribui com a conservação da espécie? Houve alguma alteração no monitoramento do pirarucu por conta da pandemia? De que forma o monitoramento participativo beneficia também as próximas gerações?

Venha saber mais!

@institutoipe
www.instagram.com/institutoipe

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Dia 15/09, no Instagram: Live Uirapuru Canta

14 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Programe-se: 15/09 – 20:30 às 21:00 Live Uirapuru Canta: Como diminuímos a distância com as comunidades na Amazônia em tempos de pandemia? Nesse bate-papo, Cristina Tófoli, coordenadora do projeto MPB – Monitoramento Participativo da Biodiversidade, conversará com Lívia Maciel Lopes, pesquisadora que atua na Amazônia, sobre a experiência do IPÊ para superar o desafio da comunicação com as comunidades da Amazônia diante do cenário de pandemia.

@institutoipe

www.instagram.com/institutoipe

 

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Nova Loja do IPÊ: geração de renda e conservação da natureza

14 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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costurando o futuroComprar é mais do que uma simples escolha, começa com a peça, mas vai além, reforça também valores, ainda que muitas vezes de maneira inconsciente. Já imaginou tornar as suas compras mais representativas daquilo que você realmente acredita? No site da loja do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas (https://loja.ipe.org.br), você tem a oportunidade de: adquirir produtos que valorizam a biodiversidade nacional, contribuir com a conservação dessa mesma biodiversidade e ainda gerar renda para famílias de bordadeiras da zona rural de Nazaré Paulista e de produtores rurais do Pontal do Paranapanema (SP). 

Na loja do IPÊ, as camisetas adulto e infantil são confeccionadas 100% em algodão e destacam nas estampas a fauna e a flora brasileira.  Mico-leão-preto, bicho-preguiça, quati, arara, jacu, peixe-boi, sauá, anta, papagaio-da-cara-roxo e o tatu-canastra estão entre as espécies representadas nas coleções.  Para quem ficar na dúvida sobre qual modelo escolher vale a pena considerar a camiseta Biodiversidade! A flora também tem seu lugar garantido na loja do Instituto, com direito à jabuticabeira, mudas e à diversidade dos ipês. Uma das campeãs de vendas é a camiseta que traz a biodiversidade para o mapa do Brasil com bordado nas costas. Para as crianças, uma série de peças com estampas e bordados inspirados nos animais nativos do Brasil, fica a dica!

Além das camisetas, a loja também conta com bolsa para notebook, ecobag e necessaire – todas inspiradas na biodiversidade. Diante de pandemia, a loja investiu em uma linha de máscaras – modelos adulto e infantil (de 6 a 10 anos) – com elementos da biodiversidade, vale a pena conferir! Para relaxar em casa, as consagradas máscaras bicho preguiça e onça despontam como ótima opção. 

Todos esses produtos da loja são o resultado do Projeto Costurando o Futuro, realizado desde 2002 na zona rural de Nazaré Paulista, interior de São Paulo, com famílias de bordadeiras da região que complementam a renda por meio dos valores obtidos com a venda dos produtos. As coleções contam com orientações de reconhecidos designers de moda, como Sarita Dal Pozzo, Ana Laet, Simone Nunes, além do franco-brasileiro Fábio de Sá. Eles acreditam no conceito de que moda e natureza têm tudo a ver e podem caminhar juntas promovendo o desenvolvimento socioambiental e a melhoria da qualidade de vida em comunidades. Os quatro contribuíram com o Projeto de forma voluntária.

No site da loja do IPÊ também é possível encontrar uma linha de bucha vegetal customizada com a fauna nacional. Onça, anta, mico, borboleta e peixe estão entre os modelos. 100% do valor obtido com a venda desses produtos é destinado aos produtores rurais, que cultivam as buchas na região do Pontal do Paranapanema (SP), junto a Sistemas Agroflorestais, os SAFs, que misturam produção de alimentos e diversas culturas com o plantio de árvores da Mata Atlântica.

