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CristianaO Mestrado Profissional é uma das alternativas entre os cursos de pós-graduação, que atende as necessidades das pessoas que querem uma formação que enfatize estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de alto nível de qualificação profissional, o que é a principal diferença para o Mestrado Acadêmico, de acordo com a definição da CAPES. E é justamente essa a proposta do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS: trazer a prática alinhada ao conhecimento acadêmico, buscando sempre a solução de desafios práticos e reais para a sustentabilidade.

A coordenadora do Mestrado Profissional da ESCAS Cristiana Martins, responde algumas perguntas sobre o curso, que em 2014 terá sua turma no formato modular:

Para quem o Mestrado Profissional da ESCAS é recomendado?
Para quem está interessado em uma formação abrangente, atualizada na área de conservação e sustentabilidade, que permita direcionar suas ações e/ou pesquisas para um viés aplicado em prol de mudanças. Mas é importante dizer: é uma formação de mestrado stricto sensu, exige profundidade e esforço do aluno, como qualquer curso deste nível.

Quem pode cursar este Mestrado Profissional?
Qualquer profissional que já tenha passado por um curso superior, inclusive tecnológicos.

Quais são as diferenças do Mestrado Acadêmico para o Profissional?
O mestrado acadêmico se propõe a formar pesquisadores, e por isso tem uma carga de disciplinas e estudos bem aprofundada em pesquisa, metodologia científica e técnicas de coleta de dados. Já o mestrado profissional se propõe a trazer o profissional para junto da pesquisa, fazendo-o entender o método e habilitando-o a usar, buscar e entender em seu dia-a-dia profissional. Também tem disciplinas de metodologia científica e pesquisa, mas em uma carga menor e com uma abordagem bem aplicada.

Por que optar pelo formato modular? Qual será o tempo de dedicação do aluno?
Para que os profissionais ativos no mercado possam cursar este mestrado e fazer diferença em suas áreas profissionais. O tempo de dedicação será de uma semana por mês em aulas presenciais e com tempo dedicado à leitura e aos estudos entre os módulos. O segundo ano será dedicado para a confecção do Produto Final, que é o trabalho de conclusão do mestrado.

Por que Nazaré Paulista?
Em Nazaré Paulista fica a sede do IPÊ e também da ESCAS. Escolhemos ali por ser um local tranquilo e adequado à imersão nos estudos. Além disso, nossos pesquisadores estão transitando pela sede, e isto é um diferencial porque põe os alunos em contato direto com as pesquisas e ações de nossa instituição, que possui mais de 20 anos de atuação na área socioambiental.

Onde esse conhecimento pode ser aplicado? Como está o mercado de trabalho na área?
Em diversos nichos de mercado. Vai depender de interesse do profissional e de onde se aprofundar mais durante o curso. Pode-se atuar em departamentos de sustentabilidade de empresas privadas, gestão de Unidades de Conservação, projetos de empreendedorismo, etc.

O que esperar do curso e da interação com os professores?
Nosso curso é diversificado e tem como proposta pedagógica uma estreita interação entre alunos e professores, justamente para oportunizar a formação de uma ampla rede de relacionamentos pelo alunado, que pode se beneficiar posteriormente em sua vida profissional.

O IPÊ e o ICMBio lançam TDR para contratação de pessoa jurídica para elaboração de estudo técnico contendo análises das possibilidades legais de contratação de pessoal para atuar na gestão de Unidades de Conservação (UCs) Federais. Propostas devem ser encaminhadas até dia 29/11.

A consultoria ocorrerá no âmbito do projeto “Motivação e Sucesso na Gestão de Unidades de Conservação”, realizado pelo IPÊ e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade –ICMBio, com apoio da Fundação Gordon e Betty Moore.

O objetivo do projeto é melhorar a gestão das UCs no Brasil, desenvolvendo processos que aumentem o empreendedorismo dos profissionais de UCs. O intuito é propor a busca por certa independência econômica e financeira em uma lógica de gestão inovadora, dinâmica, eficiente e durável e que aumentem o potencial das UCs como centro irradiador de um programa integrado de conservação e desenvolvimento no seu entorno.

Veja aqui o TDR: TDR_Tecnico_IPEICMBIO

Nos dias 21 e 22 de novembro acontece no Auditório Laura Vicuña, em Manaus (AM) o seminário “Cadeia produtiva do artesanato do baixo Rio Negro - margem esquerda".

Neste evento estarão presentes palestrantes convidados e artesãos das comunidades apoiadas pelo Projeto Eco-Polos Amazônia XXI realizado pelo IPÊ com apoio técnico e financeiro do Fundo Vale.

Além de palestras sobre o tema, durante o seminário será apresentado o estudo de viabilidade socioeconômica e ambiental da cadeia produtiva do artesanato regional.

Saiba mais sobre o projeto em: www.ipe.org.br/blogecopolos

O IPÊ está entre as organizações beneficiadas com o Movimento Arredondar. A iniciativa foi criada com o objetivo de transformar a cultura de doação de uma forma nova, simples e verdadeira, com foco na microdoação, uma tendência mundial.

Funciona da seguinte forma: ao comprar um produto ou utilizar um serviço de um estabelecimento conveniado ao Movimento Arredondar, se o valor a pagar pelo cliente for, por exemplo, R$27,50, ele tem a opção de “arredondar” esta conta para R$30,00, doando a diferença. O valor vai para a Arredondar, que distribui a arrecadação entre as organizações socioambientais que participam do movimento.

As lojas que arredondam para o IPÊ são Luigi Bertolli, Offashion, Meggashop, Timberland e Havaianas.

Os beneficiários do Arredondar passaram por um rigoroso processo seletivo para ter direito a participar do movimento e o IPÊ foi um deles. Para receber as doações, o trabalho dessas organizações tem deve estar alinhado a um dos oito Objetivos do Milênio, da ONU:
1. Acabar com a fome e a miséria;
2. Educação Básica de qualidade para todos;
3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher;
4. Reduzir a mortalidade infantil;
5. Melhorar a saúde das gestantes;
6. Combater a AIDS, malária e outras doenças;
7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente;
8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento.

Saiba mais: http://www.arredondar.org.br/

 

O reitor da ESCAS e vice-presidente do IPÊ Claudio Padua participa dia 06 de novembro da Mesa Redonda "Direção criativa da Highstil/Modelos de vida", às 20h, no teatro do Centro da Cultura Judaica (CCJ), em São Paulo.

O evento faz parte do 3º Festival de Inovação – DNA Brasil e a mesa redonda também contará com a presença de outros "Modelos de Vida" da campanha da grife Highstil, como Marcele Becker (da ONG AMPARA Animal) e Paul Lafontaine (Projeto Alma de Batera), além de Paulo Al Assal (CEO da BRCulture) e Marilene Ramos, diretora de marketing da empresa.

A entrada é gratuita, mas pede-se a doação de 1kg de alimento não perecível, para o Programa Ajuda Alimentando. É obrigatória a inscrição pelo e-mail/ [email protected] até o dia 05/11.

3º Festival de Inovação – DNA Brasil
De 4 a 10 de novembro
CCJ: rua Oscar Freire, 2.500