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Em mais um ano, o IPÊ vai participar do CBUC - Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. O evento, com mais de 20 anos de história, é um dos mais importantes congressos da América Latina sobre a conservação da natureza, e sua nona edição acontece de 31 de julho a 2 de agosto, em Florianópolis (SC). Idealizado e organizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, o CBUC reúne especialistas em biodiversidade e gestão ambiental para tratar das Unidades de Conservação em território nacional e de formas de fortalecer essas áreas protegidas.

No evento, o IPÊ terá um estande próprio, com produtos da loja e de comunidades. Ali também será possível aos participantes terem mais informações sobre os projetos do Instituto e os cursos da ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade.
 
O trabalho do IPÊ na Amazônia terá destaque no estande coletivo do parceiro Gordon and Betty Moore Foundation. O “Espaço Amazônia – florestas e comunidades” é um estande com 72 m² que estará no Centro de Convenções Centrosul. Construído a várias mãos por organizações não governamentais (ONGs) de ciência e meio ambiente, o espaço é um convite a descobrir os encantos e desafios da Amazônia, suas florestas, povos e águas, e tudo que envolve os debates atuais sobre a conservação das riquezas da região.

Entre a programação eclética do congresso, o Espaço Amazônia vai dar aos visitantes uma agenda com palestras, diálogos, lançamentos de livros, entre outras atividades interativas. Tudo seguindo o tema “Uso sustentável nas unidades de conservação e o papel das populações tradicionais no manejo e conservação da Amazônia”.  

Além disso, o IPÊ está envolvido em algumas discussões sobre assuntos relevantes às UCs, como o encontro sobre "Plataformas inovadoras para gestão de UCs na Amazônia envolvendo populações locais", onde Fabiana Prado irá falar sobre o desenvolvimento da Plataforma do Painel Dinâmico, em parceria com o ICMBio. O Instituto também vai participar de duas reuniões técnicas. A primeira sobre "Gestão do conhecimento para conservação envolvendo populações locais", na qual o extrativista e monitor da biodiversidade na Resex do Cazumbá-Iracema, Francisco Souza, vai falar sobre o projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade. Na segunda reunião técnica, Claudio Padua será o moderador de uma conversa sobre "O que é consolidação de unidades de conservação?"
 
Acompanhe o evento pelo Facebook do IPÊ.

 

Programação IPÊ:

31 DE JULHO

Talk Show
Tema: Tecnologia inovadoras e acessíveis para gestão de UCs e para populações locais da Amazônia.
Local: ESPAÇO DE EVENTOS
13H

PARTICIPANTES

FUNDAÇÃO MOORE
Marina Campos
O que é o Espaço Amazônia no CBUC

IPÊ / ICMBIO
Fabiana Prado / Roberta Freitas
Plataforma do Painel Dinâmico - ICMBIO


CONEXSUS
Valmir Ortega
Plataforma de ecossistema de negócios sustentáveis nas UCs da Amazônia

ISA / IMAZON / IPAM
Carlos Souza Jr e Silvia Futada
Portal Proteja

IPAM
Ane Alencar
SOMUC – Sistema de Observação e Monitoramento de UCs

IMAFLORA
Helga Yamaki
Origens Brasil®

FOLDSCOPE INSTRUMENTS
Jim Cybulski Foldscope
Ciência como direito humano. Compartilhando a experiência de fazer ciência com as comunidades de UCs

 

DIÁLOGOS DA CONSERVAÇÃO
Local: ESPAÇO AMAZÔNIA
14H40

IPÊ e ICMBio

Temas:

  • Como promover o envolvimento social no monitoramento da biodiversidade para a conservação das UCs.
  • Compartilhamento de aprendizados
    Gestão do Conhecimento em UCs federais - Ambiente virtual de aprendizagem
  • Participação da sociedade como voluntária nas UCs
  • Parcerias que fortalecem as boas práticas na gestão de UCs federais


01 DE AGOSTO

Reunião Técnica
Local: Sala 03
Talk Show - Tema: Gestão do conhecimento para conservação envolvendo populações locais
17H00 – 18H30

PARTICIPANTES


KANINDÉ
Ivaneide Bandeira Cardozo
Plano de Gestão de Terras Indígenas sobrepostas a UCs e sua importância para a conservação da biodiversidade e gestão compartilhada ICMBIO / FUNAI

IPÊ
Cristina Tófoli - com Francisco Souza, extrativista e monitor da biodiversidade na Resex do Cazumbá-Iracema
Monitoramento participativo da biodiversidade em UCs da Amazônia

WCS
Gina Leite com Rodrigo da Silva Pinto
Ciência Cidadã e aprendizagem coletiva: participação das comunidades na construção do conhecimento sobre a migração de peixes em escala amazônica

FVA
Fabiano Silva
Sistema participativo de monitoramento de uso de recursos das UCs e de riscos socioambientais

IEB
Ailton Dias
Processo de formação e desenvolvimento da capacidade local para gestão de UCs

IPAM
Sylvia Mitraud
Redes de governança ampliada de Unidades de Conservação na Amazônia

 

02 DE AGOSTO

Reunião Técnica
Local: Sala 08 
Talk Show - Tema: O que é consolidação de unidades de conservação?
17H00 – 18H30

PARTICIPANTES

IPÊ
Claudio Padua
Moderador

ICMBIO
Paulo Carneiro
Visão do órgão gestor das UCs

FUNDAÇÃO BOTICÁRIO
Leide Takahashi
Visão do gestor de UCs e financiador de iniciativas de conservação

FUNDAÇÃO MOORE
Marina Campos
Visão dos financiadores

INPA
Rita Mesquita
Visão dos centros de pesquisa e universidades

 

Durante o mês de julho, o IPÊ desenvolveu uma série de capacitações dentro do projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com o objetivo de ampliar o automonitoramento como forma de medir a biodiversidade local em UCs de áreas alagáveis.

Dias 12 e 13, junto com o CEPAM (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica), foi realizado o 1° Curso de Capacitação do Protocolo de Automonitoramento da Pesca. As aulas atenderam gestores e técnicos das Unidades de Conservação (UCs) das Reservas Biológicas do lago Piratuba, do Abufari e Trobetas, das Reservas Extrativistas Auati Paraná, Médio Juruá e Baixo Juruá, além da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Itatupã Baquiá. Gestores e técnicos da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Amazonas e do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará também participaram.

Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Itatupã Baquiá, localizada no município de Gurupá (PA), o IPÊ também realizou um reforço na Capacitação do Protocolo de Automonitoramento da Pesca. A UC foi a primeira a implantar o protocolo, ainda em novembro de 2017.

O pesquisador do IPÊ, Wendell Medeiros, em parceria com Pedro Vieira, gestor da UC, reforçam a importância da construção coletiva do protocolo com os moradores das comunidades. "Desde a primeira capacitação, os moradores já preencheram dois volumes de fichas do monitoramento, que ajudam a compreender os peixes a pesca na unidade de conservação. Esse trabalho conjunto faz com que os moradores da comunidade se reconheçam como atores principais da atividade", afirma Wendell. 

Próximas etapas

Entre os dias 30 de julho e 19 de agosto acontece a 2ª Expedição do Projeto PELD DIVA (Diversidade da Várzea), na REBIO do Abufari e RDS Piagaçu Purus. Durante a expedição, será realizada a segunda campanha do protocolo avançando de pesca experimental e reforço na capacitação do protocolo de automonitoramento da pesca na REBIO Abufari.

O objetivo do PELD é avaliar a dinâmica de longo prazo da diversidade de peixes em resposta a diferentes situações de conservação ambiental, esferas de governança e tipos de manejo dos ambientes aquáticos e dos recursos pesqueiros. Os estudos contribuirão para a manutenção da integridade ecológica das planícies alagáveis, para conservação da diversidade ictiofaunística e dos estoques pesqueiros da Amazônia. 

O PELD Diversidade da Várzea (DIVA) é coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) em parceria com o IPÊ, Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade Santa Cecília (Unisanta), Wildlife Conservation Society (WCS), University of Saint Andrews e ICMBio.

(Foto: Vanessa Eyng)

 

 

 

Parques, reservas, estações ecológicas, florestas nacionais, refúgios de vida silvestre. Qual seja a forma, categoria ou tamanho, é bem possível que você conheça uma ou mais unidades de conservação (UCs) no Brasil. Criadas para conservar nosso patrimônio natural e os serviços que as águas, florestas e animais oferecem à humanidade, as UCs são o foco do Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), que começa no próximo dia 31 de julho na capital catarinense. Dona de mais de 300 áreas protegidas e de uma impressionante sociobiodiversidade, a Amazônia é destaque no evento, com um espaço feito por organizações que trabalham para a conservação do bioma. Confira:

Visite o Espaço Amazônia

O “Espaço Amazônia – florestas e comunidades” é um estande com 72 m² que estará no Centro de Convenções Centrosul (Av. Gov. Gustavo Richard, 850 – Centro) em Florianópolis, sede da nona edição do CBUC.

Construído a várias mãos por organizações não governamentais (ONGs) de ciência e meio ambiente, o espaço é um convite a descobrir os encantos e desafios da Amazônia, suas florestas, povos e águas, e tudo que envolve os debates atuais sobre a conservação das riquezas da região.

Entre a programação eclética do congresso, o Espaço Amazônia vai dar aos visitantes uma agenda com palestras, diálogos, lançamentos de livros, entre outras atividades interativas. Tudo seguindo o tema “Uso sustentável nas unidades de conservação e o papel das populações tradicionais no manejo e conservação da Amazônia”. A visitação é pública, gratuita e está aberta de 12h30 às 19h. Conheça a programação completa.

Conservar a natureza com presença e ações humanas

Além das atrações no estande, o Espaço Amazônia vai estar presente em outros formatos ao longo dos três dias do IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. A começar pelo primeiro dia de evento, 31 de julho, com o diálogo “Tecnologias inovadoras e acessíveis para gestão de UCs e para populações locais na Amazônia”. Em debate, iniciativas de levantamento de dados de gestão ambiental e sustentabilidade com participação social. O debate acontece na Sala Vip do Centrosul, de 17h às 19h.

Na quarta-feira, 1º de agosto, a mesa-redonda “Contribuição das cadeias de valor e populações tradicionais para conservação das Unidades de Conservação” levanta uma discussão fundamental: o papel dos povos que habitam áreas protegidas na Amazônia para a conservação.

Projetos de extrativismo e manejo sustentável em diferentes partes da região, como a Terra do Meio e Calha Norte, ambas no Pará, e Mamirauá, no estado do Amazonas, estarão em foco. E são protagonistas dessas atividades que vão compartilhar suas visões e perspectivas sobre o tema. Moradores e usuários de unidades de conservação, manejadores de pirarucu e extrativistas de copaíba estão entre os participantes da mesa.

“Não dá para pensar a gestão de território e conservação do meio ambiente na Amazônia sem envolver as populações tradicionais”, afirma Roberto Palmieri, secretário executivo adjunto do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e um dos organizadores da programação do Espaço Amazônia. “A ideia da mesa é dar espaço para a voz dessas pessoas serem ouvidas, de forma autêntica e direta”. A mesa-redonda acontece na Arena Haroldo Palo Jr., com espaço para 150 pessoas, entre 13h30 e 14h30.

O Espaço Amazônia também vai oferecer duas reuniões técnicas nos dias 1 e 2 de agosto, ambas das 17h às 18h30, com os temas “Gestão do conhecimento para conservação envolvendo populações locais” e “O que é consolidação de unidades de conservação? ”, respectivamente.

As atividades externas ao estande são destinadas aos inscritos no IX CBUC. Acesse o site do evento para ver a programação completa e para se inscrever: https://eventos.fundacaogrupoboticario.org.br/IXCBUC.

Unidos pela conservação da Amazônia

Fazem parte do Espaço Amazônia um verdadeiro time de ONGs que somam décadas de experiências e atuação em diversas frentes da Amazônia brasileira, do Acre ao Maranhão, de Roraima ao Mato Grosso. Seja nas áreas de proteção à fauna, flora e povos tradicionais, manejo de recursos naturais ou investigações científicas de ponta, essas organizações representam a linha de frente da conservação amazônica.

São elas: o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Fundação Vitória Amazônica (FVA), Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas , Instituto Socioambiental (ISA), Kanindé – Associação de Defesa Etnoambiental, Wildlife Conservation Society (WCS) Brasil , Woods Hole Research Center (WHRC) e World Wild Fund for Nature (WWF) Brasil.

Todas as ONGs integram a chamada Iniciativa Andes-Amazônia. Lançada em 2003 pela Fundação Gordon and Betty Moore, a iniciativa tem como meta conservar a biodiversidade e a função climática da Bacia Amazônica a longo prazo. Uma das principais estratégias adotadas pelas organizações é apoiar a criação e gestão efetiva de áreas protegidas na Amazônia, como as unidades de conservação. Com milhões de dólares de investimento na Iniciativa Andes-Amazônia, a norte-americana Fundação Moore é a maior doadora privada da conservação da Amazônia. Saiba mais aqui.

“Para cuidar da biodiversidade da Amazônia, as áreas protegidas, tantos as unidades de conservação quanto as terras indígenas, têm importância fundamental”, ressalta Marina Thereza (Maitê) Campos Quinlan, representante da Fundação Moore no Brasil. “A Iniciativa Andes-Amazônia se dedica a promover a conservação e o desenvolvimento sustentável, trabalhando e apoiando ONGs, organizações indígenas, instituições de pesquisa, agências governamentais e parceiros comprometidos do setor privado”.

O que é o CBUC

Com mais de 20 anos de história, o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação é um dos principais congressos da América Latina sobre a conservação da natureza.

Idealizado e organizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, o CBUC reúne a cada edição centenas de especialistas em biodiversidade e gestão ambiental para tratar das Unidades de Conservação em território nacional e de formas de fortalecer essas áreas protegidas.

Em 2018, o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação acontecerá em Florianópolis, Santa Catarina, nos dias 31 de julho e 1 e 2 de agosto. Saiba mais: https://eventos.fundacaogrupoboticario.org.br/IXCBUC.

Texto: João Cunha

 

 

Espécie vulnerável na lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), o tatu-canastra (Priodontes maximus) está restrito a poucas áreas no sudeste do Brasil. Há menos de 10 anos, foram encontrados registros de tatus na Reserva Biológica de Sooretama (RBS) e Reserva Natural Vale (RNV), ambas localizadas no Espírito Santo (ES), além do Parque Estadual do Rio Doce (PERD), em Minas Gerais (MG).

Por ser um animal raro, existe a possibilidade, segundo estudos, de que tais áreas sejam os últimos refúgios para a espécie na Mata Atlântica. Pesquisas sobre o tatu-canastra no bioma se tornaram cada vez mais importantes diante desse cenário. Após levantamentos mais recentes realizados na RBS, que confirmou a ocorrência de tocas do tatu-canastra na área e o uso delas até por outros animais, o projeto Tatu-Canastra, realizado no Pantanal e Cerrado, desde 2010, estendeu seus estudos para a RBS e a RNV. Juntas, as reservas possuem 50.858 hectares e formam um bloco contínuo que constituem uma das maiores e mais importantes áreas de floresta remanescente no ES.

"Com base nesses registros, concluímos que o tatu-canastra ainda está presente na RBS, consequentemente na Mata Atlântica e, pelo número de espécies utilizando as suas escavações e/ou os montes de areia, o tatu-canastra exerce um importante papel no ecossistema da RBS, pois altera o meio físico, modifica o habitat e influencia diversas outras espécies, podendo ser assim considerado um engenheiro de ecossistema na Mata Atlântica. Por outro lado, caçadores locais parecem desconhecer tal importância, ignoram as leis e continuam a caçar o animal na região", alerta o biólogo Bruno Fontes, que está agora à frente das pesquisas no ES.


O objetivo dos estudos é conhecer melhor as populações residentes na Mata Atlântica, qual o seu comportamento e o seu estado de conservação atual. "Conhecer os ambientes de ocorrência do tatu-canastra, especialmente em unidades de conservação, é fundamental para monitorar a espécie e avaliar a viabilidade das populações a longo prazo, assim como conduzir programas de conservação para essa espécie", afirma Arnaud Desbiez, coordenador do projeto Tatu-Canastra, do IPÊ.

Além das pesquisas científicas, a equipe do projeto deve levar um trabalho de conscientização e educação ambiental na região sobre a raridade da espécie e a importância em conservá-la para a manutenção da biodiversidade na região. 

 

Estamos contratando profissional para a execução e gerenciamento de atividades de comunicação da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB), atuando em conjunto com a coordenação de comunicação do IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, sendo um braço de apoio à organização nas áreas de atuação da INCAB. Atendendo a pedidos, o prazo para envio de documentação foi adiado para 5 de AGOSTO.

 

PERFIL DO PROFISSIONAL

• Curso superior na área de comunicação (preferencialmente JORNALISMO)
• Experiência na ÁREA AMBIENTAL / CONSERVAÇÃO 
• Será necessária a apresentação de portfólio demonstrando EXPERIÊNCIA de pelo menos 3 ANOS em trabalhos similares de comunicação 
• Fluência na LÍNGUA INGLESA (escrita, fala, leitura e entendimento) – A comunicação da INCAB é inteiramente feita em Português e Inglês
• Habilidade para trabalhar em EQUIPE
• Habilidade para lidar com PESSOAS: equipe do projeto, estagiários, voluntários, prestadores de serviço, apoiadores, equipes de mídia
• Disponibilidade para ACOMPANHAR trabalhos de campo, cursos, eventos e demais atividades junto com a equipe do projeto
• Domínio de atividades de PRESTAÇÃO DE CONTAS
• Habilidade para realizar ENTREVISTAS e ESCREVER textos e notícias
• Habilidade para elaboração e divulgação de RELEASES para a imprensa, clipping 
• Habilidade para NETWORKING com veículos de comunicação
• Habilidade para gerenciamento e alimentação de BLOG/WEBSITE 
• Habilidade para gerenciamento e alimentação de REDES SOCIAIS (Facebook, Instagram, Twitter, YouTube)
• Disponibilidade e habilidade para contribuir na ORGANIZAÇÃO e CONDUÇÃO de campanhas, eventos, exposições, stands em conferências etc. 
• Disponibilidade e habilidade para trabalhar com artistas, fotógrafos e outros apoiadores da causa envolvidos em campanhas da INCAB
• Habilidade em EDIÇÃO de pequenos vídeos para redes sociais será um diferencial
• Habilidade para criação de GRÁFICOS para peças de comunicação será um diferencial
• Disponibilidade para morar em Campo Grande (MS) é IMPRESCINDÍVEL
• Portador de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e habilidade para dirigir automóvel
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LOCAL SEDE: Campo Grande, Mato Grosso do Sul
PERÍODO DE CONTRATAÇÃO INICIAL: 12 MESES
TIMEFRAME: Início atividades em 10 de SETEMBRO 2018
DEDICAÇÃO: TEMPO INTEGRAL
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Interessados, favor entrar em contato com PATRÍCIA MEDICI, Coordenadora da INCAB, [email protected], para mais informações sobre a DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA para participação no processo seletivo, REMUNERAÇÃO e CONDIÇÕES DE TRABALHO. O prazo para envio de documentação completa foi adiado para 5 de AGOSTO. Faremos uma pré-seleção de candidatos com base na documentação apresentada e CINCO (5) profissionais serão selecionados para entrevistas, a serem realizadas via Skype no decorrer da semana de 13 de AGOSTO. O candidato selecionado dará início às suas atividades junto à INCAB, já em Campo Grande, no dia 10 de SETEMBRO.