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Monitoramento comunitário visa proteger castanhais da Resex Cazumbá-Iracema

"A ideia dentro dessa iniciativa de monitoramento, é de cada unidade de conservação envolvida no projeto trabalhe com uma espécie ou atividade de interesse local. No caso da Cazumbá foram os castanhais tendo em vista que existe uma percepção da comunidade de que a produção de castanhas está diminuindo.

Queremos justamente acompanhar e entender se isso está realmente acontecendo e, em caso afirmativo, o que está ocasionando isso. Algumas hipóteses que queremos confirmar são a morte das castanheiras mais adultas e a não reposição de novas castanheiras ou a falta de polinização, o empobrecimento do solo, as mudanças climáticas ou a falta da própria fauna que faz a dispersão da semente, no caso a cotia", explica o gestor da Resex, Tiago Juruá.

No local monitorado com a participação da comunidade vivem 40 famílias que sobrevivem da exploração dos castanhais. Ali, com participação deles, a ideia é desenvolver protocolos de monitoramento de fácil execução e também incentivar a participação dos jovens nessa atividade.

"Queremos envolver os jovens, levando cursos profissionalizantes e uma nova alternativa de renda que envolva esse monitoramento para que eles permaneçam na região e ajudem a fortalecer a atividade", diz Tiago. O Monitoramento Participativo da Biodiversidade continua em 2016, com uma série de atividades em sete Unidades de Conservação da Amazônia.