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Profissionais que buscam transformar desafios em oportunidades, obtendo formação prática para subsidiar a tomada de decisão frente aos desafios socioambientais têm duas oportunidades para seguir nessa direção.  

A ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas está com inscrições abertas para o processo seletivo do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável e para a turma 2022 da Pós-graduação em Gestão de Negócios Socioambientais, ambos até 29 de julho de 2022.

Nos dois cursos, o aluno terá acesso ao compartilhamento dos desafios enfrentados por profissionais que estão na linha de frente da sustentabilidade, com todos os aprendizados inerentes à superação. Por conta da pandemia, os cursos são realizados no formato híbrido, com aulas online ao vivo e encontros presenciais agendados com antecedência na sede da ESCAS/IPÊ em Nazaré Paulista/SP. 

Mestrado Profissional

No Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável os alunos encontrarão uma jornada de aprendizado inovadora com sólidos conhecimentos científicos, múltiplas vivências relacionadas aos principais temas da Conservação da Biodiversidade e do Desenvolvimento Sustentável, além de governança e resolução de desafios reais.

As aulas do curso que tem nota 4 na CAPES em uma escala que vai até 5 terão início em setembro de 2022 e término em agosto de 2024. Saiba mais e inscreva-se no processo seletivo 

Com duas linhas de Pesquisa: Conservação da Biodiversidade /  Meio Ambiente, Sociedade e Sustentabilidade, o mestrado profissional atrai o interesse de profissionais de diversas formações, como biólogos, engenheiros agrônomos e florestais, gestores socioambientais, coordenadores e diretores da área de Responsabilidade Socioambiental que têm em comum o objetivo de transformar realidades, criar/aperfeiçoar processos, ampliar o diálogo com os diferentes atores sociais e assim promover o Desenvolvimento Sustentável.

No corpo docente estão profissionais que são referência em suas áreas de atuação, eles estão na ponta da inovação socioambiental, tanto em projetos no terceiro setor, quanto na iniciativa privada e na esfera governamental.

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Pós-graduação em Gestão de Negócios Socioambientais

As aulas para empreendedores e profissionais que buscam implementar modelos de negócios reais com base na sustentabilidade socioambiental e econômica, no valor compartilhado e nos negócios inclusivos terão início em agosto de 2022 e término em fevereiro de 2024. 

Saiba mais e inscreva-se

Durante o curso, o aluno terá a oportunidade de reconhecer na prática a transversalidade do tema como aliada das transformações capazes de articular geração de valor socioambiental com rentabilidade financeira. 

A real implementação dos negócios de impacto é abordada a partir das seguintes macroáreas: Contexto Socioambiental presente e futuro, Sustentabilidade dos Negócios, Ferramentas de Gestão (Contabilidade/ Direito / Marketing), Estratégias e Inovações no Campo Socioambiental, Sustentabilidade nas Cadeias de Valor e O Campo dos Negócios Socioambientais. 

O corpo docente multidisciplinar reúne os principais expoentes nas respectivas áreas que buscam a partir de soluções inovadores proporcionar escala à sustentabilidade para assim transformar realidades. 

A Pós-graduação em Gestão de Negócios Socioambientais é uma iniciativa da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, principal frente educacional do IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológica com orientação pedagógica do CEATS/FEA/USP – Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor. 

Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) devem ser implementados por todosos países até 2030.
Entenda melhor aqui:
https://www.pactoglobal.org.br/ods

Nossos projetos, realizados na Mata Atlântica, na Amazônia, no Pantanal e no Cerrado,desenvolvidos com olhar integrado entre pesquisa científica, educação, envolvimentocomunitário, produção sustentável, restauração florestal para a mitigação do aquecimentoglobal e conservação da água, e geração de renda por meio da natureza, contribuem com os seguintes ODS:

1ERRADICAÇÃO DA POBREZA: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

2FOME ZERO E AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover aagricultura sustentável.

6ÁGUA LIMPA E SANEAMENTO: Assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos.

11CIDADES E COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS: Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

12CONSUMO E PRODUÇÃO RESPONSÁVEIS: Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

13AÇÃO CONTRA A MUDANÇA GLOBAL: Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos.

15VIDA TERRESTRE: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de formasustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra edeter a perda.

Apoie essa causa. Doe agora! 

A carta “A tragédia dos comuns: como decisões sutis, mas legais, ameaçam uma das maiores áreas úmidas do planeta” foi publicada pelo periódico BioScience em maio de 2022, e mostra que o Pantanal está sob a maior ameaça da história

O Pantanal é um Patrimônio Nacional de uso restrito cuja exploração deve ser ecologicamente sustentável, de acordo com o “novo Código Florestal”, e talvez seja atualmente um dos maiores e mais bonitos exemplos de sustentabilidade no planeta. A maior parte de seus 179.000 quilômetros quadrados é usada para a pecuária tradicional, bem como para a pesca por comunidades tradicionais, pela população local e por pescadores esportivos, com relativamente pouco impacto nos ecossistemas. Entretanto, há um número crescente de tentativas de implementar uso intensivo e intervencionista na região para os próximos anos, ameaçando o bioma.

Por essa razão, a carta “A tragédia dos comuns: Como decisões sutis e ´legais´ ameaçam uma das maiores áreas úmidas no mundo”, publicada  na revista científica BioScience, em maio de 2022, é um alerta sobre como uma série de pequenas decisões locais criam um cenário perigoso para o futuro do Pantanal. A publicação é assinada por quatro pesquisadores brasileiros Fernando Tortato (Panthera), Walfrido Moraes Tomas (Embrapa Pantanal), Rafael Morais Chiaravalloti (IPÊ e Smithsonian Conservation Biology Institute) e Ronaldo Morato (CENAP/ICMBio).

Estrada Parque PANTANAL

Crédito: Rafael Morais Chiaravalloti (IPÊ e Smithsonian Conservation Biology Institute)

Já em 2001, o Dr. J.F. Gottgens (University of Toledo, USA) e seus colegas publicaram um artigo chamando a atenção para o problema, o qual eles chamaram de “tirania das pequenas decisões”, como a maior ameaça ao Pantanal. Vinte anos mais tarde, secas intensas e incêndios de grandes proporções nos últimos anos (cerca de 17 milhões de vertebrados morreram por efeito direto dos incêndios de 2020), aumento no desmatamento, erosão, poluição e represamento de rios continuam a representar sérios desafios à conservação do Pantanal. 

De acordo com os autores, as sinergias entre diferentes ameaças têm o potencial de causar profundas consequências ecológicas e sociais que são difíceis de estimar. Essas ameaças vêm principalmente das mudanças climáticas globais e do desmatamento da Amazônia (a fonte das chuvas que fazem o Pantanal ser uma área úmida), bem como do desmatamento, da erosão e do represamento dos rios na bacia do Rio Paraguai, na escala regional.  Na escala mais local, as ameaças se originam dos interesses na implementação de uma hidrovia baseada em intervenções permanentes no rio Paraguai, da adoção de práticas de produção mais intensiva, com supressão da vegetação nativa e simplificação das paisagens em grandes áreas, além do uso inadequado do fogo para manejo da vegetação.

Estrada Parque PANTANAL2Crédito: Rafael Morais Chiaravalloti (IPÊ e Smithsonian Conservation Biology Institute) 

Os autores mencionam ações locais em andamento que, apesar de seguirem os trâmites legais, não consideram os seus impactos em cascata. “Usando uma metáfora recente para os ataques sutis ao Pantanal, nós estamos assistindo à “cupinização” do Pantanal, uma comparação com os efeitos de um ataque de cupins sobre um pedaço de madeira. Isto é, os pequenos “buracos” espalhados vão sendo feitos sem que nos demos conta do dano real em uma visão superficial. Se nós não cuidarmos de olhar as coisas em detalhe, esses “buracos” se tornam tão numerosos que podem levar o Pantanal a um grande risco”, diz Chiaravalloti.

Um exemplo apresentado na carta é o crescente número de hidrelétricas e projetos hidrelétricos nas bacias dos rios que formam o Pantanal, as quais podem causar alterações profundas na hidrologia e aporte de nutrientes para os ecossistemas. Mais recentemente, há a aprovação preliminar para a construção do Porto Barranco Vermelho, às margens do rio Paraguai, em Cáceres, Mato Grosso, ocorrida em janeiro de 2022, pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente daquele estado.  O licenciamento levou em conta apenas as consequências locais do empreendimento sem considerar que este porto só poderá ser viável se uma hidrovia com intervenções de engenharia for implementada no rio Paraguai em direção ao sul. Esta hidrovia pode constituir uma ameaça substancial ao Pantanal devido ao seu potencial de influenciar negativamente a assinatura hidrológica dos ecossistemas.  “O Pantanal é um ecossistema moldado pelo regime hidrológico, onde a extensão e a duração das cheias sazonais são vitais para a manutenção da biodiversidade, da pecuária tradicional e do uso de recursos por comunidades tradicionais. Nós estamos assistindo a convergência de ameaças que comprometem o pulso de inundação e podem levar ao desaparecimento do Pantanal como nós o conhecemos hoje”, diz Tortato.

