Onde Estamos
Rod. Dom Pedro I, km 47
Nazaré Paulista, SP, Brasil
Caixa Postal 47 – 12960-000
Tel: (11) 3590-0041
O CECSA Clima é uma rede de pessoas e instituições que desejam aprimorar a governança sustentável de seus territórios, unindo-se para enfrentar os desafios socioambientais e dos impactos das Mudanças Climáticas.
Alterações duradouras e em larga escala nos padrões climáticos do planeta, impulsionadas principalmente pelas atividades humanas — especialmente a queima de combustíveis fósseis — que liberam gases de efeito estufa na atmosfera, resultando no aumento da frequência e da intensidade de eventos extremos, como secas, inundações, ondas de calor e tempestades.
Alterações duradouras e em larga escala nos padrões climáticos do planeta, impulsionadas principalmente pelas atividades humanas — especialmente a queima de combustíveis fósseis — que liberam gases de efeito estufa na atmosfera, resultando no aumento da frequência e da intensidade de eventos extremos, como secas, inundações, ondas de calor e tempestades.
Desde o seu início, em 2024, construímos o Centro de forma coletiva, envolvendo ativamente os principais atores que influenciam no uso do solo na região. Queremos que o Centro seja, de fato, uma iniciativa enraizada no território e conectada com a realidade local. Um coletivo comprometido com a educação ambiental, a conservação da biodiversidade e a criação de paisagens multifuncionais resilientes às Mudanças Climáticas.
O CECSA-Clima é parte de uma Política Pública do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). O projeto é financiado pelo MMA e executado pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas.
Conjunto de ações e decisões coordenadas, adotadas por um governo ou autoridade pública, com o objetivo de resolver um problema específico ou atender a uma necessidade da sociedade, ou seja, uma resposta do Estado a uma demanda coletiva, materializada em programas, serviços, leis ou regulamentações.
Claudecir Pereira da Silva – Escola Municipal Comunitária Fazenda Lacerda
Produzir e disseminar conhecimento aplicados ao planejamento, gestão e restauração da paisagem. Isso é realizado através de:
“Promover uma educação pensada para aqueles que vivem no campo e que atenda suas necessidades culturais, sociais e econômicas e que chegue à população que vive e depende do campo”
Giliarde Alves dos Reis – Coordenador do curso técnico em agropecuária do Centro Estadual Integrado de Educação Rural (CEIER) de Águia Branca.
Iniciamos nossas atividades nos municípios de Águia Branca, Alto Rio Novo e Pancas, no Espírito Santo. O CECSA-Clima possui uma sede em Águia Branca, uma sala na Casa de Cultura Polonesa, cedida pela prefeitura do município. Atualmente essa articulação está se expandido para outros municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
“O Centro de Educação e Cooperação Socioambiental está sendo construído de forma coletiva por órgãos públicos, instituições de pesquisa e extensão rural, escolas e comunidades escolares, organizações de jovens, mulheres, agricultores e movimentos sociais ligados à agricultura familiar. Mais do que uma estrutura física, o Centro nasce como um espaço estratégico de articulação intersetorial, reunindo atores-chave na gestão do território. Essa construção coletiva, desde a origem, é essencial para garantir pertencimento, participação ativa e a criação de soluções sustentáveis. Um futuro mais justo, resiliente e próspero só será possível se unirmos forças em torno de decisões coletivas e ações concretas no território.”
Vanessa Silveira – Coordenadora do Projeto Centro de Educação e Cooperação Socioambiental para o Clima
Parte do noroeste capixaba foi classificado pelo MMA como uma Área Susceptível à Desertificação (ASD) pelo MMA. O local possui um histórico de degradação ambiental que se estende a todo o noroeste capixaba, devido a ocupação desordenada, ao desmatamento e uso inadequado do solo, baseado em sistemas de monoculturas com ausência de manejo ou manejos inapropriados.
Processo de degradação da terra nas regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas do Brasil, segundo Tratado estabelecido pela Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD). A delimitação destas áreas é realizada através do cálculo do Índice de Aridez, que é definido pela razão entre a precipitação (chuva) e a evapotranspiração (evaporação) potencial da água.
A carência de boas práticas na produção agropecuária aumenta a insegurança alimentar e hídrica, reduz os rendimentos da agricultura familiar, ameaça a biodiversidade e a provisão de serviços ecossistêmicos. A baixa produtividade agrícola na região com histórico de cafeicultura agrava a falta de perspectivas no campo, impulsionando o êxodo da juventude rural. É importante ressaltar que a intensificação dos eventos climáticos extremos afeta desproporcionalmente populações mais vulneráveis, como aqueles com menor renda, mulheres e jovens rurais.
benefícios essenciais e gratuitos que a natureza fornece ao bem-estar humano, como ar e água purificados, polinização de plantações, regulação do clima, fertilidade do solo e oportunidades de lazer e cultura.
A partir do mapeamento de atores e instituições locais que atuam com educação ambiental e uso do solo, foram realizadas mais de 40 reuniões e entrevistas, que resultam na participação de:
Realizamos palestras sobre Mudanças Climáticas, Sistema Silvipastoril e visitas a assentamentos e atividades desenvolvidas em parceria com o Projeto Paisagens Climáticas.
Também participamos de eventos ligados a sustentabilidade, como a Caminhada Ecológica de Água Branca, 1ª Conferência intermunicipal do meio ambiente (Alto Rio Novo e Jaguaré) e promovemos encontros municipais de Agroecologia.
Conduzimos 2 Conferências Infantojuvenis de Meio Ambiente nas escolas Pastor Antônio Nunes e Centro Estadual Integrado de Educação Rural (CEIER) de Águia Branca instituições parceiras do Centro.
Integrantes do Centro participaram de aulas da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade do IPÊ (ESCAS), como estratégia de aprofundar seus conhecimentos em: Mudanças Climáticas, Sustentabilidade e Negócios, Parcerias intersetoriais, Governança para sustentabilidade, Energia e sustentabilidade e Pecuária, agricultura e Clima.
Realizamos 2 oficinas com ampla participação de organizações locais. Na Oficina de Diagnóstico os participantes sistematizaram os principais desafios socioambientais e equipamentos de Educação Ambiental da região. Na Oficina de Planejamento Estratégico foram definidas ações prioritárias, propostas para captação de recursos, contrapartidas das instituições participantes, acesso a Políticas Públicas estratégicas, necessidades financeiras de funcionamento e divisão de funções.
Nos encontros foram discutidas propostas para a governança do Centro. Foi criado um Grupo de Trabalho para desempenhar essa tarefa, que já conta com 9 instituições (Fetaes, Incaper, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alto Rio Novo, CEIER, Santa Maria Luz e Força, Banco do Nordeste e IPÊ)




“As soluções para enfrentar a crise climática já existem nos territórios. Muitas organizações locais têm conhecimento e capacidade técnica para agir. Iniciativas como o Centro ajudam a conectar essas ações e a dar escala para iniciativas que contribuem com enfrentamento dos desafios trazidos pelas mudanças climáticas.”
Isadora Aguirra – Articuladora Local do Centro de Educação e Cooperação Socioambiental para o Clima
Envie uma mensagem para isadora.aguirra@ipe.org.br, articuladora local do CECSA-Clima, com seu nome, instituição da qual faz parte e nos conte o que te inspira fazer parte dessa rede!
Financiador:
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