Havaianas IPÊ 

 

Há 16 anos, IPÊ e as Havaianas têm uma parceria que encanta os brasileiros e o mundo por meio das Havaianas IPÊ, sandálias com estampas que retratam a fauna e flora das matas brasileiras. Comercializadas em cerca de 100 países, elas colaboram para a conservação da biodiversidade do Brasil, com repasse de 7% das vendas líquidas para o Instituto. Durante todos esses anos, mais 14 milhões de pares de sandálias já foram vendidas. Mico-leão-preto, onça-pintada, gavião-real, tamanduá-bandeira, jacaré-de-papo-amarelo estão entre as espécies que estamparam, até o momento, as 15 coleções da linha entre adulto e infantil. Atualmente, gato mourisco, perereca-da-folhagem e araçari banana são as estrelas! As Havaianas IPÊ já destinaram mais de 9,2 milhões de reais para a causa do Instituto.

 

Café com floresta

O café à venda no site do IPÊ – produzido no Pontal do Paranapanema, no extremo Oeste do estado de São Paulo –  é conhecido como café com floresta, e tem como base a implementação de um sistema diversificado, que associa o café (Coffea arabica L.) com o cultivo de culturas anuais como feijão, milho, mandioca e espécies de árvores nativas da Mata Atlântica. Dessa forma, desde 2001, os agricultores assentados de reforma agrária atrelaram restauração florestal com geração de renda; 100% do valor obtido com a venda é destinado aos produtores rurais. A iniciativa gera benefício à terra, à biodiversidade, ao produtor e ao consumidor.

A presença das árvores neste sistema possibilita menor susceptibilidade à geada – um grande risco na produção do café. Além disso, com o manejo agroflorestal reduzem-se os danos causados pelo uso do agrotóxico, que afetam o produtor, o meio ambiente e quem consome os produtos ali gerados. Outra vantagem desse processo é a autossuficiência do produtor na condução da cultura do café, pois os insumos (biofertilizantes, inseticidas orgânicos e o homus de minhoca utilizado na adubação do café) podem ser encontrados na sua propriedade ou produzidos pelo agricultor, diminuindo os custos do cultivo

Confira esses e mais de 50 produtos na Loja do IPÊ: http://www.lojadoipe.org.br/ 

 

 

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Transformação socioambiental: alunos da ESCAS promovem mudanças a partir de novos arranjos em modelos de negócios

10 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Ampliar a produtividade no campo, diversificar as fontes de renda dos produtores rurais, estimular a participação dos diversos atores e contribuir para a conservação da biodiversidade estão entre os pontos de conexão dos trabalhos realizados na prática, na vida real, por alunos da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, tanto do Mestrado Profissional em  Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, quanto do MBA em Gestão de Negócios Socioambientais. 

Os egressos da ESCAS são líderes em conservação e sustentabilidade, que hoje atuam na transformação da realidade socioambiental em todo o Brasil. Confira abaixo seis dessas histórias, os resultados obtidos até o momento e os próximos passos.  

MATO GROSSO DO SUL

Projeto Sistemas Produtivos une produtividade no campo com impacto positivo no clima

Selecionado em duas disputas, no Desafio Agroflorestal (iniciativa do Fundo Vale e da Reserva Natural Vale) e na etapa nacional da ClimateLaunchpad – a maior competição de ideias de negócios verdes do mundo (realizada pela ClimateLaunchpad com co-realização da Climate Ventures, no Brasil), o Projeto Sistemas Integrados alinha reforma de pasto degradado com a utilização do componente florestal e de culturas agrícolas. Dessa forma os benefícios vão além da esfera social, por meio da diversificação das fontes de renda dos produtores e chegam à esfera ambiental reduzindo as emissões de carbono. 

O projeto desenvolvido por Pedro Nogueira, egresso do MBA da ESCAS, Thiago Nogueira, aluno do mestrado da ESCAS e Alexandre Tozzo está na disputa regional Climate Ventures que será realizada no início da segunda quinzena de setembro. “Sistemas produtivos mais eficientes emitem menos carbono, principalmente por causa da reforma da pastagem e do pastejo rotacionado; isso auxilia muito na redução das emissões de carbono. No nosso modelo de negócio, o componente florestal – a inclusão de árvores – e as espécies agrícolas também contribuem para a fixação de carbono ao sistema. Nesse contexto, no balanço, o sistema passa de emissor de carbono para um sistema que fixa mais carbono”, revela Pedro Nogueira.  O projeto, segundo os sócios, é totalmente ajustável para diferentes regiões do Brasil e biomas. 

