Alunos, egressos, professores, parceiros, conselheiros e financiadores acompanharam o I Simpósio Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável realizado pela ESCAS, a escola do IPÊ, neste mês (19), na sede em Nazaré Paulista/SP. Como forma de ampliar a celebração das três décadas de história da ESCAS, o Simpósio contou com transmissão simultânea pelo Canal do IPÊ no YouTube.
O evento teve início com uma série de homenagens a pessoas-chave que fizeram e muitas que seguem fazendo parte da história da ESCAS. Rosemeire Moraes, coordenadora financeira da ESCAS, em nome da coordenação, entregou flores orgânicas produzidas por Eloísa Pinheiro, egressa que concluiu o Mestrado da ESCAS neste semestre, a cada homenageado que marcou presença em Nazaré Paulista.
Na fronteira do conhecimento
A inovação está no DNA da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável que segue como pioneira na realização de Mestrado Profissional que articula Conservação da Biodiversidade com Desenvolvimento Sustentável. O curso é reconhecido como nota 5 na Capes – em uma escola que vai de 0 a 5.
Claudio Padua, co-fundador do IPÊ e reitor da ESCAS, ressaltou esse diferencial na abertura do Simpósio. “Na ESCAS colocamos todas as ciências juntas para a conservação da biodiversidade. Foi essa inovação que nos trouxe até o momento de hoje”
Suzana Padua, co-fundadora do IPÊ, presidente do Instituto e professora da ESCAS, destacou o potencial desse caminho. “A gente vê o poder desse tipo de educação que se importa com o social, com ambiental e com econômico, a ciência para aplicação”.
Eduardo Badialli, que há 17 anos integra a equipe da ESCAS como coordenador de cursos, compartilhou como isso funciona nos bastidores. “A gente tem uma liberdade de criar muito grande. Já abordamos mais de 45 temas na ESCAS. Logo que um assunto começa a emergir já nos mobilizamos. Tivemos um MBA que virou Pós-graduação em Gestão de Negócios Socioambientais USP que contou com mais de 90 alunos, uma parceria com o CEATS, da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária, da Universidade de São Paulo (FEAUSP), que também traz ainda mais inovação à instituição. Há mais de 20 anos, temos parcerias internacionais e ouvi-los após essa vivência no Brasil é sempre muito emocionante em como ampliamos perspectivas, incluindo sobre o que eles já faziam”.
Cristiana Saddy, coordenadora do Mestrado Profissional, reforçou a importância desse momento. “Estamos aqui reunidos com todos que fazem parte da nossa escola. Em um Simpósio como esse conseguimos dar luz à produção de nossos alunos e egressos mentorados por nossos professores. Nossa expectativa é transformar esse evento em um compromisso periódico que se torne uma tradição para trazer discussões benéficas e necessárias”.
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Prêmio Claudio Padua de Inovação
Durante o evento, os mestres que depositaram os produtos finais do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável em 2025 e aqueles que concluírem essa entrega em 2026 vão concorrer ao “Prêmio Claudio Padua de Transformação Socioambiental – ESCAS”, que vai reconhecer os melhores Produtos do Programa. Mais informações em breve.