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plantio assentamento SmallO programa de Educação Ambiental “Um Pontal Bom para Todos” realizou hoje (12/12) um mutirão de plantio no Assentamento Dona Carmem, em Teodoro Sampaio (SP), junto com doze alunos da Escola Estadual Salvador Moreno Munhoz – Programa Escola da Família e Projeto Mediação.

Ao todo, foram 63 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica como ipês brancos, roxo e rosa bola, cedro rosa, mutambo, pata de vaca e ipê amarelo de jardim. Todas elas foram produzidas pelos próprios alunos, no Viveiro Escola Sinal Verde, localizado na Escola. O viveiro faz parte do rojeto de educação ambiental desenvolvido na unidade escolar em parceria com o IPÊ, Prefeitura Municipal de Teodoro Sampaio, Viveiros Florestais Comunitários Alvorada e Viva Verde e Programa Escola da Família.

“A atividade teve como objetivos trabalhar conceitos ecológicos com os alunos de forma a   incentivá-los na recuperação de áreas degradadas do município por meio da ação de arborização, divulgar as espécies nativas da região e conscientizá-los para o exercício da cidadania com ênfase nas questões ambientais locais”, comenta a coordenadora de Educação Ambiental do IPÊ Maria das Graças Souza.

premioCAIXA3alta SmallA prática “Sistemas Agroflorestais (SAF) e Sociobiodiversidade no baixo Rio Negro: geração de renda, gênero e conservação ambiental”, desenvolvida pelo IPÊ em parceria com agricultores da região, foi uma das 20 iniciativas premiadas na 8ª edição do Prêmio Melhores Práticas em Gestão Local da CAIXA, realizada dia 03 de dezembro. A experiência foi a única vencedora no Norte do País, e vai concorrer ao Prêmio Internacional de Dubai, nos Emirados Árabes.

A coordenadora do projeto, Mariana Semeghini, observa que o prêmio é muito importante para o reconhecimento e divulgação do trabalho do IPÊ com SAFs e cadeias produtivas da sociobiodiversidade. Ela ressalta que o apoio financeiro da Caixa, da Brazil Foundation e do Fundo Vale possibilitou o avanço nestes temas e trouxe resultados relevantes para agricultores e grupos de mulheres. “Estamos super orgulhosos”, comemora.

Como principais resultados alcançados até agora, Mariana destaca a diminuição significativa do fogo na preparação dos roçados e da mão de obra na limpeza e manutenção destas áreas. Outro aspecto positivo desta tecnologia é a diversificação de espécies e aumento da produtividade. O apoio à participação em feiras, onde os agricultores comercializam seus produtos agroecológicos de forma direta com os consumidores está contribuído para a geração de renda nas comunidades locais.

Nesta edição do prêmio a CAIXA reconheceu o mérito de 35 práticas finalistas, e selecionou 20 delas como vencedoras. Os projetos foram avaliados por um comitê nacional composto por representantes de áreas estratégicas da instituição e um júri formado por 11 especialistas, de áreas afins do governo e da sociedade civil.

Os vencedores receberam troféus e certificados, e serão divulgado s no catálogo da Caixa, além de participarem de filmes e exposições. Os 20 projetos premiados também serão inscritos pela CAIXA no Prêmio Internacional de Dubai e em outros concursos de repercussão nacional e internacional.

(Com Blog Ecopolos /IPÊ) 

O Seminário da Cadeia Produtiva do Artesanato do Baixo Rio Negro, realizado pelo IPÊ, reuniu 50 pessoas entre comunitários e palestrantes, no Auditório Laura Vicuña, Manaus, dias 21 e 22 de novembro. Além da apresentação dos resultados da Pesquisa de Viabilidade Socioeconômica e Ambiental, elaborada pelo consultor do IPÊ Luiz Fonseca Filho, artesãos da comunidade fizeram um intercâmbio de experiências e encaminharam alternativas para o fortalecimento das suas atividades.

“Eu voltei a sonhar, a ter esperança. Vou levar tudo que aprendi aqui para minha comunidade, nós podemos crescer não só no artesanato como também em outras atividades”, disse a artesã Sueli Andrade de Oliveira, da comunidade Monte Sinai. Ela e artesãos de outras 12 comunidades tiveram a oportunidade de expor seus produtos e conferirem os resultados da pesquisa realizada por Fonseca, que indicou os preços sugeridos para cada item da cadeia do artesanato e técnicas de negociação de valores e prazo para os produtos, com o foco de valorizar os produtos da região. “Valorizar o produto é contar a história do produto e da comunidade. É ter uma identidade”, enfatizou Fonseca.

Na ocasião, os comunitários aproveitaram também para discutir sobre os desafios do tripé da sustentabilidade dentro da cadeia do artesanato: ambientalmente correto, economicamente viável e socialmente justo. 
 
