ESCAS/IPÊ realiza webinario gratuito sobre organizações híbridas e modelos alternativos de negócios
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13/03/2017 – Geração de valor econômico e responsabilidade socioambiental nunca andaram tão juntas. Os negócios socioambientais têm emergido como um caminho promissor para aqueles que têm um ideal e sonham em construir ou gerir negócios lucrativos que transformem a realidade socioambiental. Para falar sobre isso, as professoras Rosa Maria Fischer e Graziella Comini, farão um webinario ao vivo e gratuito amanhã – dia 14 de março – às 20h00. As inscrições devem ser feitas aqui: http://mba.ipe.org.br/webinario-inscreva-se
Em uma aula inédita da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, os participantes vão ficar por dentro sobre o que são organizações híbridas e como são criados modelos alternativos de negócios. Serão abordados os temas:
• como é feita a gestão desse modelo de organização
• os cuidados a serem tomados e os riscos inerentes
• como gerar superávit ao mesmo tempo em que se gera valor socioambiental
• como atuar em uma lógica de mercado
As professoras são coordenadoras do MBA Gestão de Negócios Socioambientais, oferecido pela escola em parceria com o CEATS-USP e ARTEMISIA, e que está com inscrições abertas até dia 7 de abril. Mais informações: http://mba.ipe.org.br/inscreva-se
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O projeto é considerado uma inovação local porque fortalece as ações sociais e ambientais na região, promovendo a geração de renda e combinando produção com conservação do meio ambiente. O grande desafio nessas propriedades é a adaptação das colmeias nos sistemas agroflorestais, principalmente em assentamentos expostos a pulverização aérea de agrotóxicos. Para isso, o IPÊ promoveu a capacitação de 60 produtores (participantes do projeto e interessados), trabalhou com assistência técnica, e trocou experiências com os produtores para tentar criar mecanismos para facilitar a adaptação das colmeias nos bosques. A coleta do mel e condução das colmeias também foram pontos de preocupação nesse sistema, por isso o Instituto vai manter as atividades de assistência técnica.
“São cerca de 30 bandejas por espécie, cada bandeja com 135 mudas, totalizando mais de 4 mil mudas de cada espécie, que estarão prontas para serem plantadas em 3 ou 4 meses”, explica Valter Ribeiro, do viveiro escola Alvorada (foto).



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