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O índice de Felicidade Interna Bruta  (FIB) nasceu em um pequeno país da Ásia chamado Butão, em 1972, proposto pelo então rei Jigme Syngie Wangchuck com o intuito de organizar o desenvolvimento de seu país baseado em prioridades como paz, segurança, sustentabilidade e felicidade. Sendo assim, a FIB passou a ser um programa politico, que usa nove dimensões para avaliar o desenvolvimento da nação.

Baseada neste princípio, Fabiana Santos da Silva, aluna do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS, decidiu avaliar a FIB de Serra Grande, uma vila do município de Uruçuca, sul da Bahia. O local foi escolhido pois abriga uma das maiores biodiversidades de espécies florestais do mundo, protegidas pelo Parque Estadual Serra do Conduru – PESC, além de possuir uma grande variedade cultural incitada pelos mais de 4.000 habitantes.

A pesquisa se iniciou pelas entrevistas orais com 60 moradores da vila, tanto mulheres como homens. Entre eles, estão nativos, pessoas vindas de outas cidades, estados e países, com idades que variaram entre 13 e acima de 60 anos. No questionário, perguntas nas dimensões como o bem-estar psicológico, uso do tempo, vitalidade comunitária, diversidade cultural, educação, saúde, resiliência ecológica, padrão de vida e boa governança.

Após meses de estudos, Fabiana concluiu que a Felicidade Interna Bruta da Vila Serra Grande supera em 0,18 o percentual médio de felicidade de outros locais, obtendo 0,68 como pontuação e indicando que a comunidade é "feliz". “Contudo, verificou-se que as dimensões possuem baixa correlação, e por isso cada uma deve ser analisada separadamente e cuidada individualmente para se entender quais ações devem ser implementadas para a melhoria da qualidade de vida dessa comunidade”, sugere Fabiana.

Diante do estudo elaborado também foi notada uma grande receptividade por parte da população em contribuir para conservar as características consideradas positivas e buscar melhorias para o pequeno povoado.

Entre os dias 03 e 04/09 acontece em Nazaré Paulista-SP, a reunião do comitê de Sustentabilidade do Conselho da Fibria para alinhamento estratégico sobre algumas frentes de trabalho da organização. Claudio Padua, reitor da ESCAS e conselheiro da Fibria, e Laury Cullen, coordenador de projetos e pesquisas do IPÊ, participam do encontro relatando experiências do IPÊ na área da conservação.

O encontro acontece na ESCAS/IPÊ, que apoia eventos que tenham por objetivo a conservação da sociobiodiversidade, oferencendo seu espaço, bem como sua hospedaria, para locação e parcerias.

Para mais informações sobre Locação de Espaço, entre em contato com [email protected]

Para informações sobre o IPÊ, acesse o site: www.ipe.org.br


Cerca de 45 pessoas, jovens, mulheres e lideranças comunitárias participaram, de 08 a 12 de agosto, do “Curso de Monitoramento Participativo de Quelônios Aquáticos”, promovido pelo IPÊ e ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

Realizado no Parque Nacional do Jaú (Base Carabinani, no Amazonas), o curso capacitou moradores das comunidades residentes e do entorno do próprio Parna Jaú, da Reserva Extrativista do Rio Unini, e do Parque Estadual Rio Negro Setor Norte, para a realização do monitoramento de quelônios a partir do uso de protocolo do Programa de Monitoramento in situ da Biodiversidade do ICMBio.

“A capacitação é uma das estratégias para envolver os comunitários na gestão das Unidades de Conservação (UCs) onde vivem. Os participantes são monitores dos recursos naturais e estão diretamente envolvidos na gestão da UC. Eles também são agentes difusores dessa informação estimulando o envolvimento da comunidade nessa tarefa”, explica Cristina Tófoli, pesquisadora do IPÊ. O monitoramento prático no dia a dia, segundo ela, terá acompanhamento do IPÊ e ICMBio em seu início, até que os comunitários possam realizá-lo sozinhos.

Ao longo das aulas, os participantes também tiveram a oportunidade de trocar experiências entre iniciativas de monitoramento e pesquisa que ocorrem na região, passo importante para a implementação do Programa de Monitoramento Participativo da Biodiversidade em UCs.

O curso foi organizado por meio do Projeto “Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação da Amazônia”,  desenvolvido pelo IPÊ e ICMBio/Ministério do Meio Ambiente (MMA), com apoio da Cooperação Técnica Alemã – Deutschen Gesellschaft Für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) e Gordon and Betty Moore Foundation. O objetivo do projeto é contribuir com a conservação da biodiversidade e gestão das UCs, por meio das informações geradas a partir do monitoramento com envolvimento da população local e instituições parceiras.  “Para isso, promovemos atividades de articulação e validação do projeto, identificação dos alvos de monitoramento e coleta de dados, tudo com a participação das comunidades”, complete Cristina.

A capacitação de agosto contou com a colaboração do Projeto Pé-de-Pincha/UFAM, Centro Estadual de Unidades de Conservação (CEUC), Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios (RAN) e da pesquisadora convidada Virgínia Bernardes (Projeto Tartarugas da Amazônia, Inpa).

5No último domingo, 30 de agosto, o IPÊ marcou presença na segunda etapa da Copa North 2014, uma das mais tradicionais provas de trekking do Brasil organizada pela parceira NorthBrasil. A competição aconteceu na Colônia de Férias do Sintaema, às margens da represa Atibainha, uma das responsáveis pelo abastecimento do Sistema Cantareira.
Durante o evento foram distribuídas 250 mudas de árvores nativas como Pitanga, Dedaleiro e Ingá Mirim para os participantes da prova. A iniciativa está prevista nas ações de educação ambiental do projeto “Semeando Água”, que vem propondo ações de conservação do solo e restauração florestal para proprietários rurais em municípios que abrangem o sistema Cantareira de abastecimento de água.
Além disso, os participantes da competição puderam conhecer o IPÊ e seus produtos que são confeccionados por comunidades envolvidas nos projetos da instituição.

Apresentar as cinco espécies de tatus do Pantanal e alguns dos seus hábitos é o objetivo do Sábado dos Tatus, evento gratuito que será realizado no próximo sábado (30), na Estação Natureza Pantanal, localizada em Corumbá (MS). É uma oportunidade de os visitantes conhecerem caraterísticas e curiosidades do tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), tatu-peba (Euphractus sexcinctus), tatu-de-rabo-mole (Cabassous unicinctus), tatu-canastra (Priodontes maximus) e tatu-bola (Tolypeutes matacus), principais espécies de tatus encontradas no bioma.

Para conhecer a exposição, os visitantes passarão por um túnel simulando as entradas das tocas de tatus, chegando a uma sala com fotos e projeção de vídeos sobre as cinco espécies. Além disso, haverá de um bate-papo com a pesquisadora Nina Attias, doutoranda em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), no qual o visitante poderá tirar dúvidas e conhecer curiosidades sobre pesquisas com tatus.

A exposição é uma realização da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza em parceria com a Embrapa Pantanal e a UFMS, contando com o apoio do IPÊ, por meio do Projeto Tatu-Canastra.  O evento é gratuito e está aberto a todos os públicos.

Serviço

Endereço: Ladeira José Bonifácio, 111 – Porto Geral – Corumbá (MS).

Telefone: (67) 3231-9100

Horário de funcionamento:

Sábado (30/08), das 14h às 18h.

Ingressos

Entrada gratuita pra todos os públicos

Grupos de instituições públicas agendados com antecedência.