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O IPÊ firmou hoje (29/01) uma parceria com a prefeitura de Atibaia (SP) para, em conjunto, planejarem a gestão das áreas verdes da cidade (ampliação, manejo e requalificação da cobertura vegetal).

O Instituto, que tem título de OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, foi selecionado por meio do edital governamental de Concurso de Projetos (n.01/2013). O IPÊ atua na região de Atibaia desde 1996 e está estabelecido no município de Nazaré Paulista (SP), distante a apenas 30 quilômetros de Atibaia, onde são realizados variados projetos como restauração de áreas de Mata Atlântica, educação ambiental, pesquisa da flora local, serviços ecossistêmicos e negócios sustentáveis, sendo uma referência na pesquisa e execução de trabalhos nestes temas.

A partir de agora, para o desenvolvimento deste trabalho, serão realizados estudos sobre a situação da arborização urbana e das áreas verdes, seguido de um diagnóstico com elaboração de mapas destas áreas. Ambos darão respaldo para a elaboração de um planejamento bem estruturado para a ação do poder público. Ao final da última etapa, o IPÊ promoverá um treinamento técnico para a Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente sobre a ferramenta SIG (Sistema de Informação Geográfica), que deverá ser constantemente atualizada pelo órgão gestor competente.

cursoveraoNo último dia 20 de janeiro, a ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, braço educacional do IPÊ, encerrou mais uma edição do curso de verão em Biologia da Conservação e Manejo de Vida Silvestre.

O curso, que tem como objetivo introduzir o aluno no universo da biologia da conservação, abordando processos teóricos e práticos, contou com a participação de 12 inscritos em um intensivo de sete dias. Dentre as aulas, abordagens como "de que forma trabalhar com conservação e atuar como interlocutor junto aos diferentes atores sociais" colaboraram com o fomento na troca de conhecimento e experiência dos profissionais e futuros profissionais envolvidos.

Roberto Haddad, coordenador do curso, salientou a importância desta iniciativa da ESCAS em inserir na grade curricular alguns dos trabalhos realizados pelo IPÊ, como forma de lidar com questões reais enfrentadas pela equipe na construção e concretização de seus projetos e, com isso, colocar o aluno diante de impasses, desafios e sucessos vividos pelos pesquisadores na prática da conservação.

Diante deste

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cenário, a ESCAS já iniciou um trabalho de pesquisa e aprofundamento na reformulação do curso de verão em Biologia da Conservação para que haja mais conteúdo com relação às frentes de trabalho do IPÊ, gerando maior exercício criativo dos estudantes na elaboração de soluções práticas, além de melhoria na dinâmica de aprendizagem.

Aguardem novidades!

O IPÊ seleciona estudante de ensino superior para estágio na área de geoprocessamento para atuação no âmbito do projeto “Ecosystem Service Production and Priorities for Restoration in the Cantareira System”.
A seleção será realizada por meio de análise curricular (histórico de atividades e referências de atuação em outros estágios) e entrevista. Desta forma deverá ser encaminhado curriculum vitae atualizado do estagiário interessado e, se possível, uma carta de referência.
Mais informações no TDR
As propostas devem ser enviadas até o dia 09 de fevereiro de 2014 para o e-mail: [email protected]

O IPÊ está selecionando estudante de ensino superior para estágio na área de geoprocessamento para atuação no projeto “Embaúba”.
A seleção do estagiário será realizada por meio de análise curricular (histórico de atividades e referências de atuação em outros estágios) e entrevista. Desta forma deverá ser encaminhado curriculum vitae atualizado do estagiário interessado e, se possível, uma carta de referência.

Veja mais informações sobre como se candidatar no TDR.

As candidaturas serão aceitas até o dia 09 de fevereiro de 2014 pelo e-mail: [email protected]

site mobilizacao SmallUm dos grandes desafios de organizações que atuam com a conservação da fauna encontra-se na mobilização de recursos para o desenvolvimento de seus projetos e pesquisas. Esse foi um dos principais levantamentos feitos pelo IPÊ com organizações que participam do PAN- MAMAC, o Plano de Ação Nacional para Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central. O PAN MAMAC é uma iniciativa do ICMBio* que determina quais as ações necessárias para a conservação de 27 espécies desta área do bioma que se encontram ameaçadas de extinção.

Para apoiar instituições atuantes nessa área, o IPÊ deu início ano passado ao projeto “Multiplicando Saberes: capacitação das instituições participantes do PAN MAMAC para mobilização financeira”, com recurso do programa TFCA – Tropical Forest Conservation/Funbio. Após um primeiro seminário com a participação de 12 instituições, ainda em 2013, cada representante das organizações ficou com o desafio de criar uma proposta de mobilização de recursos para um projeto de conservação, e apresentá-la em um novo seminário. O desenvolvimento das propostas foi realizado sob a orientação de profissionais de áreas diversas: finanças, conservação, comunicação e captação de recursos. Assim, entre 15 e 17 de janeiro, sete organizações apresentaram essas propostas à avaliação de uma banca composta pelos próprios orientadores e convidados.