Força do artesanato

A palestrante do Sebrae Lílian Silvia Simões, também participante do seminário, destacou a importância da pesquisa como diagnóstico dos pontos fortes e desafios da cadeia produtiva do baixo Rio Negro, prospectando boas oportunidades de negócios com a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e outros grandes eventos. “A união é extremamente importante. Só assim vamos almejar e alcançar objetivos mais elevados”, disse. Já o gerente de desenvolvimento da Organização das Cooperativas do Brasil no Amazonas (OCB/AM)), José Renato Flávio Persilva, explicou conceitos do Associativismo e Cooperativismo no artesanato, ressaltando a importância do processo produtivo com respeito aos recursos naturais. “Os artesãos do baixo Rio Negro são verdadeiros guardiões do meio ambiente, porque preservam a fonte de onde tiram o sustento deles”, observou.


CristianaO Mestrado Profissional é uma das alternativas entre os cursos de pós-graduação, que atende as necessidades das pessoas que querem uma formação que enfatize estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de alto nível de qualificação profissional, o que é a principal diferença para o Mestrado Acadêmico, de acordo com a definição da CAPES. E é justamente essa a proposta do Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS: trazer a prática alinhada ao conhecimento acadêmico, buscando sempre a solução de desafios práticos e reais para a sustentabilidade.

A coordenadora do Mestrado Profissional da ESCAS Cristiana Martins, responde algumas perguntas sobre o curso, que em 2014 terá sua turma no formato modular:

Para quem o Mestrado Profissional da ESCAS é recomendado?
Para quem está interessado em uma formação abrangente, atualizada na área de conservação e sustentabilidade, que permita direcionar suas ações e/ou pesquisas para um viés aplicado em prol de mudanças. Mas é importante dizer: é uma formação de mestrado stricto sensu, exige profundidade e esforço do aluno, como qualquer curso deste nível.

Quem pode cursar este Mestrado Profissional?
Qualquer profissional que já tenha passado por um curso superior, inclusive tecnológicos.

Quais são as diferenças do Mestrado Acadêmico para o Profissional?
O mestrado acadêmico se propõe a formar pesquisadores, e por isso tem uma carga de disciplinas e estudos bem aprofundada em pesquisa, metodologia científica e técnicas de coleta de dados. Já o mestrado profissional se propõe a trazer o profissional para junto da pesquisa, fazendo-o entender o método e habilitando-o a usar, buscar e entender em seu dia-a-dia profissional. Também tem disciplinas de metodologia científica e pesquisa, mas em uma carga menor e com uma abordagem bem aplicada.

Por que optar pelo formato modular? Qual será o tempo de dedicação do aluno?
Para que os profissionais ativos no mercado possam cursar este mestrado e fazer diferença em suas áreas profissionais. O tempo de dedicação será de uma semana por mês em aulas presenciais e com tempo dedicado à leitura e aos estudos entre os módulos. O segundo ano será dedicado para a confecção do Produto Final, que é o trabalho de conclusão do mestrado.

Por que Nazaré Paulista?
Em Nazaré Paulista fica a sede do IPÊ e também da ESCAS. Escolhemos ali por ser um local tranquilo e adequado à imersão nos estudos. Além disso, nossos pesquisadores estão transitando pela sede, e isto é um diferencial porque põe os alunos em contato direto com as pesquisas e ações de nossa instituição, que possui mais de 20 anos de atuação na área socioambiental.

Onde esse conhecimento pode ser aplicado? Como está o mercado de trabalho na área?
Em diversos nichos de mercado. Vai depender de interesse do profissional e de onde se aprofundar mais durante o curso. Pode-se atuar em departamentos de sustentabilidade de empresas privadas, gestão de Unidades de Conservação, projetos de empreendedorismo, etc.

O que esperar do curso e da interação com os professores?
Nosso curso é diversificado e tem como proposta pedagógica uma estreita interação entre alunos e professores, justamente para oportunizar a formação de uma ampla rede de relacionamentos pelo alunado, que pode se beneficiar posteriormente em sua vida profissional.

O IPÊ e o ICMBio lançam TDR para contratação de pessoa jurídica para elaboração de estudo técnico contendo análises das possibilidades legais de contratação de pessoal para atuar na gestão de Unidades de Conservação (UCs) Federais. Propostas devem ser encaminhadas até dia 29/11.

A consultoria ocorrerá no âmbito do projeto “Motivação e Sucesso na Gestão de Unidades de Conservação”, realizado pelo IPÊ e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade –ICMBio, com apoio da Fundação Gordon e Betty Moore.

O objetivo do projeto é melhorar a gestão das UCs no Brasil, desenvolvendo processos que aumentem o empreendedorismo dos profissionais de UCs. O intuito é propor a busca por certa independência econômica e financeira em uma lógica de gestão inovadora, dinâmica, eficiente e durável e que aumentem o potencial das UCs como centro irradiador de um programa integrado de conservação e desenvolvimento no seu entorno.

Veja aqui o TDR: TDR_Tecnico_IPEICMBIO