O que é evidente a partir de todas estas ações é que interesses individuais ou setoriais são implementados em detrimento de interesses coletivos relativos à conservação do Pantanal. Este tipo de situação é conhecido como a “tragédia dos comuns” ou a “tirania das pequenas decisões”.

“Alinhadas, estas ações têm o potencial de provocar a perda de biodiversidade e do modo de vida no Pantanal como nós conhecemos, mas talvez de causar um profundo dano em um dos maiores e mais bonitos exemplos de sustentabilidade que temos no mundo atualmente”, conclui Chiaravalloti.

Apoie o trabalho do IPÊ na proteção de biomas como o Pantanal. Faça uma doação!

A Reserva Extrativista do Cazumbá-Iracema, no Acre, foi a sétima unidade de conservação da Amazônia a sediar a temporada 2022 dos Encontro dos Saberes. A iniciativa, promovida pelo Projeto de Monitoramento Participativo da Biodiversidade (MPB), do IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ocorreu entre os dias 29 e 30 de abril e reuniu cerca de 60 participantes.

“A RESEX do Cazumbá-Iracema possui um histórico de organização e envolvimento com o projeto MPB que já dura oito anos. Este é o segundo Encontro dos Saberes que realizamos aqui e a nossa percepção é que a comunidade tem se apropriado do projeto de monitoramento da melhor forma possível. E é nesse momento de troca de conhecimentos, onde todos são chamados para discutir sobre os resultados do monitoramento, que percebemos a importância desses espaços de diálogo e escuta ativa para o fortalecimento dos arranjos locais e a conservação da floresta”, destaca Débora Lehmann, coordenadora técnica do projeto MPB.

Além dos moradores da RESEX, o evento também reuniu pesquisadores do IPÊ e de instituições parceiras como a Universidade Federal do Acre (UFAC) e SOS Amazônia, gestores da unidade de conservação, analistas ambientais do ICMBio e representantes do conselho da unidade, oriundos das secretarias de educação e de meio ambiente do município de Sena Madureira, território que abriga a Unidade de Conservação. Segundo a coordenadora, o encontro cumpriu o seu objetivo ao funcionar como um espaço de diálogo entre diferentes atores sociais a respeito das experiências de cada um sobre o monitoramento, a conservação da biodiversidade local e o uso das informações na gestão da UC.

 

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Crédito da foto: Adison Ferreira/IPÊ

“Esse encontro tem um significado muito importante para a nossa comunidade, pois esse trabalho de monitoramento participativo empodera os extrativistas e nos ajuda a entender melhor sobre a manutenção da nossa biodiversidade. Essa ideia de juntar o saber tradicional dos moradores da RESEX com o conhecimento técnico dos pesquisadores é fundamental para esse empoderamento. Afinal, a conservação da nossa floresta e, consequentemente, do nosso modo de vida, depende desse entendimento sobre a importância da sustentabilidade”, afirma o líder comunitário, Aldeci Cerqueira Maia, conhecido como Nenzinho.

Localizada as margens do rio Caeté e dispondo de uma área de mais de 750 mil hectares, a RESEX do Cazumbá-Iracema é referência em governança local de unidades de conservação no Brasil. Em 2014, a RESEX iniciou a parceria com projeto MPB, por meio do monitoramento participativo da castanha-da-amazônia. Ao longo dos anos, novos alvos de monitoramento participativo foram inseridos como os de mamíferos, aves, borboletas e plantas, que compõe o monitoramento do protocolo florestal.

ES RESEX Cazumbá Iracema Adison Ferreira 3 Crédito da foto: Adison Ferreira/IPÊ

Encontrinho

Além do evento aberto a toda comunidade, realizado no dia 30, a unidade de conservação também sediou no dia anterior uma reunião menor, denominada de “Encontrinho dos Saberes”. O espaço serviu com um alinhamento entre a gestão local do ICMBio (NGI Sena Madureira), os monitores locais e pesquisadores sobre os resultados das análises dos dados e as experiências de cada ator envolvido. No encontro maior, os moradores acompanharam de perto os resultados sobre o monitoramento participativo de castanha-da-amazônia, mamíferos, aves, borboletas e plantas e debateram sobre as informações coletadas em oito anos de projeto.