Projeto de alunos da ESCAS disputa Desafio Agroflorestal e ClimateLaunchpad

 

MINAS GERAIS E SÃO PAULO

Associação Ambientalista Copaíba desenvolve estudo para selecionar as próximas áreas de restauração florestal  

A identificação das áreas prioritárias para a conectividade, com as ações mais estratégicas para recuperação e os custos estão entre as questões apresentadas na tese de mestrado de Flávia Balderi, na ESCAS/IPÊ – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade. Flávia é uma das fundadoras e secretária executiva da Associação Ambientalista Copaíba, localizada em Socorro (SP). O recorte de Flávia traz justamente a área de atuação da Copaíba em 19 municípios localizados entre a bacia do Rio do Peixe, no leste do estado de São Paulo, e a bacia Camanducaia, no sul de Minas Gerais.

“A partir desse levantamento vamos contatar os proprietários das áreas prioritárias para a restauração e nessa conversa todos os argumentos serão importantes, como serviços ecossistêmicos, conservação de água. Por exemplo, para quem trabalha com turismo ou com produção tentaremos utilizar espécies que agreguem valor também nessa direção às propriedades; uma maneira também de incentivarmos que a restauração aconteça”, pontua Flávia Balderi. 

Produto final de mestranda da ESCAS vai fortalecer Associação Ambientalista Copaíba

 

REGIÃO SUL DO BRASIL

Egresso da ESCAS aposta em novo modelo para construir e compartilhar conhecimento  

Documentários e curtas-metragens desenvolvidos por pesquisadores em conjunto com tropeiros, quilombolas, pescadores, produtores rurais e jovens revelam novos caminhos na área de educação ambiental. “O resultado não é a entrega do vídeo, mas a forma como a gente produz o vídeo com a comunidade, alunos e pesquisadores. Esse é o foco do nosso negócio”, pontua Gustavo Arruda, egresso do MBA da ESCAS e sócio da Rastro Ecologia Criativa.

Entre as produções da Rastro, após Gustavo concluir o MBA, está o curta Peixe das Nuves, do Instituto Pró-Pampa. O vídeo tem como objetivo compartilhar informações sobre os peixes anuais, também conhecidos como sazonais, com destaque para a importância da conservação do habitat, que inclui a zona de amortecimento da Unidade de Conservação, onde são desenvolvidas atividades antrópicas. “A pesquisa não chegava à comunidade do entorno e a maior parte dos conflitos acontecia por conta da degradação do habitat. Com o vídeo criamos um diálogo mais sensível e atrativo sobre o tema para as comunidades do entorno”, esclarece Gustavo Arruda.

Veja como Gustavo transforma ecologia, arte e comunicação em educação ambiental

 

EXTREMO SUL DA BAHIA

Egressa adapta modelo de negócio em tempos de Covid-19 

As mudanças no cenário por conta da pandemia aceleraram alguns planos no extremo sul da Bahia, onde há quase nove anos, a engenheira agrônoma Jeilly Vivianne, mestra pela ESCAS, iniciou programa com ex-carvoeiros que avançaram no caminho da Agroecologia. “Planejávamos começar o trabalho de cestas delivery no segundo semestre de 2020, após o escalonamento de plantio, mas com a suspensão das feiras em tempos de pandemia, antecipamos as cestas. Temos mais de 50 produtos entre in natura, minimamente processado até o processado. De abril até a primeira quinzena de agosto, mais de 1.100 cestas já foram comercializadas – mais de 12,5 toneladas de alimentos – em Teixeira de Freitas, Alcobaça e Guaratiba/Prado (BA) e Nanuque (MG)”, explica a egressa. 

 

De carvoeiros a agrofloresteiros: mestra da ESCAS/IPÊ transforma realidade socioambiental no sul da Bahia

 

Programa para agricultores do sul da Bahia contribui para o aproveitamento de 100% da mandioca

A mestra pela ESCAS Jeilly Vivianne também atua no extremo sul da Bahia na implantação da Farinheira Sustentável, que integra o PAT da Mandiocultura – Plano de Ação Territorial da Mandiocultura, uma iniciativa com recursos do PDRT da Suzano e apoio do PRODETER – Programa de Desenvolvimento Territorial, do Banco do Nordeste. 

As ações tiveram início pela necessidade de adequação das farinheiras. “Em 2017, o Ministério Público recebeu uma denúncia sobre o descarte inadequado da manipueira – resíduo líquido da prensagem da massa da mandioca – 25 vezes mais poluente do que o esgoto doméstico”, recorda Jeilly Viviane. Diretamente 709 famílias são atendidas pela equipe de Jeilly no PDRT, e mais de 3 mil têm acesso ao conteúdo pelo PAT, com o Mandiocast o número de pessoas impactadas já ultrapassa os limites das ações inloco. 

Mestra pela ESCAS implementa programa que amplia aproveitamento da mandioca de 40% para 100%

PONTAL DO PARANAPANEMA

Mestre pela ESCAS conquista o Whitley Awards, o Oscar Verde 

Gabriela Cabral Rezende, mestra pela ESCAS, integra a lista de pesquisadores reconhecidos com o Whitley Award pelos esforços na conservação do mico-leão-preto. A bióloga está entre os seis vencedores do Whitley Award 2020, do Whitley Fund for Nature (Reino Unido). O Whitley é considerado o maior prêmio da conservação ambiental do mundo, e por isso é chamado de Oscar Verde. Mestra pela ESCAS, a pesquisadora concorreu com mais de 100 outros inscritos ao prêmio na mesma categoria. Além do reconhecimento, os seis ganhadores vão receber o prêmio de 40 mil libras, cada um, para investirem em seus projetos.

Saiba como o recurso será usado no Programa de Conservação do Mico-Leão-Preto

Mais informações: 

  • Mestrado Profissional em  Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável  
  • MBA em Gestão de Negócios Socioambientais

 

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No Instagram: Acompanhe a série de Lives do Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade – MPB

4 de setembro de 2020 Por Paula Piccin

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Com o objetivo de compartilhar os aprendizados e as vivências da equipe e parceiros, o projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade (MPB), do IPÊ, inicia na próxima semana uma série de Lives no Instagram @institutoipe. 

Para começar:  O que é Monitoramento Participativo da Biodiversidade? Um bate-papo em 08/09, das 20:30 às 21:00 entre Cristina Tófoli, coordenadora geral do projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação Amazônicas, e Paula Piccin, coordenadora de comunicação do IPÊ.  

Cristina já recebeu um dos Prêmios Futuro Conservacionista (Future Conservationist Award), pelo Conservation Leadership Programme e foi selecionada como uma das lideranças emergentes na conservação da vida silvestre. É ecóloga, mestre em ecologia e  atualmente cursa o MBA da ESCAS em Gestão de Negócios Socioambientais. 

Em 5 anos, o MPB – Monitoramento Participativo da Biodiversidade já beneficiou diretamente mais de 4,7 mil pessoas, em 17  Unidades de Conservação.  Mas como as informações monitoradas pela própria comunidade contribuem para a biodiversidade? De que forma esses dados subsidiam projeções relativas às mudanças climáticas e demais ameaças? Qual é a relação entre monitoramento da biodiversidade e cadeias produtivas?  Confira as respostas para essas e outras perguntas na Live. 

O projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade é parceiro na implementação do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (Monitora) do Instituto de Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e conta com apoio de USAID, Gordon and Betty Moore Foundation e Programa ARPA. 

Programe-se:  a segunda Live será realizada em 15/09 no mesmo horário (20:30 às 21:00) com o tema Uirapuru Canta: Como diminuímos a distância com as comunidades na Amazônia em tempos de pandemia?. Nesse bate-papo, Cristina Tófoli conversará com Lívia Maciel sobre a experiência do IPÊ para superar o desafio da comunicação com as comunidades da Amazônia diante do cenário de pandemia. 

 

Instagram do IPÊ: https://www.instagram.com/institutoipe/

 

 

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