Dia de doar: Doação cabe em todos os tipos de negócio

O Dia de Doar de acontece hoje, 30 de novembro. É um dia que nos lembra que as doações fazem a diferença para as causas sociais e ambientais do mundo. Iniciativas como as do Elio, da ODI, mostram como é possível apoiar organizações com criatividade e inovação.

Desde 2021, a ODI Treinamentos Corporativos, empresa de educação e capacitação por meio de jogos corporativos, passou a ser parceira do IPÊ no desenvolvimento de materiais sobre sustentabilidade. Da parceria, surgiu a ideia que trouxe inovação para o negócio e que envolve os clientes da empresa: a cada contrato de treinamento fechado, 2% do valor é destinado ao IPÊ, em favor da causa socioambiental.

“Você às vezes acha que não adianta querer doar porque precisa ser um alto valor, acha que é pouco, mas não é assim. Pensamos em como, dentro da nossa capacidade de ação, poderíamos ajudar e lançamos essa ideia que está dando muito certo”, afirma Elio Luís Ferrucci, diretor da ODI.

Iniciada em maio deste ano, a atividade rendeu cerca de 7.000 reais ao Instituto. Para se ter uma ideia, o montante ajuda a manter 2.400 mudas em um viveiro de espécies nativas ou ainda 350 árvores restauradas.

“Empresas de todos os portes podem e devem se mobilizar pelas causas socioambientais, já que vivemos atualmente uma emergência climática e uma crise ambiental sem precedentes. Com inovação e criatividade, é possível desenvolver estratégias que apoiem as causas e ainda agregam mais valor ao negócio”, afirma Andrea Peçanha, coordenadora da unidade de negócios do IPÊ.

Elio concorda. Ele afirma que a receptividade da iniciativa tem sido boa e que as perspectivas são de ampliar o número de doações, conforme o crescimento do negócio. Para o futuro, além da doação, Elio já traça outros projetos em conjunto com o Instituto. “Nossa ideia é agora expandir nossos jogos dentro do tema da sustentabilidade e da conservação ambiental em parceria com o IPÊ, respondendo às demandas de empresas que estão desenvolvendo projetos nessa área e estimular com que elas olhem para essa questão”, afirma.