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Questão fundiária em áreas protegidas: Uma experiência no Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB), Rio de Janeiro, Brasil, publicado na atual edição da Revista Sociedade & Natureza.

Mapeamento dos atrativos e usos nas trilhas do Parque Natural Municipal Fazenda do Carmo, São Paulo/SP, publicado nos anais do Congresso Nacional de Planejamento e Manejo de Trilhas, 2013.

Gestão do Uso Público em Unidades de Conservação Urbanas: o caso do Parque Estadual da Pedra Branca (RJ). Publicado em maio, na Revista Brasileira de Ecoturismo. O artigo discute a importância das áreas protegidas urbanas como estratégia de aproximação e sensibilização da sociedade.

O IPE - INSTITUTO DE PESQUISAS ECOLÓGICAS, informa que se acha aberto o Processo Seletivo de Fornecedor, na modalidade Carta de Seleção de Proposta, com o objetivo de escolha da proposta mais vantajosa para o fornecimento de combustível durante o corrente ano de 2014, cujos detalhamentos estão no Termo de Referência - Anexo I deste edital.

Acesse: EDITAL_SELECAO_COMBUSTIVEIS

Cartaz Encontro Participativo Vargem

 

Hoje às 16h, acontece na Câmara Municipal de Vargem (SP) o II Encontro Participativo do Projeto Semeando Água. Durante o evento o IPÊ apresentará o projeto para a população do município.

Espera-se a participação de 50 pessoas, entre representantes de Secretarias e Prefeitura, professores e alunos da rede pública e proprietários rurais.

O evento conta ainda com a participação do Departamento de Meio Ambiente de Vargem que apresentará o projeto Nascentes e o Programa de Coleta Seletiva.

Esse é o segundo evento realizado em municípios onde o projeto atua, a proposta é informar a população sobre as ações e atividades do Semeando Água, além de dar espaço para outras iniciativas e projetos que as cidades estejam desenvolvendo. A iniciativa está prevista nas ações de Educação Ambiental do projeto, que planejará outros 10 eventos em municípios que o projeto atua.

Foi de uma inconformidade com a realidade de meninas em estado de vulnerabilidade social, que Raquel Barros  (foto) começou a criar soluções transformadoras. Muitas delas, consideradas inovadoras e diferenciadas, geraram impacto na vida de várias mulheres e já foram reconhecidas, por meio de prêmios, inclusive. “A inovação começa a existir a partir de um desejo forte de mudar o que está acontecendo. Antes de acontecer, você acredita que é possível e, a partir daí, buscar elementos para concretizar”, disse ela, uma das palestrantes do I Seminário de Práticas Inovadoras.

Com uma temática aparentemente diferente da que estava sendo discutida no seminário, sobre meio ambiente e UCs, a palestra da psicóloga e empreendedora social destacou as atividades realizadas por ela e sua equipe na Associação Lua Nova, criada por ela para apoiar jovens mães em situação de risco. A associação começou em Sorocaba (SP) e hoje já leva sua inovação social para países da América Latina.

Em entrevista, Raquel afirma que, independentemente da área de atuação, é o desejo de mudança de uma realidade que faz as pessoas inovarem. “Isso é o que faz a gente ‘fazer mesmo assim’, ‘fazer apesar das dificuldades’. Quem quer realizar mudanças, está constantemente quebrando paradigmas, porque muitas vezes há falta de recursos para isso e você tem que ter parceiros, mobilizar, achar meios. Quando você vê, cria coisas diferentes, que nunca ninguém tinha pensado e que faz toda a diferença. Isso em várias áreas seja na preservação ambiental ou na área social”, disse.

Claudio Padua, vice-presidente do IPÊ e reitor da ESCAS – Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (foto), também foi um dos palestrantes. No evento, ele falou sobre inovação no dia a dia de profissionais e gestores de parques e áreas protegidas. Para ele, os três grandes desafios atuais que envolvem a melhoria de gestão nas UCs estão em: como resolver problemas de recursos humanos, como fazer o gestor se expressar, e como fazer com que as UCs se transformem no epicentro do desenvolvimento regional, já que, para ele, os maiores problemas acontecem no entorno dessas UCs.

“Fico feliz em ver tantas ideias inovadoras aqui juntas nesse seminário. Elas são feitas muitas vezes na garra e precisamos delas para realizar a conservação de forma real”, disse. Para Padua, as soluções inovadoras têm capacidade de se tornarem políticas públicas e muitas vezes começam por ações simples."A solução, eu vejo, não está no grande. Está muitas vezes em pequenos acordos locais, parcerias mais simples, que não dependem de decisões em grande instância para serem realizados”, afirmou Padua.

Dentre as ações inovadoras da Gestão de Unidades de Conservação apresentadas no I Seminário de Práticas Inovadoras, chamaram a atenção as inovações no relacionamento com stakeholders e parcerias.

Por exemplo, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), para promover a geração de conhecimento científico sobre a Unidade de Conservação, os gestores implementaram um programa de relacionamento com os pesquisadores para que estes retornassem informações levantadas para o parque e que colaborassem na tomada de decisão sobre manejo nessa área protegida. Para isso, realizou uma aproximação com a comunidade cientifica por meio de sensibilização dos pesquisadores, organização de dados existentes, melhoria na estrutura de apoio, integração e envolvimento na gestão, além de incentivo a pesquisas prioritárias.

Na Reserva Biológica Guaribas (PB), a partir de um contato maior com a comunidade do entorno, foi possível melhorar substancialmente a qualidade e eficiência da brigada de incêndio da unidade. São realizados testes e capacitação de pessoas de 21 comunidades, que se inscrevem para fazer parte da equipe de combate a incêndios. “Antigamente também recebíamos inscrições de pessoas da área urbana e outras regiões, mas percebemos que com as comunidades mais próximas, acabamos formando uma parceria mais forte, que se estende para além do combate a incêndio. Muitos deles nos acionam para fazer denúncias ou ainda consultar sobre supressão florestal. Isso mostra um vínculo com a reserva muito importante”, disse João.

Outro exemplo de envolvimento com stakeholders foi mostrada pelas RESEXs Marinhas do Pará. Para desenvolver e aprimorar uma técnica sustenável de acondicionamento no transporte de caranguejo uçá, utilizando basquetas, os gestores contaram com a participação e conhecimento das populações tradicionais, principalmente dos pescadores artesanais de caranguejo. Para isso, dentre as variadas ações, foram realizados cursos em 12 municípios do litoral paraense, envolvendo 843 caranguejeiros contidos nos territórios de oito RESEXs. Para Waldemar I. Vergara Filho, o sucesso dessa ação

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está no respeito entre seus participantes. “Inovar é respeitar o conhecimento popular e incorporar ao planejamento da Unidade de Conservação. A soma dessas linguagens é a ética nesse relacionamento”, afirmou ele, durante palestra.