Para Ilnaiara Sousa, pesquisadora local do IPÊ, o evento fecha um importante ciclo iniciado há oito anos. “O monitoramento participativo trouxe importantes resultados para a Resex.  Além do protocolo florestal básico, a unidade também realizou o protocolo complementar da castanha. As informações coletadas a partir do projeto foram essenciais para a gente compreender a dinâmica local em relação à produção do fruto, à qualidade das árvores, à cadeia produtiva, e tantos outros aspectos. E o resultado disso só foi possível graças à participação efetiva da comunidade. Por isso, a sensação que temos ao final do projeto é de dever cumprido e ao mesmo tempo da certeza de que o monitoramento participativo precisa e deve continuar”.

Troca de Saberes

Desde o início do projeto MPB, em 2014, o Instituto de Pesquisas Ecológicas já realizou 14 Encontros dos Saberes presenciais e dois grandes seminários envolvendo diversos parceiros da instituição como lideranças locais, gestores do ICMBio, monitores e pesquisadores de diversas instituições.

Este ano estão previstos 10 encontros presencias nas unidades de conservação onde o IPÊ atua. Os próximos eventos serão realizados na RESEX Rio Unini e no Parque Nacional do Jaú, no Amazonas e no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, no Amapá.

O Projeto MPB conta com apoio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional - USAID e da Fundação Beth Moore.

Reconhecido pelos resultados em trabalhos com assentados rurais, especialmente por meio dos Sistemas Agroflorestais (SAFs), o IPÊ dividiu os conhecimentos sobre o tema com pequenos produtores rurais de Águia Branca e Alto Rio Novo, municípios do Espírito Santo, por meio de um curso nos assentamentos Rosa de Saron, Laje e Boa Esperança, nos dias 5, 6 e 7 de abril de 2022.

haroldo borgesHaroldo Borges Gomes (foto), facilitador do curso e pesquisador do IPÊ, falou sobre a importância dos SAFs para uma produção agrícola mais sustentável, que beneficie as pessoas e a natureza. Assim como os produtores, Haroldo é também um assentado rural. Morador do Pontal do Paranapanema (oeste de São Paulo), local onde o IPÊ realiza diversos projetos de pesquisa, reflorestamento, educação ambiental e extensionismo rural, ele hoje é mestre em Agronomia e Sistemas de Produção (Unesp) e há mais de 20 anos participa de projetos direcionados ao tema.

Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) são sistemas produtivos que potencializam a produção de forma sustentável equilibrando ganhos econômicos, sociais e ambientais. No Pontal, junto a assentados rurais, o IPÊ atua em uma área de grande impacto para a proteção da Mata Atlântica e toda a sua biodiversidade. 

Os projetos direcionados para esse sistema já renderam resultados importantes como: levar benefícios socioeconômicos a mais de 200 pessoas ao longo dos anos, contribuir com a segurança alimentar de famílias a partir de uma produção agroecológica e também com a formação do maior corredor reflorestado de Mata Atlântica, que beneficia espécies da fauna. Um dos grandes destaques da produção no Pontal é o café sombreado, cultivado entre as árvores da Mata Atlântica.

Desde o início, a implementação dos SAFs na região foi realizada pelo IPÊ em parceria com os assentados rurais e pequenos produtores. “O grupo que participa do nosso projeto passou a cultivar alimentos 100% livres de adubos químicos, o que garante mais segurança para os produtores, desde o cultivo até o consumo”, afirma Haroldo.curso saf es abril6

Os agricultores do Espírito Santo tiveram acesso a informações essenciais para a produção dentro desse sistema. Por exemplo, o espaçamento entre as espécies de árvores e culturas como o café e espécies frutíferas. “Em consórcio com a floresta são cerca de 2 a 4 mil mudas de café por hectare. Além disso, junto com as árvores, os plantios funcionam como área segura de passagem para a fauna, o que ainda agrega valor ao produto A presença das árvores neste sistema torna o café menos suscetível à geada, e às pragas, que representam risco para a produção”, comenta.

Para entender melhor como a dinâmica poderia ser feita, os participantes foram convidados a desenhar o modelo ideal de SAF nos seus lotes, pensando em como a implementação do sistema seria interessante e como poderia fazer parte do PIP – Plano Individual de Propriedade, que está sendo construído em parceria com o projeto “Educação, Paisagem e Comunidade”, responsável por essa edição do curso, com financiamento da Fundação Renova.

Saiba mais sobre o curso