“A ideia deste segundo seminário foi reunir um grupo heterogêneo de profissionais, com grande experiência em mobiliza2suas respectivas áreas de atuação, para que fizessem uma análise das propostas apresentadas e contribuíssem com dicas importantes para a sua finalização, de forma a deixá- las muito mais competitivas, ampliando o potencial de mobilização de recursos. Isso acabou se transformando em uma consultoria individual e institucional”, afirma Andrea Peçanha (foto), uma das coordenadoras da iniciativa.

Para Silvia Neri Godoy, analista ambiental do CENAP, ter a chance   de apresentar uma proposta para   um banca especializada foi uma experiência importante. “Ouvir as palestras e os profissionais foi ótimo [no primeiro módulo], mas ter meu trabalho orientado e um segundo módulo com apresentação dele para a avaliação, superou as minhas expectativas. Vou aplicar todas as contribuições e pretendo apresentar a proposta que eu desenvolvi com apoio desse curso para colocar o meu projeto em prática”, afirmou.

Captação e Planos de Ação

Os trabalhos apresentados pelas instituições foram bastante heterogêneos em suas propostas e tinham como ponto comum o direcionamento para as ações dos Planos de Ação para conservação de espécies, que iam, inclusive, além do PAN-MAMAC. Este foi o caso do Instituto Pró-Carnívoros, cuja proposta de trabalho está ligada aos PANs de conservação da onça-parda e onça-pintada. Para Ricardo Boulhosa, coordenador executivo do Instituto, os planos de ação são positivos em propostas de captação para projetos de conservação. “Com certeza estes documentos oficiais agregam força na proposta institucional. Hoje muitos editais tanto governamentais como privados solicitam que as propostas contenham ações previstas pelos PANs”, diz.

Entretanto, verifica-se nos últimos anos uma dificuldade em levantar recursos para o desenvolvimento de atividades dos planos de ação. Um dos avaliadores de propostas convidados para a banca do projeto do IPÊ, Leandro Jerusalinsky, reitera a necessidade de recursos financeiros para que os PANs possam ser colocados em prática e serem efetivos.

DSC 0749 Small“O mais importante dessa experiência, e deste projeto do IPÊ como um todo, é que ela toca em um ponto chave que é a viabilização de projetos para a execução dos PANs [Planos de Ação nacionais para conservação de espécies]. E um dos maiores gargalos disso está justamente na viabilização financeira para as instituições poderem formar equipe, estruturar o projeto e tudo o que se refere ao desenvolvimento de uma pesquisa de conservação”, diz Leandro (foto), que também coordena o CPB – Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (ICMBio).

Diversificar é a chave

Além das apresentações dos trabalhos, na segunda etapa do projeto, os participantes ainda assistiram a palestras sobre mobilização de recursos e ferramentas de captação, com Rodrigo Alvarez (IDIS) e João Paulo Vergueiro da ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos). O objetivo foi mostrar as formas criativas e inovadoras de mobilizar recursos para projetos socioambientais, uma necessidade cada vez mais crescente. “Escrever propostas para editais ou parceiros empresariais é somente uma dessas ferramentas. É necessário diversificar e pensar, inclusive em captação com pessoas físicas”, afirmou João Paulo, em sua palestra no IPÊ.

“Uma grande lição que ficou para mim foi justamente a necessidade de diversificação das fontes de recursosDSC 0691 Small financeiros para projetos e as formas de captação. Os seminários também nos apontaram para a necessidade de estruturação e fortalecimento institucional das organizações de terceiro setor, o que é uma coisa necessária nesse processo e que faz diferença para conquistar apoio”, afirma a veterinária Juliana Griese, diretora executiva do Instituto Itapoty (foto).

Veja mais depoimentos sobre o curso aqui.

Sobre o PAN MAMAC

Os Planos de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção ou do Patrimônio Espeleológico (PANs) são políticas públicas para combater ameaças que colocam em risco populações de espécies e seus ambientes naturais e assim protegê-los. A sua organização é promovida pelo ICMBio, em parceria e participação de diversos atores, entre eles, as organizações ambientais. Os planos são calculados para cada cinco anos e implementados por meio de ações de diversos órgãos e instituições.

O PAN MAMAC é o Plano de Ação Nacional específico para Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central. O plano tem objetivos, metas e ações para a conservação de 27 espécies ameaçadas de extinção, como o mico-leão-preto e o mico-leão-da-cara-preta, espécies das quais o IPÊ atua pela conservação, inclusive participando da elaboração de um plano de conservação junto ao ICMBio. Até dezembro de 2015, as ações do PAN-MAMAC que está em vigor deverão ser implementadas e avaliadas.

Para saber mais sobre o PAN MAMAC, acesse: http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/plano-de-acao/372-pan-mamiferos-da-mata-atlantica.html

*ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade