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Dia do Pantanal na COP15

COP15 CMS: Dia do Pantanal vai levar recomendações à agenda global para conservação do bioma e das espécies migratórias

25 de março de 2026 Por Paula Piccin

Mosaico de paisagens bastante complexas e muito diferentes entre si, o Pantanal tem enorme relevância para as espécies migratórias. As ações de conservação de paisagem, e consequentemente da fauna, precisam estar adaptadas à realidade do bioma, que encontra cerca de 97% das suas áreas em propriedades privadas. Assim, dialogar com a sociedade, é ponto central, seja para a criação de políticas públicas, a implementação delas, o desenvolvimento de projetos científicos ou ainda ações de turismo em favor da biodiversidade.

No “Dia do Pantanal”, evento do IPÊ em parceria com The Pew Charitable Trusts e o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), a necessidade da participação social na proteção desse bioma permeou todas as conversas. O encontro foi acompanhado por mais de 80 pessoas, entre representantes governamentais, de organizações da sociedade civil, academia, povos e comunidades tradicionais e indígenas.

A discussão foi destaque do segundo dia na COP15 CMS, realizada em Campo Grande (MS) e foi organizada em torno de três painéis – ciência aplicável, governança territorial efetiva e financiamento de longo prazo. A proposta é que as contribuições dos participantes ajudem a construir uma agenda para o Pantanal durante a presidência brasileira da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS). 

A mesa de abertura contou com a presença de Jaime Verruk, secretário de meio ambiente de Mato Grosso do Sul, Sanny Costa Saggin, superintendente de meio ambiente do estado do Mato Grosso e Leonardo Lacerda, consultor The Pew Charitable Trusts, que destacaram a importância do debate no contexto de um evento internacional. O evento foi conduzido por Renato Roscoe (Instituto Taquari Vivo).

As contribuições dos painéis de debate do Dia do Pantanal serão consolidadas e seguirão sendo acompanhadas por um grupo de trabalho, com participação de Miriam Perilli, coordenadora de pesquisas do IPÊ e David Tecklin, diretor de projetos da Pew Charitable Trusts, organização que apoia projetos de conservação no Pantanal, como o Pontes Pantaneiras.

Ciência aplicada: tecnologia em rede e pessoas tiveram destaque

O painel científico do Dia do Pantanal trouxe como ponto central a necessidade do desenvolvimento de tecnologias e da aproximação da ciência com a sociedade. Realizar monitoramento, entender as espécies e a migração de peixes em escala de bacia e utilizar de forma adequada as ferramentas de Inteligência Artificial são ações fundamentais, segundo os palestrantes Walfrido Tomas (Embrapa), Larissa Sugai (Universidade de Cornell), Jerry Magno Penha (UFMT) e Lacey Hughey (Smithsonian), em debate mediado por Peter Leimgruber (Smithsonian).

A acessibilidade a essas tecnologias foi uma questão levantada como ação de impacto no contexto internacional, já que o assunto é COP15 e espécies migratórias. “Precisamos transmitir esse avanço de tecnologia e garantir a acessibilidade. Aí entra a importância de ferramentas de baixo custo e de encontrar formas de desenvolver tecnologias de dentro para fora. Estamos vivendo o boom de IA, mas elas são desenvolvidas com padrões que não contemplam a biodiversidade local”, afirmou Larissa.

Para Walfrido, as redes e integração entre os países são a chave para o desenvolvimento de tecnologias em favor das espécies. “Redes são importantes para trazer tecnologia e competência. Existe uma ciência no norte global que ainda não está tão avançada no sul, por exemplo. O Brasil investe muito pouco no sequenciamento genético e genômico. Com uma rede de pesquisas e de competências a gente consegue acelerar esses processos”, diz.

Usar a tecnologia para entender o Pantanal também com relação ao equilíbrio hídrico e tentar compreender o impacto das mudanças climáticas no bioma deve ser um ponto de atenção das pesquisas, segundo os presentes. Para eles, entretanto, nem só de tecnologia se faz a ciência. Por essa razão, são categóricos ao afirmar a necessidade de envolver e engajar pessoas na proteção do Pantanal.

“Não acredito que a gente avance apenas com os profissionais da conservação, mas precisamos da sociedade. Como faz esse dado circular melhor. Chegar na sociedade para que elas façam uso das plataformas para coisas que interessem a eles também. Não vamos avançar sem recrutar novos profissionais. A sociedade precisa se sentir beneficiada”, comenta Jeffrey. Lacey Hughey, concorda. “Nenhuma tecnologia acontece sem as pessoas. Precisamos criar espaços onde as comunidades se juntam, junto com tecnologia, legisladores. Existem muitos silos que precisam ser cruzados”.

A separação entre o conhecimento técnico da ciência e a realidade do cidadão comum não tem mais espaço diante da crise climática e de biodiversidade que enfrentamos, segundo os participantes. Um exemplo dessa urgência, segundo Walfrido Tomas, é que quase 50% das espécies migratórias estão em declínio planetário. “O próximo passo, é trazer para o diálogo, mostrar o que a ciência está produzindo sobre Pantanal e como podemos ganhar escala focados em espécies migratórias. Trazer o poder público e produtor rural junto. A ciência tem que fazer o seu papel de traduzir seu resultado para a política pública e quebrar essa coisa de academia de um lado, sociedade do outro, uma fórmula que já vimos que não funciona”, admite o pesquisador.

Saiba mais sobre as recomendações para os temas Governança e Financiamento

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